VI

VIVT3F Telefonica Brasil S.A. – Cotação Hoje

📈 Ação B3

Telefonica Brasil S.A.

Preço Atual
R$ 30,00
+1.45%
Cotação oficial B3 em tempo real
Análise Fundamentalista • Estratégia de Longo Prazo

Selo de Investimento:

⚠️ Atenção

Atende a 3 de 12 critérios. Alguns múltiplos ou métricas de endividamento exigem cautela.

Pontuação dos Critérios 3/12 (25.0%)
Mínimo Buy & Hold: 8/12 Status: Atenção

Checklist Fundamentalista de 12 Critérios

Critérios auditados automaticamente
Dívida Líquida < Lucro Líquido (12M)
Caixa Líquido (R$ 0.00 Bi) | Lucro: R$ 6.53 Bi

A dívida líquida da empresa é menor que o lucro líquido dos últimos 12 meses

ROE > 5%
ROE não disponível

Retorno sobre o Patrimônio Líquido historicamente superior a 5%

Histórico de Dividendos (> 4% a.a.)
Sem histórico suficiente de proventos ou DY < 4%

Histórico consistente de distribuição de proventos acima de 4% a.a.

Crescimento de Receita ou Lucro (> 5%)
Dados de crescimento indisponíveis

Crescimento de receitas ou lucros superior a 5% nos últimos anos

P/VP abaixo de 5
P/VP não disponível

Preço sobre Valor Patrimonial negociado abaixo de 5x

Setor com mais de 100 anos
Setor: Outros

Atuação em setor perene e consolidado há mais de um século

Empresa Blue Chip
Ação fora da lista das principais Blue Chips

Companhia de grande porte, alta liquidez e liderança setorial

Mais de 30 anos de mercado
Fundada em 1973 (53 anos de mercado)

Companhia fundada há mais de 30 anos com histórico comprovado

P/L abaixo de 30
P/L atual: 14.55x (Abaixo de 30)

Preço sobre Lucro negociado abaixo de 30x

Dív. Líquida/EBITDA < 2
EBITDA negativo ou dados de dívida insuficientes

Alavancagem financeira controlada com Dívida Líquida/EBITDA menor que 2x

EV/EBIT abaixo de 7
EBIT ou EV não positivo

Enterprise Value sobre EBIT operacional negociado abaixo de 7x

Tag Along entre 80% e 100%
Tag Along de 0% (Abaixo de 80%)

Proteção aos acionistas minoritários com Tag Along de 80% a 100%

ℹ️ Análise algorítmica fundamentalista calculada em tempo real com base em demonstrativos CVM/B3. Não constitui recomendação de compra ou venda.
💰
Valuation por Dividendos

Método Barsi (Preço Teto)

Estratégia focada em renda passiva com cálculo do preço máximo para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base na média dos últimos 5 anos.

ℹ️ Sem histórico de proventos suficiente Não foi possível calcular o Preço Teto de Barsi devido à ausência de histórico de pagamento de dividendos nos últimos anos.
Ajustar parâmetros na Calculadora Barsi
Fórmula: DPA Médio ÷ 0,06 Alvo: Yield ≥ 6% a.a.
📐
Value Investing

Fórmula de Graham (Preço Justo)

Fórmula de Benjamin Graham determinando o valor intrínseco a partir dos múltiplos conservadores de P/L ≤ 15 e P/VP ≤ 1,5.

ℹ️ Fórmula não aplicável (Prejuízo ou PL negativo) A Fórmula de Graham só é aplicável para empresas com Lucro por Ação (LPA) e Patrimônio Líquido (VPA) positivos.
Ajustar parâmetros na Calculadora Graham
Fórmula: √(22,5 × LPA × VPA) Fator 22,5 = P/L 15 × P/VP 1,5
⚠️ Aviso Legal: As estimativas do Método Barsi e da Fórmula de Graham são modelos matemáticos teóricos baseados em dados públicos da B3/CVM. Não constituem recomendação de investimento, compra ou venda.

