VFCO34 V.F. Corporation Unsponsored Brazilian Depository Receipt Repr 1/2 Sh – Cotação Hoje
V.F. Corporation Unsponsored Brazilian Depository Receipt Repr 1/2 Sh
Resumo Fundamentalista de VFCO34
O ativo VFCO34 (V.F. Corporation Unsponsored Brazilian Depository Receipt Repr 1/2 Sh) está sendo negociado hoje a R$ 33,19, acumulando uma variação de -0.87% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 33,19 e a máxima de R$ 54,48. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 16.83x.
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Braskem: CVM aprova OPA após mudança de controle e leilão será na B3
Oferta abrangerá todas as ações ordinárias e preferenciais em circulação da Braskem; edital ainda definirá a data do leilão e os detalhes para os acionistas A Braskem (BOV:BRKM5) informou nesta segunda-feira (21/09) que recebeu correspondência do Shine I Fundo de Investimento em Participações comunicando o deferimento, pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), do pedido de registro da oferta pública de aquisição de ações (OPA) decorrente da alienação de controle da companhia. A B3 também autorizou a realização do leilão da oferta em seus ambientes de negociação. O registro da OPA representa mais uma etapa da mudança de controle da Braskem, concluída em junho, e coloca no radar dos acionistas os próximos passos da operação. A oferta terá como objeto a totalidade das ações ordinárias e preferenciais em circulação da petroquímica, seguindo as regras aplicáveis às operações de alienação de controle. Segundo a comunicação recebida pela Braskem, a contraprestação oferecida aos acionistas será a mesma utilizada pelo FIP Shine na aquisição do controle da companhia junto à NSP Investimentos. O edital da OPA deverá detalhar as condições da oferta, as informações necessárias para a tomada de decisão dos acionistas e a data em que será realizado o leilão. O FIP Shine informou que comunicará oportunamente a Braskem sobre a publicação do edital. Até esse documento ser divulgado, portanto, ainda não há uma data definida para o leilão da OPA. A oferta seguirá as disposições do artigo 254-A da Lei das Sociedades por Ações, do artigo 10 do estatuto social da Braskem e da Resolução CVM nº 215. A companhia também informou que a OPA não será direcionada a pessoas residentes em jurisdições nas quais a participação seja proibida ou dependa de registro ou isenção que não tenha sido obtida. Por volta das 11h58 desta segunda-feira (21/09), as ações preferenciais da Braskem, BRKM5, eram negociadas a R$ 4,42, com baixa de 0,23% em relação ao fechamento anterior de R$ 4,41. No pregão, o papel abriu a R$ 4,51, alcançou máxima de R$ 4,54 e mínima de R$ 4,40. Assim, apesar de permanecer levemente acima do fechamento anterior, BRKM5 recuava cerca de 2% em relação à abertura. A aprovação da OPA adiciona um novo evento societário relevante ao radar do mercado, mas a reação das ações ainda poderá depender dos detalhes do edital, especialmente das condições efetivas da oferta e da data do leilão. O histórico recente da companhia também mantém a operação de mudança de controle como um dos principais fatores acompanhados pelos investidores. A Braskem é uma das principais empresas petroquímicas da América Latina, com atuação na produção de resinas e outros produtos químicos utilizados por diferentes segmentos industriais. QUER SABER COMO GANHAR MAIS? A ADVFN oferece algumas ferramentas bem bacanas que vão te ajudar a ser um trader de sucesso Monitor - Lista personalizável de cotações de bolsas de valores de vários paíeses. - Lista personalizável de cotações de bolsas de valores de vários paíeses. Portfólio - Acompanhe seus investimentos, simule negociações e teste estratégias. News Scanner - Alertas de notícias com palavras-chave do seu interesse. - Alertas de notícias com palavras-chave do seu interesse. Agenda Econômica - Eventos que impactam o mercado, em um só lugar. Cadastre-se
MPM Corpóreos comunica saída de diretor e movimenta radar corporativo da B3
