Resumo de Axie Infinity Shards (AXS)
O criptoativo Axie Infinity Shards (AXS) está sendo negociado a R$ 4,59 nesta data, acumulando uma variação de -1.57% nas últimas 24 horas. O intervalo de negociação no período oscilou entre a mínima de R$ 4,54 e a máxima de R$ 4,68.
Selo de Investimento: Cripto Sólida
🪙 Cripto SólidaO criptoativo AXS atende a 5 de 7 critérios estruturais (71.4%), demonstrando maturidade de rede, alta liquidez global, consenso seguro e política monetária controlada.
Checklist de Robustez & Tokenomics (7 Critérios Essenciais)
Alta Liquidez Global (Volume > R$ 200M/dia)
Não atendeCapacidade de negociação institucional com alta profundidade no book e baixo slippage
Maturidade da Rede (> 4 anos)
AtendeHistórico comprovado atravessando múltiplos ciclos de mercado e halvings
Segurança de Consenso Comprovada
AtendeArquitetura de rede com algoritmo de consenso descentralizado e auditado
Utilidade & Infraestrutura Real
AtendeAtuação em setores produtivos do ecossistema cripto (exclui memecoins e tokens especulativos)
Grande Porte (Large Cap > U$ 3 Bi)
Não atendeCapitalização robusta com aceitação institucional e dominância de mercado
Política Monetária Rígida / Deflacionária
AtendeProteção contra hiperinflação de tokens através de teto de emissão ou queima de taxas
Resiliência de Preço & Estabilidade 24h
AtendeComportamento de preços sem quedas abruptas atípicas superiores a 30% em 24 horas
Histórico de Cotação: Axie Infinity Shards (AXS)
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
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Binance afirma que ataque hacker começou com falsa vaga de emprego
A Binance, maior corretora de criptomoedas do mundo, publicou nesta terça-feira (3) seu primeiro relatório sobre o ataque hacker que a fez perder US$ 6,3 bilhões na última quinta-feira (29). A investigação aponta que o ataque foi uma campanha sofisticada, composta por várias etapas. No entanto, destaca que tudo começou com falsas entrevistas de emprego. Essa vertente de engenharia social não é nova. Em 2022, a Ronin, responsável pela Axie Infinity, perdeu US$ 625 milhões com o mesmo golpe. Binance dá detalhes sobre o maior roubo da história do setor de criptomoedas Iniciando seu texto, a Binance relembra que a empresa arcará com o impacto financeiro dos fundos roubados e que já reservaram os montantes necessários para cobrir o prejuízo. Indo além, também citam um relatório do FBI afirmando que hackers da Coreia do Norte estão por trás do ataque. As novidades apresentadas no relatório ficam para a explicação sobre como os hackers tiveram acesso aos fundos. Montando uma linha do tempo, a corretora explica que o ataque se desenrolou rapidamente em várias redes. As primeiras transações de XRP aconteceram entre as 17h05 e 17h09 pelo horário de Brasília, seguidas por outras de Solana e Optimism. Neste momento, a Binance afirma ter recebido um alerta interno sobre transferências de grande volume. Apesar disso, o hacker conseguiu transferir 18.270 bitcoins, avaliados em US$ 1,4 bilhão na cotação atual. Os sistemas de suspensão dos saques também não foram 100% eficazes. Como exemplo, o texto aponta para a exploração de um mecanismo de autorização no Ethereum, que driblou esses mecanismo de contenção da corretora. “O invasor então utilizou o serviço de assinatura para explorar o mecanismo de autorização EIP-7702 do Ethereum. O EIP-7702 permite que uma conta delegue determinados direitos de execução a um contrato inteligente sem expor a chave privada. Neste caso, o invasor utilizou esse mecanismo para conceder a um contrato inteligente sob seu controle direitos parciais de execução sobre uma carteira quente da Binance.” Rumores iniciais citavam esse mecanismo do Ethereum como a raiz do ataque. No entanto, como pode ser visto acima, ele é apenas uma peça desse quebra-cabeça. Finalizando o trecho, a corretora aponta que precisou realizar transações adicionais para revogar essas autorizações registradas na Blockchain. Conforme o processo era complexo, isso acabou demorando para acontecer. O destaque fica para o horário da última transação de Ethereum, às 20h56 pelo horário de Brasília, exatamente 3 horas e 51 minutos após a primeira. Ataque começou com falsa vaga de emprego Embora os hackers foram rápidos para limpar as carteiras quentes da Binance, a corretora explica que eles levaram meses até chegar ao dia do ataque. “Nossa investigação atual indica que esta foi uma campanha sofisticada, composta por várias etapas. Não se tratou de uma