Resumo de Succinct (PROVE)
O criptoativo Succinct (PROVE) está sendo negociado a US$ 0,18 nesta data, acumulando uma variação de -3.10% nas últimas 24 horas. O intervalo de negociação no período oscilou entre a mínima de US$ 0,18 e a máxima de US$ 0,19.
Selo de Investimento: Cripto Sólida
⚠️ AtençãoO criptoativo PROVE atingiu 1 de 7 critérios (14.3%), ficando abaixo do mínimo de 5/7 exigido para o Selo Cripto Sólida. Exige cautela reforçada devido a risco de volatilidade, menor liquidez ou tokenomics frágil.
Checklist de Robustez & Tokenomics (7 Critérios Essenciais)
Alta Liquidez Global (Volume > R$ 200M/dia)
Não atendeCapacidade de negociação institucional com alta profundidade no book e baixo slippage
Maturidade da Rede (> 4 anos)
Não atendeHistórico comprovado atravessando múltiplos ciclos de mercado e halvings
Segurança de Consenso Comprovada
Não atendeArquitetura de rede com algoritmo de consenso descentralizado e auditado
Utilidade & Infraestrutura Real
Não atendeAtuação em setores produtivos do ecossistema cripto (exclui memecoins e tokens especulativos)
Grande Porte (Large Cap > U$ 3 Bi)
Não atendeCapitalização robusta com aceitação institucional e dominância de mercado
Política Monetária Rígida / Deflacionária
Não atendeProteção contra hiperinflação de tokens através de teto de emissão ou queima de taxas
Resiliência de Preço & Estabilidade 24h
AtendeComportamento de preços sem quedas abruptas atípicas superiores a 30% em 24 horas
Oscilação dos Últimos 12 Meses
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Crypto.com anuncia fim da conta em reais para clientes brasileiros
Duas contas de criptomoedas anunciaram hoje (16), mudanças para seus clientes brasileiros. A Crypto.com, uma das maiores plataformas de cripto do mundo, encerrará a conta em reais (BRL) em 25 de outubro, enquanto a Lemon, informou que deixará de operar no Brasil. As decisões tem têm alcances diferentes: a Crypto.com continuará, por enquanto, oferecendo outros serviços no país (como negociação de criptomoedas), mas perderá a integração direta com o Real dentro do aplicativo. Na prática, vai ficar um pouco mais difícil comprar mantendo diretamente ou depositando via pix e TED. As duas decisões ocorrem em meio às novas regras do Banco Central para o setor de criptomoedas no Brasil, em vigor desde fevereiro. Em 30 de outubro, passa a valer uma restrição adicional: instituições financeiras e de pagamento não poderão viabilizar operações com prestadoras de serviços de ativos virtuais que não estejam autorizadas ou em processo de autorização no Brasil. A Lemon relacionou expressamente sua saída às novas exigências. A Crypto.com não informou o motivo do encerramento da conta em reais. A proximidade das datas sugere uma relação com a adaptação, mas não permite afirmar que essa foi a causa da decisão. Encerramendo do saldo em Reais da Crypto.com A mudança da Crypto.com afeta quem usa a plataforma para comprar criptomoedas, incluindo dólar digital para usar em compras. Hoje, é possível depositar reais e convertê-los em USDC, uma criptomoeda que busca acompanhar o valor do dólar. A conta inclusive chegou a figurar em oitavo lugar em nosso ranking de contas globais. A partir de 25 de outubro de 2026, não será mais possível depositar ou sacar reais pela conta brasileira, nem negociar diretamente entre reais e criptomoedas no aplicativo. Para comprar USDC, o cliente precisará obter os ativos por outro caminho; para voltar a reais, terá de usar outra plataforma que ofereça essa conversão. A própria Crypto.com detalhou as mudanças em seu comunicado aos clientes. Quem já tem saldo em reais pode retirá-lo para uma conta bancária verificada ou convertê-lo em criptomoedas antes da data limite. O saldo que permanecer na conta após 25 de outubro será convertido automaticamente em USDC pela cotação de mercado do momento. Ordens abertas vinculadas à conta em reais também serão canceladas. A Crypto.com não anunciou o fim das operações no Brasil. Segundo a empresa, os clientes poderão continuar movimentando e negociando criptomoedas e usando o cartão