TRVC34 Travelers Companies Inc Shs Unsponsored Brazilian Depository Receipt Repr 0.03125 Sh – Cotação Hoje
Travelers Companies Inc Shs Unsponsored Brazilian Depository Receipt Repr 0.03125 Sh
Resumo Fundamentalista de TRVC34
O ativo TRVC34 (Travelers Companies Inc Shs Unsponsored Brazilian Depository Receipt Repr 0.03125 Sh) está sendo negociado hoje a R$ 59,04, acumulando uma variação de -0.71% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 44,49 e a máxima de R$ 62,00. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 598.18x.
Histórico de Cotação: TRVC34
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores de Valuation
Indicadores de Endividamento
Sobre a TRVC34
Dividendos
Nenhum dividendo
encontrado
Outras Ações em Destaque na B3
Ver Todos os BDRsNotícias relacionadas
Ibovespa agora tem quatro empresas controladas por estatais: entenda
RESUMO + Desde a semana passada, quatro empresas sob controle estatal direto ou indireto integram o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira B3: a petrolífera Petrobras, o Banco do Brasil, a petrolífera Brava Energia e a operadora TIM Brasil. A mudança ocorreu após a estatal italiana de serviços postais Poste Italiane assumir o controle indireto da TIM e a colombiana Ecopetrol adquirir 51% da Brava. O número de empresas que estão sob controle estatal direto ou indireto listadas na Bolsa de Valores do Brasil, a B3, subiu para quatro. Desde a semana passada, o principal índice acionário do país, o Ibovespa, conta com além das tradicionais Petrobras (PETR3; PETR4) e Banco do Brasil (BBAS3), com também Brava Energia (BRAV3) e Tim (TIMS3). A configuração mudou mais recentemente com duas operações envolvendo companhias estrangeiras. A estatal italiana Poste Italiane assumiu o controle da Telecom Italia, dona da Tim Brasil, enquanto a colombiana Ecopetrol concluiu a aquisição de 51% da Brava Energia. Isso não significa, porém, que as quatro companhias sejam estatais no sentido de terem capital integralmente público. Todas são empresas mistas de capital aberto, com ações negociadas em bolsa e participação de investidores privados. O ponto em comum é que governos ou empresas controladas por governos têm participação suficiente para exercer o controle, seja diretamente ou por meio de uma controladora. A diferença é relevante para o investidor porque o acionista controlador tem poder sobre decisões estratégicas da companhia, ainda que precise seguir as regras societárias e de governança aplicáveis às empresas abertas. TIM Brasil: controle italiano passa pela Telecom Italia A mudança mais recente ocorreu na Tim. Na última sexta-feira, 18, a companhia informou que a Poste Italiane passou a ser sua controladora indireta. A estatal italiana de serviços postais já detinha participação na Telecom Italia, controladora direta da Tim Brasil. Após uma oferta pelas ações da companhia italiana, avaliada em cerca de 13 bilhões de euros, a Poste passou a deter 66,62% do capital da Telecom Italia. “Em decorrência dessa aquisição originária de controle por meio de oferta pública, a Poste Italiane tornou-se a acionista controladora da Tim e, consequentemente, a acionista controladora indireta da Tim Brasil”, informou a Tim na ocasião. Na prática, portanto, a estatal italiana não comprou diretamente as ações da Tim Brasil. O controle passou a existir por meio da Telecom Italia. A operação também não implica, segundo as informações divulgadas pela companhia, uma mudança imediata na estratégia da Tim. O CEO Alberto Griselli afirmou que a empresa passa a integrar um grupo financeiramente forte, com maior flexibilidade para alocar capital e reduzir dívidas. A Poste Italiane