invasão isolada ou de um simples caso de phishing. Os invasores combinaram diversas técnicas, incluindo engenharia social por meio de falsas entrevistas de emprego, downloads de softwares maliciosos, comprometimento de ferramentas internas de inteligência artificial, invasão de dispositivos e um método avançado de autorização de transações.” Sem citar nomes, a corretora explica que um engenheiro da equipe de DevOps (responsável pela infraestrutura de carteiras) baixou um aplicativo adulterado do Homebrew, uma ferramenta que permite instalar e atualizar outros programas. Embora a Binance tenha detectado a anomalia, substituindo o dispositivo e renovando todas as credenciais relacionadas deste funcionário, o texto aponta que o invasor obteve acesso tanto a informações sobre a função deste engenheiro quanto de seus colegas de equipe. Três meses depois, em setembro, um suposto diretor de projetos entrou em contato com um segundo engenheiro da Binance em uma plataforma de emprego, onde organizou falsas entrevistas entre ele e um representante de RH e, posteriormente, com o CEO de uma empresa fictícia. “Na primeira etapa, o suposto representante de RH realizou uma entrevista por vídeo ao vivo com o Engenheiro de Software B. O entrevistador compartilhou com ele uma conta em uma rede social, incluindo fotos e vídeos pessoais publicados na plataforma, com o objetivo de construir confiança. Essa abordagem foi mais sofisticada e enganosa do que as técnicas de engenharia social observadas anteriormente. A segunda entrevista foi realizada em um aplicativo popular de mensagens e redes sociais. Perto do final da entrevista, o Engenheiro B recebeu a instrução de baixar um arquivo de “teste” contendo um repositório de código malicioso em seu computador de trabalho. 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O Assalto do Século no Mercado Cripto: Como o Lazarus Group Roubou US$ 6,3 Bilhões da Binance
CIBERSEGURANÇA & FINANÇAS INTERNACIONAIS — O mercado de criptoativos viveu o maior golpe de sua história. Em uma invasão orquestrada, criminosos virtuais conseguiram contornar os complexos sistemas de defesa da Binance, maior exchange global de moedas digitais, e drenaram cerca de US$ 6,36 bilhões em múltiplos ativos virtuais. Investigações conducidas pelo FBI, pela Receita Federal dos EUA (IRS-CI) e por empresas especializadas em análise de blockchain (como a TRM Labs e ZachXBT) atribuíram a autoria do roubo ao Lazarus Group — mais especificamente à sua divisão técnica conhecida como TraderTraitor. O Vetor de Ataque: Engenharia Social e a Falha Humana Segundo as investigações preliminares da Binance e das autoridades, o ataque não decorreu de uma vulnerabilidade na infraestrutura da blockchain e nem de uma quebra direta das chaves privadas (private keys). O ponto inicial de invasão foi a credencial do notebook pessoal de um engenheiro de DevOps da exchange. A partir do comprometimento do dispositivo, os invasores acessaram contêineres internos e implantaram códigos autorizadores. Em apenas 20 minutos de execução ostensiva, o grupo acionou rotinas automatizadas que varreram as chamadas hot wallets (carteiras quentes conectadas à internet) da Binance em 10 blockchains diferentes (incluindo Bitcoin, Ethereum, Solana, Tron e XRP Ledger). A Sombra do Lazarus Group e do Operativo TraderTraitor O ataque à Binance não é um evento isolado, mas sim a expressão máxima das capacidades do Lazarus Group. Operando sob o comando do Reconnaissance General Bureau (RGB) — o principal serviço de inteligência externa da Coreia do Norte —, o coletivo de hackers é utilizado pelo regime de Pyongyang para contornar sanções internacionais e financiar programas militares e de armamento. O TraderTraitor é a unidade de elite especializada dentro do ecossistema Lazarus responsável por roubos no setor financeiro digital. O histórico recente do grupo acumula os maiores assaltos digitais da história: Bybit (Fevereiro de 2025): Roubo de US$ 1,5 bilhão. Ronin Network (Março de 2022): Drenagem de US$ 625 milhões da rede vinculada ao jogo Axie Infinity. KelpDAO (Abril de 2026): Invasão e roubo de US$ 292 milhões em protocolos de restaking. A Reação do Mercado e o Impacto Financeiro Gostou do conteúdo? Anuncie conosco e traga mais clientes para o seu negócio. Falar no WhatsApp O tamanho da operação gerou uma reação sem precedentes na indústria para conter o fluxo de ativos roubados. Congelamento de Ativos: Emissoras de stablecoins como Tether (USDT), Circle (USDC) e a rede Arbitrum agiram