pré-pago Visa. O encerramento da conta em reais, porém, torna menos simples o uso da plataforma como conta global: desaparece a possibilidade de entrar com reais, comprar USDC e depois voltar ao real sem sair do aplicativo. Lemon encerrará operações no Brasil Já a Lemon, plataforma de criptomoedas sul-americana, anunciou uma medida mais ampla: vai encerrar suas operações no país. A conta é bem menos conhecida entre os brasileiros, mas estava apostando no país e chegou a anunciar o Visa Lemon Card. Em comunicado enviado aos clientes, a empresa atribuiu a decisão às exigências da nova regulamentação, que, segundo ela, não favorecem o desenvolvimento de seus produtos. A Lemon informou que não aceita novos depósitos desde o anúncio e que as contas brasileiras serão excluídas automaticamente em 16 de outubro de 2026. A orientação para quem tem conta é consultar o aplicativo e o suporte da empresa para resolver eventuais saldos pendentes. As operações da Lemon na Argentina, Colômbia e Peru continuarão normalmente, de acordo com o comunicado. Baixe nosso app grátis e não perca as melhores oportunidades Quer ser avisado gratuitamente no seu celular das melhores promoções de cartões de crédito, pontos e milhas, salas VIP, cupons e descontos imperdíveis? Baixe o app do Melhores Cartões e comece a economizar pra valer! Além de alertas sobre as promoções e novidades mais importantes, o aplicativo possui duas áreas exclusivas que mostram as melhores promoções que estão valendo naquele momento, para você não perder mais nenhuma oportunidade! E você ainda pode escolher que tipos de notificações deseja receber. Baixe agora!
Bear market do Bitcoin foi diferente — e isso pode ser um bom sinal, diz executivo da Anchorage
Mesmo com queda de mais de 50% desde a máxima, mercado manteve adoção institucional e mostrou mais resiliência O atual ciclo de baixa do Bitcoin foi bem diferente dos anteriores e pode ser um sinal de amadurecimento do mercado. Essa é a avaliação de David Lawant, chefe de pesquisa da Anchorage Digital, que afirmou durante um painel no Digital Assets Conference (DAC) que, apesar da forte queda do preço do BTC, a indústria não mostrou o mesmo grau de paralisia visto em outros momentos de estresse. Lawant lembrou que o Bitcoin chegou a cair mais de 50% a partir das máximas do ciclo e atingiu a região dos US$ 58 mil neste ano. Ainda assim, segundo ele, este bear market pareceu “relativamente fácil” quando comparado com episódios anteriores. A principal diferença, na visão do executivo, foi o comportamento de empresas e investidores institucionais. Mesmo com o mercado em queda, ele disse não ter observado uma desaceleração relevante nos projetos ligados ao Bitcoin, stablecoins e tokenização. “Não acho que tenha visto qualquer desaceleração no ritmo das grandes instituições em relação à adoção de Bitcoin ou cripto”, afirmou Lawant. Ele comparou o momento atual com o período que sucedeu o colapso da FTX, quando novos participantes chegaram a questionar a própria sobrevivência da indústria. Para o executivo, essa resiliência mostra que a tese de investimento do Bitcoin passou a ser aceita por um grupo mais amplo de investidores. Queda do Bitcoin teve mais relação com fatores externos Outro ponto destacado por Lawant foi que boa parte da pressão sobre o Bitcoin durante o ciclo não esteve diretamente relacionada a problemas do próprio ativo. Segundo ele, o mercado enfrentou um período de maior incerteza macroeconômica, com mudanças na política monetária e fiscal dos Estados Unidos, tensões geopolíticas e alta dos preços de energia. Na avaliação do executivo, mercados costumam reagir mal principalmente a momentos de transição e incerteza. Lawant também citou a competição por capital com outros setores do mercado e lembrou que houve períodos de saídas relevantes dos ETFs de Bitcoin à vista. Ainda assim, ele afirmou que os investidores desses fundos permaneceram, de maneira geral, bastante resilientes durante o ciclo. Na avaliação do chefe de pesquisa da Anchorage, isso reforça a ideia de que o mercado começou a separar de