VIVT3 Telefonica Brasil S.A. – Cotação Hoje
Telefonica Brasil S.A.
CNPJ: 02558157000162
Selo de Investimento:
🛡️ Buy and HoldAtende a 10 de 12 critérios fundamentalistas para estratégias de longo prazo.
Checklist Fundamentalista de 12 Critérios
Critérios auditados automaticamenteA dívida líquida da empresa é menor que o lucro líquido dos últimos 12 meses
Retorno sobre o Patrimônio Líquido historicamente superior a 5%
Histórico consistente de distribuição de proventos acima de 4% a.a.
Crescimento de receitas ou lucros superior a 5% nos últimos anos
Preço sobre Valor Patrimonial negociado abaixo de 5x
Atuação em setor perene e consolidado há mais de um século
Companhia de grande porte, alta liquidez e liderança setorial
Companhia fundada há mais de 30 anos com histórico comprovado
Preço sobre Lucro negociado abaixo de 30x
Alavancagem financeira controlada com Dívida Líquida/EBITDA menor que 2x
Enterprise Value sobre EBIT operacional negociado abaixo de 7x
Proteção aos acionistas minoritários com Tag Along de 80% a 100%
Método Barsi (Preço Teto)
Estratégia focada em renda passiva com cálculo do preço máximo para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base na média dos últimos 5 anos.
Fórmula de Graham (Preço Justo)
Fórmula de Benjamin Graham determinando o valor intrínseco a partir dos múltiplos conservadores de P/L ≤ 15 e P/VP ≤ 1,5.
Resumo Fundamentalista de VIVT3
O ativo VIVT3 (Telefonica Brasil S.A.) está sendo negociado hoje a R$ 30,14, acumulando uma variação de +1.89% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 28,99 e a máxima de R$ 43,47. A companhia está inserida no setor de Telecomunicações. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 14.62x e P/VP de 1.45x. Com Dividend Yield acumulado nos últimos 12 meses de 3.47%.
Histórico de Cotação: VIVT3
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores de Valuation
Indicadores de Endividamento
Indicadores de Eficiência
Indicadores de Crescimento
Dados Financeiros
Resultados Financeiros
| Indicador (Anual) | 2025 | 2024 | 2023 | 2022 |
|---|---|---|---|---|
| Receita Total | R$ 59.595,00 Mi | R$ 55.845,05 Mi | R$ 52.100,15 Mi | R$ 48.041,16 Mi |
| Lucro Bruto | R$ 26.669,63 Mi | R$ 24.492,89 Mi | R$ 22.684,75 Mi | R$ 20.609,48 Mi |
| EBIT / Lucro Operacional | R$ 9.859,28 Mi | R$ 8.673,51 Mi | R$ 7.917,82 Mi | R$ 6.597,91 Mi |
| Lucro Líquido | R$ 6.177,54 Mi | R$ 5.557,33 Mi | R$ 5.039,98 Mi | R$ 4.057,90 Mi |
Sobre a VIVT3
A Telefônica Brasil S.A., listada na B3 sob o ticker VIVT3, foi constituída em 1998 e atua no setor de telecomunicações no Brasil com a marca comercial Vivo. A companhia integra o grupo espanhol Telefónica e opera serviços de conectividade para consumidores e empresas. As operações incluem telefonia móvel, telefonia fixa, banda larga, transmissão de dados e serviços digitais associados. A empresa mantém rede de infraestrutura para oferta de serviços convergentes e monetização em diferentes segmentos de clientes. No ambiente competitivo, a Telefônica Brasil disputa mercado com outras operadoras nacionais em mobilidade, fibra e serviços corporativos. O desempenho é influenciado por competição de preços, investimento em rede e evolução regulatória do setor de telecom. A companhia possui atuação nacional e base de clientes de grande escala. Em termos operacionais, reporta dezenas de milhões de acessos e cerca de 34 mil empregados, com presença ampla em centros urbanos e expansão contínua da infraestrutura de telecomunicações.
