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APT

Criptomoeda

Aptos

Atualizado: 08/11/2026

Preço Atual
R$ 3,31
-2.86%
Cotação de Criptoativo em tempo real

Resumo de Aptos (APT)

O criptoativo Aptos (APT) está sendo negociado a R$ 3,31 nesta data, acumulando uma variação de -2.86% nas últimas 24 horas. O intervalo de negociação no período oscilou entre a mínima de R$ 3,27 e a máxima de R$ 3,42.

Variação (R$)
R$ -0,10
Cotação: BRL
Variação Dia
Mín: R$ 3,27
Máx: R$ 3,42
Volume Diário
7.946.104
Transações em 24h
🪙

Selo de Investimento: Cripto Sólida

🪙 Cripto Sólida

O criptoativo APT atende a 6 de 7 critérios estruturais (85.7%), demonstrando maturidade de rede, alta liquidez global, consenso seguro e política monetária controlada.

Pontuação dos Critérios 6/7 (85.7%)
Mínimo Cripto Sólida: 5/7 Status: Aprovado

Checklist de Robustez & Tokenomics (7 Critérios Essenciais)

Alta Liquidez Global (Volume > R$ 200M/dia)

Não atende

Capacidade de negociação institucional com alta profundidade no book e baixo slippage

📌 Volume diário 24h: R$ 7.9 milhões

Maturidade da Rede (> 4 anos)

Atende

Histórico comprovado atravessando múltiplos ciclos de mercado e halvings

📌 Rede em operação desde 2022 (4 anos de histórico)

Segurança de Consenso Comprovada

Atende

Arquitetura de rede com algoritmo de consenso descentralizado e auditado

📌 Mecanismo: AptosBFT Consensus (PoS)

Utilidade & Infraestrutura Real

Atende

Atuação em setores produtivos do ecossistema cripto (exclui memecoins e tokens especulativos)

📌 Setor: Smart Contracts Layer 1

Grande Porte (Large Cap > U$ 3 Bi)

Atende

Capitalização robusta com aceitação institucional e dominância de mercado

📌 Valor de mercado estimado: ~U$ 4.5 bilhões

Política Monetária Rígida / Deflacionária

Atende

Proteção contra hiperinflação de tokens através de teto de emissão ou queima de taxas

📌 Política: Taxa de inflação decrescente anualmente até estabilizar em 3.25%

Resiliência de Preço & Estabilidade 24h

Atende

Comportamento de preços sem quedas abruptas atípicas superiores a 30% em 24 horas

📌 Variação 24h: -2.86% (Sem colapso imediato de liquidez)
🛡️ Análise quantitativa e estrutural baseada em dados públicos de rede e mercado. Não constitui recomendação direta de investimento.
Simular Investimentos →

Histórico de Cotação: Aptos (APT)

Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência

Mínima no Período --
Máxima no Período --
Variação no Período --
Tendência Técnica --
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Brasileiros nos EUA rechaçam Trump e votam nos democratas nas midterms, diz pesquisa AtlasIntel
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Como a derrota nas urnas afeta Trump, o Brasil e o resto do mundo? Entenda 1:48 Novo cenário traz incertezas para Washington; olhar dos democratas estará dentro de casa, mas relações exteriores devem continuar nas mãos do líder republicano. Crédito: Estadão Confira o resumo que a LE.IA, a IA do Estadão, fez pra você Gerando resumo Abrir o resumo As eleições de meio de mandato nos EUA foram um teste de fogo para o Partido Republicano e para o governo de Donald Trump, que viu sua baixa popularidade afetar todos os grupos de eleitores no país. Na comunidade brasileira, que soma aproximadamente 950 mil pessoas, o efeito foi visível: mais da metade dos votantes optou por eleger representantes democratas e a maioria reprovou o atual governo americano. A tendência foi revelada por uma pesquisa do instituto AtlasIntel, que mostrou como brasileiros e latinos em geral votaram nas eleições de meio de mandato da última terça-feira, 3. A pesquisa entrevistou 878 latinos aptos a votarem entre 26 de outubro e 3 de novembro e estimou uma margem de erro de 3 pontos percentuais para mais ou para menos. Publicidade Mais da metade dos brasileiros aptos a votar nos EUA escolheram candidatos do Partido Democrata, diz pesquisa Foto: MARIO TAMA/Getty Images via AFP PUBLICIDADE O principal dado trata sobre a aprovação do governo Trump pelas duas comunidades. Cerca de 51,6% dos brasileiros reprovam a atual administração e 49,6% acredita que a política migratória do republicano é “preconceituosa e injusta” contra os latinos. O voto latino, forte em diversos Estados americanos, foi essencial para o resultado das eleições. O Texas elegeu a primeira governadora latina de sua história, a democrata Gina Hinojosa, e, para o Senado, James Talarico, primeiro representante democrata eleito para a Casa desde 1988. Massachusetts, estado com a segunda maior comunidade brasileira, reelegeu o senador Ed Markey, e a governadora Maura Healey, ambos democratas, para mais um mandato. “Nenhum outro público, nenhuma outra demografia mudou tanto quanto o segmento dos latinos. O eleitorado latino é muito mais volátil, porque ele tende a ter uma preferência, em termos político-partidários, muito menor do que outros grupos demográficos”, afirmou Andrei Roman, CEO da AtlasIntel, em entrevista ao Estadão. Publicidade De acordo com Roman, se nos outros grupos demográficos a identificação com o Partido Democrata ou com o Partido Republicano é muito forte, no eleitorado latino outras questões são mais importantes - como a aprovação do governo ou as condições econômicas, por exemplo. “A maioria relativa dos latinos se declaram independentes. Eles têm uma cabeça muito mais aberta em relação ao que eles vão acabar apoiando”, apontou Roman. Diversa, a comunidade latina americana tem sua grande maioria formada por mexicanos, e na sequência por porto-riquenhos. Depois, grupos menores como dominicanos, cubanos formam as comunidades mais expressivas. Sul-americanos, em geral, tem menor representatividade. Esse comportamento também foi observado por Mike Madrid, estrategista político e especialista em voto latino, em uma entrevista anterior ao Estadão. Madrid afirmou que apesar da grande influência partidária nas maiores comunidades latinas dos EUA, como Flórida e Texas, o peso do custo de vida e da forma como as dificuldades se apresentam no cotidiano é muito maior na hora de ir às urnas. Publicidade “Os latinos querem pagar aluguel, ir ao supermercado e pagar menos em gasolina para trabalhar”, disse Madrid. “Eles não formam um bloco eleitoral definido por raça ou etnia, mas sim por questões econômicas”. Leia também Diferença de opinião Apesar de coincidir com os votos e opiniões latinas, os brasileiros que moram nos EUA tendem a avaliar o governo menos negativamente do que o restante da comunidade. Nas intenções de voto, por exemplo, o estudo aponta que 61,6% dos latinos votaria no Partido Democrata. Quando o recorte abrange apenas os brasileiros, o número cai para 51,6%. A mesma coisa acontece na avaliação pessoal de Trump. Enquanto 67,9% dos latinos votantes afirmam desaprovar o governo do republicano, o mesmo índice cai para 51,8% quando apenas as respostas dos brasileiros são consideradas. Apesar de não ultrapassar a questão do custo de vida e das condições econômicas, a imigração ocupou uma parcela considerável do processo de decisão no último dia 3 de novembro. O maior ponto de convergência entre o eleitorado latino como um todo e as respostas dos brasileiros é sobre o trabalho do Serviço de Imigração e Alfândega (ICE, na sigla em inglês), que fiscaliza a entrada e permanência de estrangeiros nos EUA. Na pesquisa, 52,3% dos latinos responderam que são favoráveis ao fim do departamento - entre apenas os brasileiros, 51,4% querem o encerramento do serviço. Publicidade “Algo que incentivou ainda mais o público latino a votar contra Trump nestas eleições foi a pauta anti-imigração. As deportações não foram em massa, mas foram muito controversas pela maneira como foram conduzidas contra imigrantes no país inteiro. Isso acabou se refletindo na comunidade latina, com a percepção de que se tratava de uma discriminação e de uma perseguição, e que o Partido Republicano e o Presidente deveriam ser responsabilizados”, apontou Roman. 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Por que mulheres podem estar por trás da vitória de Lula nas eleições
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Por que mulheres podem estar por trás da vitória de Lula nas eleições