Conselho de Administração tomou conhecimento da saída de Hamiltom Baez do cargo de diretor sem designação específica; mudança tem efeito imediato nesta segunda-feira (21/09) A MPM Corpóreos (BOV:ESPA3), dona da marca Espaçolaser, informou nesta segunda-feira (21/09) que seu Conselho de Administração tomou conhecimento da saída de Hamiltom Baez do cargo de Diretor sem Designação Específica. A mudança passa a valer a partir desta data. A alteração ocorre na estrutura executiva da companhia em um momento em que a MPM Corpóreos segue acompanhando a evolução de sua operação de serviços de estética e depilação a laser. Baez havia sido eleito para o cargo em janeiro de 2025, com responsabilidade pelas áreas Comercial e de Marketing. O executivo chegou à companhia com experiência em empresas como Serasa Experian e Moody’s Analytics, além de atuação em setores como mercado financeiro, tecnologia, farmacêutico e agronegócio. No comunicado sobre sua eleição, a MPM Corpóreos destacou sua experiência em estratégias de vendas, desenvolvimento de produtos, gestão de equipes e negociações. A saída de Baez representa, portanto, uma mudança na composição da diretoria da companhia, mas o comunicado divulgado não apresenta, até o momento, informações adicionais sobre um substituto ou sobre alterações na estratégia operacional da MPM Corpóreos decorrentes da mudança. A companhia também não divulgou comentários adicionais sobre os motivos da saída. O Conselho apenas tomou conhecimento da decisão, com efeito imediato nesta segunda-feira (21/09). Às 10h17 desta segunda-feira (21/09), as ações da MPM Corpóreos eram negociadas a R$ 7,10, sem variação em relação ao fechamento anterior, segundo os dados fornecidos para esta notícia. O volume financeiro registrado até aquele momento era de R$ 0, e não havia preço de abertura disponível na atualização. Dessa forma, não é possível comparar o valor atual com a abertura, máxima e mínima do pregão desta segunda-feira (21/09). Na sexta-feira (18/09), último pregão antes do anúncio, ESPA3 encerrou a sessão a R$ 7,10, após abrir a R$ 6,99 e atingir máxima de R$ 7,13 e mínima de R$ 6,99, com alta de 0,71%. No horizonte mais amplo, os dados disponíveis mostram que a ação vem de um período de forte oscilação. Nas últimas 52 semanas, ESPA3 registrou faixa entre R$ 5,98 e R$ 13,50, enquanto o desempenho acumulado no período aparece negativo nas bases consultadas. A reação do mercado à mudança executiva, portanto, ainda dependerá da liquidez do papel e de eventuais novas informações sobre a composição da diretoria e a estratégia da companhia. A MPM Corpóreos atua no segmento de estética, com participação em sociedades que desenvolvem atividades de depilação, estética facial, capilar e corporal, além da comercialização de produtos cosméticos e de cuidados corporais. A principal marca do grupo é a Espaçolaser. A companhia iniciou a negociação de suas ações na B3 em 1º de fevereiro de 2021, após realizar seu IPO no Novo Mercado. A Espaçolaser se tornou a primeira empresa de serviços de beleza e estética a concluir uma oferta inicial de ações na B3. Em 2026, a empresa informou contar com mais de 850 unidades e presença em países da América Latina, além de atuação em todos os estados brasileiros. Para investidores que acompanham ações de empresas de consumo, serviços, estética e varejo especializado, ESPA3 permanece como um ativo ligado diretamente à evolução desse mercado. QUER SABER COMO GANHAR MAIS? A ADVFN oferece algumas ferramentas bem bacanas que vão te ajudar a ser um trader de sucesso Monitor - Lista personalizável de cotações de bolsas de valores de vários paíeses. - Lista personalizável de cotações de bolsas de valores de vários paíeses. Portfólio - Acompanhe seus investimentos, simule negociações e teste estratégias. News Scanner - Alertas de notícias com palavras-chave do seu interesse. - Alertas de notícias com palavras-chave do seu interesse. Agenda Econômica - Eventos que impactam o mercado, em um só lugar. Cadastre-se
Novo CEO da B3 põe confiança no centro da gestão e acelera aposta em tecnologia
