Logotipo de Hedge VGR Credito Fundo de Investimento Imobiliario de Responsabilidade Limitada

VGRH11 Hedge VGR Credito Fundo de Investimento Imobiliario de Responsabilidade Limitada – Cotação Hoje

🏢 FII Fundo Imobiliário (FII)

Hedge VGR Credito Fundo de Investimento Imobiliario de Responsabilidade Limitada

CNPJ: 67624043000119

Preço Atual
R$ 100,00
+0.00%
Cotação oficial B3 em tempo real
Resumo Executivo (Visão Geral em Tempo Real)

VGRH11 (Hedge VGR Credito Fundo de Investimento Imobiliario de Responsabilidade Limitada) é um fundo de investimento imobiliário (FII) do setor de Fundo Imobiliário (FII). No pregão de hoje, o ativo é negociado a R$ 100,00, registrando variação de +0.00% no dia. O índice Preço/Valor Patrimonial (P/VP) está avaliado em 1.03x. O Dividend Yield (DY) acumulado nos últimos 12 meses é de aproximadamente 1.00%.

Análise de Fundos Imobiliários • Geração de Renda Passiva

Selo de Investimento:

⚠️ Atenção

Atende a 4 de 11 critérios. Alguns múltiplos de valuation, histórico ou liquidez exigem atenção.

Pontuação dos Critérios 4/11 (36.4%)
Mínimo Renda Sólida: 7/10 Status: Atenção

Checklist Fundamentalista de 11 Critérios

Critérios de consistência e valuation auditados
Dividend Yield > 6% a.a.
DY 12M atual: 0.85% a.a.

Retorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano

Distribuição Mensal Consistente
1 meses com distribuição registrada nos últimos 12 meses

Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses

P/VP até 1.10 (Sem ágio excessivo)
P/VP atual: 1.03x (Abaixo de 1.10)

Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial

P/VP acima de 0.70
P/VP atual: 1.03x (Acima de 0.70)

Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito

Estabilidade nos Proventos
Histórico insuficiente para cálculo trimestral

Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente

Patrimônio > R$ 500 Milhões
Patrimônio Líquido: R$ 55.5 milhões

Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência

Liquidez Diária > R$ 500 mil
Volume médio diário: R$ 1 mil

Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book

Segmento Consolidado
Segmento: Fundo Imobiliário (FII)

Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária

Mais de 3 anos na Bolsa
Data de IPO/listagem não mapeada

Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos

DY Sustentável (≤ 18% a.a.)
DY sustentável: 0.85% a.a. (Abaixo de 18%)

Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias

Vacância Física < 10%
Vacância Física: 0.0% (Abaixo de 10%)

Nível de ocupação saudável dos imóveis para garantir a receita de aluguéis (Ignorado para fundos de papel)

ℹ️ Análise algorítmica de FIIs calculada em tempo real com base em dados de proventos e patrimônio B3/CVM. Não constitui recomendação de compra ou venda.
🏢
Valuation de Rendimentos

Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)

Acima do Teto

Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.

Preço Teto Projetado (Yield 6%)
R$ 14,17
Rendimento Anual (12M) R$ 0,85
Margem de Segurança -605.72%
Ajustar parâmetros na Calculadora de Preço Teto
Fórmula: Rendimento Anual ÷ 0,06 Alvo: Yield ≥ 6% a.a.
⚠️ Aviso Legal: As estimativas do Método Barsi são modelos matemáticos teóricos baseados em dados públicos da B3/CVM. Não constituem recomendação de investimento, compra ou venda.

O ativo VGRH11 (Hedge VGR Credito Fundo de Investimento Imobiliario de Responsabilidade Limitada) está sendo negociado hoje a R$ 100,00, acumulando uma variação de +0.00% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 99,15 e a máxima de R$ 105,00. O fundo atua no segmento de Fundo Imobiliário (FII), registrando um Dividend Yield (12M) de 0.85% e indicador P/VP de 1.03x.