Outras Ações do Setor de Telecomunicações
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Os planos do novo CEO da B3 (B3SA3) para fortalecer a bolsa de valores diante do avanço da concorrência, segundo o BTG
O novo CEO da B3 (B3SA3), Christian Egan, passou os últimos três meses apenas ouvindo clientes, investidores e agentes reguladores. Agora, começou a falar sobre quais serão os próximos passos da bolsa de valores brasileira. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Se nos últimos anos a B3 nadou sozinha, já há concorrentes se preparando para mergulhar no mercado financeiro e captar parte do mercado. Em novo relatório, o banco BTG Pactual destaca que os próximos projetos e lançamentos da empresa buscam endereçar dores dos clientes e aumentar seu fosso competitivo, principalmente em áreas em que as rivais podem competir com mais força. "Acreditamos que Chris Egan começou com o pé direito, focando nas prioridades corretas: ele está atento às pressões competitivas e já tem iniciativas concretas em andamento nas áreas de experiência do cliente, tecnologia e produtos", disse o banco, em relatório divulgado depois de um encontro com o CEO em uma conferência em Nova York. De acordo com o BTG, o foco de Egan será principalmente simplificar a companhia. Isso permitirá que a B3 responda mais rápido às necessidades dos clientes, novas regulamentações e pressão de concorrentes, diz o banco. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE A alta recente das ações da B3 está fortemente relacionada ao rali eleitoral. Caso a situação seja mais positiva do ponto de vista fiscal e de juros, a bolsa de valores pode voltar a ter mais força, o que impulsiona os papéis da operadora. Leia Também "Porém, se Egan conseguir executar seus planos e gerar resultados concretos, enxergamos espaço para que a B3 se torne mais do que apenas uma tese ligada à trajetória dos juros", disse o BTG. O banco tem recomendação neutra para o papel e preço-alvo de R$ 19 para as ações, com potencial de retorno de 7,6% em um ano. De olho na concorrência O Brasil já teve outras bolsas de valores, mas nos últimos anos a B3 operou praticamente sozinha, desde a fusão entre a BM&FBovespa e a Cetip, em 2017. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Agora, o aumento da concorrência força a B3 a ter uma velocidade maior de reação. O mercado passará por mudanças com a chegada da BEE4, voltada a pequenas e médias empresas, a A5X, de derivativos, a CSD BR e Base Exchange, projeto apoiado pelo Mubadala Capital. A BEE4 já está em operação, e as outras devem ser lançadas no médio prazo. QUER INVESTIR MELHOR? Comece o dia descobrindo o que move o mercado financeiro e os seus investimentos, de forma 100% gratuita! Telefone VEJA AQUI A relação da B3 com a concorrência não é assim tão simples. Em junho deste ano, a Superintendência-Geral do Cade recomendou a condenação da B3 por práticas anticoncorrenciais, alegando que as políticas comerciais da B3 dificultaram o avanço de outras companhias. O órgão de defesa da concorrência também citou os obstáculos à interoperabilidade entre diferentes infraestruturas de mercado. A decisão final, no entanto, caberá ao tribunal do Cade. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Os planos de Chris Egan para a B3 Enquanto a concorrência se prepara para atuar, a B3 está planejando como irá manter seu mercado. Os produtos e melhorias da bolsa terão um foco específico: melhorar a oferta da empresa justamente em áreas em que a concorrência pode entrar com mais força. A diretoria da B3 sabe que sua hegemonia no mercado de ações, derivativos e outros investimentos está ameaçada, diz o BTG. Mesmo assim, acredita que ela não deve perder um grande volume de clientes ou negociações. Afinal, a B3 não é apenas o ambiente em que investidores compram e vendem ações, cotas de fundos, ETFs e títulos de renda fixa. Ela também fornece parte essencial da infraestrutura tecnológica e de pós-negociação que permite o registro, a compensação, a liquidação e o gerenciamento de riscos dessas operações. Ela também detém a propriedade intelectual por trás do CDI (Certificado de Depósito Interbancário) e do Ibovespa, as principais referências quando se trata de renda fixa ou variável. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Mesmo assim, há espaço para melhoras. Um ponto é o desenvolvimento e atualização de sistemas e tecnologias para reduzir a complexidade e a fricção com os clientes. Parece um exagero, mas os clientes da B3 navegam hoje entre 45 plataformas digitais diferentes, com precificações diferentes. A operadora da bolsa de valores contratou a consultoria McKinsey para ajudá-la nesse processo, diz o BTG. Entre as prioridades, está a modernização de sua plataforma de clearing, a infraestrutura que fica entre compradores e vendedores para assegurar os detalhes e garantias das transações. É um sistema legado, muito mais pesado e complexo do que poderia ser, disse a diretoria da bolsa ao banco. O aluguel de ações ou ativos também é uma operação afetada por sistemas antigos. A B3 está redesenhando a infraestrutura desse produto e discutindo mudanças com o Banco Central para expandir o conjunto de ativos disponíveis para empréstimo. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Lançamentos de novos produtos da B3 O segredo não é investir mais, mas sim direcionar os gastos para medidas que realmente ajudem a melhorar a experiência dos clientes. Por isso, modernizar sistemas e produtos antigos tem o seu custo: a empresa deve desacelerar o lançamento de novos produtos. 2025 foi um ano prolífico para a companhia, com 25 novos lançamentos. Já em 2026 e 2027 a companhia deve soltar cerca de 20 novos produtos, diz o BTG. Neste ano, a companhia já lançou novos índices, opções sobre futuros de bitcoins e o Tesouro Reserva, por exemplo. Os ETFs são outra avenida de crescimento da B3. Esses fundos de índice representam 10% de todo o volume negociado diariamente, embora sejam responsáveis por apenas 1% do total de ativos sob gestão. Os ETFs alavancados e os mercados de previsão (prediction markets) vinculados a resultados macroeconômicos e financeiros também fazem parte da agenda de novos produtos, diz o BTG. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Fachin marca reunião com PF sobre achados no celular de Vorcaro contra ministros do STF
Brasília O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Edson Fachin, informou nesta sexta-feira (2), em nota, que irá se encontrar com representantes da Polícia Federal, na segunda semana de outubro, para tratar das menções a ministros da corte encontradas no celular de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Fachin acrescentou que a solicitação de audiência da PF para tratar do assunto foi feita na manhã de quinta-feira (1º) "e prontamente atendida". Ele também negou que tenha havido demora para marcar a data, afirmando que não foi designado um dia anterior devido a "dificuldades mútuas de agenda". Em ofício enviado à PF, também nesta sexta, ele disse que comunicados enviados ao Supremo dessa natureza, apresentados integralmente, sem exceção de pessoa, terão "os encaminhamentos devidos". "A circunstância merece registro, sobretudo porque há inequívoco interesse institucional em que todo e qualquer fato relevante seja rigorosamente apurado, sem exceção de qualquer natureza", disse. O ministro Edson Fachin em abertura do seminário nacional de magistrados e servidores que atuam em varas do Tribunal do Júri, no Conselho Nacional de Justiça - Gabriela Biló- 22.set.26/Folhapress A PF espera, com o encontro, saber o que faz com os achados: se investiga as relações dos magistrados com Vorcaro, se produz relatórios detalhando o conteúdo das mensagens ou se as ignora. Fachin também afirmou que se almeja que a apuração se desenvolva com estrita observância das normas constitucionais e processuais aplicáveis, preservando-se, de um lado, a autonomia das instituições responsáveis pela investigação e pela persecução penal e, de outro, as competências do STF. "Reitero que o nosso propósito é assegurar que todos os fatos sejam devidamente esclarecidos, sem qualquer exceção de fato ou de pessoa, com observância rigorosa do devido processo legal, da competência dos órgãos constitucionalmente incumbidos da investigação e da persecução penal e das garantias próprias da jurisdição", disse. Uma das menções encontradas indica que o dono do Master mantinha contato com uma pessoa apontada como sendo o ministro Alexandre de Moraes. As mensagens vieram à tona depois que o ministro André Mendonça pediu manifestação da PGR (Procuradoria-Geral da República) sobre um relatório enviado pela PF ao STF. Os diálogos recuperados do celular do banqueiro apontam que ele teria