R1SG34 Republic Services Inc Shs Unsponsored Brazilian Depositary Receipt Repr 0.0625 Sh – Cotação Hoje
Republic Services Inc Shs Unsponsored Brazilian Depositary Receipt Repr 0.0625 Sh
Resumo Fundamentalista de R1SG34
O ativo R1SG34 (Republic Services Inc Shs Unsponsored Brazilian Depositary Receipt Repr 0.0625 Sh) está sendo negociado hoje a R$ 68,47, acumulando uma variação de -3.81% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 62,07 e a máxima de R$ 74,66. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 29.34x.
Histórico de Cotação: R1SG34
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“Difícil ter convicção”: como gringos veem ações do Brasil a poucos dias da eleição
A poucos dias das eleições, investidores estrangeiros seguem cautelosos com o Brasil e mantêm posições neutras, apesar do interesse crescente pelo mercado. Bancos apontam que a definição do cenário político pode destravar fluxo para ações ligadas a juros, bancos, commodities e consumo doméstico. Publicidade Faltando poucos dias para as eleições presidenciais, uma frase do Morgan Stanley parece resumir o sentimento predominante entre investidores estrangeiros em relação ao Brasil: “é difícil ter convicção sobre o Brasil”. Apesar das avaliações de que a bolsa negocia com desconto e oferece um dos melhores perfis de risco-retorno entre os emergentes, a maioria dos gestores globais prefere esperar por mais clareza eleitoral antes de aumentar exposição. Em relatório após conferência com investidores em Londres, o Morgan Stanley afirma que os investidores estão montando portfólios para diferentes cenários, mas sem grande convicção sobre o desfecho da disputa. Segundo os estrategistas, o Brasil negocia atualmente próximo ao ponto médio entre os cenários otimista e pessimista para 2027, refletindo justamente essa incerteza. A visão encontra eco em encontros recentes realizados pelo Itaú BBA e pelo Bradesco BBI com investidores nos Estados Unidos. Em ambos os casos, os relatos mostram um mercado que desperta interesse crescente, mas ainda sem converter atenção em posicionamento relevante. O Bradesco BBI classificou o momento como um clássico caso de “alto interesse e baixo posicionamento”. Segundo o banco, as eleições dominaram as conversas durante o roadshow, mas a maioria dos investidores descreveu seus portfólios como neutros em Brasil e em modo “wait and see” (esperar para ver). O gatilho para aumentar exposição poderia vir de uma definição eleitoral mais clara, de cortes de juros pelo Banco Central ou de melhora na percepção fiscal. Já o Itaú BBA relata que o posicionamento em Brasil está entre neutro e ligeiramente acima da média, sustentado por valuations atrativos e benefícios de diversificação. Ainda assim, os investidores permanecem defensivos diante das dúvidas sobre o quadro fiscal, desaceleração da atividade e riscos do ciclo de crédito. Brasil segue favorito na América Latina, mas perdeu exclusividade Embora a cautela domine o curto prazo, os investidores estrangeiros continuam enxergando valor no mercado brasileiro. Continua depois da publicidade O Bradesco BBI mantém Brasil como sua principal aposta na América Latina (overweight), argumentando que o país segue entre os mercados mais baratos do mundo e oferece uma das assimetrias mais atraentes entre crescimento e ciclo de juros nos emergentes. O Morgan Stanley, por sua vez, mantém visão levemente positiva para o Brasil dentro do universo emergente, mas destaca que o país deixou de ser uma aposta consensual na região. O banco vê uma relação de risco-retorno equilibrada e afirma que a América Latina voltou ao radar dos investidores por conta de eleições e investimentos ligados à inteligência artificial, mas tem