também declarou considerar a operação brasileira importante para o negócio. A estrutura, porém, dá à estatal italiana o comando da controladora da Tim no país, consequentemente, influência sobre as decisões estratégicas tomadas no nível do grupo. Brava Energia: Ecopetrol assume 51% da companhia Na Brava Energia, o caminho foi diferente. A colombiana Ecopetrol, por meio de sua subsidiária brasileira Ecopetrol Investimentos, concluiu em agosto a aquisição de 51% do capital social da companhia. A operação combinou a compra privada de ações com uma Oferta Pública de Aquisição (OPA). No leilão realizado em 5 de agosto, a Ecopetrol Investimentos adquiriu cerca de 116,1 milhões de ações ordinárias, equivalentes a aproximadamente 25% do capital da petrolífera. Com a conclusão das operações, passou a deter 236,9 milhões de ações ordinárias, ou cerca de 51% da companhia. Nesse caso, o controle estatal também é indireto. A controladora da Brava é a Ecopetrol, companhia de capital misto da Colômbia. A República da Colômbia detém 88,5% do capital da Ecopetrol. A aquisição muda, portanto, quem define o direcionamento estratégico da Brava. Antes, um bloco formado por Yellowstone e outros investidores financeiros contribuía para a definição do foco da companhia em exploração e produção de petróleo e gás e para a disciplina na alocação de capital. Com a saída desse grupo e a entrada da Ecopetrol como controladora, a estratégia da Brava passa a depender das decisões do grupo colombiano para sua plataforma no Brasil. Segundo relatório da XP Investimentos, a entrada da Ecopetrol também pode aumentar a expectativa de suporte à Brava em cenários de estresse, considerando a consolidação da companhia brasileira no balanço da controladora. Ao mesmo tempo, o relatório aponta que uma expansão mais agressiva da Ecopetrol por meio da Brava poderia elevar a alavancagem da empresa brasileira. Petrobras: União controla o grupo, mas não tem a maioria do capital A Petrobras é outro caso em que chamar simplesmente de “estatal” pode esconder a estrutura acionária da companhia. Em agosto de 2026, o grupo de controle da Petrobras correspondia a 35,45% do capital. Dentro dele, a União Federal detinha 29,02%, enquanto BNDESPar tinha 5,38% e o BNDES, 1,05%. Ao mesmo tempo, investidores não-brasileiros detinham 48,29% do capital e investidores brasileiros, 16,26%. O free float correspondia a 64,55%. Isso isgnifica que a União não possui sozinha a maioria das ações da Petrobras. Ainda assim, integra o grupo de controle da companhia e é o principal acionista desse bloco. A estrutura permite à União exercer o controle da Petrobras por meio de sua participação no grupo de controle, enquanto uma parcela relevante do capital está nas mãos de investidores privados, brasileiros e estrangeiros. A Petrobras também possui duas classes principais de ações negociadas na bolsa brasileira: as ordinárias, PETR3, que dão direito a voto, e as preferenciais, PETR4, que têm preferência no recebimento de dividendos. Banco do Brasil: União tem 50% do capital O Banco do Brasil apresenta uma estrutura diferente da Petrobras. Em junho de 2026, a União Federal detinha 50% do capital do banco. O capital estrangeiro correspondia a 23,9%, enquanto investidores no país representavam 25,8%. O free float era de 49,6%. Não havia investidores não controladores com mais de 5% das ações. Nesse caso, a participação da União é suficiente para assegurar o controle acionário direto do banco. Assim como nas demais empresas, isso não significa que todo o capital pertença ao governo. Quase metade das ações está em circulação no mercado, nas mãos de investidores brasileiros e estrangeiros.