perguntado a Moraes, dois dias antes de ser preso, em 17 de novembro de 2025, se deveria deixar o país. Mostram ainda que o ministro teria feito edições num contrato de R$ 131 milhões entre o Master e o escritório de advocacia de sua mulher, Viviane Barci de Moraes, e que os dois se encontraram pelo menos seis vezes desde 2024. Já Mendonça recebeu Vorcaro para uma conversa em março de 2025. A aproximação foi articulada pelo advogado Ciro Rocha Soares e pelo deputado federal Cezinha de Madureira (PL-SP). Mensagens extraídas do celular do dono do Master mostram que ele recebeu de Ciro uma fotografia ao lado do ministro. Em nota, Mendonça afirmou que o encontro tratou de um processo sobre precatórios de interesse do Master e que votou contra o empresário no julgamento. FolhaJus A newsletter sobre o mundo jurídico exclusiva para assinantes da Folha Carregando... Outros diálogos indicam que o empresário Francisco Feitosa, conhecido como Chiquinho e ex-cunhado de Gilmar Mendes, foi contratado em 2024 pelo ex-banqueiro e tratou de interesses do dono do Banco Master relacionados a universidades privadas. As conversas entre Vorcaro e um número de telefone atribuído a Chiquinho se deram ao menos de abril de 2024 a junho de 2025, período em que Gilmar relatava ações no Supremo sobre a abertura de novos cursos de medicina. O telefone do ex-banqueiro foi apreendido em investigação pela PF. Questionado sobre os diálogos, Gilmar afirmou, por meio de sua assessoria, que nunca tratou de nenhuma pauta relacionada ao MEC com o ex-banqueiro ou Chiquinho e que votou a favor do governo, não das universidades, na ação sobre os novos cursos. As investigações também mostraram que Vorcaro tinha um contrato que previa honorários de até R$ 427 milhões com o escritório da advogada Camilla Ramos, apontada ao lado do marido, o juiz federal Newton Ramos, do TRF-1 (Tribunal Regional Federal da 1ª Região), como integrante da chamada "Turma do KN". Mensagens extraídas do celular do ex-banqueiro mostraram ainda tratativas de pessoas ligadas a ele com Newton envolvendo hospedagens e acesso a eventos. Em uma das conversas, uma solicitação de diária no hotel Fasano é atribuída pelo juiz federal ao ministro Kassio Nunes Marques. Kassio nega ter pedido qualquer coisa a Vorcaro, trocado mensagens com ele ou autorizado terceiros a falar em seu nome. A Polícia Federal também suspeita que o ministro Dias Toffoli seria proprietário ou beneficiário final do fundo de investimento Arleen, que recebeu R$ 35 milhões de Vorcaro. O fundo Arleen comprou uma parte das cotas da Maridt —empresa de José Eugenio e José Carlos Dias Toffoli, irmãos do ministro, e da qual o magistrado admitiu fazer parte do quadro societário, como a Folha revelou— no resort Tayayá, em Ribeirão Claro (PR). Mensagens obtidas pela PF no celular de Vorcaro mostram diálogos que o ex-banqueiro teria tido com seus operadores financeiro, o cunhado Fabiano Zettel, e político, Fábio Faria, ex-ministro das Comunicações do governo Jair Bolsonaro, ao saber de atrasos nas transferências para o fundo Arleen. Há também uma mensagem endereçada a Toffoli que, no contexto, é avaliada pela PF como tentativa de justificar os atrasos ao magistrado. "Oi, tudo bem? Gostaria de te ver rapidamente, você teria algum horário hoje?", escreveu Vorcaro após avisar a Faria que conversaria com Toffoli. Não há indicação de resposta do ministro no documento da PF. Em nota, o gabinete de Toffoli afirmou que o ministro "jamais teve relação de amizade ou intimidade com Daniel Vorcaro". Outras mensagens do celular de Vorcaro indicam que ele usou duas empresas para custear, em maio de 2024, uma viagem de Luiz Fux a Nova York e um almoço em homenagem ao ministro. As conversas apontam que o dono do Master deu orientações a uma funcionária para a compra das passagens e hospedagens de Fux e da esposa do ministro, Eliane Fux, pedindo que as despesas fossem feitas por meio de Antonio Camarotti, CEO e publisher da revista Forbes no Brasil. Fux afirmou, em nota enviada pela assessoria de imprensa do STF, que nunca trocou mensagens com Vorcaro e que "nunca foi convidado por ele para eventos". O ministro disse que foi "convidado diretamente pela Forbes" e que "proferiu palestra em evento da revista, em maio de 2024, sobre segurança jurídica e o risco Brasil". Também afirmou que não teve contato com Vorcaro durante o almoço.