preferência mais clara pelo Chile atualmente. Entre os países da região, o Morgan Stanley afirma que o Chile é seu mercado favorito na América Latina, enquanto o Itaú BBA destaca o Peru como o destino preferido dos investidores fora do Brasil. O México aparece, em geral, entre neutro e abaixo da média nas carteiras internacionais. Continua depois da publicidade Bancos lideram preferência dos estrangeiros Se existe um consenso entre os investidores globais, ele está no setor financeiro. O levantamento do Itaú BBA mostra que bancos e empresas financeiras seguem sendo a exposição preferida ao Brasil. Entre os nomes mais citados aparecem BTG Pactual (BPAC11), Nubank (BDR: ROXO34), B3 (B3SA3), XP (BDR: XPBR31) e Bradesco (BBDC4). O BTG surge como uma das posições de maior consenso graças à exposição combinada a mercado de capitais, gestão de patrimônio e crédito corporativo. O Bradesco BBI encontrou percepção semelhante. Segundo o banco, BTG e B3 são os veículos favoritos para capturar um eventual cenário de queda de juros, enquanto Banco do Brasil (BBAS3) e XP são vistos como apostas mais alavancadas a uma melhora macroeconômica. Itaú Unibanco (ITUB4), por outro lado, aparece mais frequentemente como fonte de recursos para financiar outras posições. Continua depois da publicidade Já o Morgan Stanley destaca um grupo de ações que poderiam se beneficiar de uma eventual mudança estrutural de política econômica focada em investimento e crescimento. Entre os nomes citados estão Nubank, XP, BTG Pactual, B3, Mercado Livre, Cyrela (CYRE3), Vibra (VBBR3), Petrobras (PETR4), Banco do Brasil (BBAS3), Motiva (MOTV3), Rumo (RAIL3) e Auren (AXIA3). Petrobras e Embraer aparecem como consensos fora do setor financeiro Além dos bancos, duas empresas surgem repetidamente nas conversas com investidores globais: Petrobras (PETR4) e Embraer (EMBJ3). O Itaú BBA afirma que Petrobras é a principal preferência entre as commodities brasileiras, sustentada pelos dividendos e pelo crescimento da produção no pré-sal. Embraer também aparece como uma história de receitas globais com alta convicção entre diversos fundos. Continua depois da publicidade No levantamento de ações de maior consenso entre investidores estrangeiros realizado pelo banco, aparecem BTG Pactual, Quality Bank, Petrobras, Embraer, Credicorp e Banorte. O Bradesco BBI também destaca Petrobras entre os papéis mais mencionados, ao lado de Rede D’Or (RDOR3), Cyrela (CYRE3) e Cury (CURY3). O que os investidores querem comprar pós-eleição Em comum, a visão é de que a maior parte dos investidores não está montando posições para o cenário eleitoral atual, mas preparando uma lista de compras para depois da definição do resultado. No Itaú BBA, os principais beneficiários de um ambiente de juros menores e maior visibilidade fiscal seriam BTG Pactual, B3, XP, Localiza (RENT3) e incorporadoras como Cyrela. O Bradesco BBI vê potencial semelhante em ativos ligados ao mercado doméstico e ao ciclo de juros, mantendo em sua carteira Brasil nomes como BTG, B3, XP, Nubank, Itaú, Rede D’Or, Equatorial (EQTL3), Auren (AXIA3), Petrobras e Cyrela. Já o Morgan Stanley adota uma estratégia “barbell”, equilibrando ações mais defensivas e exportadoras com empresas sensíveis ao ciclo doméstico. Para o banco, o mercado ainda não tem convicção suficiente para precificar qualquer um dos extremos eleitorais e, por isso, prefere manter exposição balanceada entre diferentes cenários possíveis. Com isso, o Brasil continua atraente em termos de valuation e potencial de valorização, mas a definição eleitoral permanece como a peça que falta para transformar interesse em fluxo efetivo. Os investidores estrangeiros seguem observando de perto – e comprando devagar.