forma mais clara os ativos puramente especulativos daqueles com uma tese fundamental mais consolidada. Guilherme Ferreira, cofundador e CFO da OranjeBTC, acrescentou que uma menor volatilidade seria um movimento esperado à medida que o Bitcoin amadurece como classe de ativo. Bitcoin começa a se comportar como ativo macro global Para Lawant, outra mudança importante está na forma como o mercado passa a enxergar o Bitcoin. Segundo ele, o BTC vem se transformando cada vez mais em um “ativo macro global”, enquanto outras criptomoedas passaram a responder com maior intensidade a fatores específicos de seus próprios ecossistemas. O executivo citou, por exemplo, que ativos como Hyperliquid e Solana podem ter motores de desempenho diferentes daqueles que afetam o Bitcoin. Essa mudança também aparece, segundo Lawant, nas correlações do BTC com outros mercados. Ele afirmou que, recentemente, a correlação entre Bitcoin e ouro atingiu níveis muito elevados, enquanto a relação com ativos de risco, como S&P 500 e Nasdaq, caiu para patamares não vistos em anos. O executivo ressaltou, no entanto, que o Bitcoin ainda apresenta um comportamento duplo: em alguns momentos funciona como ativo de risco e, em outros, como uma espécie de porto seguro. Para ele, essa oscilação faz parte do processo de amadurecimento do ativo. Lawant também destacou que o mercado passou por um processo significativo de desalavancagem nos últimos meses. Segundo ele, diferentes métricas mostram uma estrutura de mercado menos alavancada do que em períodos anteriores, o que pode reduzir a pressão de vendedores forçados. Apesar do tom positivo, o executivo evitou afirmar de forma categórica que o mercado de baixa chegou ao fim. Ele disse acreditar que a região dos US$ 58 mil pode ter marcado o fundo do ciclo, mas ressaltou que essa leitura ainda depende do cenário macroeconômico. Para Lawant, o principal sinal de mudança está menos no preço e mais no comportamento da indústria: mesmo durante a queda, empresas, investidores e instituições continuaram avançando em projetos ligados ao Bitcoin e ao mercado de ativos digitais. Quer investir na maior criptomoeda do mundo? No MB, você começa em poucos cliques e de forma totalmente segura e transparente. Não adie uma carteira promissora e faça mais pelo seu dinheiro. Abra sua conta e invista em bitcoin agora!
Operadores financeiros da Lava Jato criaram 'banco do crime' que serviu ao PCC, diz Promotoria
São Paulo Um grupo de operadores financeiros que inclui condenados na Operação Lava Jato criou uma rede de serviços clandestinos que serviu à lavagem de dinheiro de integrantes do PCC (Primeiro Comando da Capital), afirmam promotores do Ministério Público de São Paulo. Eles apresentaram denúncia na segunda-feira (14) contra 19 suspeitos pelos crimes de lavagem de dinheiro e organização criminosa. A Justiça deve analisar e decidir se abre uma ação penal contra os envolvidos. Não há prazo para isso ocorrer. A ação é resultado das operações Janus e Bazaar, que investigaram a movimentação de valores ilícitos, participação de criminosos nos chamados tribunais do crime na cidade de São Paulo e um suposto esquema de corrupção na Polícia Civil paulista. Os promotores do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) relatam a montagem de uma "central de serviços financeiros ilícitos —ou verdadeiro 'Banco do Crime' —colocada à disposição de integrantes e colaboradores do PCC para a ocultação e a dissimulação da origem, da natureza e da propriedade de bens e valores provenientes do tráfico de drogas e de outros crimes". PCC em pichação em Joinville (SC) - Avener Prado - 28.nov.2017/Folhapress A investigação aponta que ao menos dois integrantes do PCC —Leonardo Monteiro Moja, o Léo do Moinho, e Alexandre Salles Brito, o Buiú— teriam usado os serviços financeiros clandestinos. Além deles, a Promotoria também aponta que colaboradores da facção (que não são filiados como membros, mas mantêm negócios com eles) também se tornaram clientes desses serviços. Entre eles estão um suspeito de contribuir para o tráfico internacional