O ativo VIVT3F (Telefonica Brasil S.A.) está sendo negociado hoje a R$ 30,00, acumulando uma variação de +1.45% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 28,90 e a máxima de R$ 43,46. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 14.55x.

Abertura
R$ 30,01
Fec. Ant: R$ 30,19
Variação Dia
Min: R$ 29,30
Max: R$ 30,32
52 Semanas
Mín: R$ 28,90
Máx: R$ 43,46
Volume
31.273
Moeda: BRL

Histórico de Cotação: VIVT3F

Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência

Mínima no Período --
Máxima no Período --
Variação no Período --
Tendência Técnica --
Carregando cotações históricas...

Indicadores de Valuation

14.55
R$ 2,06
R$ 0,00
Enterprise Value
R$ 95,10 Bi
R$ 95,10 Bi

Indicadores de Endividamento

Dívida Líquida
R$ 0,00 Mi

Sobre a VIVT3F

Setor
Outros
Indústria / Segmento
Outros
Market Cap
R$ 95,10 Bi

Notícias relacionadas

TSE não treinou mesários para identificar óculos inteligentes, e Kassio é cobrado a 2 dias da eleição
UOL - Notícias •

TSE não treinou mesários para identificar óculos inteligentes, e Kassio é cobrado a 2 dias da eleição

Brasília Os mesários que vão atuar nas eleições de 2026 não foram treinados pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para diferenciar os chamados óculos inteligentes, que vêm com uma câmera acoplada, do acessório normal usado por milhares de eleitores com problemas de visão. A dois dias do primeiro turno, o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, foi alertado sobre o risco de prejuízo ao sigilo do voto e cobrado a tomar uma série de providências para o primeiro e o segundo turnos, que ocorrem no domingo (4) e no dia 25. Exemplares de óculos inteligentes são expostos na loja Meta Lab - Lyana Bittencourt/arquivo pessoal O ofício foi enviado ao presidente do TSE pelo Idec (Instituto de Defesa de Consumidores) e pelo Instituto Coding Rights, organização sem fins lucrativos que atua na defesa dos direitos humanos em ambientes digitais. O ofício diz que o acesso a óculos inteligentes tem se expandido globalmente, com vendas que alcançaram 9,6 milhões de unidades em 2025 e projeção de aumentar para 13,4 milhões em 2026, segundo a consultoria IDC. O principal ponto de atenção é o fato de os dispositivos terem aparência muito semelhante aos óculos comuns, com câmeras praticamente imperceptíveis, e que "está em jogo o sigilo do voto, garantia constitucional". Eleições Hoje Receba no seu email destaques das campanhas, pesquisas e disputas nos estados Carregando... Para o primeiro turno, o pedido é para que Kassio expeça um comunicado imediato aos TREs (Tribunais Regionais Eleitorais) com esse alerta e determine que qualquer ocorrência envolvendo "dispositivos vestíveis" no domingo seja registrada em ata. Já para o segundo turno, o ofício solicita ao presidente do TSE que os mesários sejam orientados em relação a "critérios objetivos de identificação de óculos inteligentes". Também pedem uma definição sobre qual procedimento a ser adotado caso o eleitor não disponha de alternativas para enxergar a urna. Os institutos também pedem que, para os pleitos seguintes, a resolução que disciplina o processo eleitoral mencione expressamente a vedação a itens eletrônicos como óculos e pulseiras. Além disso, sugere incorporar o tema aos manuais e ao treinamento obrigatório dos mesários. O TSE orienta os mesários de que "é vedado à eleitora ou ao eleitor portar aparelho de telefonia celular, máquinas fotográficas, filmadoras, equipamento de radiocomunicação ou qualquer instrumento que possa comprometer o sigilo do voto, ainda que desligados". Segundo resolução da corte, "considera-se instrumento que possa comprometer o sigilo do voto todo aquele que possibilite, de forma direta ou indireta, o registro, a transmissão ou a divulgação da escolha da eleitora ou do eleitor na urna". Nos manuais de treinamento para mesários em 2026, consta ainda a vedação a relógios digitais e tablets, mas não há menção aos óculos. No tópico sobre auxílio a pessoas com deficiência, o TSE diz que é permitido o uso de instrumentos que auxiliem o eleitor a votar, desde que não sejam eletrônicos. Em 24 de setembro, o TSE divulgou um informativo em que cita os óculos inteligentes no rol de restrições, assim como "objetos e acessórios, como canetas, chaveiros, bonés, chapéus e broches, que contenham câmera, microfone ou recurso de comunicação". Um ministro da corte eleitoral avalia que a tecnologia ainda não é tão disseminada no Brasil e aposta que, se houver irregularidades, serão casos pontuais. Segundo esse magistrado, todos os casos suspeitos de violação são encaminhados ao Ministério Público para investigação. Um dos principais receios é de que o uso dos óculos inteligentes sirva como instrumento de coação em casos de compra de votos, já que as imagens ilegais da urna podem comprovar que o eleitor atendeu a quem lhe pagou.