Dólar avança 1,28% com exterior após alta do petróleo e dados fortes nos EUA
São Paulo, 23 – O dólar acentuou os ganhos frente ao real ao longo da tarde da quarta-feira, 23, alinhado à onda de valorização da moeda norte-americana no exterior. A retomada da trajetória de alta do petróleo, na esteira da frustração nas negociações entre EUA e Irã, e dados fortes da economia dos EUA impulsionaram o retorno dos Treasuries, abalando as divisas emergentes. O real, que costuma ser mais castigado que seus pares em picos de aversão ao risco, apresentou perdas inferiores nesta quarta às de outras divisas latino-americanas. Analistas ponderam que a melhora dos termos de troca com o avanço do petróleo mitiga parte das pressões sobre a moeda brasileira, que ganhou fôlego nas últimas semanas com o acirramento da corrida presidencial. Pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada pela manhã confirmou o quadro de empate técnico entre o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em eventual segundo turno. Em alta firme desde a abertura dos negócios, o dólar rompeu o teto de R$ 5,15 no fim da manhã e registrou máxima de R$ 5,1760 à tarde. Terminou o dia com avanço de 1,28%, a R$ 5,1682 – maior valor de fechamento desde 31 de agosto (R$ 5,1801). A moeda norte-americana ainda recua frente ao real no mês (0,23%), após valorização de 2,16% em agosto. No ano, as perdas são de 5,84%. “O que mais impactou o dólar hoje foram os dados de atividade nos EUA, além da alta do petróleo, com o retorno das incertezas no conflito no Oriente Médio”, afirma o especialista em câmbio Nicolas Gomes, da Manchester Investimentos. “Os números mostram que a economia dos EUA segue aquecida, reforçando a tese da pressão inflacionária. Sem um guidance claro como havia com o último presidente do Federal Reserve, os dados econômicos ganham ainda mais peso na formação das expectativas.” Pesquisa preliminar da S&P Global mostrou que o índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) composto – que agrega os setores de serviços e indústria – subiu em setembro mais do que as expectativas e atingiu o maior nível em 62 meses. Após cinco sessões consecutivas de baixa, coroadas na terça com a declaração do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre conversas “muito positivas” com o Irã, o petróleo voltou a subir com força após a ausência de progresso nas negociações. O contrato do Brent para novembro fechou em alta de 2,84%, a US$ 98,12, e subia mais de 4% no pregão eletrônico, acima de US$ 100 Notícias de que o governo americano estaria elaborando um plano para proibir as exportações de diesel dos EUA por 90 dias, informação refutada pela Casa Branca, contribuíram para ampliar a aversão ao risco nos mercados ao longo da tarde. Referência do comportamento do dólar em relação a uma cesta de seis moedas fortes, o índice DXY superou os 101,000 pontos e operava na casa de 101,100 pontos perto do fim da tarde, em alta de 0,50%, após máxima aos 101,231 pontos. Trata-se dos maiores níveis desde fins de julho. Para o economista sênior da Nomad, Vitor Kayo, os números do PMI reforçam a leitura de que a economia americana segue “resiliente” após o Federal Reserve ter elevado a taxa de juros. “O Fed afirmou que a alta veio em um momento de economia forte e mercado de trabalho consistente com pleno emprego, reforçando que o combate à inflação segue sendo a prioridade”, afirma Kayo. As taxas dos Treasuries subiram em bloco com a combinação de choque de energia e sinais de economia aquecida. O rendimento da T-note de 10 anos tocou o maior nível desde julho de 2007, e o do T-bond de 30 anos atingiu o pico em 22 anos. Ferramenta de monitoramento do CME Group mostra que as chances de uma alta de 0,50 ponto porcentual da taxa básica americana até o fim do ano se tornaram majoritárias. Bolsa Na hora final do pregão desta quarta-feira, 23, o Ibovespa acelerou as perdas e se acomodou na faixa dos 185 mil pontos, em resposta a uma volta da cautela no mercado com o petróleo novamente em alta, o fortalecimento da economia norte-americana e em meio às expectativas para as eleições. No fim do dia, o principal índice da B3 caiu 0,86%, aos 185 814,09 pontos, depois de tocar a mínima de 185.676,38 pontos durante a tarde. O giro financeiro do dia foi de R$ 20 bilhões. Mesmo com a baixa desta quarta, o Ibovespa ainda acumula ganho de 4,73% no mês. Negociado na Intercontinental Exchange