CSXC34 CSX Corporation Unsponsored Brazilian Depositary Receipt Repr 0.5 Sh – Cotação Hoje
CSX Corporation Unsponsored Brazilian Depositary Receipt Repr 0.5 Sh
Resumo Fundamentalista de CSXC34
O ativo CSXC34 (CSX Corporation Unsponsored Brazilian Depositary Receipt Repr 0.5 Sh) está sendo negociado hoje a R$ 118,68, acumulando uma variação de -4.31% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 89,28 e a máxima de R$ 134,29. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 26.00x.
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Caixa estuda fazer estruturação de projetos de infraestrutura, diz executivo do banco
São Paulo O vice-presidente de Governo da Caixa Econômica Federal, Marcos de Carvalho Araújo, disse nesta terça-feira (29) que o banco estuda atuar na estruturação de projetos de infraestrutura. "Hoje, a gente presta assistência técnica, que é o Caixa Políticas Públicas, e estamos fazendo estudos para a gente poder também elaborar os projetos, os anteprojetos, os projetos executivos. Inclusive, a gente precisa ver as questões legais, jurídicas, para não haver nenhum tipo de impacto ao ‘chinese wall’ [segregação interna das atividades do banco]. Mas é um dos nossos interesses para os próximos meses", disse Araújo no Veja Fórum Saneamento, na capital paulista. Estação de tratamento de esgoto da Sabesp - Rubens Cavallari - 26.ago.24/Folhapress O Caixa Políticas Públicas presta serviços de análise, acompanhamento, assessoria e consultoria em políticas públicas relacionados a atividades como engenharia e arquitetura e destina-se a entes públicos. Publicidade Procurada pela Folha, a assessoria da Caixa disse que a proposta avaliada pelo banco prevê uma atuação complementar à do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). Hoje, a Caixa têm atuações paralelas, como concessão de crédito e PPP (parceria público-privada). De acordo com o banco, não haveria choque com a operação do BNDES. Publicidade No evento, o presidente da Sabesp, Carlos Piani, disse que o saneamento "anda mais devagar" do que outros setores de infraestrutura porque a regulação é mais complexa e depende dos municípios. "Se a regulação fosse federal, acho que a gente mais do que dobrava os investimentos no setor", disse. C-Level Uma newsletter com informações exclusivas para quem precisa tomar decisões A vice-presidente de Assuntos Corporativos e Regulatórios da BRK, Daniela Sandoval, diz que as companhias privadas de saneamento não perderam o apetite por novos projetos. Segundo ela, apesar de os principais leilões do setor já terem sido concluídos, o Brasil ainda terá de passar por mais certames para contemplar municípios que não são abrangidos pelas concessões. "No passado, a gente tinha 6% dos municípios concedidos para a iniciativa privada. Agora são quase 50%. Claro, boa parte dos projetos já foram, mas metade deles ainda está para ser [leiloado]. Tem muita coisa ainda por vir", disse Sandoval à Folha durante o fórum. Publicidade O setor de saneamento tem passado por um 2026 morno, depois de ter levado a mercado uma série de leilões nos últimos anos, como a privatização da Sabesp, em São Paulo. Por exemplo, o leilão de saneamento de Rondônia estava marcado para esta terça, na B3, a Bolsa de Valores de São Paulo, mas teve de ser cancelado porque não recebeu propostas. O setor de saneamento prevê a realização de ao menos 31 leilões nos próximos meses e anos, com estimativa de R$ 66,3 bilhões em investimentos, segundo levantamento da Abcon (Associação Brasileira das Empresas de Saneamento) feito a pedido da Folha. Os certames abrangem 631 municípios de estados como São Paulo, Goiás e Ceará. O montante a ser investido é alto, mas está aquém do valor já contratado. Isso porque a maior parte das empresas e blocos regionais oferecidos ao mercado já foram arrematados em 70 leilões realizados por governos estaduais e municípios desde 2020, depois da instituição do Marco Legal de Saneamento, de acordo com a entidade.