Por que mulheres podem estar por trás da vitória de Lula nas eleições Crédito, Felipe Iratua / EPA/Shutterstock Author, Role, Da BBC News Brasil em São Paulo Published Há 8 minutos Tempo de leitura: 7 min Carregando Carregando Além das diferenças regionais do voto para o presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o candidato derrotado Flávio Bolsonaro (PL), os resultados das eleições presidenciais de 2026 também apontam a uma outra divisão: a entre o voto de homens e mulheres. A conclusão é de uma análise feita pelo professor Marco Antonio Faganello, do Centro de Política e Economia do Setor Público da Fundação Getúlio Vargas (Cepesp FGV), que mostra uma tendência nacional de que, quanto mais mulheres eleitoras há em uma urna, maior foi a vantagem de Lula sobre Flávio Bolsonaro. A contagem de votos divulgada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) não discrimina como votou cada eleitor que depositou seu voto na urna, apenas o resultado de cada máquina. Mas os dados agregados mostram o perfil de gênero, faixa etária e escolaridade dos eleitores inscritos naquela seção. Dessa forma, é possível visualizar quais urnas têm proporcionalmente mais mulheres votantes, quais têm mais homens e fazer uma comparação. Com esses dados, Faganello conseguiu verificar a tendência de um voto feminino mais pró-Lula e, inclusive, uma acentuação desse movimento em 2026 em relação à eleição de 2022. Analisando todas as urnas do país, o pesquisador estima que a diferença total entre homens e mulheres no voto para Lula foi de 9,8 pontos percentuais no segundo turno de 2026, contra 6,4 pontos percentuais no 2º turno de 2022, na disputa com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Não é possível dizer qual foi a votação do presidente por gênero, mas essa estimativa aponta que, por exemplo, se Lula teve 45% dos votos entre os homens, entre as mulheres ele ficaria com cerca de 55%. O país tem 158 milhões de eleitores aptos a votar, sendo 83,8 milhões (52,8%) mulheres, segundo o TSE. Pule Promoção app e continue lendo Temos um novo app! Veja notícias do Brasil e do mundo no BBC World Service Baixe aqui Fim da Promoção app No segundo turno, Lula teve 4,4 milhões de votos a mais do que Flávio. "O voto é secreto e ninguém sabe como cada pessoa votou. Os números vêm da comparação entre seções eleitorais e dependem de uma suposição", explica Faganello em sua análise. "Não é algo que dá para afirmar com 100% de certeza, mas é um indicativo claro [que mulheres votam mais em Lula]. A gente usa todas as urnas do país e, em todas as regiões, há um padrão muito claro", disse o cientista político. O pesquisador usou um método estatístico chamado regressão ecológica, que permite estimar como determinado grupo social votou, mesmo quando não existe informação individual sobre o voto de cada eleitor. Para isso, a comparação para identificar a diferença de gênero na votação foi feita entre urnas que funcionam no mesmo local de votação, como uma escola. Segundo explica o professor, os eleitores de uma mesma escola moram perto uns dos outros e se parecem em renda e em outras características. A proporção de mulheres, porém, muda de uma seção para outra. "Se as mulheres votam mais em Lula, as seções com mais mulheres devem dar a ele mais votos que as outras seções da mesma escola", explica. E é justamente o que acontece. A indicação também vai ao encontro do que indicaram as pesquisas de intenção de voto nas vésperas do segundo turno. A última pesquisa Datafolha, divulgada em 24 de outubro, mostrava Lula com 51% dos votos e Flávio com 44% entre as mulheres. Já entre os homens, Flávio tinha 53% contra 42% de Lula. Nos votos válidos em geral, a pesquisa mostrava Flávio na frente, com 51%. Também mostra a diferença a última pesquisa Quaest na véspera da eleição. Entre as mulheres, era 49% a 41% pra Lula; entre os homens, 51% a 41% para Flávio. O instituto Vox, que chegou mais perto do resultado final das urnas, com Lula na frente, mostrava em 18 de outubro que o presidente tinha uma vantagem de quase 5 pontos entre as mulheres, e Flávio tinha uma vantagem de 4 pontos entre homens. A análise de Faganello ainda permite chegar a outras indicações. O comportamento eleitoral por sexo revelou-se especialmente contrastante quando cruzado com a idade dos eleitores, dados também disponibilizados por seção eleitoral. A diferença é muito maior entre os jovens. Entre 18 e 20 anos, a estimativa do pesquisador é que a preferência por Lula entre as mulheres superou a dos homens em