✓ Fonte Oficial: CVM (Comissão de Valores Mobiliários) e B3 S.A. Brasil, Bolsa, Balcão
Dados públicos em conformidade com a Lei das S/A (Lei 6.404/76)
Abertura
R$ 100,00
Fec. Ant: R$ 100,00
Variação Dia
Min: R$ 100,00
Max: R$ 100,00
52 Semanas
Mín: R$ 99,15
Máx: R$ 105,00
Volume
6
Moeda: BRL

Histórico de Cotação: VGRH11

Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência

Mínima no Período --
Máxima no Período --
Variação no Período --
Tendência Técnica --
Carregando cotações históricas...

Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)

1.03
R$ 97,06
Patrimônio Líquido
R$ 55,51 Mi
Último Rendimento
R$ 0.8500
Pagto: 2026-10-15
Rendimento Médio (12M)
R$ 0.8500
por cota / mês
Rendimento 12M
R$ 0.8500
acumulado no ano
R$ 55,51 Mi
Quantidade de Cotas
555.076
Liquidez Diária
6

Sobre a VGRH11

Categoria / Segmento
Fundo Imobiliário (FII)
Tipo de Ativo
Fundo de Investimento Imobiliário (B3)
Market Cap
N/A
Administrador do Fundo
Nome
HEDGE INVESTMENTS DTVM LTDA
CNPJ
07253654000176
Telefone
(11) 5412-5400
Endereço
AVENIDA BRIGADEIRO FARIA LIMA, 3600 - 11º ANDAR CJ 112, ITAIM BIBI — SÃO PAULO/SP - CEP 04538-132

