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S1AK34 Shake Shack, Inc. Shs A Unsponsored Brazilian Depositary Receipt Repr 0.1 Sh A – Cotação Hoje

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Shake Shack, Inc. Shs A Unsponsored Brazilian Depositary Receipt Repr 0.1 Sh A

Preço Atual
R$ 33,09
+0.00%
Cotação oficial B3 em tempo real

O ativo S1AK34 (Shake Shack, Inc. Shs A Unsponsored Brazilian Depositary Receipt Repr 0.1 Sh A) está sendo negociado hoje a R$ 33,09, acumulando uma variação de +0.00% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 32,70 e a máxima de R$ 33,21. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 6.72x.

Abertura
R$ 32,70
Fec. Ant: R$ 33,09
Variação Dia
Min: R$ 32,70
Max: R$ 33,21
52 Semanas
Mín: R$ 32,70
Máx: R$ 33,21
Volume
651
Moeda: BRL

Histórico de Cotação: S1AK34

Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência

Mínima no Período --
Máxima no Período --
Variação no Período --
Tendência Técnica --
Carregando cotações históricas...

Indicadores de Valuation

6.72
R$ 4,92
R$ 0,00
Enterprise Value
R$ 13,77 Bi
R$ 13,77 Bi

Indicadores de Endividamento

Dívida Líquida
R$ 0,00 Mi

Sobre a S1AK34

Setor
Outros
Indústria / Segmento
Outros
Market Cap
R$ 13,77 Bi

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B3 vai lançar ações tokenizadas em 2027 e pedir licença cripto ao Banco Central
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B3 vai lançar ações tokenizadas em 2027 e pedir licença cripto ao Banco Central