A nova gestão da B3 começa a ganhar contornos mais claros. Christian Egan colocou quatro temas no centro de sua estratégia à frente da companhia: clientes, tecnologia, pessoas e confiança. Entre eles, a confiança recebeu um peso especial do executivo, que considera esse ativo fundamental para uma empresa responsável por parte crítica da infraestrutura do mercado financeiro brasileiro. A agenda foi detalhada durante a B3 Week 2026, realizada em São Paulo. Além do discurso sobre governança e relacionamento com o mercado, Egan apresentou números que mostram como a tecnologia vem ganhando espaço dentro da companhia. Segundo a B3, atualmente são 35 modelos de linguagem, cerca de 3 mil agentes e uma redução de aproximadamente 40% no tempo de entrega de produtos. O posicionamento aprofunda a estratégia apresentada quando Egan foi escolhido para comandar a companhia. Em maio, o Business Moment mostrou a chegada de Christian Egan à B3, em uma sucessão que colocou experiência internacional, relacionamento com clientes e inovação entre os pontos relevantes para o novo ciclo. Confiança passa a ocupar o centro da gestão da B3 Para Egan, confiança não deve aparecer apenas como um valor institucional. Ela precisa orientar decisões em uma companhia cuja infraestrutura participa diariamente de negociações, registros, liquidações e outros processos do mercado financeiro. A B3 afirma que cerca de 10 milhões de negócios passam todos os dias por seus mercados. A companhia também registra aproximadamente R$ 20 trilhões em instrumentos negociados no mercado de balcão e possui mais de 6 milhões de investidores no mercado de ações. Essa escala ajuda a explicar por que o CEO coloca a confiança como elemento transversal da gestão. Uma falha operacional ou uma perda de credibilidade pode produzir efeitos que ultrapassam a própria companhia e atingem instituições financeiras, investidores e outras estruturas conectadas ao mercado. O tema ganhou relevância adicional neste ano. Em 31 de julho, a B3 precisou postergar o início da negociação contínua após identificar uma intercorrência operacional em um componente tecnológico do ambiente de pós-negociação. Na ocasião, a empresa afirmou que a medida preventiva tinha o objetivo de preservar a integridade das informações e a segurança dos processos. Tecnologia deixa de ser suporte e passa a determinar velocidade Outro ponto central da nova administração é transformar tecnologia em parte direta da estratégia de negócios. Na avaliação apresentada por Egan, empresas de infraestrutura financeira não podem mais tratar sistemas e desenvolvimento apenas como áreas de suporte. Tecnologia passou a determinar a velocidade de criação de produtos, a capacidade de processar dados e a experiência oferecida aos participantes do mercado. A B3 diz possuir atualmente 35 LLMs, ou grandes modelos de linguagem, em seu catálogo de inteligência artificial, além de aproximadamente 3 mil agentes. A companhia afirma que o uso da tecnologia já ajudou a reduzir em cerca de 40% o tempo necessário para entregar produtos. A transformação tecnológica vem aparecendo também em projetos voltados aos clientes. Em maio, o Business Moment mostrou a criação de uma nova plataforma digital da B3 para simplificar processos de credenciamento. Segundo os dados divulgados na ocasião, o sistema reduziu em aproximadamente 40% o tempo de processamento e em 77% os custos da operação. Feedback de clientes deve virar “mapa” para novos produtos O primeiro dos quatro pilares apresentados pelo executivo é a proximidade com os clientes. A ideia é que críticas e dificuldades identificadas por bancos, corretoras, gestoras, investidores e outros participantes sejam utilizadas para orientar mudanças em produtos e processos. Essa estratégia também está ligada ao aumento da concorrência e à transformação da infraestrutura financeira. Produtos digitais, tokenização, inteligência artificial, negociação em horários ampliados e novas formas de distribuição de investimentos estão pressionando bolsas e outros operadores de mercado a desenvolver soluções com maior velocidade. A B3 