TSE não treinou mesários para identificar óculos inteligentes, e Kassio é cobrado a 2 dias da eleição
Folha - Poder •

TSE não treinou mesários para identificar óculos inteligentes, e Kassio é cobrado a 2 dias da eleição

Brasília Os mesários que vão atuar nas eleições de 2026 não foram treinados pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para diferenciar os chamados óculos inteligentes, que vêm com uma câmera acoplada, do acessório normal usado por milhares de eleitores com problemas de visão. A dois dias do primeiro turno, o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, foi alertado sobre o risco de prejuízo ao sigilo do voto e cobrado a tomar uma série de providências para o primeiro e o segundo turnos, que ocorrem no domingo (4) e no dia 25. Exemplares de óculos inteligentes são expostos na loja Meta Lab - Lyana Bittencourt/arquivo pessoal O ofício foi enviado ao presidente do TSE pelo Idec (Instituto de Defesa de Consumidores) e pelo Instituto Coding Rights, organização sem fins lucrativos que atua na defesa dos direitos humanos em ambientes digitais. O ofício diz que o acesso a óculos inteligentes tem se expandido globalmente, com vendas que alcançaram 9,6 milhões de unidades em 2025 e projeção de aumentar para 13,4 milhões em 2026, segundo a consultoria IDC. O principal ponto de atenção é o fato de os dispositivos terem aparência muito semelhante aos óculos comuns, com câmeras praticamente imperceptíveis, e que "está em jogo o sigilo do voto, garantia constitucional". Eleições Hoje Receba no seu email destaques das campanhas, pesquisas e disputas nos estados Carregando... Para o primeiro turno, o pedido é para que Kassio expeça um comunicado imediato aos TREs (Tribunais Regionais Eleitorais) com esse alerta e determine que qualquer ocorrência envolvendo "dispositivos vestíveis" no domingo seja registrada em ata. Já para o segundo turno, o ofício solicita ao presidente do TSE que os mesários sejam orientados em relação a "critérios objetivos de identificação de óculos inteligentes". Também pedem uma definição sobre qual procedimento a ser adotado caso o eleitor não disponha de alternativas para enxergar a urna. Os institutos também pedem que, para os pleitos seguintes, a resolução que disciplina o processo eleitoral mencione expressamente a vedação a itens eletrônicos como óculos e pulseiras. Além disso, sugere incorporar o tema aos manuais e ao treinamento obrigatório dos mesários. O TSE orienta os mesários de que "é vedado à eleitora ou ao eleitor portar aparelho de telefonia celular, máquinas fotográficas, filmadoras, equipamento de radiocomunicação ou qualquer instrumento que possa comprometer o sigilo do voto, ainda que desligados". Segundo resolução da corte, "considera-se instrumento que possa comprometer o sigilo do voto todo aquele que possibilite, de forma direta ou indireta, o registro, a transmissão ou a divulgação da escolha da eleitora ou do eleitor na urna". Nos manuais de treinamento para mesários em 2026, consta ainda a vedação a relógios digitais e tablets, mas não há menção aos óculos. No tópico sobre auxílio a pessoas com deficiência, o TSE diz que é permitido o uso de instrumentos que auxiliem o eleitor a votar, desde que não sejam eletrônicos. Em 24 de setembro, o TSE divulgou um informativo em que cita os óculos inteligentes no rol de restrições, assim como "objetos e acessórios, como canetas, chaveiros, bonés, chapéus e broches, que contenham câmera, microfone ou recurso de comunicação". Um ministro da corte eleitoral avalia que a tecnologia ainda não é tão disseminada no Brasil e aposta que, se houver irregularidades, serão casos pontuais. Segundo esse magistrado, todos os casos suspeitos de violação são encaminhados ao Ministério Público para investigação. Um dos principais receios é de que o uso dos óculos inteligentes sirva como instrumento de coação em casos de compra de votos, já que as imagens ilegais da urna podem comprovar que o eleitor atendeu a quem lhe pagou.