B3 inicia negociação de Futuro de Bitcoin em dólares e amplia estratégias para investidores
B3 inicia negociação de Futuro de Bitcoin em dólares e amplia estratégias para investidores Produto complementa Futuro de Bitcoin em reais e abre possibilidades para estratégias envolvendo cripto e câmbio A B3 inicia nesta segunda-feira (21) as negociações do novo Contrato Futuro de Bitcoin em Dólares Americanos (ticker: BTC), ampliando a prateleira de derivativos de criptoativos disponível na bolsa brasileira. O produto permite ao investidor negociar o preço futuro do Bitcoin diretamente em dólares, dentro da infraestrutura regulada da B3 e sem a necessidade de comprar ou custodiar a criptomoeda. Cada contrato representa 0,01 Bitcoin e sua cotação é expressa em dólares americanos por Bitcoin. Os vencimentos ocorrem todos os meses, na última sexta-feira, e a liquidação é exclusivamente financeira com referência no índice Nasdaq Bitcoin Reference Price – Settlement. A novidade complementa o Futuro de Bitcoin em reais (BIT), já negociado na B3, e permite ao investidor escolher como deseja estruturar sua exposição. Enquanto o BIT incorpora em sua formação de preço tanto a oscilação internacional do Bitcoin quanto o efeito do câmbio sobre seu valor em reais, o BTC tem sua cotação diretamente em dólares. Na prática, os dois contratos podem atender a táticas específicas, buscando proteção ou lucros no curto prazo, ou utilizados de maneira combinada, estruturando a posição de acordo com as expectativas para variação do câmbio. “A chegada do Futuro de Bitcoin em dólares amplia o conjunto de ferramentas disponíveis para quem negocia criptoativos na B3. O investidor passa a poder escolher entre uma referência em reais ou uma cotação diretamente em dólares e, para os participantes mais sofisticados, combinar Bitcoin e câmbio em estratégias de proteção, posicionamento e arbitragem. É uma evolução importante da nossa prateleira de derivativos, aproximando ainda mais o mercado brasileiro da dinâmica global de negociação de criptoativos, mas com a infraestrutura, a transparência e a gestão de risco da B3”, afirma Marcos Skistymas, diretor de Produtos Listados da B3. Bitcoin em dólar ou em real: mais estratégias possíveis Para um investidor que deseja acompanhar de maneira mais direta a referência internacional da criptomoeda, normalmente observada em dólares nos mercados globais, o novo BTC permite construir essa posição sem que a cotação do contrato incorpore diretamente a variação do real frente ao dólar. Já o contrato em reais (BIT) combina, na prática, duas variáveis relevantes para o investidor brasileiro: a oscilação do Bitcoin no mercado internacional e o comportamento do câmbio. Assim, mesmo que o Bitcoin permaneça estável em dólares, uma valorização ou desvalorização da moeda americana diante do real pode afetar seu preço expresso em reais. Essa diferença amplia as possibilidades para traders, gestores e investidores experientes. Um participante pode, por exemplo, utilizar o BTC para expressar uma visão predominantemente sobre o preço internacional do Bitcoin e combinar essa posição com contratos futuros de dólar para administrar separadamente sua exposição cambial. Outra possibilidade é acompanhar eventuais diferenças relativas entre os futuros de Bitcoin em reais e em dólares e o mercado de câmbio, estruturando operações de valor relativo ou arbitragem. Rolagem em uma única operação Junto com o novo contrato, a B3 também inicia a negociação da Operação Estruturada de Rolagem do Futuro de Bitcoin em Dólares Americanos (BC1). Conhecida como spread calendário, a ferramenta permite que o investidor troque um contrato que está próximo do vencimento por outro com vencimento mais adiante em uma única operação, sem precisar encerrar uma posição e abrir a seguinte separadamente. Na prática, a ferramenta simplifica a continuidade da estratégia e torna o processo de rolagem mais eficiente. O BTC também foi incluído no Programa de Formador de Mercado de Futuros de Criptomoedas da B3. O programa prevê dez vagas e estabelece regras de atuação para instituições responsáveis por manter ofertas de compra e venda, mecanismo voltado à formação de preços e à liquidez do produto. Entenda o Futuro de Bitcoin Os Contratos Futuros de Bitcoin são derivativos, ou seja, seu valor acompanha uma referência de preço do Bitcoin sem que haja compra, venda ou transferência da criptomoeda propriamente dita. O investidor deposita margem de garantia e as posições passam por ajustes diários. Por envolver alavancagem e exposição às oscilações de um ativo de elevada volatilidade, o produto exige conhecimento sobre derivativos e gerenciamento de risco.
