Z1BH34 Zimmer Biomet Holdings, Inc. Shs Unsponsored Brazilian Depositary Receipt Repr 0.25 Sh – Cotação Hoje
Zimmer Biomet Holdings, Inc. Shs Unsponsored Brazilian Depositary Receipt Repr 0.25 Sh
Z1BH34 (Zimmer Biomet Holdings, Inc. Shs Unsponsored Brazilian Depositary Receipt Repr 0.25 Sh) é um Brazilian Depositary Receipt (BDR). No pregão de hoje, o ativo é negociado a R$ 121,50, registrando variação de +4.74% no dia. O ativo opera a um múltiplo Preço/Lucro (P/L) de 22.30x.
Resumo Fundamentalista de Z1BH34
O ativo Z1BH34 (Zimmer Biomet Holdings, Inc. Shs Unsponsored Brazilian Depositary Receipt Repr 0.25 Sh) está sendo negociado hoje a R$ 121,50, acumulando uma variação de +4.74% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 111,66 e a máxima de R$ 129,09. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 22.30x.
Histórico de Cotação: Z1BH34
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Se o papel cai, portanto, o vendedor a descoberto tem ganho. Mas se a ação sobe, ele perde com a operação. Para montar esse tipo de posição, o interessado “aluga” o ativo de quem detém a ação. O problema para esse investidor se dá quando a ação passa a subir – afinal, ele terá que comprar o papel lá na frente. Quando isso acontece, muitos que estão “vendidos” precisam correr para comprar o papel e evitar acumular prejuízo. E é esse movimento de cobertura de “posições vendidas” que pode estar empurrando para cima várias ações na bolsa atualmente. Após o primeiro turno no último dia 4 de outubro, muitas companhias endividadas passaram a ver as cotações em alta em meio à uma mudança de expectativas sobre um esperado ajuste fiscal no futuro. Medidas de contenção de gastos públicos poderiam levar a juros menores em 2027. Na segunda-feira (19) desta semana, ações do Azzas 2154, da Casas Bahia e da MRV, que possuem altos índices de aluguel de ações, viveram uma sessão de fortes elevações. As ações do Azzas (AZZA3), por exemplo, subiram 13,25%. As da MRV (MRV3) tiveram alta de 10,94%, enquanto as da varejista de móveis e eletrodomésticos (BHIA3) avançaram 4,39%. Os três papéis fazem parte da lista das 10 ações com mais posições vendidas atualmente – sim, esses dados são conhecidos. Um terço das ações em circulação da Casas Bahia está nas mãos de quem tomou o papel emprestado. O vendedor a descoberto paga, em média, 32% ao ano pelo aluguel, segundo dados da B3. A varejista, que pediu recuperação judicial em agosto, lidera o ranking das ações mais alugadas da bolsa brasileira, tanto em termos de taxa de aluguel quanto do percentual de ações alugadas em relação ao volume total de papeís em circulação (free float), que alcança 33,4%. Nos últimos meses, movimentos de cobertura de posições podem ter ajudado a turbinar as valorizações. O papel da Casas Bahia tinha cotação de R$ 0,40 em 28 de agosto e passou a R$ 1,14 em 16 de outubro: uma alta de 185%. No caso das incorporadoras, os números de valorização também sugerem que o movimento aconteceu. A MRV tinha 19,3% do free float vendido em 4 de setembro, com índice de 28,2% ao ano de aluguel. Em outubro, a alta da ação já alcança 47,7%. Na sexta-feira da semana passada, os dados da B3 passaram a mostrar 17,3% do free float alugado e uma taxa de 6,60%. A queda forte do custo do aluguel é compatível com o movimento de investidores “vendidos” em busca da recompra, para devolverem as ações. Recuperação judicial torna aluguel mais caro No grupo das 20 ações em que o custo do aluguel supera 4% ao ano não é raro ver uma fatia de dois dígitos das ações em circulação emprestadas. É nesse grupo em que mora o risco de uma corrida para cobrir posições se as cotações subirem. Se considerarmos apenas ações com saldo alugado de pelo menos R$ 10 milhões, seis das 20 ações com aluguel mais caro são empresas em recuperação judicial ou extrajudicial. Nesses papéis, a taxa alta reflete dois fatores: a alta demanda de quem aposta na queda, mas também a escassez de ações disponíveis para empréstimo. A Casas Bahia é o exemplo mais nítido. A varejista pediu recuperação judicial em 16 de agosto, com R$ 17,3 bilhões em dívidas, depois de um prejuízo de R$ 10,1 bilhões no segundo trimestre. O percentual de ações em circulação já vinha encolhendo: somavam apenas 17,89% do capital da companhia. Com pouca ação para emprestar e muita gente querendo vender a descoberto para apostar na queda do preçox, o aluguel chegou a um custo de 32% ao ano. No caso da petroquímica Braskem, o aluguel com taxa de 24% ao ano reflete a desconfiança de investidores diante dos problemas que levaram a companhia ao pedido de recuperação extrajudicial no fim de agosto, para reestruturar R$ 10,9 bilhões em dívidas. Mas não são só de companhias endividadas que vive o short selling. Na varejista de moda Azzas 2154, a estratégia vendida tem origem diferente. 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Mercado de opções da B3 cresce 79% em 2026 e ganha impulso com a eleição presidencial
