CATP34 Caterpillar Inc. Shs Unsponsored Brazilian Depositary Receipt Repr 0.0625 Sh – Cotação Hoje
Caterpillar Inc. Shs Unsponsored Brazilian Depositary Receipt Repr 0.0625 Sh
Resumo Fundamentalista de CATP34
O ativo CATP34 (Caterpillar Inc. Shs Unsponsored Brazilian Depositary Receipt Repr 0.0625 Sh) está sendo negociado hoje a R$ 256,36, acumulando uma variação de +1.93% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 153,70 e a máxima de R$ 354,33. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 2096.16x.
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ETFs ganham 223 mil investidores em um ano e alcançam 862 mil CPFs na B3
17/09/2026 ETFs ganham 223 mil investidores em um ano e alcançam 862 mil CPFs na B3 Além dos ETFs, ações, fundos listados, renda fixa e Tesouro Direto também ampliaram sua base de investidores São Paulo, 17 de setembro de 2026 - A trajetória de crescimento dos ETFs ganhou força no primeiro semestre de 2026. O número de pessoas físicas com fundos de índice na carteira passou de 639 mil, em junho de 2025, para 862 mil no encerramento do segundo trimestre deste ano. Foram 223 mil novos investidores em um ano, uma expansão de 34%. Em comparação com o primeiro trimestre do ano passado, o avanço foi ainda mais expressivo: 223 mil novos CPFs, avanço de 34%. No recorte anual, o valor em custódia dos investidores pessoas físicas em ETFs aumentou R$ 8,2 bilhões, passando de R$ 26,9 bilhões para R$ 35,1 bilhões, alta de 62%. Os dados fazem parte do boletim “Análise da Evolução dos Investidores na B3” , referente ao segundo trimestre de 2026. Os ETFs (Exchange Traded Funds) são fundos de índice negociados em bolsa que acompanham o desempenho de indicadores de mercado. Por meio deles, o investidor pode acessar diferentes classes de ativos, como ações, fundos imobiliários (FIIs), criptomoedas e índices internacionais, de forma simples e diversificada. Na prática, esses produtos permitem ampliar a exposição a mercados globais sem a necessidade de abrir conta no exterior, realizando o investimento diretamente em reais pela B3. A evolução dá continuidade ao movimento observado ao longo de 2025. Entre dezembro de 2024 e dezembro de 2025, a base de investidores em ETFs havia aumentado 24%, de 581,6 mil para 721,7 mil CPFs, enquanto o valor em custódia cresceu 49%, de R$ 18,1 bilhões para R$ 26,9 bilhões. Somando os dois períodos, a base avançou quase 50% desde o fim de 2024, com a entrada de aproximadamente 280 mil investidores. A ampliação da oferta de produtos contribuiu para esse movimento. Somente em 2025, 62 novos ETFs foram listados na B3, e o ano terminou com cerca de 180 fundos de índice disponíveis. As alternativas incluem ETFs de renda fixa, criptomoedas, ações brasileiras e internacionais, além de fundos ligados a setores, tendências de mercado e temáticas ESG. “O ETF tem sido destaque frequente no boletim da evolução dos investidores na B3, o que reforça um ponto de inflexão no conhecimento, aumento desse produto na alocação de portfólio pelos agentes financeiros, das corretoras e bancos aos seus assessores de investimentos e gerentes e aprofundamento da diversificação pelos investidores. Em apenas seis meses, a base ganhou cerca de 140 mil investidores e o valor em custódia avançou 30%. Isso também demonstra que precisamos continuar suportando o movimento de ampliação da oferta de produtos e soluções para diferentes perfis e objetivos de investimento”, afirma Felipe Paiva, diretor de Relacionamento com Clientes e Pessoa Física da B3. Diversificação avança na renda variável O avanço dos ETFs ocorreu em um cenário de ampliação da participação das pessoas físicas na renda variável. A base passou de 5,5 milhões de CPFs em dezembro de 2025 para 5,7 milhões no segundo trimestre de 2026, com a entrada de cerca de 200 mil investidores. Na comparação com o mesmo período do ano anterior, o crescimento foi de 7%. O valor total em custódia na renda variável também aumentou. Depois de encerrar 2025 em R$ 636,2 bilhões, alcançou R$ 656,3 bilhões no segundo trimestre de 2026, uma expansão de R$ 20,1 bilhões em seis meses. Além dos ETFs, outros produtos registraram crescimento no recorte anual. O número de investidores em ações no mercado à vista avançou 8%, enquanto os fundos listados, como FIIs e Fiagros, tiveram aumento de 15% na base de investidores e de 25% no valor em custódia. Renda fixa mantém trajetória de crescimento A renda fixa também continuou atraindo novos poupadores e investidores. A base passou de 105,1 milhões de brasileiros, em dezembro de 2025, para 107,1 milhões no segundo trimestre de 2026. Isso representa a inclusão de aproximadamente 2 milhões de pessoas em seis meses. Na comparação com o segundo trimestre de 2025, a base de investidores em renda fixa cresceu 7% e o valor em custódia avançou 11%. Entre os destaques estão os CDBs e RDBs, que registraram aumento anual de 7% no número de poupadores e investidores e de 23% no patrimônio investido. Tesouro Direto supera R$ 240 bilhões O Tesouro Direto encerrou o segundo trimestre de 2026 com 3,5 milhões de investidores, ante 3,4 milhões em dezembro de 2025. Em seis meses, aproximadamente 100 mil novos investidores passaram a ter títulos públicos na carteira. O crescimento foi ainda mais expressivo em termos financeiros. O estoque avançou de R$ 202,4 bilhões no encerramento de 2025 para R$ 242,6 bilhões no segundo trimestre de 2026. A alta foi de R$ 40,2 bilhões, ou aproximadamente 20%, em seis meses. Na comparação com o mesmo período do ano anterior, o crescimento chegou a 43%.