Fachin marca reunião com PF sobre achados no celular de Vorcaro contra ministros do STF
Brasília O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Edson Fachin, informou nesta sexta-feira (2), em nota, que irá se encontrar com representantes da Polícia Federal, na segunda semana de outubro, para tratar das menções a ministros da corte encontradas no celular de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Fachin acrescentou que a solicitação de audiência da PF para tratar do assunto foi feita na manhã de quinta-feira (1º) "e prontamente atendida". Ele também negou que tenha havido demora para marcar a data, afirmando que não foi designado um dia anterior devido a "dificuldades mútuas de agenda". Em ofício enviado à PF, também nesta sexta, ele disse que comunicados enviados ao Supremo dessa natureza, apresentados integralmente, sem exceção de pessoa, terão "os encaminhamentos devidos". "A circunstância merece registro, sobretudo porque há inequívoco interesse institucional em que todo e qualquer fato relevante seja rigorosamente apurado, sem exceção de qualquer natureza", disse. O ministro Edson Fachin em abertura do seminário nacional de magistrados e servidores que atuam em varas do Tribunal do Júri, no Conselho Nacional de Justiça - Gabriela Biló- 22.set.26/Folhapress A PF espera, com o encontro, saber o que faz com os achados: se investiga as relações dos magistrados com Vorcaro, se produz relatórios detalhando o conteúdo das mensagens ou se as ignora. Fachin também afirmou que se almeja que a apuração se desenvolva com estrita observância das normas constitucionais e processuais aplicáveis, preservando-se, de um lado, a autonomia das instituições responsáveis pela investigação e pela persecução penal e, de outro, as competências do STF. "Reitero que o nosso propósito é assegurar que todos os fatos sejam devidamente esclarecidos, sem qualquer exceção de fato ou de pessoa, com observância rigorosa do devido processo legal, da competência dos órgãos constitucionalmente incumbidos da investigação e da persecução penal e das garantias próprias da jurisdição", disse. Uma das menções encontradas indica que o dono do Master mantinha contato com uma pessoa apontada como sendo o ministro Alexandre de Moraes. As mensagens vieram à tona depois que o ministro André Mendonça pediu manifestação da PGR (Procuradoria-Geral da República) sobre um relatório enviado pela PF ao STF. Os diálogos recuperados do celular do banqueiro apontam que ele teria perguntado a Moraes, dois dias antes de ser preso, em 17 de novembro de 2025, se deveria deixar o país. Mostram ainda que o ministro teria feito edições num contrato de R$ 131 milhões entre o Master e o escritório de advocacia de sua mulher, Viviane Barci de Moraes, e que os dois se encontraram pelo menos seis vezes desde 2024. Já Mendonça recebeu Vorcaro para uma conversa em março de 2025. A aproximação foi articulada pelo advogado Ciro Rocha Soares e pelo deputado federal Cezinha de Madureira (PL-SP). Mensagens extraídas do celular do dono do Master mostram que ele recebeu de Ciro uma fotografia ao lado do ministro. Em nota, Mendonça afirmou que o encontro tratou de um processo sobre precatórios de interesse do Master e que votou contra o empresário no julgamento. FolhaJus A newsletter sobre o mundo jurídico exclusiva para assinantes da Folha Carregando... Outros diálogos indicam que o empresário Francisco Feitosa, conhecido como Chiquinho e ex-cunhado de Gilmar Mendes, foi contratado em 2024 pelo ex-banqueiro e tratou de interesses do dono do Banco Master relacionados a