rapidamente e conseguiram bloquear cerca de US$ 2,7 bilhões em endereços identificados do invasor. Corrida dos Invasores: Para burlar os bloqueios centrais, o Lazarus converteu parte dos fundos em Ethereum (ETH) e Bitcoin (BTC) — ativos cujo ecossistema descentralizado impede qualquer congelamento emitido por entidades centralizadas. Restabelecimento dos Clientes: A Binance paralisou saques temporariamente por mais de 48 horas. Após a reabertura do sistema com a garantia de que as perdas seriam absorvidas pelas reservas da própria corretora (fundo SAFU), clientes retiraram bilhões de dólares em saques preventivos. O episódio reacendeu o debate sobre a concentração de riscos na infraestrutura de grandes corretoras centralizadas e escancarou o nível de sofisticação com que grupos estatais como o Lazarus continuam a desafiar o ecossistema financeiro global. 🛡️ Sua empresa está realmente protegida contra riscos operacionais e fiscais? O maior ataque da história do mercado cripto nos lembra de uma lição fundamental: vulnerabilidades na gestão e falhas de controle interno podem custar caro a qualquer negócio. Seja no ecossistema digital ou no mercado tradicional, ter uma contabilidade consultiva e preventiva é o principal escudo para garantir a conformidade, a segurança patrimonial e a eficiência tributária da sua empresa. Quer proteger seu negócio e estruturar suas finanças com segurança? Fale com a equipe do contador Lucas Pereira pelo 11988476831 e descubra como uma gestão contábil estratégica pode blindar sua empresa contra riscos e impulsionar o seu crescimento. Por Lucas de Sá Pereira, contador https://contadorlucaspereira.shop/, e colunista do Jornal Contábil e criador do instagram @contadorlucaspereira
Por que os EUA culpam a Coreia do Norte pelo roubo da Binance
O FBI atribuiu à Coreia do Norte a autoria do roubo de US$ 6,3 bilhões em criptomoedas da Binance, maior corretora do mundo, no fim de outubro. A Coreia do Norte nega e chama a acusação, em comunicado, de "retórica absurda". O ataque aconteceu em 29 de outubro e durou cerca de 20 minutos. Hackers tiraram US$ 6,3 bilhões da Binance, a maior parte em Ethereum, no que analistas chamam do maior roubo já registrado em qualquer setor. Segundo o FBI, o ataque foi obra da unidade TraderTraitor, também rastreada como Lazarus Group (ligada aos serviços de inteligência da Coreia do Norte). Segurança digital é o centro do caso: o FBI diz que hackers converteram parte do valor roubado em Ethereum. Foto: Edwin.images/Wikimedia Commons "Esta não é a primeira vez que os EUA tentam disseminar informações equivocadas sobre a RPDC na comunidade internacional", disse Kim Yo Jong, irmã do líder Kim Jong Un, em nota da agência estatal KCNA. Ela classificou as acusações de "provocação política". Siga o canal da TV Sim Brasil no WhatsApp e receba as principais notícias do dia, sem grupo. O presidente dos EUA, Donald Trump, confirmou a investigação, mas evitou confirmar a autoria norte-coreana. Questionado se operativos da Coreia do Norte seriam responsabilizados, respondeu apenas: "Estamos analisando isso". Firmas de inteligência de blockchain, como a TRM Labs e a Chainalysis, avaliam com alta confiança que o TraderTraitor foi responsável. Ainda assim, a Casa Branca não fez a acusação formal. Não é a primeira vez que o Lazarus Group é associado a um roubo bilionário. Em 2022, o mesmo grupo foi ligado ao roubo de US$ 620 milhões da rede Ronin, do jogo Axie Infinity. Publicidade O Tesouro dos Estados Unidos associa publicamente o Lazarus Group ao financiamento dos programas nuclear e de mísseis da Coreia do Norte. Em um caso anterior, autoridades recuperaram cerca de US$ 30 milhões do grupo, a primeira vez que isso aconteceu. Se a autoria se confirmar, o roubo da Binance vira o maior já usado para financiar as armas de um país sob sanção da ONU. Siga a TV Sim Brasil no Google e ative o sininho para receber nossas notícias no Discover. No Brasil, a Binance informou que os ativos dos clientes locais permanecem seguros, guardados em carteiras frias separadas das contas atingidas pelo ataque. A nota cita as regras de custódia do Banco Central do Brasil para esse tipo de empresa. A Binance já havia confirmado o tamanho do prejuízo nos dias seguintes ao ataque. O hack chegou a US$ 6,3 bilhões, o maior da história das criptomoedas. A corretora já trabalha na recomposição das perdas. A Binance retomou os saques depois de recompor a maior parte do prejuízo.
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