WHRL3 Whirlpool S.A. – Cotação Hoje
Whirlpool S.A.
CNPJ: 59105999000186
Selo de Investimento:
🛡️ Buy and HoldAtende a 9 de 12 critérios fundamentalistas para estratégias de longo prazo.
Checklist Fundamentalista de 12 Critérios
Critérios auditados automaticamenteA dívida líquida da empresa é menor que o lucro líquido dos últimos 12 meses
Retorno sobre o Patrimônio Líquido historicamente superior a 5%
Histórico consistente de distribuição de proventos acima de 4% a.a.
Crescimento de receitas ou lucros superior a 5% nos últimos anos
Preço sobre Valor Patrimonial negociado abaixo de 5x
Atuação em setor perene e consolidado há mais de um século
Companhia de grande porte, alta liquidez e liderança setorial
Companhia fundada há mais de 30 anos com histórico comprovado
Preço sobre Lucro negociado abaixo de 30x
Alavancagem financeira controlada com Dívida Líquida/EBITDA menor que 2x
Enterprise Value sobre EBIT operacional negociado abaixo de 7x
Proteção aos acionistas minoritários com Tag Along de 80% a 100%
Método Barsi (Preço Teto)
Estratégia focada em renda passiva com cálculo do preço máximo para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base na média dos últimos 5 anos.
Fórmula de Graham (Preço Justo)
Fórmula de Benjamin Graham determinando o valor intrínseco a partir dos múltiplos conservadores de P/L ≤ 15 e P/VP ≤ 1,5.
Resumo Fundamentalista de WHRL3
O ativo WHRL3 (Whirlpool S.A.) está sendo negociado hoje a R$ 3,34, acumulando uma variação de +0.60% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 3,31 e a máxima de R$ 4,64. A companhia está inserida no setor de Consumo Cíclico, atuando no segmento de Eletrodomésticos. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 17.12x e P/VP de 2.53x. Com Dividend Yield acumulado nos últimos 12 meses de 3.34%.
Histórico de Cotação: WHRL3
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores de Valuation
Indicadores de Endividamento
Indicadores de Eficiência
Indicadores de Crescimento
Dados Financeiros
Resultados Financeiros
| Indicador (Anual) | 2025 | 2024 | 2023 | 2022 |
|---|---|---|---|---|
| Receita Total | R$ 12.561,82 Mi | R$ 12.931,66 Mi | R$ 11.487,99 Mi | R$ 10.798,15 Mi |
| Lucro Bruto | R$ 2.371,24 Mi | R$ 2.210,32 Mi | R$ 1.966,03 Mi | R$ 1.690,08 Mi |
| EBIT / Lucro Operacional | R$ 1.166,14 Mi | R$ 1.036,38 Mi | R$ 1.076,69 Mi | R$ 754,72 Mi |
| Lucro Líquido | R$ 450,78 Mi | R$ 910,78 Mi | R$ 254,06 Mi | R$ 418,70 Mi |
Sobre a WHRL3
Whirlpool Brasil S.A. é uma empresa brasileira fabricante de eletrodomésticos, especializada na produção de geladeiras, fogões, máquinas de lavar e outros eletrodomésticos. Fundada em 1957, a Whirlpool Brasil é uma das principais fabricantes de eletrodomésticos do Brasil, operando com tecnologia avançada e padrões internacionais de qualidade. A companhia produz eletrodomésticos para cozinha e lavanderia, atendendo mercados doméstico e internacional. A Whirlpool Brasil é um importante player na indústria de eletrodomésticos do Brasil, operando com foco em inovação e qualidade de seus produtos. Com receita anual superior a R$ 2 bilhões, a companhia é uma das maiores fabricantes de eletrodomésticos do Brasil e exporta seus produtos para diversos países. A empresa está comprometida com inovação tecnológica, eficiência energética e qualidade de seus eletrodomésticos.
Outras Ações do Setor de Consumo Cíclico
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Geladeira cheia ou vazia: qual gasta menos energia?