Por Amélia Alves São Paulo, 22/10/2026 – O mercado de opções da B3 ganhou força em 2026, em um movimento que se intensificou com a aproximação da eleição presidencial. Até 9 de outubro, o volume financeiro médio diário de opções sobre ações, ETFs, BDRs e índices chegou a R$ 1,4 bilhão, alta de 79% em relação aos R$ 781 milhões registrados em 2025, segundo dados da B3. O Open Interest (número total de contratos de opções que estão ativos e ainda não foram liquidados, exercidos ou encerrados) atingiu 8,5 bilhões em 9 de outubro, ante 5,8 bilhões no fim de 2025 e 4,3 bilhões em dezembro de 2024. Os números indicam que a expansão começou antes da reta final da campanha, embora a disputa eleitoral tenha acrescentado um novo fator às estratégias dos investidores. Uma opção dá ao investidor o direito de comprar ou vender um ativo por um preço previamente estabelecido e dentro de um prazo determinado. Para adquirir esse direito, ele paga um prêmio. As opções de compra, chamadas de calls, podem ser usadas para buscar ganhos com uma valorização. Já as opções de venda, ou puts, permitem apostar na queda ou proteger uma carteira de ações contra uma desvalorização. Filipe Villegas, estrategista de ações da Genial Investimentos, avalia que uma parcela relevante das negociações recentes foi impulsionada por apostas relacionadas à eleição. A atuação de investidores estrangeiros em opções de compra de ETFs brasileiros negociados no exterior, somada às operações de gestores locais e à busca por proteção cambial, contribuiu para intensificar a atividade. Segundo Villegas, da Genial, há diferentes estratégias em jogo. Investidores estrangeiros buscam capturar uma possível alta dos ativos brasileiros por meio de calls e call spreads do EWZ, ETF negociado nos Estados Unidos que acompanha ações brasileiras. Gestores locais montam posições com opções de Bolsa e de câmbio conforme mudam as expectativas eleitorais, enquanto outros investidores compram opções de dólar para se proteger de uma eventual desvalorização do real. O estrategista também chama a atenção para os mecanismos técnicos que podem amplificar os movimentos do mercado. Quando a Bolsa sobe, ajustes de posições em opções podem levar participantes a comprar contratos futuros, reforçando a alta. O processo pode funcionar na direção oposta quando os preços caem. “O risco é que a mesma mecânica de gama que empurrou a alta empurra a queda. Se uma pesquisa ou o resultado frustrar, o movimento pode ser tão rápido quanto foi na subida”, explica Villegas. Para ele, uma eventual alternância de poder não seria suficiente, por si só, para provocar um novo recorde de negociação. A reação dependeria também da apresentação da equipe econômica e de um plano fiscal convincente. Mesmo depois da votação, as dúvidas sobre as contas públicas e os juros de longo prazo podem manter a busca por proteção. Volatilidade pode mudar o jogo Outro ponto de atenção é a volatilidade implícita, medida que reflete a expectativa do mercado para as oscilações futuras e influencia o preço das opções. Antes de eventos importantes, a incerteza pode encarecer os contratos. Quando ela diminui, esse componente pode recuar e reduzir o valor da opção, mesmo que o ativo se mova na direção esperada. Erik Rodrigues, CEO da plataforma de derivativos Jumba, ressalta que a expansão do mercado começou antes da campanha eleitoral, com recordes de negociação registrados desde fevereiro. A ampliação do uso de opções semanais e de contratos sobre índices, assim como o aumento das posições em aberto, sugere que o movimento não depende apenas do calendário político. “Espero que os picos diários de negociação diminuam depois da eleição, mas não vejo necessariamente uma volta aos patamares de 2025”, diz Rodrigues. Segundo ele, a maior participação de investidores, a expansão de novas modalidades de contratos e as incertezas sobre a política econômica podem sustentar a atividade. Riscos vão além da direção da Bolsa O risco, contudo, depende da estratégia adotada. Para quem compra uma opção tradicional, a perda máxima costuma se limitar ao prêmio pago, além dos custos da operação. Já quem vende opções assume obrigações que podem gerar prejuízos muito superiores ao valor recebido. Em uma venda descoberta de call, por exemplo, a perda potencial é ilimitada. Gabriel Mollo, analista da Daycoval Corretora, destaca que a incerteza eleitoral aumenta a procura por proteção e por operações capazes de capturar movimentos expressivos dos ativos. O impacto da votação dependerá tanto da surpresa em relação às expectativas quanto da interpretação dos investidores sobre os efeitos do resultado para a economia. Ele também chama a atenção para a possibilidade de operar a própria volatilidade, sem depender exclusivamente de uma aposta na alta ou na queda da Bolsa. A estratégia, porém, não elimina os riscos: opções com prêmios elevados exigem movimentos suficientes para compensar o custo inicial, e a redução da volatilidade após o evento pode prejudicar o resultado. O pós-eleição será um teste para o mercado: parte do volume pode perder força com a redução da incerteza política, enquanto dúvidas sobre a economia podem sustentar a atividade. Contato: amelia.alves@estadao.com
Perguntas Frequentes sobre Z1BH34
Qual é a cotação de Z1BH34 hoje na B3?
Quanto a Z1BH34 paga de dividendos (Dividend Yield)?
Como calcular o Preço Teto de Z1BH34 pelo Método Barsi e Décio Bazin?
O que significam os indicadores fundamentalistas P/L e P/VP de Z1BH34?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
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