de Londres (ICE), o petróleo Brent para dezembro fechou em alta de 2,84%, a US$ 98,12 o barril, impulsionando a Petrobras, que subiu quase 3% no dia. Havia grande expectativa do mercado para um avanço nas negociações entre EUA e Irã a respeito do fim da guerra no Oriente Médio, mas, sem novos passos nessa direção, o avanço da commodity reacendeu os receios sobre um movimento inflacionário no mundo. “A base para a queda do preço do petróleo estava sustentada por expectativas frágeis de um próximo acordo entre EUA e Irã, que não se confirmou”, afirma Pedro Galdi, analista de investimentos da AGF Investimentos. A isso se somaram os índices dos gerentes de compras (PMIs, em inglês) do setor de serviços e da indústria dos EUA, que vieram mais fortes do que o esperado e nos mais altos níveis desde 2022 “Hoje o mercado está mais pressionado pelo ambiente externo, com a alta dos Treasuries após dados fortes da economia americana, elevando as apostas em juros mais altos nos EUA”, diz Régis Chinchila, analista da Terra Investimentos. Para Marcos Bassani, especialista em investimentos e sócio-fundador da Boa Brasil Capital, a alta que o Ibovespa chegou a ter no começo do dia “tinha pouca convicção”, pautado apenas pelo avanço da Petrobras. Isso porque, além do ambiente externo desfavorável a ativos de risco, aspectos políticos domésticos voltaram a pesar na decisão dos investidores. “A nova pesquisa Atlas/Bloomberg mostrou o presidente Lula voltando à frente de Flávio Bolsonaro numericamente, ainda em empate técnico, e o mercado reagiu cobrando mais prêmio”, afirma o especialista. “O que está em jogo não é o nome de quem vai ganhar. É a trajetória da dívida. Enquanto não houver um sinal claro de compromisso com as contas públicas, o investidor vai continuar exigindo juros mais altos para financiar o país.” Juros Os juros futuros negociados na B3 fecharam em firme alta nesta quarta-feira, 23, seguindo a escalada dos Treasuries e o fortalecimento global do dólar. Dados mais fortes da maior economia do mundo ampliaram apostas de que o Federal Reserve (Fed) deve promover mais duas doses de aperto monetário daqui até o final do ano. Ao mesmo tempo, o petróleo voltou a subir após confirmações de que as conversas de terça-feira entre Estados Unidos e Irã não tiveram resultados concretos, mantendo o cenário de impasse no conflito e, consequentemente, na normalização da oferta da commodity. Por aqui, uma agenda econômica esvaziada e a ausência de novidades no front eleitoral, com manutenção do empate técnico entre os dois principais candidatos nas pesquisas mais recentes, não deram suporte para que o viés aplicador observado nas últimas sessões tivesse continuidade hoje. Encerrados os negócios, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2027 subiu levemente, de 13,53% no ajuste da véspera para 13,555%. O DI para janeiro de 2029 avançou a 13,795%, vindo de 13,67% no ajuste. O DI para janeiro de 2031 aumentou de 13,864% para 13,985%. Às 18h01, o rendimento da T-Note de dois anos disparava de 4,747% a 4,895%, e o juro da T-Note de dez anos saltava de 4,970% a 5,115%. A curva americana acentuou o ritmo de elevação ao longo da tarde, reagindo à igual movimento do petróleo, devido ao aumento das tensões entre Washington e Teerã e à ausência de progresso nas conversas entre os dois lados. Na tarde desta quarta, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou que a reunião de terça com autoridades iranianas foi “positiva”, mas sem avanço nas negociações. E o barril do Brent para dezembro, que serve de referência para a Petrobras, fechou cotado a US$ 98,12, com alta de quase 3%, mas operava acima de US$ no pregão eletrônico. Dando mais impulso aos títulos soberanos americanos, os índices gerais de compras (PMIs, na sigla em inglês) preliminares dos serviços e da indústria do país, publicados mais cedo, não só subiram, contrariando perspectivas do mercado, como também atingiram níveis mais altos desde 2022. “O movimento na curva americana foi muito expressivo. Os PMIs vieram bastante acima do previsto e, não isoladamente, complementam um quadro de inflação pressionada nos Estados Unidos, o que se junta à alta do petróleo”, afirma o economista do BV Carlos Lopes. Em sua visão, o deslocamento para cima da curva de juros local nesta quarta pode ser “quase totalmente” creditado ao ambiente externo. Embora haja, no mercado, várias estimativas de que o fluxo de