Será que uma geladeira cheia gasta menos energia mesmo? Parece fazer sentido, já que os alimentos ajudam a manter o frio no interior, mas deixar o eletrodoméstico lotado também pode atrapalhar a circulação do ar e aumentar o trabalho do compressor. Continua após a publicidade Então não é só questão de geladeira cheia ou vazia. A quantidade de alimentos, a forma como eles são distribuídos e até a frequência com que a porta é aberta influenciam no consumo de energia. Segundo Lucas Magalhães, diretor de marketing de categorias da Whirlpool América Latina, o principal fator é permitir que o ar frio circule corretamente: “Mais do que estar cheia ou vazia, o que realmente sobrecarrega o trabalho do compressor e aumenta a conta de luz é a forma como usamos o produto”, explica. O Canaltech está no WhatsApp! Entre no canal e acompanhe notícias e dicas de tecnologia WhatsApp Continua após a publicidade Geladeira cheia conserva melhor o frio? Existe um conceito importante para entender essa relação: a massa térmica. Alimentos resfriados conseguem manter sua temperatura por mais tempo do que o ar dentro da geladeira. Por isso, quando a porta é aberta, eles ajudam a reduzir a velocidade com que o interior do aparelho perde frio. O ar gelado, por outro lado, escapa rapidamente pela abertura da porta e é substituído pelo ar mais quente do ambiente. Quando a porta é fechada, o compressor precisa retirar esse calor para recuperar a temperatura programada. Os alimentos funcionam como uma espécie de amortecedor térmico nesse processo. “Como eles possuem uma capacidade térmica superior à do ar, retêm a energia por mais tempo”, afirma Magalhães. Uma geladeira moderadamente cheia pode recuperar a temperatura interna de maneira mais eficiente após a abertura da porta. O benefício, porém, não significa que quanto mais alimentos forem colocados no aparelho, menor será o consumo. Geladeira vazia gasta mais energia? Uma geladeira vazia tende a sofrer uma variação de temperatura mais rápida quando a porta é aberta. Como há menos alimentos resfriados para ajudar a conservar o frio, o ar interno é o principal elemento afetado pela troca de temperatura. Segundo a Whirlpool: “Uma geladeira vazia perde a sua temperatura muito mais rápido quando a porta é aberta, pois não há itens para ‘segurar’ a massa fria internamente." Continua após a publicidade Isso não quer dizer que manter um refrigerador cheio seja uma estratégia para reduzir a conta de luz por si só. Se a porta quase nunca é aberta, por exemplo, a diferença provocada pela quantidade de alimentos pode ser menos relevante do que outros fatores, como temperatura ambiente, regulagem e vedação. Encher demais a geladeira também pode aumentar o consumo O problema aparece quando a geladeira fica tão cheia que os alimentos bloqueiam as saídas de ar. O sistema depende da circulação do ar frio para distribuir a temperatura pelo interior do aparelho. Continua após a publicidade Quando essa passagem é prejudicada, algumas regiões podem ficar mais quentes enquanto o sistema tenta compensar a diferença. “Se a geladeira ficar superlotada, os próprios alimentos acabam bloqueando as saídas de ar no fundo das prateleiras”, explica Magalhães. Por isso, a melhor condição não é deixar o refrigerador completamente vazio nem ocupar cada espaço disponível. A recomendação é manter uma quantidade moderada de alimentos, com espaço suficiente para o ar circular. Preencher espaços vazios ajuda? Continua após a publicidade Colocar alimentos para ocupar os espaços vazios pode contribuir para aumentar a massa térmica do interior. O mesmo não vale, porém, para objetos que não foram feitos para armazenamento refrigerado. Mais importante do que tentar preencher todos os espaços é manter a organização adequada e não bloquear as saídas de ar. Também é importante evitar colocar panelas e alimentos ainda quentes diretamente no refrigerador, já que eles elevam a temperatura interna e exigem mais trabalho do sistema de refrigeração. Outro hábito que pesa no consumo é o abre e fecha constante da porta. “Pense no que precisa pegar antes de abrir a geladeira, diminuindo tanto a frequência de aberturas quanto o tempo em que o ar quente da cozinha entra no aparelho”, orienta o executivo. Para reduzir o consumo, a recomendação é manter a geladeira moderadamente ocupada e organizada, sem bloquear a circulação do ar. Continua após a publicidade Também vale reduzir a frequência e o tempo de abertura da porta e verificar se a borracha de vedação está em boas condições.
