VTOT11 FII VINCI TRCI – Cotação Hoje
FII VINCI TRCI
Selo de Investimento:
⚠️ AtençãoAtende a 1 de 11 critérios. Alguns múltiplos de valuation, histórico ou liquidez exigem atenção.
Checklist Fundamentalista de 11 Critérios
Critérios de consistência e valuation auditadosRetorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano
Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses
Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial
Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito
Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente
Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência
Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book
Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária
Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos
Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias
Nível de ocupação saudável dos imóveis para garantir a receita de aluguéis (Ignorado para fundos de papel)
Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)
Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.
Resumo Fundamentalista de VTOT11
O ativo VTOT11 (FII VINCI TRCI) está sendo negociado hoje a R$ 69,70, acumulando uma variação de +0.00% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 69,70 e a máxima de R$ 71,00. O fundo atua no segmento de Fundo Imobiliário (FII), registrando um Dividend Yield (12M) de 0,00% e indicador P/VP de 1,00x.
Histórico de Cotação: VTOT11
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)
Sobre a VTOT11
Dividendos
Nenhum dividendo
encontrado
Outros FIIs do Segmento Fundo Imobiliário (FII)
Ver Todos os FIIsNotícias relacionadas
FIIs de desenvolvimento: Entenda os erros comuns na análise
Em entrevista ao Clube FII, Felipe Schucman, sócio e gestor da RBR, desmistificou a análise de fundos imobiliários de desenvolvimento, um dos segmentos mais arrojados e complexos do mercado. Schucman alertou para os erros comuns que levam investidores a prejuízos, como a comparação equivocada de dividend yield com fundos de tijolo e a confusão entre amortização de capital e distribuição de lucros. Você pode assistir o vídeo completo disponível no canal do Clube FII no YouTube clicando aqui. Rodrigo Cardoso de Castro (sócio-fundador do Clube FII) e Danilo Barbosa (Sócio e Head de Research do Clube) entrevistam Felipe Schucman, sócio e gestor da RBR A principal diferença, segundo o gestor, está no momento do investimento. Enquanto um FII de renda adquire um imóvel pronto para gerar aluguel, um fundo de desenvolvimento entra na fase anterior: compra um terreno e o transforma em um ativo, como uma sala comercial, buscando lucro na venda. "Você colocou 100 reais do custo para construir aquela salinha. O que que você vai receber no dia seguinte? Nada necessariamente", explica Schucman, contrastando com o fluxo de renda mensal de um fundo de tijolo. O retorno no desenvolvimento é concentrado, ocorrendo após a venda do empreendimento. Um dos equívocos mais graves é analisar o dividend yield. Um fundo de desenvolvimento pode apresentar um yield de 18% em um mês, mas essa distribuição é pontual, resultado da venda de um ativo que deixa de existir no portfólio. "Você provavelmente está fazendo a conta errada", adverte. Outro erro é confundir o valor patrimonial contábil, que muitas vezes reflete apenas o custo, com o valor econômico real do projeto, que já embute o lucro potencial da venda. Um projeto pode ter um custo contábil de R$ 98, mas um valor de mercado de R$ 130. Schucman destacou que os principais riscos do setor são os prazos de aprovação em órgãos públicos, os custos de construção e a velocidade de vendas dos empreendimentos. Para o investidor, uma "red flag" importante é a mudança constante nas premissas iniciais do projeto, como alterações nos prazos de início de obra ou estouros no orçamento. "Muita mudança de premissa inicial para fundo de desenvolvimento é uma red flag", afirma. Questionado sobre o impacto dos juros, o gestor avalia que os fundos de desenvolvimento são menos sensíveis que os de renda. A taxa de juros afeta mais o crédito para o comprador final e a precificação do ativo na venda, mas não o processo de geração de valor intrínseco, que é a transformação de um terreno em um imóvel pronto. Essas complexidades e a avaliação incorreta por parte do mercado, segundo os participantes, geram oportunidades de compra de cotas no mercado secundário com grande desconto sobre o valor real dos ativos. Em sua visão, a análise de FIIs de desenvolvimento exige uma abordagem similar à de um private equity, focada no fluxo de caixa descontado de cada projeto e na compreensão dos riscos específicos de cada etapa, desde a aprovação até a venda. Ignorar essas particularidades e aplicar métricas de fundos de renda é o caminho mais curto para avaliações equivocadas e potenciais perdas financeiras. Enquanto o país decide o próprio mandato, trazendo volatilidade ao mercado, você já pode decidir o seu. Foi pensando nisso que o Clube FII fez o maior gesto da sua história: assine o Plano Essencial e leve 2 anos de acesso pelo preço de 1. Nunca fizemos isso antes — fazemos agora, porque sua carteira não pode ficar à deriva enquanto o cenário lá fora está indefinido.