impressionantes 25 pontos percentuais. Conforme a idade avança, essa distância cai, ficando praticamente nula a partir dos 70 anos. O que explica Crédito, REUTERS/Diego Herculano A conclusão da análise de Faganello, com um maior fosso se abrindo entre homens e mulheres, surpreendeu a professora Débora Thomé, que pesquisa o voto e a representação feminina na política no Brasil também na FGV. Em 2022, quando já havia se observado esse fenômeno na disputa entre o então presidente Jair Bolsonaro (PL) e Lula, Thomé conta que havia conclusões claras na ciência política a respeito dessa diferença. O Brasil ainda vivia o impacto da pandemia de covid-19, com uma criticada gestão do Ministério da Saúde de Jair Bolsonaro, marcada por trocas de ministros e desestímulo à vacinação. "Naquela eleição, a gente sabia que mulheres eram mais atentas a temas ligados à saúde e à educação. Além de serem socializadas para ter a preocupação com os filhos, por exemplo, elas sabem que, se acontecer algo, são elas que vão ter que cuidar da família", explica a professora, autora de livros como Mulheres e Poder: Histórias, Ideias e Indicadores. Em 2026, com uma pandemia mais distante, havia uma expectativa de que essa diferença de gênero não se acentuasse, como parece ter ocorrido. Entre os motivos, diz a pesquisadora, estava também a cristalização do voto evangélico para o bolsonarismo. E as mulheres formam a maioria dos evangélicos (54%), segundo o IBGE. Então, quais razões teriam levado elas a se distanciarem mais ainda da família Bolsonaro? Para Thomé, pode ter havido uma associação forte entre o presidente Lula e manutenção de programas sociais como o Bolsa Família, a partir de informações que circularam nestas eleições. "Quem recebe o Bolsa Família são mulheres. Se houve disseminação de informação de que poderia haver cancelamento do programa e atrelar Lula ao benefício, isso pode ter impacto nesse eleitorado feminino", avalia. Das 19,3 milhões de famílias beneficiadas pelo programa atualmente, 16,1 milhões (83,4%) são chefiadas por mulheres, segundo dados do Ministério de Desenvolvimento Social. A professora explica que, historicamente, o Estado de bem-estar social e sua manutenção têm sido fator importante para os votos das mulheres. O termo se refere a uma política que se consolidou no pós-Guerra e garante padrões mínimos de educação, saúde, habitação, renda e seguridade social aos cidadãos "Quando voto feminino foi autorizado pela primeira vez, na Nova Zelândia (século 19), ele acontece numa aliança conservadora das mulheres com a Igreja para proibir bebidas alcoólicas." "Mas, quando surge o Estado do bem-estar social, elas passam a votar com ele. Em geral, mulher não gosta de revolução, mas de reformas graduais. Elas tendem a preferir políticos associados ligados a essas políticas sociais." Para Thomé, pode ter havido uma percepção no eleitorado feminino mais pobre (o que inclui parte importante das evangélicas) de que Flávio Bolsonaro, com seu discurso de "tesouraço" para diminuir os gastos públicos, poderia ser um risco. "Ao ouvir sobre 'ajuste', eleitoras especialmente de baixa renda podem ter feito associação com o corte nessas políticas." Outro fator que pode ter contribuído com o distanciamento das mulheres, segundo Thomé, foi o comportamento de Flávio Bolsonaro nos debates com Lula no segundo turno. O primeiro, na Band, ficou marcado por uma estratégia em que Flávio aparecia sempre atrás de Lula, mesmo quando o presidente falava, fazendo movimentos com os braços ou usando uma expressão facial que parecia demonstrar insatisfação. O segundo, na Globo, teve momentos que repercutiram como quando Flávio chama Lula de "nove dedos", se referindo ironicamente ao episódio em que o presidente perdeu um membro enquanto trabalhava como metalúrgico. "Mulheres, numa generalização, não gosta de um comportamento agressivo, violento, de falas como essa do 'nove dedos'. Isso pode ser parte da explicação", diz a professora. Por último, na visão de Thomé, a chapa masculina com Alfredo Gaspar (PL-AL) não ajudou a campanha de Flávio de se aproximar dessa eleitora. Antes da escolha, havia uma expectativa de que a chapa bolsonarista seria composta por uma mulher como candidata a vice-presidente, justamente na tentativa de reduzir a rejeição feminina. Um dos nomes mais cotados foi o da senadora Tereza Cristina (PP-MS). "Essa mulher estaria fazendo esse trabalho de diminuir a rejeição. Ela conseguiria ser acionada sempre que necessário. Não que mudaria o resultado, mas seria diferente", avalia.