universidades privadas. As conversas entre Vorcaro e um número de telefone atribuído a Chiquinho se deram ao menos de abril de 2024 a junho de 2025, período em que Gilmar relatava ações no Supremo sobre a abertura de novos cursos de medicina. O telefone do ex-banqueiro foi apreendido em investigação pela PF. Questionado sobre os diálogos, Gilmar afirmou, por meio de sua assessoria, que nunca tratou de nenhuma pauta relacionada ao MEC com o ex-banqueiro ou Chiquinho e que votou a favor do governo, não das universidades, na ação sobre os novos cursos. As investigações também mostraram que Vorcaro tinha um contrato que previa honorários de até R$ 427 milhões com o escritório da advogada Camilla Ramos, apontada ao lado do marido, o juiz federal Newton Ramos, do TRF-1 (Tribunal Regional Federal da 1ª Região), como integrante da chamada "Turma do KN". Mensagens extraídas do celular do ex-banqueiro mostraram ainda tratativas de pessoas ligadas a ele com Newton envolvendo hospedagens e acesso a eventos. Em uma das conversas, uma solicitação de diária no hotel Fasano é atribuída pelo juiz federal ao ministro Kassio Nunes Marques. Kassio nega ter pedido qualquer coisa a Vorcaro, trocado mensagens com ele ou autorizado terceiros a falar em seu nome. A Polícia Federal também suspeita que o ministro Dias Toffoli seria proprietário ou beneficiário final do fundo de investimento Arleen, que recebeu R$ 35 milhões de Vorcaro. O fundo Arleen comprou uma parte das cotas da Maridt —empresa de José Eugenio e José Carlos Dias Toffoli, irmãos do ministro, e da qual o magistrado admitiu fazer parte do quadro societário, como a Folha revelou— no resort Tayayá, em Ribeirão Claro (PR). Mensagens obtidas pela PF no celular de Vorcaro mostram diálogos que o ex-banqueiro teria tido com seus operadores financeiro, o cunhado Fabiano Zettel, e político, Fábio Faria, ex-ministro das Comunicações do governo Jair Bolsonaro, ao saber de atrasos nas transferências para o fundo Arleen. Há também uma mensagem endereçada a Toffoli que, no contexto, é avaliada pela PF como tentativa de justificar os atrasos ao magistrado. "Oi, tudo bem? Gostaria de te ver rapidamente, você teria algum horário hoje?", escreveu Vorcaro após avisar a Faria que conversaria com Toffoli. Não há indicação de resposta do ministro no documento da PF. Em nota, o gabinete de Toffoli afirmou que o ministro "jamais teve relação de amizade ou intimidade com Daniel Vorcaro". Outras mensagens do celular de Vorcaro indicam que ele usou duas empresas para custear, em maio de 2024, uma viagem de Luiz Fux a Nova York e um almoço em homenagem ao ministro. As conversas apontam que o dono do Master deu orientações a uma funcionária para a compra das passagens e hospedagens de Fux e da esposa do ministro, Eliane Fux, pedindo que as despesas fossem feitas por meio de Antonio Camarotti, CEO e publisher da revista Forbes no Brasil. Fux afirmou, em nota enviada pela assessoria de imprensa do STF, que nunca trocou mensagens com Vorcaro e que "nunca foi convidado por ele para eventos". O ministro disse que foi "convidado diretamente pela Forbes" e que "proferiu palestra em evento da revista, em maio de 2024, sobre segurança jurídica e o risco Brasil". Também afirmou que não teve contato com Vorcaro durante o almoço.
Perguntas Frequentes sobre VIVT3
Qual é a cotação de VIVT3 hoje na B3?
Quanto a VIVT3 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de VIVT3?
O que significa o P/L e o P/VP de VIVT3?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
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