FIIs ensaiam a terceira maior alta semanal da história; veja fundos que mais subiram
Publicidade Os fundos imobiliários ensaiam encerrar a sexta-feira (09) com a terceira maior alta semanal da história do mercado, que ainda repercute o resultado do primeiro turno da eleição presidencial. Às 14h, o Ifix — índice dos FIIs mais líquidos da Bolsa — acumulava valorização de 5,40%. Individualmente, os fundos registram alta de até 17%. Para efeito de comparação, a maior alta semanal do Ifix foi registrada em março de 2020, quando o indicador avançou 8,44%, em uma recuperação após fortes perdas provocadas pelas preocupações com a pandemia de Covid-19, que acabava de ser declarada. Em dezembro de 2024, o indicador registrou a segunda maior alta semanal de sua história, de 5,64%, em meio a um rali de fim de ano e em um cenário de cotas bastante depreciadas. Veja as cinco maiores altas semanais do indicador: Semana Pontuação Variação 22.03.2020 2.468 +8.44% 22.12.2024 3.112 +5.64% 04.10.2026 3.975 +5.40% 31.05.2020 2.772 +4.33% 23.02.2014 1.330 +4.28% Fonte: B3 No acumulado de outubro, o Ifix acumula ganhos de 5,9% e, no ano, de 5,3%. Em 12 meses, o indicador sobe 11,38%. Leia também: Após queda de juros, enfim chegou a hora dos FIIs de tijolo? Veja os mais indicados Continua depois da publicidade FIIs que mais subiram no rali eleitoral Os FII TG Ativo Real (TGAR11) e Valora Hedge Fund (VGHF11) encabeçam a lista das maiores altas da semana entre os principais fundos imobiliários do mercado. Nos últimos dias, as carteiras acumularam ganhos acima de 17%. Veja outros destaques do período: FII Retorno no ano (%) Retorno na semana (%) TGAR11 -39,66 17,80 VGHF11 -10,51 17,10 BCRI11 -3,97 11,64 ICRI11 16,49 10,90 VGRI11 -17,98 10,66 MCRE11 2,25 10,59 RBRL11 -1,12 10,58 HSML11 7,12 10,16 JSAF11 9,47 9,91 JSRE11 10,76 9,82 Fonte: Economatica – 08/10/2026 O que esperar dos próximos dias? Comparados aos seus “pares” na Bolsa e renda fixa, os fundos imobiliários apresentam menor vulnerabilidade ao período eleitoral, aponta relatório da XP Investimentos. Nos ciclos em que houve 2º turno, aponta o documento, a volatilidade chegou, inclusive, a recuar entre o primeiro e o segundo turno, retornando posteriormente a patamares próximos aos observados antes da eleição. Continua depois da publicidade Desta vez, entre maio e o primeiro turno, a volatilidade do IFIX permaneceu acima da média histórica observada nos ciclos eleitorais anteriores, em patamar mais próximo ao registrado em 2018 e ainda elevado às vésperas da votação. Leia também: Data centers ganham espaço nos FIIs após Redata? Fundos miram renda de longo prazo “Esse movimento reflete principalmente as oscilações quanto as expectativas para os juros futuros, em um ambiente de taxas pressionadas globalmente, mas também o aumento do prêmio de risco fiscal, conforme discutido anteriormente”, explica o relatório. “Ou seja, a classe parece ter se aproximado da renda fixa na forma como precifica as incertezas associadas ao processo eleitoral”, complementa o texto. Continua depois da publicidade Em termos de retorno, analistas da XP explicam que o Ifix guarda uma particularidade adicional. Seu melhor desempenho médio ocorre justamente nos três meses que antecedem o primeiro turno. Depois do segundo turno, porém, os caminhos se separam: enquanto a bolsa tende a perder fôlego, o índice dos FIIs historicamente segue em recuperação gradual, com retornos crescentes ao longo dos 12 meses seguintes à definição eleitoral. Naturalmente, observa o relatório da XP, a magnitude do movimento depende da forma como o resultado eleitoral é recebido pelo mercado. “Em cenários em que o governo eleito é percebido de forma mais favorável pelos investidores, os retornos podem ser mais elevados, como observado após as eleições de 2018”, detalha o texto.
B3 fecha em 12 de outubro; veja quando reabre
B3 fecha no feriado de 12 de outubro; veja o que para e quando a bolsa reabre O feriado também vai dar uma pausa na tela de cotações. A B3 não terá negociações na segunda-feira, 12 de outubro, Dia de Nossa Senhora Aparecida. A suspensão alcança ações, fundos imobiliários e outros investimentos, com retomada das atividades na terça-feira (13). A informação foi confirmada pela bolsa em comunicado divulgado nesta quinta-feira (8). O Tesouro Direto também terá suas operações interrompidas durante o feriado. Quais investimentos param na B3? Na segunda-feira, não será possível negociar ações, cotas de fundos imobiliários (FIIs), fundos de índice (ETFs) e BDRs, certificados que representam valores mobiliários emitidos no exterior. A pausa também inclui os mercados de derivativos, renda fixa privada e ETFs de renda fixa, segundo o comunicado da B3. Além das compras e vendas, ficarão suspensos o registro de operações, a compensação, a liquidação, a movimentação de garantias e as atividades da Central Depositária nos segmentos listados e de balcão organizado. Esses termos descrevem etapas que acontecem nos bastidores de uma negociação. A liquidação, por exemplo, é a entrega do dinheiro e do ativo entre as partes. Já a Central Depositária mantém os registros dos ativos e de sua titularidade. Quer conhecer conteúdos e ferramentas para investir? Venha conhecer a Black Friday da Suno e confira as ofertas. E o Tesouro Direto? Quem investe em títulos públicos também precisa observar o calendário: não haverá negociação nem confirmação de investimentos no Tesouro Direto em 12 de outubro. As atividades da B3 serão retomadas normalmente na terça-feira, 13 de outubro, conforme informou a bolsa.
Perguntas Frequentes sobre VTOT11
Qual é a cotação de VTOT11 hoje na B3?
Quanto a VTOT11 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de VTOT11?
O que significa o P/L e o P/VP de VTOT11?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.
Aviso Legal: Os dados e ferramentas disponibilizados pelo Cotações Hoje têm propósito exclusivamente informativo e educacional, não constituindo recomendação de investimento.