Os planos do novo CEO da B3 (B3SA3) para fortalecer a bolsa de valores diante do avanço da concorrência, segundo o BTG
B3 •

Os planos do novo CEO da B3 (B3SA3) para fortalecer a bolsa de valores diante do avanço da concorrência, segundo o BTG

O novo CEO da B3 (B3SA3), Christian Egan, passou os últimos três meses apenas ouvindo clientes, investidores e agentes reguladores. Agora, começou a falar sobre quais serão os próximos passos da bolsa de valores brasileira. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Se nos últimos anos a B3 nadou sozinha, já há concorrentes se preparando para mergulhar no mercado financeiro e captar parte do mercado. Em novo relatório, o banco BTG Pactual destaca que os próximos projetos e lançamentos da empresa buscam endereçar dores dos clientes e aumentar seu fosso competitivo, principalmente em áreas em que as rivais podem competir com mais força. "Acreditamos que Chris Egan começou com o pé direito, focando nas prioridades corretas: ele está atento às pressões competitivas e já tem iniciativas concretas em andamento nas áreas de experiência do cliente, tecnologia e produtos", disse o banco, em relatório divulgado depois de um encontro com o CEO em uma conferência em Nova York. De acordo com o BTG, o foco de Egan será principalmente simplificar a companhia. Isso permitirá que a B3 responda mais rápido às necessidades dos clientes, novas regulamentações e pressão de concorrentes, diz o banco. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE A alta recente das ações da B3 está fortemente relacionada ao rali eleitoral. Caso a situação seja mais positiva do ponto de vista fiscal e de juros, a bolsa de valores pode voltar a ter mais força, o que impulsiona os papéis da operadora. Leia Também "Porém, se Egan conseguir executar seus planos e gerar resultados concretos, enxergamos espaço para que a B3 se torne mais do que apenas uma tese ligada à trajetória dos juros", disse o BTG. O banco tem recomendação neutra para o papel e preço-alvo de R$ 19 para as ações, com potencial de retorno de 7,6% em um ano. De olho na concorrência O Brasil já teve outras bolsas de valores, mas nos últimos anos a B3 operou praticamente sozinha, desde a fusão entre a BM&FBovespa e a Cetip, em 2017. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Agora, o aumento da concorrência força a B3 a ter uma velocidade maior de reação. O mercado passará por mudanças com a chegada da BEE4, voltada a pequenas e médias empresas, a A5X, de derivativos, a CSD BR e Base Exchange, projeto apoiado pelo Mubadala Capital. A BEE4 já está em operação, e as outras devem ser lançadas no médio prazo. QUER INVESTIR MELHOR? Comece o dia descobrindo o que move o mercado financeiro e os seus investimentos, de forma 100% gratuita! Telefone VEJA AQUI A relação da B3 com a concorrência não é assim tão simples. Em junho deste ano, a Superintendência-Geral do Cade recomendou a condenação da B3 por práticas anticoncorrenciais, alegando que as políticas comerciais da B3 dificultaram o avanço de outras companhias. O órgão de defesa da concorrência também citou os obstáculos à interoperabilidade entre diferentes infraestruturas de mercado. A decisão final, no entanto, caberá ao tribunal do Cade. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Os planos de Chris Egan para a B3 Enquanto a concorrência se prepara para atuar, a B3 está planejando como irá manter seu mercado. Os produtos e melhorias da bolsa terão um foco específico: melhorar a oferta da empresa justamente em áreas em que a concorrência pode entrar com mais força. A diretoria da B3 sabe que sua hegemonia no mercado de ações, derivativos e outros investimentos está ameaçada, diz o BTG. Mesmo assim, acredita que ela não deve perder um grande volume de clientes ou negociações. Afinal, a B3 não é apenas o ambiente em que investidores compram e vendem ações, cotas de fundos, ETFs e títulos de renda fixa. Ela também fornece parte essencial da infraestrutura tecnológica e de pós-negociação que permite o registro, a compensação, a liquidação e o gerenciamento de riscos dessas operações. Ela também detém a propriedade intelectual por trás do CDI (Certificado de Depósito Interbancário) e do Ibovespa, as principais referências quando se trata de renda fixa ou variável. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Mesmo assim, há espaço para melhoras. Um ponto é o desenvolvimento e atualização de sistemas e tecnologias para reduzir a complexidade e a fricção com os clientes. Parece um exagero, mas os clientes da B3 navegam hoje entre 45 plataformas digitais diferentes, com precificações diferentes. A operadora da bolsa de valores contratou a consultoria McKinsey para ajudá-la nesse processo, diz o BTG. Entre as prioridades, está a modernização de sua plataforma de clearing, a infraestrutura que fica entre compradores e vendedores para assegurar os detalhes e garantias das transações. É um sistema legado, muito mais pesado e complexo do que poderia ser, disse a diretoria da bolsa ao banco. O aluguel de ações ou ativos também é uma operação afetada por sistemas antigos. A B3 está redesenhando a infraestrutura desse produto e discutindo mudanças com o Banco Central para expandir o conjunto de ativos disponíveis para empréstimo. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Lançamentos de novos produtos da B3 O segredo não é investir mais, mas sim direcionar os gastos para medidas que realmente ajudem a melhorar a experiência dos clientes. Por isso, modernizar sistemas e produtos antigos tem o seu custo: a empresa deve desacelerar o lançamento de novos produtos. 2025 foi um ano prolífico para a companhia, com 25 novos lançamentos. Já em 2026 e 2027 a companhia deve soltar cerca de 20 novos produtos, diz o BTG. Neste ano, a companhia já lançou novos índices, opções sobre futuros de bitcoins e o Tesouro Reserva, por exemplo. Os ETFs são outra avenida de crescimento da B3. Esses fundos de índice representam 10% de todo o volume negociado diariamente, embora sejam responsáveis por apenas 1% do total de ativos sob gestão. Os ETFs alavancados e os mercados de previsão (prediction markets) vinculados a resultados macroeconômicos e financeiros também fazem parte da agenda de novos produtos, diz o BTG. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Perguntas Frequentes sobre VIVT3F

Qual é a cotação de VIVT3F hoje na B3?
A cotação de VIVT3F hoje está em R$ 30,00. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 29,30 e máxima de R$ 30,32.
Quanto a VIVT3F paga de dividendos?
Atualmente não há registros de proventos recentes para o ticker VIVT3F. Consulte os relatórios trimestrais e fatos relevantes para atualizações.
Como calcular o Preço Teto de VIVT3F?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de VIVT3F para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de VIVT3F?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

Aviso Legal: Os dados e ferramentas disponibilizados pelo Cotações Hoje têm propósito exclusivamente informativo e educacional, não constituindo recomendação de investimento.