navegação no estreito de Ormuz – por onde escoa um quinto do petróleo global – tenha mostrado alguma recuperação nos últimos meses, qualquer percepção de que o fluxo pode ser interrompido ainda afeta as cotações da commodity energética, diz Lopes. Em entrevista a um podcast publicada nesta quarta, o presidente do Fed de Chicago, Austan Goolsbee, afirmou que o BC americano pode precisar tratar o atual choque de energia como uma fonte de inflação persistente, em vez de esperar que ele se dissipe por conta própria em breve. Para Carl B. Weinberg, economista-chefe da High Frequency Economics, mesmo que o Irã anuncie o desbloqueio total de Ormuz amanhã, a redução dos estoques globais e os danos causados à infraestrutura do setor petrolífero na região do Golfo Pérsico indicam que a oferta seguirá limitada. No cenário doméstico, a pesquisa Atlas/Bloomberg, publicada antes da abertura dos negócios, mostrou que o presidente Lula e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) seguem tecnicamente empatados em eventual segundo turno, mas com ligeira vantagem do petista, que aparece com 47,7% das intenções de voto, contra 47,4% de Flávio. Estadão Conteúdo
Dólar sobe mais de 1% e atinge R$ 5,16 nesta quarta
O dólar registrou uma alta expressiva durante as negociações desta quarta-feira (23), impulsionado pelo cenário econômico internacional, pelas incertezas eleitorais brasileiras e pelo avanço nas cotas de petróleo no mercado global. A divisa americana valorizou mais de 1%, aproximando-se da marca de R$ 5,17 no pregão. A valorização do dólar acabou pressionando o mercado de capitais no país, levando a bolsa de valores brasileira a encerrar a sessão em queda, abaixo dos 186 mil pontos. A cotação comercial fechou com avanço de 1,27%, cotada a R$ 5,169 na venda. Ao longo da jornada, a moeda registrou máxima de R$ 5,177 no meio da tarde. No acumulado do ano, contudo, a moeda estrangeira ainda mantém uma trajetória de retração de 5,83% frente ao real. Paralelamente ao movimento do dólar, o Ibovespa interrompeu uma sequência de dois dias seguidos de valorização e registrou queda de 0,86%, aos 185.814 pontos. O volume financeiro negociado na B3 somou R$ 29,68 bilhões durante a sessão. Fatores internacionais impulsionam o dólar A trajetória de alta do dólar refletiu diretamente a valorização global do ativo. O índice DXY — indicador que mensura o desempenho da moeda estadunidense perante uma cesta com seis das principais divisas globais — avançou 0,54%, fixando-se em 101,090 pontos, patamar próximo das máximas registradas desde julho. Os dados de atividade econômica divulgados nos Estados Unidos deram sustentação ao dólar. O Índice de Gerentes de Compras (PMI) da indústria e serviços norte-americana avançou de 56 pontos em agosto para 58,4 pontos em setembro. Como leituras acima do patamar de 50 pontos sinalizam expansão econômica, o resultado reforçou a perspectiva dos agentes financeiros de que o Federal Reserve precisará manter os juros elevados por um período mais longo. Em decorrência disso, os rendimentos dos títulos do Tesouro estadunidense (Treasuries) de dez anos superaram o patamar de 5% ao ano pela primeira vez desde julho de 2007. O movimento atrai capital global para a renda fixa dos Estados Unidos, reduzindo a liquidez em economias emergentes. Tensão no Oriente Médio e fechamento em Nova York A pressão vinda do exterior também afetou as bolsas de valores de Wall Street. O índice Dow Jones caiu 0,68%, para 51.512,42 pontos; o S&P 500 recuou 0,75%, encerrando a 7.706,39 pontos; e o índice de tecnologia Nasdaq apresentou retração de 1,13%, aos 26.936,04 pontos. Outro fator determinante para o comportamento dos mercados globais foi a forte subida da commodity energética após cinco dias em queda. O barril do petróleo tipo Brent valorizou-se 2,84%, cotado a US$ 98,12, enquanto o WTI avançou 1,81%, para US$ 92,16. O movimento refletiu o impasse nas negociações entre os EUA e o Irã e as preocupações renovadas com a inflação mundial.
Perguntas Frequentes sobre TRVC34
Qual é a cotação de TRVC34 hoje na B3?
Quanto a TRVC34 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de TRVC34?
O que significa o P/L e o P/VP de TRVC34?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.
Aviso Legal: Os dados e ferramentas disponibilizados pelo Cotações Hoje têm propósito exclusivamente informativo e educacional, não constituindo recomendação de investimento.