GOGL34 Alphabet Inc Shs A Unsponsored Brazilian Depository Receipt Repr 0.08333 Sh - – Cotação Hoje
Alphabet Inc Shs A Unsponsored Brazilian Depository Receipt Repr 0.08333 Sh -
Resumo Fundamentalista de GOGL34
O ativo GOGL34 (Alphabet Inc Shs A Unsponsored Brazilian Depository Receipt Repr 0.08333 Sh -) está sendo negociado hoje a R$ 148,54, acumulando uma variação de +0.61% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 105,69 e a máxima de R$ 170,64. A companhia está inserida no setor de Tecnologia. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 16.98x.
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Tesouro Direto e CDBs ficaram para trás: ‘ETFs são a melhor forma de investir em renda fixa’, defende sócio da Galapagos
É de conhecimento geral que o Brasil é o país da renda fixa. Com taxa Selic historicamente elevada e a predominância de investidores com perfil conservador, essa é a classe que domina o mercado financeiro. Para além dos ativos tradicionais, de um ano para cá, cresceu expressivamente o volume investido em uma forma alternativa de alocar na renda fixa: os ETFs (Exchange Traded Funds, na sigla em inglês). CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Entre 2025 e 2026, o patrimônio líquido dos fundos de índice de renda fixa cresceu 300%, segundo dados divulgados pela B3. Atualmente, existem 71 ETFs da classe com diferentes estratégias: exposição em Tesouro Selic, Tesouro IPCA+, debêntures e outros ativos de crédito privado, por exemplo. E esse crescimento dos valores investidos em ETFs de renda fixa não é à toa, segundo Bruno Stein, sócio e responsável pela área de fundos de índice da gestora Galapagos. “Os ETFs de renda fixa viraram a melhor forma de alocar dinheiro na classe no Brasil”, defendeu Stein durante painel do ETF Day, realizado pela B3 no evento B3 Week 2026, nesta quarta-feira (16). Painel do evento ETF Day, da B3 Week 2026. Da esquerda: Thalita Forne (B3), Eduardo Arraes (BTG) e Bruno Stein (Galapagos) Ele se refere especificamente à renda fixa que possui cobrança de Imposto de Renda. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Devido às regras tributárias dos ETFs e dos investimentos tradicionais de renda fixa, investir na classe por meio dos fundos de índice acaba sendo mais barato. Leia Também Isso porque os ETFs não têm IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), como outras aplicações de renda fixa, nem come-cotas, cobrança de IR semestral feita nos fundos de investimento tradicionais. Enquanto o investimento direto em renda fixa tem cobrança de IR por meio da tabela regressiva – que começa em 22,5% para aplicações com prazo de 180 dias e cai para 15% em alocações com prazo acima de 721 dias –, a maioria dos ETFs de renda fixa que são focados na pessoa física tem alíquota única de 15%, independentemente do tempo que o dinheiro fica investido. Ou seja, do ponto de vista tributário, o ETF se tornou a forma mais atrativa de investir na renda fixa, na visão de Stein. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Fim dos isentos pode fazer ETFs de renda fixa deslancharem Em relação aos títulos de renda fixa isentos, como as debêntures incentivadas, LCIs, LCAs, CRIs e CRAs, a competição é mais desfavorável para os ETFs. Quem possui esses ativos em carteira dificilmente trocaria a isenção de Imposto de Renda pela alíquota de 15% – que pode ser de até 25% em alguns casos (entenda as regras nesta matéria). Porém, com as discussões sobre o fim da isenção desses títulos no radar do mercado, o sócio da Galapagos acredita que pode haver uma deslanchada nos ETFs com um valor expressivo de dinheiro entrando nos fundos de índice. “Para mim, já está contratado um valor de R$ 1 trilhão nos ETFs até o final de 2029. Se houver uma mudança tributária nos títulos isentos, antecipo essa previsão em pelo menos um ano”, defende Stein. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Maior liquidez Em relação ao crédito privado, os ETFs também oferecem outra vantagem além dos custos: a liquidez. Eduardo Arraes, sócio da BTG Pactual Asset Management, destaca que investidores que compram diretamente papéis de crédito privado costumam ficar travados na posição em momentos de piora do cenário econômico ou estresse de mercado. Já nos ETFs, por serem negociados em bolsa, basta vender a cota. "No momento em que o investidor fica desconfortável com o crédito, ele tem a certeza da liquidez e sabe que consegue sair da posição ", disse Arraes. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Outro trunfo, segundo o executivo, é a democratização do crédito privado por meio dos fundos de índice. “Os ETFs tornaram o crédito privado muito mais acessível para o investidor final. Hoje, é possível ter acesso a títulos que ele dificilmente conseguiria dado o volume financeiro que pretende negociar.” No mercado norte-americano, por exemplo, onde os ETFs já representam uma indústria de US$ 10 trilhões, se expor ao mercado de crédito por meio dos fundos de índice é cerca de 20 a 30 vezes mais barato do que montar uma carteira direta de ativos, segundo Stein. “Isso também vai acontecer no Brasil”, estima o sócio da Galapagos. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE ‘A bola está na marca do pênalti’ A indústria de ETFs tem crescido de forma acelerada. Até o fim do primeiro semestre de 2026, havia 862 mil investidores pessoas físicas com dinheiro investido nesse tipo de ativo, segundo dados divulgados pela B3 nesta quarta (16). Em relação ao mesmo período do ano passado, o crescimento foi de 34% e representa o investimento que mais cresceu em demanda dentro do universo da bolsa. Há uma dose alta de otimismo sobre o futuro dos ETFs, principalmente no segmento de renda fixa. Segundo Stein, “a bola está na marca do pênalti. Agora é só chutar”. O executivo diz que a estrutura atual dos ETFs de renda fixa está pronta e alinhada. O que resta, na visão dele, é um trabalho educacional em todo o mercado para que mais investidores conheçam os benefícios desses ativos. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Arraes também acredita que o crescimento “está só começando” e cada vez mais deve haver uma sofisticação na indústria com fundos de índice de renda fixa mais específicos e personalizados. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Casas Bahia (BHIA3) é alertada pela B3 por ações abaixo de R$ 1
Casas Bahia (BHIA3) tem até março de 2027 para sair da faixa de penny stock após alerta da B3 O Grupo Casas Bahia (BHIA3) recebeu um alerta formal da B3 por manter suas ações negociadas abaixo de R$ 1 e tem até 1º de março de 2027 para regularizar a cotação. A companhia divulgou fato relevante à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) comunicando o recebimento do aviso e informando que avalia alternativas para se enquadrar dentro do prazo. As ações da Casas Bahia estão abaixo do piso exigido pela bolsa desde 21 de julho. Na mínima, os papéis BHIA3 chegaram a terminar a sessão a R$ 0,34, no fechamento do dia 27 de agosto. A regra da B3 proíbe que ações, chamadas de penny stocks, fiquem abaixo de R$ 1 por mais de um mês, medida adotada para evitar volatilidade excessiva. Quando isso ocorre, a empresa precisa apresentar um cronograma de reenquadramento. Até o momento, a Casas Bahia não detalhou qual medida pretende adotar para elevar a cotação ao patamar exigido. Histórico das ações BHIA3 e o inplit de 2024 Esta não é a primeira vez que a varejista enfrenta o problema. Em 2024, a companhia já havia realizado um grupamento de ações, o chamado inplit, na proporção de 10 para 1. O procedimento converte uma quantidade maior de papéis em lotes menores, elevando proporcionalmente o preço unitário. A medida funcionou temporariamente, mas as ações voltaram a cair abaixo de R$ 1. O inplit é uma das alternativas que companhias costumam adotar para se reenquadrar à regra da bolsa, mas a Casas Bahia não anunciou publicamente qual caminho pretende seguir desta vez. O quadro atual é reflexo de um longo processo de deterioração dos papéis. Nos últimos 12 meses, as ações acumulam queda de cerca de 83%, tendo iniciado 2026 cotadas na casa dos R$ 3,15. A reestruturação financeira da companhia também pesa no histórico recente. Em 2023, o Grupo Casas Bahia concluiu a troca de cerca de R$ 4,1 bilhões em debêntures por novos títulos com prazo mais longo e condições renegociadas, em um processo destinado a aliviar o endividamento de curto prazo. A administração afirmou que adotará as medidas necessárias para cumprir a exigência da B3 dentro do prazo, que se encerra em 1º de março de 2027, data-limite para que as ações da Casas Bahia (BHIA3) voltem a ser negociadas acima de R$ 1.