Ibovespa engata alta com eleição no radar; ações cíclicas amparam avanço
A- A+ Bolsa de Valores Ibovespa engata alta com eleição no radar; ações cíclicas amparam avanço O principal índice da B3 subiu 0,46%, aos 183.827,59 pontos, muito perto da máxima de 183.951,05 pontos pouco antes do fechamento Depois de começar o dia com tom mais negativo, o Ibovespa se firmou em alta durante a tarde e interrompeu a sequência de quatro quedas seguidas, descolado do desempenho das bolsas norte-americanas e amparado pelo posicionamento dos investidores às vésperas da eleição. O setor de consumo foi destaque nas horas finais da sessão, após os dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) mostrar um aquecimento do mercado de trabalho. O principal índice da B3 subiu 0,46%, aos 183.827,59 pontos, muito perto da máxima de 183.951,05 pontos pouco antes do fechamento. O índice chega ao penúltimo pregão de setembro com alta acumulada de 3,61% no mês. No ano, avança 14,1%. O giro financeiro de hoje somou R$ 20 bilhões. O Caged mostrou uma criação de 165.827 postos de trabalho em agosto, acima do projetado. O dado aponta para um aquecimento da economia, tal qual a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), que mostrou uma taxa de desempenho em linha com as estimativas, mas com a população ocupada no maior nível da série histórica. Uma economia mais forte é, de um lado, negativo do ponto de vista de política monetária, já que enseja uma taxa de juros mais alta para controle inflacionário. Ao mesmo tempo, as empresas cíclicas, que sofrem com o juro elevado, encontram potencial alívio em termos de resultado financeiro. O Índice de Consumo da B3 (ICON) subiu 0,95%, enquanto o Índice Imobiliário (IMOB) teve alta de 1,55%. Quem limitou a alta do Ibovespa foi a Vale, em queda acima de 2%. "O mercado melhorou depois que foi divulgado o Caged, acima do esperado, e isso fez com que as empresas ligadas ao setor de consumo melhorassem", afirma Gabriel Mollo, analista de investimentos da Daycoval Corretora. "Já as empresas exportadoras de commodities estão negociando em baixa, com destaque para a siderurgia." No pano de fundo, as eleições seguem como grande ponto de atenção, especialmente de olho nas últimas pesquisas eleitorais que serão divulgadas nos próximos dias. A expectativa de um avanço da chapa à direita, que poderia representar, na visão do mercado financeiro, uma maior austeridade fiscal, ainda motiva um reposicionamento dos investidores. "Se, por um lado, o Caged mostra a economia bastante aquecida e queremos, de certa forma, que ela desaqueça para diminuir a taxa de juros, por outro lado setores cíclicos que são dependentes de emprego podem se beneficiar. Mas acredito que realmente os investidores estejam olhando o 'trade' eleitoral, com a possibilidade de uma troca de governo", diz Rodrigo Moliterno, head de renda variável da Veedha Investimentos. Veja também
"Índice do medo" da bolsa bate novo recorde com eleições e cenário global
• Painel eletrônico exibe informações sobre índices de mercado na Bolsa de Valores B3 em São Paulo, Brasil, 10 de julho de 2025. REUTERS/Alexandre Meneghini Índices de mercado na Bolsa da B3 em São Paulo VIX Brasil fecha acima de 32 pontos pela 1ª vez em meio à expectativa de volatilidade do mercado brasileiro "Índice do medo" da bolsa bate novo recorde com eleições e cenário global O "índice do medo" que mede a expectativa de volatilidade do mercado brasileiro bateu recorde de alta pelo segundo dia seguido nesta terça-feira (29), em meio ao cenário conturbado de projeções com eleições e incertezas geopolíticas. O S&P/B3 Ibovespa VIX encerrou a sessão aos 32,06 pontos, avanço de 0,7,% ante a véspera, quando atingiu máxima histórica ao fechar aos 31,84 pontos. Também é a primeira vez que o indicador encerra acima dos 32 pontos desde a sua criação, em março de 2024. O aumento das expectativas de volatilidade do mercado doméstico ocorre a menos de uma semana das eleições gerais, com pesquisas mostrando maior competitividade entre os dois principais candidatos, o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL). Além da disputa política, o mercado é permeado pelas incertezas no cenário internacional, sobretudo com os rumos do conflito no Oriente Médio e a extensão dos danos causados pelo aumento da inflação com a disparada dos preços do petróleo. A falta de clareza para uma resolução dos combates entre forças lideradas pelos EUA contra o Irã e seus aliados voltou a pesar nos mercados globais nesta sessão, com praças na Ásia e na Europa fechando majoritariamente no vermelho. O mesmo caminho é observado em Wall Street, a poucos minutos para o fechamento oficial da sessão. O Ibovespa foi no caminho contrário nesta sessão, fechando no campo positivo após oscilar ao longo da sessão. O principal indicador da bolsa brasileira fechou com avanço de 0,46%, aos 183.827,59 pontos. O dólar foi no caminho contrário e encerrou o dia em queda de 0,25%, negociado a R$ 5,213, também em sessão de variação dos sinais e na direção oposta à valorização da divisa dos EUA no cenário global. Na máxima, a divisa chegou a superar a cotação de R$ 5,24. O que é o VIX Brasil? Calculado a partir das Opções sobre o Ibovespa B3, o VIX Brasil mede a volatilidade implícita esperada para os próximos 30 dias. Na prática, funciona como um termômetro da percepção de risco do mercado – por isso, também é chamado de “índice do medo” – e costuma ser acompanhado por investidores, gestores e analistas em momentos de maior incerteza, sobretudo para estratégias de proteção de carteira e gestão de risco.
Perguntas Frequentes sobre CSXC34
Qual é a cotação de CSXC34 hoje na B3?
Quanto a CSXC34 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de CSXC34?
O que significa o P/L e o P/VP de CSXC34?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
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