Notícia do Santander, Compass, Oceanpact, JCP da Track&Field, Bradsaúde, Schulz e da Rede D’or
Notícia do Santander, Compass, Oceanpact, JCP da Track&Field, Bradsaúde, Schulz e da Rede D’or Publicado às 22h Notícias corporativas O Banco Santander Brasil (SANB11) divulgou na noite desta segunda-feira, 21, por meio de um fato relevante, os protocolos realizados pelo Banco Santander, no âmbito da pretendida Oferta Pública de Aquisição (OPA) voluntária de permuta no Brasil e da oferta de permuta nos Estados Unidos. O Banco Santander realizou os seguintes protocolos: pedido de registro do Banco Santander como emissor estrangeiro (companhia aberta – categoria A) na Comissão de Valores Mobiliários (CVM); o pedido de registro do programa de Brazilian Depositary Receipts (BDRs) do Banco Santander junto à CVM; o pedido de admissão dos BDRs do Banco Santander para negociação na B3; o pedido de registro da Oferta de Permuta no Brasil junto à CVM e B3; e o protocolo de uma declaração de registro no Formulário F-4 junto à Comissão de Valores Mobiliários dos EUA. O Formulário F-4 ainda não foi declarado efetivo pela SEC. O Santander Brasil informou também que recebeu o laudo de avaliação do Santander Brasil e do Banco Santander, para fins da Oferta de Permuta no Brasil, elaborado pelo UBS BB Corretora de Câmbio, Títulos e Valores Mobiliários Em 30 de julho o Banco Santander anunciou a intenção de lançar uma oferta pública de aquisição (OPA) voluntária de permuta para adquirir a totalidade das ações em circulação do Santander Brasil (SANB11) que ainda não pertencem ao grupo espanhol. O Banco Santander da Espanha propôs trocar as ações do Santander Brasil listadas na B3 por BDRs ou ADRs da matriz espanhola. A Compass Gás e Energia (PASS3) encerrou o programa de recompra de ações ordinárias aprovado por seu conselho de administração em 13 de agosto de 2026, ante a aquisição da quantidade máxima de ações autorizadas no âmbito do Programa. Foram adquiridas, em Bolsa de Valores, a preço de mercado, o total de 3.200.000 ações ordinárias de emissão da companhia, equivalentes, nesta data, a aproximadamente 1,86% das ações em circulação ou 0,44% do total de ações. As ações recompradas foram mantidas em tesouraria para posterior cancelamento, alienação e/ou utilização para fazer frente às obrigações da Compass decorrentes do plano de remuneração baseado em ações para retenção de executivos, conforme objetivos do Programa divulgados ao mercado em 13 de agosto de 2026. A Track&Field (TFCO4) informou nesta segunda-feira, 21, que seu conselho de administração aprovou a declaração e o pagamento aos acionistas de juros sobre o capital próprio no valor bruto de R$ 13.088.973,44. Terão direito ao pagamento acionistas titulares de ações da companhia em 24 de setembro de 2026 (inclusive), sendo que as ações, a partir de 25 de setembro (inclusive), serão negociadas na bolsa de valores “ex” esses juros sobre capital próprio. O valor bruto por ação é de R$ 0,00862492380 por ação ordinária, R$ 0,08624923802 por ação preferencial. O pagamento ocorrerá em 31 de maio de 2027. A agência de classificação de risco Moody’s Local Brasil elevou o rating da Oceanpact (OCPT3). A agência atribuiu rating de emissor A+.br à companhia, com perspectiva “positiva”. De acordo com a agência, o rating atribuído à companhia reflete a conclusão da combinação de negócios com a CBO Holding. Ainda segundo a Moody’s Local Brasil, a transação fortalece o perfil de negócios por meio da ampliação de sua escala operacional e de sua posição competitiva, passando a deter a segunda maior frota de embarcações de apoio marítimo do Brasil e a segunda maior frota de bandeira brasileira, além de promover maior diversificação da base de receitas e um portfólio mais equilibrado entre diferentes classes de embarcações e serviços prestados. A Schulz (SHUL4) aprovou o pagamento de juros sobre capital próprio (JCP) no valor total de R$ 27,5 milhões. A informação foi divulgada nesta segunda-feira, 21, após o fechamento do mercado. Esse valor corresponde a R$ 0,080251355 (valor bruto) por ação preferencial; e a R$ 0,072955777 (valor bruto) por ação ordinária. Tem direito quem tiver ações da companhia em 24 de setembro de 2026. A partir de 25 de setembro em diante, as ações serão negociadas “ex-juros sobre capital próprio”. O pagamento de JCP ocorrerá em 15 de janeiro de 2027 e será feito pelo valor líquido de R$ 0,068213651 por ação por ação preferencial e R$ 0,062012410 por ação ordinária, já deduzido o imposto de renda na fonte. O conselho de administração da Rede D’or (RDOR3) aprovou nesta segunda-feira, 21 de setembro, o pagamento de juros sobre o capital próprio (JCP) no montante bruto total de R$ 400 milhões, correspondentes a R$ 0,18410876694 por ação ordinária. Tem direito quem tiver ações da Rede D’or no dia 24 de setembro de 2026 (data de corte), sendo que, a partir do dia 25 de setembro (inclusive), as ações ordinárias da companhia passarão a ser negociadas ex-juros sobre o capital próprio. O pagamento será feito pelo valor líquido, após deduzido o imposto de renda retido na fonte. O pagamento será efetuado em 6 de outubro de 2026. O conselho de administração da Bradsaúde (SAUD3) aprovou o pagamento de juros sobre o capital próprio. A informação foi divulgada nesta segunda-feira, 21. O valor total bruto é de R$ 250 milhões, que corresponde a R$ 0,0855148860 por ação. O montante total líquido é de R$ 206,2 milhões, o equivalente a R$ 0,0705497810 por ação. Tem direito os detentores de ações de emissão da companhia em 24 de setembro de 2026. As ações da companhia serão negociadas ex-JCP a partir de 25 de setembro.O pagamento será em 26 de fevereiro de 2027. Agenda de proventos desta terça, 22: A data de corte para ter direito a primeira parcela do dividendo da Allos é nesta terça, 22. A partir de quarta, 23, as ações serão negociadas ex-direito a esse dividendo. A data de pagamento dessa primeira parcela é em 02/10/2026. O valor é de R$ 0,29 por ação. A 2ª tranche tem data de corte em 22/10/2026 e data de pagamento em 04/11/2026. A 3ª tranche tem data de corte em 19/11/2026 e data de pagamento em 02/12/2026. A data de corte para ter direito aos JCP e aos JCP extraordinários da B3 aprovados em 17 de setembro, é nesta terça, 22. A partir de quarta, 23, as ações serão negociadas ex-JCP. O valor líquido estimado é de R$ 0,06 por ação. Já o valor líquido estimado do JCP extraordinário é de R$ 0,12 por ação. O pagamento de ambos os JCP será em 7 de outubro de 2026. A data de corte para ter direito aos JCP da Cemig, anunciados em 17 de setembro, é nesta terça, 22. A partir de quarta, 23, as ações serão negociadas ex-JCP. O valor bruto por ação é R$ 0,06. O pagamento será em duas parcelas iguais. A primeira até 30 de junho de 2027 e a segunda até 30 de dezembro de 2027. A data de corte para ter direito aos JCP da Lojas Renner, anunciados em 17 de setembro, é nesta terça, 22. A partir de quarta, 23, as ações serão negociadas ex-JCP. O valor bruto total é de R$ 227,5 milhões. Essa quantia corresponde a R$ 0,24 por ação. O pagamento será efetuado a partir do dia 14 de outubro de 2026. A data de corte para ter direito aos JCP da TIM, anunciados em 17 de setembro, é nesta terça, 22. A partir de quarta, 23, as ações serão negociadas ex-JCP. O valor bruto por ação é R$ 0,21. O pagamento ocorrerá até o dia 22 de janeiro de 2027.
Perguntas Frequentes sobre R1SG34
Qual é a cotação de R1SG34 hoje na B3?
Quanto a R1SG34 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de R1SG34?
O que significa o P/L e o P/VP de R1SG34?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
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