Tesouro Direto e CDBs ficaram para trás: ‘ETFs são a melhor forma de investir em renda fixa’, defende sócio da Galapagos
É de conhecimento geral que o Brasil é o país da renda fixa. Com taxa Selic historicamente elevada e a predominância de investidores com perfil conservador, essa é a classe que domina o mercado financeiro. Para além dos ativos tradicionais, de um ano para cá, cresceu expressivamente o volume investido em uma forma alternativa de alocar na renda fixa: os ETFs (Exchange Traded Funds, na sigla em inglês). CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Entre 2025 e 2026, o patrimônio líquido dos fundos de índice de renda fixa cresceu 300%, segundo dados divulgados pela B3. Atualmente, existem 71 ETFs da classe com diferentes estratégias: exposição em Tesouro Selic, Tesouro IPCA+, debêntures e outros ativos de crédito privado, por exemplo. E esse crescimento dos valores investidos em ETFs de renda fixa não é à toa, segundo Bruno Stein, sócio e responsável pela área de fundos de índice da gestora Galapagos. “Os ETFs de renda fixa viraram a melhor forma de alocar dinheiro na classe no Brasil”, defendeu Stein durante painel do ETF Day, realizado pela B3 no evento B3 Week 2026, nesta quarta-feira (16). Painel do evento ETF Day, da B3 Week 2026. Da esquerda: Thalita Forne (B3), Eduardo Arraes (BTG) e Bruno Stein (Galapagos) Ele se refere especificamente à renda fixa que possui cobrança de Imposto de Renda. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Devido às regras tributárias dos ETFs e dos investimentos tradicionais de renda fixa, investir na classe por meio dos fundos de índice acaba sendo mais barato. Leia Também Isso porque os ETFs não têm IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), como outras aplicações de renda fixa, nem come-cotas, cobrança de IR semestral feita nos fundos de investimento tradicionais. Enquanto o investimento direto em renda fixa tem cobrança de IR por meio da tabela regressiva – que começa em 22,5% para aplicações com prazo de 180 dias e cai para 15% em alocações com prazo acima de 721 dias –, a maioria dos ETFs de renda fixa que são focados na pessoa física tem alíquota única de 15%, independentemente do tempo que o dinheiro fica investido. Ou seja, do ponto de vista tributário, o ETF se tornou a forma mais atrativa de investir na renda fixa, na visão de Stein. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Fim dos isentos pode fazer ETFs de renda fixa deslancharem Em relação aos títulos de renda fixa isentos, como as debêntures incentivadas, LCIs, LCAs, CRIs e CRAs, a competição é mais desfavorável para os ETFs. Quem possui esses ativos em carteira dificilmente trocaria a isenção de Imposto de Renda pela alíquota de 15% – que pode ser de até 25% em alguns casos (entenda as regras nesta matéria). Porém, com as discussões sobre o fim da isenção desses títulos no radar do mercado, o sócio da Galapagos acredita que pode haver uma deslanchada nos ETFs com um valor expressivo de dinheiro entrando nos fundos de índice. “Para mim, já está contratado um valor de R$ 1 trilhão nos ETFs até o final de 2029. Se houver uma mudança tributária nos títulos isentos, antecipo essa previsão em pelo menos um ano”, defende Stein. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Maior liquidez Em relação ao crédito privado, os ETFs também oferecem outra vantagem além dos custos: a liquidez. Eduardo Arraes, sócio da BTG Pactual Asset Management, destaca que investidores que compram diretamente papéis de crédito privado costumam ficar travados na posição em momentos de piora do cenário econômico ou estresse de mercado. Já nos ETFs, por serem negociados em bolsa, basta vender a cota. "No momento em que o investidor fica desconfortável com o crédito, ele tem a certeza da liquidez e sabe que consegue sair da posição ", disse Arraes. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Outro trunfo, segundo o executivo, é a democratização do crédito privado por meio dos fundos de índice. “Os ETFs tornaram o crédito privado muito mais acessível para o investidor final. Hoje, é possível ter acesso a títulos que ele dificilmente conseguiria dado o volume financeiro que pretende negociar.” No mercado norte-americano, por exemplo, onde os ETFs já representam uma indústria de US$ 10 trilhões, se expor ao mercado de crédito por meio dos fundos de índice é cerca de 20 a 30 vezes mais barato do que montar uma carteira direta de ativos, segundo Stein. “Isso também vai acontecer no Brasil”, estima o sócio da Galapagos. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE ‘A bola está na marca do pênalti’ A indústria de ETFs tem crescido de forma acelerada. Até o fim do primeiro semestre de 2026, havia 862 mil investidores pessoas físicas com dinheiro investido nesse tipo de ativo, segundo dados divulgados pela B3 nesta quarta (16). Em relação ao mesmo período do ano passado, o crescimento foi de 34% e representa o investimento que mais cresceu em demanda dentro do universo da bolsa. Há uma dose alta de otimismo sobre o futuro dos ETFs, principalmente no segmento de renda fixa. Segundo Stein, “a bola está na marca do pênalti. Agora é só chutar”. O executivo diz que a estrutura atual dos ETFs de renda fixa está pronta e alinhada. O que resta, na visão dele, é um trabalho educacional em todo o mercado para que mais investidores conheçam os benefícios desses ativos. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Arraes também acredita que o crescimento “está só começando” e cada vez mais deve haver uma sofisticação na indústria com fundos de índice de renda fixa mais específicos e personalizados. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Casas Bahia (BHIA3) é alertada pela B3 por ações abaixo de R$ 1
Casas Bahia (BHIA3) tem até março de 2027 para sair da faixa de penny stock após alerta da B3 O Grupo Casas Bahia (BHIA3) recebeu um alerta formal da B3 por manter suas ações negociadas abaixo de R$ 1 e tem até 1º de março de 2027 para regularizar a cotação. A companhia divulgou fato relevante à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) comunicando o recebimento do aviso e informando que avalia alternativas para se enquadrar dentro do prazo. As ações da Casas Bahia estão abaixo do piso exigido pela bolsa desde 21 de julho. Na mínima, os papéis BHIA3 chegaram a terminar a sessão a R$ 0,34, no fechamento do dia 27 de agosto. A regra da B3 proíbe que ações, chamadas de penny stocks, fiquem abaixo de R$ 1 por mais de um mês, medida adotada para evitar volatilidade excessiva. Quando isso ocorre, a empresa precisa apresentar um cronograma de reenquadramento. Até o momento, a Casas Bahia não detalhou qual medida pretende adotar para elevar a cotação ao patamar exigido. Histórico das ações BHIA3 e o inplit de 2024 Esta não é a primeira vez que a varejista enfrenta o problema. Em 2024, a companhia já havia realizado um grupamento de ações, o chamado inplit, na proporção de 10 para 1. O procedimento converte uma quantidade maior de papéis em lotes menores, elevando proporcionalmente o preço unitário. A medida funcionou temporariamente, mas as ações voltaram a cair abaixo de R$ 1. O inplit é uma das alternativas que companhias costumam adotar para se reenquadrar à regra da bolsa, mas a Casas Bahia não anunciou publicamente qual caminho pretende seguir desta vez. O quadro atual é reflexo de um longo processo de deterioração dos papéis. Nos últimos 12 meses, as ações acumulam queda de cerca de 83%, tendo iniciado 2026 cotadas na casa dos R$ 3,15. A reestruturação financeira da companhia também pesa no histórico recente. Em 2023, o Grupo Casas Bahia concluiu a troca de cerca de R$ 4,1 bilhões em debêntures por novos títulos com prazo mais longo e condições renegociadas, em um processo destinado a aliviar o endividamento de curto prazo. A administração afirmou que adotará as medidas necessárias para cumprir a exigência da B3 dentro do prazo, que se encerra em 1º de março de 2027, data-limite para que as ações da Casas Bahia (BHIA3) voltem a ser negociadas acima de R$ 1.
Perguntas Frequentes sobre CATP34
Qual é a cotação de CATP34 hoje na B3?
Quanto a CATP34 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de CATP34?
O que significa o P/L e o P/VP de CATP34?
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