ETFs se aproximam de 1 milhão de investidores no Brasil após salto de 39% em um ano
Ler Resumo O mercado brasileiro de ETFs está em plena expansão, aproximando-se de 1 milhão de investidores com um crescimento de 39% em 12 meses, atingindo 142 bilhões de reais em ativos. A variedade de produtos se ampliou, incluindo cripto, renda fixa e mercados internacionais. A B3 vê grande potencial de crescimento, com novos ETFs de gestão ativa à vista. Este resumo foi útil? 👍 👎 Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril. O mercado brasileiro de ETFs está perto de alcançar a marca de 1 milhão de investidores. Em agosto, 929 mil pessoas investiam em fundos de índice no país, uma expansão de 39% em 12 meses, segundo dados da B3. O crescimento da base vem acompanhado do aumento do dinheiro aplicado nesses produtos. O patrimônio da indústria chegou a 142 bilhões de reais, enquanto a quantidade de ETFs locais disponíveis na bolsa avançou 55% em um ano, para 219. Os números foram apresentados por Luiz Masagão, vice-presidente de Produtos e Clientes da B3, durante o ETF Day, realizado nesta quarta-feira, 16, na B3 Week 2026, em São Paulo. “Os números de crescimento são exponenciais. A indústria de ETFs no Brasil avançou bastante nos últimos anos, mas, apesar disso, ainda temos muito espaço para crescer”, afirmou Masagão. Os ETFs são fundos negociados em bolsa que permitem ao investidor comprar, por meio de uma única cota, uma carteira composta por diferentes ativos. Tradicionalmente associados a índices de ações, esses produtos passaram a abranger também renda fixa, ouro, criptoativos, mercados internacionais e estratégias temáticas. Continua após a publicidade Essa ampliação ajuda a explicar o crescimento da oferta. Além dos 219 ETFs emitidos localmente, a B3 conta atualmente com 312 BDRs de ETFs, recibos que dão acesso, no mercado brasileiro, a fundos negociados no exterior. Na prática, o investidor consegue se expor a diferentes mercados internacionais sem precisar abrir uma conta de investimentos fora do país. O primeiro ETF brasileiro começou a ser negociado em 2004, com o lançamento do PIBB11 em uma iniciativa que envolveu o BNDES. Mais de duas décadas depois, o produto deixou de se limitar aos índices tradicionais da Bolsa. Continua após a publicidade Entre as áreas que ganharam espaço estão os ativos digitais. Atualmente, a B3 reúne mais de 40 ETFs ligados a criptoativos, segundo Jackeline Melanias, coordenadora de Produtos da bolsa. A instituição também vem ampliando sua infraestrutura de derivativos voltada para esse mercado. A renda fixa é outra frente que passou a ocupar espaço maior na indústria, permitindo que investidores tenham exposição a carteiras de títulos por meio de um produto negociado da mesma maneira que uma ação. O mercado também pode ganhar uma nova categoria de produtos. Os ETFs de gestão ativa estão entre as demandas de evolução regulatória e fazem parte de um projeto normativo em análise pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), segundo Daniel Maeda, superintendente jurídico da B3. Continua após a publicidade Diferentemente dos ETFs tradicionais, construídos principalmente para acompanhar o desempenho de um índice ou estratégia predefinida, a gestão ativa abre espaço para decisões de alocação feitas pelo gestor dentro do próprio fundo. A B3 também busca ampliar as possibilidades de internacionalização das carteiras. Além dos BDRs de ETFs globais, a bolsa desenvolve o ETF Connect entre Brasil e China, iniciativa voltada a conectar produtos dos dois mercados. Com 929 mil investidores e uma oferta que já ultrapassa 500 produtos quando somados ETFs locais e BDRs de ETFs globais, a indústria brasileira chega aos 22 anos distante do tamanho de mercados mais maduros, mas com uma base que cresce em ritmo acelerado.
Perguntas Frequentes sobre GOGL34
Qual é a cotação de GOGL34 hoje na B3?
Quanto a GOGL34 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de GOGL34?
O que significa o P/L e o P/VP de GOGL34?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.
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