B3 pretende ampliar atuação em ativos digitais com autorização do Banco Central e iniciar em 2027 a tokenização de ações brasileiras A B3, a Bolsa de Valores do Brasil, vai pedir autorização ao Banco Central para ampliar sua atuação no mercado de criptomoedas e prepara o lançamento de ações tokenizadas a partir do início de 2027. A estratégia coloca a principal infraestrutura do mercado de capitais brasileiro em duas frentes que avançam simultaneamente no país: a regulamentação dos ativos virtuais e a tokenização de valores mobiliários. Humberto Costa, diretor da área de Produtos de Balcão e Ativos Digitais da B3, confirmou nesta quinta-feira (8) em evento na FGV em São Paulo que a companhia pretende protocolar o pedido de autorização antes do prazo regulatório deste mês. Segundo o executivo, a intenção é buscar uma licença abrangente, que permita atuar também com atividades como intermediação e custódia de criptoativos. A B3 já oferece infraestrutura ligada a ativos digitais, incluindo soluções de crypto as a service para participantes do mercado. A licença, portanto, servirá tanto para adequar atividades existentes ao novo marco quanto para sustentar a expansão para outras áreas. O movimento ocorre na reta final da transição criada pela regulamentação do Banco Central. Pelas regras atuais, instituições supervisionadas pela autoridade monetária não poderão viabilizar determinadas operações com prestadoras de serviços de ativos virtuais que não estejam autorizadas ou em processo de autorização. A restrição alcança negociação, intermediação, custódia e serviços de pagamento, entre outras atividades. Costa afirmou que a B3 pretende apresentar seu pedido antes de 30 de outubro. A companhia avalia que uma autorização ampla será necessária principalmente para duas apostas: tokenização de ativos financeiros e soluções envolvendo stablecoins. A iniciativa ocorre em um momento em que outras empresas do setor estão justamente decidindo se vale a pena arcar com os custos e as exigências necessárias para continuar oferecendo serviços com criptomoedas no Brasil. B3 quer lançar ações tokenizadas em 2027 Além da licença para atuar com ativos virtuais, a B3 trabalha para colocar ações brasileiras em uma infraestrutura tokenizada já no início de 2027. Segundo Costa, o plano é começar com representações digitais de ações que já existem no mercado tradicional, e não com empresas emitindo, neste primeiro momento, ações originalmente criadas em blockchain. A intenção é que a ação tradicional e sua representação tokenizada sejam fungíveis — ou seja, correspondam economicamente ao mesmo ativo — e compartilhem liquidez e formação de preços. A B3 ainda discute com participantes do mercado quais papéis entrarão na primeira fase. A ambição vai além das ações. A bolsa pretende, posteriormente, levar outros produtos de renda variável, como BDRs, para essa infraestrutura. A própria B3 já vinha afirmando que sua plataforma de tokenização estaria pronta para novos casos de uso a partir do começo de 2027. Tokenizar uma ação significa criar uma representação digital do ativo em uma blockchain ou outra tecnologia de registro distribuído (DLT). Isso pode permitir que transferência, custódia, negociação e liquidação sejam automatizadas e integradas a outros sistemas digitais. Mas o projeto inicial da B3 não significa que a Bolsa de São Paulo passará imediatamente a funcionar 24 horas por dia, sete dias por semana. Costa explicou que o objetivo de longo prazo é chegar a um ambiente mais próximo da lógica dos mercados cripto, incluindo negociação contínua e liquidação mais rápida. Para isso, porém, ainda são necessárias mudanças regulatórias. Hoje, as ações brasileiras seguem um ciclo de liquidação D+2: a transferência definitiva dos ativos e do dinheiro ocorre dois dias úteis depois da negociação. Segundo Costa, porém, é necessária uma série de evoluções regulatórias para a B3 liquidar em prazo menor. Inicialmente, a B3 chegou a olhar para modelos internacionais que preveem ativos tokenizados negociados durante 24 horas. O avanço das discussões do Grupo de Trabalho de Tokenização (GTT) da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), porém, levou a companhia a considerar uma implementação que mantenha maior integração com o mercado tradicional, inclusive compartilhando sua liquidez. A liquidação também permanece como um dos principais obstáculos. A B3 possui uma stablecoin de real, a B3RL, mas Costa afirmou que ela não será usada para liquidar as primeiras ações tokenizadas. Mercado 24/7 ainda depende de mudanças Durante o evento da FGV nesta quinta-feira, Costa reforçou que o desafio da tokenização não está apenas em colocar um ativo em uma blockchain, mas em conectar esse novo ambiente à infraestrutura que já existe. Ele citou justamente a diferença entre uma tecnologia que pode operar 24 horas por dia e estruturas de tesouraria que ainda funcionam apenas em dias úteis. “Como é que você conecta isso com tesourarias que trabalham só em dia útil, com a tecnologia que vai vir em 24×7, que vai vir em outra dinâmica?”, questionou. Segundo Costa, a transformação também será pressionada pelo comportamento de uma geração acostumada a serviços permanentemente disponíveis. “Essa nova geração já não consegue mais entender por que não consegue comprar um ativo 10 da noite, por que não consegue resgatar no sábado para poder usar o dinheiro no mesmo dia”, afirmou. Para ele, essa mudança tende a forçar as estruturas tradicionais do mercado a se adaptar. A discussão sobre como liquidar essas operações ainda envolve também o Banco Central. No piloto de tokenização da CVM, a questão da moeda utilizada para liquidar as transações foi, por enquanto, isolada para que os testes se concentrem nos elementos sob competência direta da autarquia. Técnicos da CVM afirmaram durante o evento que o Banco Central acompanha o projeto e deverá entrar mais diretamente na discussão quando a infraestrutura precisar ser integrada ao sistema financeiro tradicional. Stablecoins, depósitos tokenizados e uma eventual integração com o Drex aparecem entre as alternativas que poderão ser avaliadas. O modelo final ainda não foi escolhido. Para Costa, esse é justamente um dos motivos pelos quais a tokenização não pode ser tratada apenas como um projeto tecnológico. Além da criação do token, entram questões de liquidação, interoperabilidade, supervisão e segurança. O executivo afirmou que o mercado precisa ser capaz de identificar e interromper rapidamente comportamentos irregulares em uma infraestrutura digital. “Tem coisa que você consegue evitar, tem coisa que você consegue interromper. Mas o interromper tem que ser rápido, tem que ser no dia seguinte, dois dias, não dois anos”, disse. A B3 vem preparando essa transição há meses. Em setembro, a companhia afirmou que sua infraestrutura para ativos tokenizados estaria preparada para novos casos de uso a partir do início de 2027, citando inclusive movimentação de garantias em tempo real. Segundo a bolsa, a intenção é integrar instrumentos financeiros e pagamentos em um ambiente regulado, com interoperabilidade entre diferentes sistemas. O lançamento das ações tokenizadas será, assim, uma primeira etapa de um projeto maior. A possibilidade de negociar esses ativos ininterruptamente e liquidá-los instantaneamente dependerá de como CVM, Banco Central e participantes do mercado vão resolver a conexão entre uma infraestrutura que funciona 24/7 e um mercado tradicional que ainda opera com horários e ciclos definidos. Se você quer investir em criptomoedas com segurança, o Mercado Bitcoin oferece um benefício especial aos nossos leitores: use o cupom PORTAL250 no cadastro e ganhe R$ 50 de bônus em Bitcoin ao comprar R$ 250 em ativos. Clique aqui para abrir sua conta.

A festa da bolsa ainda não acabou: BTG aponta onde a queda dos juros pode abrir espaço para mais altas
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A festa da bolsa ainda não acabou: BTG aponta onde a queda dos juros pode abrir espaço para mais altas