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A definição de quem vai governar o Brasil nos próximos quatro anos pela eleição deste domingo (25) vai impactar o dia a dia de muitos brasileiros em função da política econômica a ser adotada. Em entrevista à NSC, o economista-chefe da empresa de investimentos EQI, Stephan Kautz, explica impactos do déficit público para as pessoas e mais cenários para a economia. Continua após a publicidade O que o mercado espera da gestão econômica do vencedor da eleição presidencial deste domingo? – O mercado está olhando mais para a questão do ajuste fiscal, que é o mais importante hoje. Isso porque a dívida continua subindo, o país tem um déficit público significativo. Há mais de 10 anos, a dívida está em uma trajetória de alta. Continua após a publicidade Por que a redução do déficit público é importante para o dia a dia das pessoas? – Porque o ajuste fiscal vai levar a uma taxa de juros mais baixa. E isso vai afetar os investidores. A pessoa que quer comprar um imóvel, quer comprar algum bem, que o custo de financiamento desse produto, desse bem, vai ficar mais barato se você tiver um ajuste fiscal. E hoje entendemos que no cenário de eleição do candidato Flávio Bolsonaro deveremos ter um ajuste fiscal mais rápido do que em mais um governo Lula. No governo Lula, não que ele (o ajuste) não deva acontecer, mas, provavelmente, será muito mais lento e esse benefício dos juros mais baixos não vai acontecer no curto prazo. Então, nesse sentido, a população em geral tenderia a sentir o resultado da eleição basicamente por um custo de financiamento, um custo de empréstimo mais baixo caso o Flávio venha a ser eleito. Considerando a pessoa física, esse é o principal ponto hoje que a gente vê de diferença. Continua após a publicidade Na prática, como isso pode impactar mais na atividade econômica? – A perspectiva é de que o consumidor poderá comprar mais bens e isso acaba girando a economia. Se adquirir imóvel, vai ter que mobiliar. As vendas de veículos podem subir. Tudo isso deve fazer com que a economia gire mais rápido daqui para frente. O ponto é como o ajuste fiscal será feito no curto prazo. Continua após a publicidade No ano que vem a gente vai ter que entender qual será a intensidade do ajuste fiscal e qual será a intensidade da queda de juros para ver qual vai ser a alta do Produto Interno Bruto (PIB) no ano. Quais são as expectativas para a inflação nos próximos meses? Continua após a publicidade – No curto prazo, a inflação ainda vai vir alta independente do resultado eleitoral. Temos o El Niño acontecendo. A previsão é de que será o mais forte El Niño da história. É um fenômeno que começou a ser medido há 80 anos e nunca teve uma previsão tão forte como agora. Acreditamos que vai afetar muito a produção agrícola do Brasil. A previsão é de muita chuva no Sul e Sudeste e vai ter muita seca no Norte e Nordeste do Brasil. Isso vai afetar a produção agrícola e o custo de transporte. Por isso, achamos que até março do ano que vem a inflação deverá ficar numa tendência de alta por conta desse fenômeno. Isso não tem nada a ver com a eleição em si. Continua após a publicidade Depois de passar esse efeito, se realmente você tiver um ajuste fiscal e tiver uma estratégia de governo para reduzir o tamanho do Estado na economia, isso deve ajudar a inflação a desacelerar de maneira mais constante, mais para próximo da meta, que é de 3%. Como o senhor vê o cenário para os juros básicos no Brasil? Continua após a publicidade – O Banco Central deve fazer mais um corte agora, daqui a duas semanas. Se a inflação subir como a gente espera, talvez ele pare essa alta, mas será no ano que vem. A dívida pública está em 82% do PIB. É importante termos uma dívida pública menor porque o custo de capital no Brasil é muito alto. Os Estados Unidos, por exemplo, hoje têm uma dívida de 123% do PIB, mas os juros básicos deles estão em 4% a 5%. O nosso juro está em quase 14%, em 13,75%. Então, mesmo que a gente tenha uma dívida menor, o custo de rolar essa dívida, de continuar financiando-a, ele é muito mais alto. Continua após a publicidade Então a velocidade de crescimento da nossa dívida ao longo do tempo, provavelmente, será mais rápida do que a dívida americana. E o segundo ponto é que, como no Brasil a gente tem uma moeda de país emergente, que é mais volátil do que os países desenvolvidos, qualquer choque que aconteça na economia global pode levar a uma depreciação do câmbio aqui. Se isso acontecer, o Banco Central tem que voltar a subir juros. E, de novo, atrapalha ainda mais a perspectiva de crescimento da dívida, de ajuste da