Criptomoedas para varejo na Rússia: acesso começa em 17 de novembro
Criptomoedas •

Criptomoedas para varejo na Rússia: acesso começa em 17 de novembro

O banco central da Rússia concluiu as regras que permitem a corretoras oferecer Bitcoin (BTC), Ether (ETH) e Tether (USDT) a investidores de varejo a partir de 17 de novembro. O núcleo da norma é um teto de 300.000 rublos (cerca de US$ 3.700) por ano em cada intermediário para quem não é qualificado, com as operações concentradas em plataformas reguladas. Quanto cada investidor pode comprar Investidores não qualificados poderão adquirir até 300.000 rublos em criptoativos por ano em cada intermediário, o que inclui corretoras, gestoras de ativos e provedores de exchanges, isto é, plataformas que intermediam a compra e a venda de criptomoedas. O limite se aplica por instituição, e não ao investidor como um todo, o que abre espaço para dividir a cota entre diferentes canais. Os qualificados não têm teto de compra, mas, para os dois grupos, a negociação só começa após um teste obrigatório. Dividido pelos doze meses, o teto equivale a cerca de 25 mil rublos mensais. Item Dado Início do acesso do varejo 17 de novembro Teto anual para não qualificados (por intermediário) 300.000 rublos (cerca de US$ 3.700) Início da negociação na Bolsa de Moscou 1º de dezembro Veto à negociação direta entre pessoas (P2P) 1º de julho de 2027 Da lei à licença do Sberbank O alicerce é a lei sancionada pelo presidente Vladimir Putin em 4 de agosto, que criou um mercado regulamentado sob supervisão do Banco da Rússia. Na sequência, em 11 de agosto, o regulador divulgou a minuta inicial das normas e listou BTC, ETH e USDT como ativos aptos à negociação pública. A seleção considerou valor de mercado, liquidez média diária e ao menos cinco anos de cotações em plataformas estrangeiras. A lei passou a valer em 1º de setembro e, em outubro, o Sberbank, principal banco do país, recebeu aval para atuar com exchange de criptomoedas. Bolsa de Moscou entra no calendário A Bolsa de Moscou, a principal do país e companhia de capital aberto, se prepara para iniciar a negociação de criptoativos em 1º de dezembro. A primeira fase usará as mesmas três moedas, por meio de operações-piloto. Com a entrada de uma bolsa tradicional, o segmento ganha um canal com estrutura de mercado de capitais, ainda que o cronograma dependa da execução do projeto. Restrições ao que fica fora do sistema Enquanto amplia o acesso formal, o governo fecha as portas para operações paralelas. O veto à negociação direta entre pessoas, sem intermediário (o chamado P2P), começa em 1º de julho de 2027. Hoje, saldos de contas digitais reguladas já não podem ser enviados a carteiras de autocustódia, modalidade em que o próprio titular guarda as chaves de acesso. Também permanece a vedação ao uso de criptoativos como meio de pagamento de bens e serviços. Leitura para o investidor brasileiro O modelo russo combina liberação controlada com fiscalização cerrada: o varejo ganha acesso, mas canalizado para instituições supervisionadas, com teto de compra e teste obrigatório. Para quem acompanha o tema no Brasil, três sinais se destacam. O limite por intermediário torna relevante saber onde o capital está custodiado. A proibição ao P2P e à autocustódia mostra que o regulador prioriza a rastreabilidade das transações. E a escolha inicial de apenas três ativos, todos enquadrados nos critérios de liquidez e de histórico de cinco anos, indica que a régua regulatória favorece criptomoedas mais consolidadas. Os efeitos práticos ficam restritos à jurisdição russa. Nada disso equivale a sugestão de compra ou venda: a leitura serve para entender como reguladores desenham o acesso de pessoas físicas a esse mercado.

Perguntas Frequentes sobre Aptos (APT)

Qual é o preço de Aptos (APT) hoje em BRL?
A cotação de Aptos (APT) hoje está em R$ 3.31, com variação de -2.86% nas últimas 24 horas.
Qual a máxima e mínima de APT nas últimas 24 horas?
Nas últimas 24 horas, Aptos registrou a mínima de R$ 3.27 e a máxima de R$ 3.42.
Como alternar entre cotação em Real (BRL) e Dólar (USD)?
No topo desta página no Cotações Hoje, utilize os botões BRL e USD para alternar instantaneamente a moeda de cotação e gráficos históricos de APT.
Onde ver notícias e análise técnica de APT?
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Aviso Legal e Educacional sobre Criptoativos: As informações, cotações e análises exibidas nesta página possuem caráter estritamente informativo e educacional. Criptomoedas são ativos digitais de alta volatilidade. Rentabilidade passada não representa garantia de retorno futuro. O Cotações Hoje não realiza recomendações de investimento.