Chapterhouse, expoente do shoegaze, estreia no Brasil com hits dos anos 1990
Paraty (RJ) Demorou quase 40 anos, mas finalmente um capítulo importante da história do shoegaze desembarca em São Paulo na próxima terça-feira (29), quando a banda britânica Chapterhouse fará um show no Cine Joia, a primeira apresentação do quinteto no Brasil. O subgênero nasceu no Reino Unido na segunda metade dos anos 1980 com bandas como My Bloody Valentine, Lush, Ride, Swervedriver, Slowdive e outras, que faziam um rock pesado com guitarras etéreas e cheias de efeitos que criavam um clima lúdico e onírico. "Parece mentira que, depois de tanto tempo, finalmente vamos tocar no Brasil", diz o guitarrista do Chapterhouse, Stephen Patman, de 57 anos. O nome "shoegaze" significa "olhar os sapatos" e nasceu da observação de que muitas daquelas bandas tocavam olhando para baixo. A razão pela qual elas fitavam o chão é amplamente debatida. Alguns dizem que era por pura vergonha de encarar plateias; outros juram que os músicos simplesmente estavam prestando atenção nos muitos pedais de efeitos usados pelos grupos daquela geração. Os músicos da banda Chapterhouse, da esq. para a dir., Simon Rowe, Stephen Patman, Ashley Bates e Andrew Sherriff - Drew Reynolds/Divulgação O Chapterhouse foi formado em 1987 por Patman e os amigos Andrew Sherriff —guitarra e vocais—, Simon Rowe —guitarra— e Ashley Bates —bateria. A atual formação não conta com Rowe e tem o guitarrista Robin Light e o baixista Michael Secker. A banda só lançou dois discos de estúdio, "Whirpool", de 1991, e "Blood Music", de 1993, e ficou parada desde 1994, com uma breve ressurreição em 2008 para fazer alguns shows. Neste ano, o grupo se reuniu para celebrar o aniversário de 35 anos de "Whirpool", trabalho que trouxe hits do rock alternativo como "Breather" e "Falling Down". "Nos shows da atual turnê tocamos ‘Whirpool’ na íntegra, fazemos um intervalo e depois voltamos para tocar alguns lados B e as melhores músicas de ‘Blood Music’", diz Patman. "Tem sido muito divertido." Patman diz não saber explicar por que aquela geração de bandas britânicas criou o som que se convencionou chamar de shoegaze. "O que dá para dizer é que todos nós, especialmente os guitarristas, estávamos testando novas formas de tocar nossos instrumentos e novos sons", diz Patman. "Nós começamos como uma banda que só queria ser os Stooges [banda pré-punk de Iggy Pop] e o Velvet Underground [banda de Lou Reed e John Cale], mas começamos a ouvir os guitarristas do pós-punk, gente como John McGeoch, da Siouxsie and the Banshees, ou Will Sergeant, do Echo and the Bunnymen, e percebemos que era possível inventar sons novos na guitarra. Esses caras foram grandes inovadores". Outras influências foram bandas americanas barulhentas como Sonic Youth, Dinosaur Jr. e Mudhoney, que usavam distorção de uma maneira mais "suja" e "garageira". "Os pedais de distorção da época eram muito limpos e tinham aquela distorção típica de bandas de heavy metal", diz Patman. "Aí começamos a ouvir gente como Mudhoney e Sonic Youth, que usavam pedais dos anos 1960 e faziam uma releitura do rock de garagem sessentista. Aquilo mexeu muito com a gente. É óbvio que o som de guitarra do Sonic Youth em discos como "Evol" [de 1986] e "Sister" [de 1987] influenciou toda a nossa geração." Outra influência mais próxima foi a banda escocesa The Jesus and Mary Chain. "Era a banda europeia mais legal daquele período", diz Patman. "Os discos eram maravilhosos e o visual deles, todos de preto, muito marcante." "Nós também só usávamos preto para imitar os Reid [William e Jim, irmãos que lideram o The Jesus and Mary Chain], mas as pessoas nos chamavam de ‘góticos’ e isso nos deixava putos da vida. Nós odiávamos os góticos", ele diz aos risos, "mas tenho de confessar que algumas bandas, como o Bauhaus, eram ótimas e muito inovadoras." Patman conheceu de perto toda a primeira geração do shoegaze inglês –eram amigos e vizinhos do pessoal do Slowdive em Reading– e entregou alguns "segredos sonoros" dos colegas. "Sabe o som dos primeiros discos do Slowdive? Era um efeito chamado ‘Soft Focus’ de um rack de guitarra da Yamaha modelo FX 500. Nós usamos o mesmo rack, mas com um efeito chamado ‘Lush Strings’. Boa parte do disco ‘Whirlpool’ usou esse efeito. O Kevin [Shields, guitarrista do grupo My Bloody Valentine] usou muito o FX 500 e um rack da Alesis chamado Microverb 3, e muitos dos sons dos discos do My Bloody Valentine foram gravados com esse rack." Patman afirma que o nome "shoegaze" nasceu como um insulto —a expressão teria sido criada por Andy Ross, executivo e jornalista que trabalhou na gravadora Food Records, que havia lançado a banda Blur. Durante um show do Lush, com abertura de Blur e Moose, Ross teria chamado o Moose de "bunch of shoegazers" —bando de caras que ficam olhando os sapatos—, e a expressão pegou. "Nós odiávamos esse nome." Como explicar então que o termo não só tenha perdido a conotação ofensiva, mas seja usado hoje por tantas bandas novas que foram influenciadas por aquela cena inglesa? "Juro que é um mistério para nós", diz Patman. "Tenho uma filha de 15 anos e grande parte das playlists dela são de bandas de shoegaze ou que são influenciadas pela nossa geração. Nunca achamos que isso estaria acontecendo hoje para um bando de caras de quase 60 anos como nós."
Perguntas Frequentes sobre WHRL3
Qual é a cotação de WHRL3 hoje na B3?
Quanto a WHRL3 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de WHRL3?
O que significa o P/L e o P/VP de WHRL3?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
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