dívida. Então, em geral, acho que é importante a gente controlar a nossa dívida e fazer ela cair, porque não só gera juros mais baixos, mas porque a dinâmica ao longo do tempo, apesar de ser mais baixa que a dos países desenvolvidos, a trajetória dela é pior. Continua após a publicidade Comparando com outros emergentes, que são os outros países que têm o mesmo rating que o nosso, a mesma classificação de risco, o Brasil, hoje, é o que tem a maior dívida pública de todos. Então, o risco, na verdade, se a gente continuar com essa dívida subindo, é de que a gente tenha uma redução do nosso rating, da nossa nota de crédito. Quais as oportunidades e desafios que devem ficar no radar dos investidores? Continua após a publicidade – O que vemos é que, se os juros realmente caírem, abre espaços para os investimentos em renda variável (ações na bolsa) e nos fundos imobiliários, que são ativos que os brasileiros deixaram de investir nos últimos anos, por motivos óbvios. 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A última semana de outubro terá uma nova rodada de pagamentos de dividendos de fundos imobiliários. Entre segunda-feira (26) e sexta-feira (30), 21 FIIs têm distribuições previstas aos cotistas, com diferentes valores por cota e datas de pagamento. A agenda começa com cinco fundos imobiliários na segunda-feira (26), incluindo BROF11, SNME11 e VVCR11. A disputa pelo futuro do Brasil está chegando ao momento decisivo. Quem vai vencer o segundo turno? Acompanhe a apuração das eleições 2026 em tempo real, com a contagem dos votos e os resultados atualizados. Acompanhe tudo ao vivo e não perca nenhum detalhe. Na terça-feira (27), a quantidade de pagamentos aumenta, com dez fundos programados para distribuir rendimentos. Entre os destaques da semana está o LRDJ11, que apresenta dividend yield (DY) informado de 5,10%, com pagamento de R$ 9,9123 por cota. O EXES11 também aparece entre os maiores percentuais da relação, com DY de 1,36% e distribuição de R$ 0,13 por cota. Outros fundos com rendimentos percentuais superiores a 1% são EQIR11, TJKB11, SNME11 e VVCR11. Os indicadores apresentados consideram os dados de dividend yield fornecidos para cada fundo, sem representar garantia de distribuições futuras. A programação está concentrada em quatro datas, sem pagamentos informados para quarta-feira (28). Confira os dividendos dos fundos imobiliários nesta semana: Ticker Valor Data de pagamento DY BROF11 R$ 0,58 26/10/2026 0,91% ICNE11 R$ 8,6184507 26/10/2026 - SNME11 R$ 0,10 26/10/2026 1,04% VVCR11 R$ 0,09 26/10/2026 1,02% VVRI11 R$ 0,034 26/10/2026 0,47% APXM11 R$ 0,3397 27/10/2026 0,68% BTRU11 R$ 0,85 27/10/2026 0,99% CVPR11 R$ 1,2914 27/10/2026 - EQIR11 R$ 0,10 27/10/2026 1,16% EXES11 R$ 0,13 27/10/2026 1,36% INRD11 R$ 5,64 27/10/2026 - LRDJ11 R$ 9,9123 27/10/2026 5,10% MMPD11 R$ 0,4856 27/10/2026 - SHDP11B R$ 1,82808 27/10/2026 - TJKB11 R$ 2,90 27/10/2026 1,13% BCIA11 R$ 0,86 29/10/2026 0,99% ADSH11 R$ 0,02 30/10/2026 0,19% BTSI11 R$ 0,83 30/10/2026 - EDGA11 R$ 0,07 30/10/2026 0,53% GZIT11 R$ 0,36 30/10/2026 0,91% IDUA11 R$ 0,0262 30/10/2026 - Quem tem direito aos dividendos de FIIs e como receber? Para receber os dividendos de FIIs, o investidor precisa possuir cotas do fundo até a data-base estabelecida para a distribuição. Essa informação é divulgada nos comunicados oficiais e determina quais cotistas terão direito ao pagamento. Quem compra cotas após a data de corte não participa da distribuição anunciada, mesmo que a aquisição aconteça antes do depósito dos rendimentos. Por outro lado, o investidor que já tinha direito ao pagamento pode vender suas cotas após a data-base sem perder o valor correspondente. O recebimento ocorre automaticamente na conta vinculada à corretora em que os ativos estão custodiados, sem necessidade de solicitar o depósito ou realizar qualquer procedimento adicional. Outro aspecto importante é a isenção de Imposto de Renda sobre os dividendos de fundos imobiliários para pessoas físicas, desde que sejam atendidos os requisitos previstos na legislação. Entre as condições estão a negociação das cotas em bolsa ou mercado de balcão organizado, a existência de pelo menos 100 cotistas e o respeito aos limites legais de participação e de direito aos rendimentos. A isenção não se aplica automaticamente a todas as situações e não deve ser confundida com a tributação sobre eventuais ganhos obtidos na venda das cotas. Assim, os pagamentos apresentados nesta agenda têm caráter exclusivamente informativo e não representam recomendação de investimento, promessa de rentabilidade ou indicação de continuidade dos dividendos nos próximos meses.