A Rede D’Or (RDOR3) já subiu com força depois da eleição, mas, para o BTG Pactual, a queda dos juros pode estar longe de ter sido totalmente incorporada ao preço das ações. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Esse é um dos principais exemplos da tese do banco para a bolsa brasileira: mesmo depois do rali desta semana, algumas empresas da B3 ainda podem ter espaço para avançar caso a queda dos juros longos se consolide. A conta começa pela própria curva de juros. As taxas de longo prazo recuaram cerca de 140 pontos-base nesta semana, movimento que ajudou a impulsionar justamente os setores mais sensíveis ao cenário doméstico. As ações de saúde, por exemplo, acumulam alta de 11% desde a eleição, enquanto as de educação avançaram 18%. A questão, agora, não é mais se a bolsa subiu — mas quanto da queda dos juros já está no preço e quanto ainda pode ser reprecificado. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE A nova conta da bolsa Para o BTG, o próximo impulso das ações brasileiras pode vir menos de uma melhora nas projeções de lucro e mais da própria redução do custo de capital. Leia Também Em outras palavras, mesmo que os resultados não mudem tanto, a queda dos juros pode fazer o mercado aceitar pagar mais pelas mesmas empresas. “Embora vejamos espaço para um re-rating [reprecificação] adicional em diversos nomes, acreditamos que o principal vetor é a compressão das taxas de juros de longo prazo, e não a perspectiva de revisões substanciais para cima dos lucros”, afirmam os analistas. Ações da Rede D’Or ainda têm combustível? É nesse ponto que entra a Rede D’Or (RDOR3). Mesmo depois da alta recente, a ação negocia a cerca de 16 vezes o lucro projetado para 2027, abaixo da média histórica de 19 vezes desde a aquisição da SulAmérica — um desconto de aproximadamente 15%. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Para o BTG, a combinação entre desempenho operacional e maior sensibilidade aos juros longos deixa espaço para uma nova expansão desse múltiplo. A lógica é que a Rede D’Or pode se beneficiar dos dois lados: a operação continua entregando resultados e, ao mesmo tempo, a queda das taxas aumenta o valor atribuído aos lucros que ainda estão por vir. “Temos consistentemente considerado a Rede D’Or como uma ação para todos os cenários, sustentada por seus fortes fundamentos operacionais, capacidade de execução e visibilidade de resultados”, afirma o BTG. Segundo o banco, o perfil da companhia, mais sensível ao longo prazo, também faz dela uma das principais beneficiárias da queda dos juros. Por isso, RDOR3 continua como a principal escolha do BTG no setor de saúde. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE A Bradesco Saúde (SAUD3) também permanece entre as preferidas. A queda dos juros de curto prazo pode reduzir a receita financeira da companhia, mas o BTG considera que o impacto deve ser limitado no curto prazo. Além disso, a ação negocia a cerca de 8 vezes o lucro estimado para 2027, um múltiplo que ainda deixa espaço para uma eventual reprecificação. Ações de educação: o rali pode não ter acabado Se a saúde reúne as principais escolhas do BTG, a educação aparece como uma aposta mais sensível ao ambiente macroeconômico — e os investidores já deram uma amostra disso. Desde a eleição, Cogna (COGN3) e Yduqs (YDUQ3) subiram quase 20%. Ainda assim, o banco vê espaço para novas altas caso o cenário de juros mais baixos ganhe consistência. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE O setor negocia a aproximadamente 6 vezes o lucro projetado para 2027, segundo o BTG. Para os analistas, esse nível ainda pode permitir uma expansão dos múltiplos se a curva de juros continuar cedendo. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

B3 lançará ações tokenizadas em janeiro, mas liquidação 24/7 depende de regulação
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B3 lançará ações tokenizadas em janeiro, mas liquidação 24/7 depende de regulação

A B3 afirmou que vai lançar em janeiro de 2027 a negociação de ações tokenizadas, ou seja, registrados em blockchain. O objetivo no futuro é viabilizar a negociação 24 horas por dia e 7 dias por semana, introduzindo liquidação instantânea no lugar da liquidação em dois dias úteis (d+2) que existe atualmente. No entanto, Humberto Costa, diretor de Produtos & Estratégia Balcão da B3, afirmou que a implementação do 24/7 depende de uma alteração regulatória. "Precisa de uma série de evoluções regulatórias para eu liquidar em ambiente que não seja d+2", diz. Costa admitiu que a ambição da B3 era negociar no mesmo padrão das ações tokenizadas pela joint venture entre Depository Trust & Clearing Corporation (DTCC) e da Intercontinental Exchange (Ice), controladora da Bolsa de Valores de Nova York (Nyse). Lá, a operação foi desenhada para operar 24/7. Porém, o executivo afirmou que a evolução do Grupo de Trabalho de Tokenização da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) fez a bolsa de valores brasileira pensar em outra possibilidade: negociar no mesmo livro das ações tradicionais de maneira fungível, mas mantendo a liquidez no d+2. Fora isso, a B3 admitiu que está em processo para obter licença junto ao Banco Central para se tornar uma Prestadora de Serviços de Ativos Virtuais (PSAV). Costa afirmou que a bolsa enviará o pedido ao BC antes do dia 30 de outubro, que é quando acaba o prazo para empresas que operam com criptoativos fazerem o primeiro pedido para poderem continuar no mercado. Siga o Future of Money nas redes sociais: Instagram | X | YouTube | Tik Tok

Perguntas Frequentes sobre S1AK34

Qual é a cotação de S1AK34 hoje na B3?
A cotação de S1AK34 hoje está em R$ 33,09. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 32,70 e máxima de R$ 33,21.
Quanto a S1AK34 paga de dividendos?
Atualmente não há registros de proventos recentes para o ticker S1AK34. Consulte os relatórios trimestrais e fatos relevantes para atualizações.
Como calcular o Preço Teto de S1AK34?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de S1AK34 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de S1AK34?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

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