de cocaína e um operador de criptomoedas. Contas bancárias teriam sido indicadas por Léo para um dos prestadores do serviço de lavagem financeira, indicam mensagens interceptadas pela investigação, e vários depósitos na casa de dezenas de milhares de reais teriam sido realizados. Segundo o Gaeco, isso serviu para esconder a relação do dinheiro com o tráfico de drogas comandado por Léo do Moinho. O advogado Rodrigo Antunes Benetti, que representa Léo, disse que "restará demonstrada a inocência do senhor Leonardo". "Nenhuma das acusações promovidas em seu desfavor desde a sua prisão em 6 de agosto de 2024 resultou em condenação, justamente porque foi reconhecidamente declarado inocente", afirmou. A defesa de Brito não foi identificada. O esquema teria usado várias empresas fictícias e contas bancárias de laranjas, que não teriam capacidade econômica compatível com os valores movimentados. Para oferecer o serviço clandestino, segundo a denúncia, operadores financeiros se aproveitaram de "brechas de fiscalização, regulação" e envolveram-se em "corrupção de gerentes bancários e agentes públicos". A denúncia afirma que os denunciados desenvolviam há anos formas de ocultar a circulação de dinheiro, e que gradualmente esses serviços passaram a ser oferecidos a integrantes do PCC. Entre os denunciados estão Leonardo Meirelles, Meire Bonfim Poza e Raphael Flores Rodrigues, —os últimos dois condenados na Lava Jato. A Meirelles é atribuído um papel central na estruturação da rede de serviços financeiros clandestinos —chamada de Akron. A investigação encontrou mensagens indicando que ele e seus sócios procuraram integrantes associados ao PCC para oferecer serviços de "blindagem tributária" e ocultação de movimentações financeiras. Apontado como doleiro, ele também teria sido responsável por pagamentos de propina a policiais civis. Ele tem um mandado de prisão pendente relacionado a um processo por associação para o tráfico. Chegou a ser preso e acusado de emprestar suas empresas para o doleiro Alberto Youssef fazer remessas de até R$ 140 milhões ao exterior. Deixou a prisão após confessar os crimes. A reportagem não conseguiu identificar a defesa dele nem de Poza. Um dos exemplos de oferta desses serviços foi encontrado em mensagens de celular que teriam sido enviadas por Cléber Azevedo dos Santos a outro suspeito, no qual ele diz que "nosso banco digital já está funcionando" e acrescenta que tratava-se de um "banco pra blindagem tributária", que "não pega Coaf [Conselho de Controle de Atividade Financeira], Banco Central". O advogado José Antônio Chiaradia afirmou que "as alegações atribuídas a Cleber não passam de ilações, sem qualquer fundamento ou provas". Os promotores do Gaeco pedem que eles paguem indenização de R$ 10 milhões, a ser destinada aos fundos públicos. Conversas envolvendo PMs são enviadas à Justiça Militar Durante a investigação, foram encontradas conversas que mencionam coronéis da Polícia Militar de São Paulo, entre eles o ex-comandante-geral José Augusto Coutinho e o oficial da reserva Luiz Carlos Pereira Martins. Pereira Martins fazia parte de um grupo de WhatsApp com suspeitos de lavagem de dinheiro, e as mensagens teriam demonstrado relações de intimidade entre eles, inclusive planejando viagens em grupo a uma colônia de férias. A defesa de Pereira Martins não foi identificada. Já Coutinho é mencionado numa conversa que envolve um operador financeiro que presta serviços de "troca de TED por dinheiro vivo" e teria conexões com integrantes do PCC. Documento enviado pelos promotores à Justiça informa que cópia integral do processo foi enviada à Justiça Militar para investigar possíveis crimes cometidos pelos coronéis. Os oficiais da PM não foram investigados pelo Gaeco. Em julho, quando essas informações se tornaram públicas, a defesa de Coutinho afirmou que ele exerceu suas funções na PM com "integridade e correção" e afirmou que "está certa de que, no curso do procedimento, será demonstrada a inexistência de qualquer envolvimento de sua parte".
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