Ministro rejeita "braço de ferro" com manifestantes pela habitação: "O direito à manifestação é absolutamente legítimo"
Fundos Imobiliários Brasileiros •

Ministro rejeita "braço de ferro" com manifestantes pela habitação: "O direito à manifestação é absolutamente legítimo"

Luís Neves garante que o Governo encara com tranquilidade os protestos pelo direito à habitação e espera que as manifestações deste sábado decorram de forma pacífica. PSP reforçou o dispositivo em Lisboa e no Porto, mas diz continuar a privilegiar o diálogo O ministro da Administração Interna, Luís Neves, rejeitou este sábado que exista um "braço de ferro" entre o Governo e os manifestantes que protestam pelo direito à habitação, considerando que o direito à manifestação é "absolutamente legítimo". "Não há de modo nenhum um braço de ferro", afirmou o governante à CNN Portugal, à margem da cerimónia que assinalou o aniversário da Unidade de Controlo Costeiro e de Fronteiras da GNR, no Algarve. Luís Neves sublinhou que "a maior parte dos manifestantes são pessoas absolutamente pacíficas" e considerou que a razão que leva milhares de pessoas às ruas é "um motivo absolutamente legítimo, muito humano". "Estamos a falar de habitação", acrescentou, garantindo que o Governo está "muito focado em encontrar todos os instrumentos" e "soluções que possam mitigar" o problema. O ministro afirmou ainda que o Executivo encara "com toda a tranquilidade" as manifestações e que os promotores dos protestos estão "em articulação com a Polícia de Segurança Pública (PSP)". PSP reforça dispositivo em Lisboa e no Porto As declarações surgem no dia em que estão previstas manifestações e assembleias populares em várias cidades portuguesas, promovidas por movimentos cívicos para exigir respostas à crise da habitação. A PSP preparou um dispositivo policial para acompanhar os protestos, com especial atenção a Lisboa e Porto. A polícia garante que continuará a privilegiar o diálogo com os manifestantes. "A nossa atuação continuará a privilegiar o diálogo, a comunicação e a mediação com os manifestantes, numa lógica de prevenção e de gestão proporcional de eventuais ocorrências", afirmou a PSP numa nota divulgada este sábado. O dispositivo inclui valências de trânsito para apoiar a gestão dos condicionamentos rodoviários e equipas de intervenção rápida. Os meios da Unidade Especial de Polícia, incluindo o Corpo de Intervenção e o Grupo Operacional Cinotécnico, encontram-se de reserva. Segundo a PSP, a situação decorria até ao momento "com tranquilidade". A polícia diz estar a realizar uma "avaliação dinâmica e contínua do risco", ajustando o dispositivo em função da evolução dos acontecimentos. A força de segurança está também a acompanhar informação disponível em fontes abertas, incluindo nas plataformas digitais, para antecipar eventuais riscos. Protestos prolongam-se há duas semanas Os protestos pelo direito à habitação começaram no Porto há cerca de duas semanas e deverão continuar até que o Governo recue na nova lei das rendas e adote um conjunto de medidas defendidas pelos movimentos. Entre as reivindicações estão o fim das demolições e dos despejos sem alternativa habitacional, a proibição da compra de habitação por fundos imobiliários, o aumento da habitação pública, a criação de limites às rendas e a recuperação de imóveis devolutos para fins habitacionais. A proposta do Governo tem provocado forte contestação social, com manifestações e acampamentos em diferentes cidades. Esta semana, depois de a polícia ter removido as tendas dos manifestantes do Rossio, em Lisboa, e da Praça D. João I, no Porto, Luís Neves tinha afirmado que a PSP iria atuar "por antecipação" nos protestos e avisado que as "acampadas e acampamentos terminaram". Porto e Lisboa marcaram escalada de tensão A tensão entre manifestantes e autoridades aumentou nos últimos dias. A 15 de outubro, o movimento que mantinha uma acampada no Porto denunciou uma carga policial durante a madrugada, que, segundo os organizadores, provocou ferimentos em 39 participantes, dois dos quais ficaram em estado grave, e num agente policial. Em Lisboa, as autoridades removeram dezenas de tendas do Rossio na manhã de terça-feira e detiveram 55 manifestantes. Os detidos deverão ser presentes a juiz no dia 27. Apesar do reforço policial e dos episódios registados nas últimas semanas, o ministro da Administração Interna afirmou acreditar que as manifestações deste sábado serão "ordeiras e pacíficas", à semelhança do que "regularmente acontece" em Portugal.

Perguntas Frequentes sobre VGRH11

Qual é a cotação de VGRH11 hoje na B3?
A cotação de VGRH11 hoje está em R$ 100,00. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 100,00 e máxima de R$ 100,00.
Quanto a VGRH11 paga de dividendos (Dividend Yield)?
A empresa distribui proventos periodicamente na forma de dividendos e JCP (Juros sobre Capital Próprio). Você pode conferir a tabela completa com as últimas datas de corte (Data Com) e pagamento na seção de Dividendos acima.
Como calcular o Preço Teto de VGRH11 pelo Método Barsi e Décio Bazin?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de VGRH11 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significam os indicadores fundamentalistas P/L e P/VP de VGRH11?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

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