Week deste ano colocou justamente esses assuntos na programação, com discussões envolvendo tokenização, contratos de eventos, inteligência artificial, dados, infraestrutura para ativos digitais e possibilidade de negociação 24 horas por dia. B3 quer fortalecer conexão entre Brasil e capital internacional A internacionalização é outra frente importante do novo ciclo. Segundo dados divulgados pela própria B3, investidores não residentes já respondem por quase metade do volume negociado no mercado brasileiro de ações. A estratégia agora é facilitar tanto a entrada de capital estrangeiro no país quanto o acesso dos brasileiros a ativos internacionais. A oferta disponível localmente já cresceu de forma relevante. A bolsa afirma possuir mais de 800 BDRs. No mercado de fundos de índice, dados apresentados durante a B3 Week mostram 219 ETFs locais e 312 ETFs globais negociados por meio de BDRs de ETF. Somente os ETFs locais chegaram a 929 mil investidores em agosto, aumento de 39% em 12 meses. O patrimônio total da indústria alcançou R$ 142 bilhões. A expansão reforça uma tendência que o Business Moment acompanha há meses. O fluxo de investidores estrangeiros na B3 já vinha ganhando importância à medida que o mercado brasileiro buscava recuperar espaço nas carteiras internacionais. Christian Egan assumiu B3 após mais de 30 anos no mercado financeiro Christian Egan foi escolhido para a presidência da B3 em maio de 2026 após um processo de sucessão conduzido pelo Conselho de Administração. O executivo acumula mais de três décadas de experiência no mercado financeiro. Antes da B3, passou por instituições como Santander Brasil, Credit Suisse, Itaú e Tivio Capital, com atuação em áreas como corporate e investment banking, mercados globais, tesouraria, gestão de ativos e distribuição institucional. A mudança encerrou o ciclo de Gilson Finkelsztain, que liderou a B3 por cerca de nove anos. O que muda na B3 com a nova gestão? A estratégia apresentada até agora não indica uma ruptura completa com o ciclo anterior. O movimento é de continuidade com aceleração de algumas frentes. Clientes devem ganhar maior participação no desenvolvimento de produtos, tecnologia passa a ter papel ainda mais central na operação, a companhia pretende ampliar sua integração com os mercados internacionais e a confiança aparece como elemento que deve atravessar todas essas decisões. A dimensão tecnológica talvez seja a mudança mais mensurável até aqui. Ao revelar dezenas de modelos de inteligência artificial, milhares de agentes e redução no tempo de desenvolvimento, a B3 mostra que a discussão sobre IA já saiu da fase experimental dentro de uma das principais infraestruturas financeiras do país. O desafio para Christian Egan será transformar essa velocidade em produtos, eficiência e novos mercados sem comprometer justamente o ativo que ele escolheu colocar acima dos demais: a confiança. Perguntas frequentes Quem é o atual CEO da B3? O diretor-presidente da B3 é Christian George Egan. O executivo foi escolhido para o cargo em maio de 2026 após um processo de sucessão conduzido pelo Conselho de Administração. Quais são as prioridades da gestão de Christian Egan? Christian Egan definiu quatro prioridades para a nova fase da B3: clientes, tecnologia, pessoas e confiança. A B3 utiliza inteligência artificial? Sim. Segundo a companhia, a B3 possui 35 grandes modelos de linguagem em seu catálogo de inteligência artificial e aproximadamente 3 mil agentes. A empresa afirma que a tecnologia contribuiu para reduzir em cerca de 40% o tempo de entrega de produtos. Qual é o peso dos investidores estrangeiros na B3? Segundo a própria B3, investidores não residentes respondem atualmente por quase metade do volume negociado no mercado brasileiro de ações.
Perguntas Frequentes sobre VFCO34
Qual é a cotação de VFCO34 hoje na B3?
Quanto a VFCO34 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de VFCO34?
O que significa o P/L e o P/VP de VFCO34?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.
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