Logotipo de VALORA CRI INFRA II FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIARIO DE RESPONSABILIDADE LIMITADA

VGII11 VALORA CRI INFRA II FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIARIO DE RESPONSABILIDADE LIMITADA – Cotação Hoje

🏢 FII Papel / CRI

VALORA CRI INFRA II FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIARIO DE RESPONSABILIDADE LIMITADA

CNPJ: 52649680000172

Preço Atual
R$ 64,06
+0.00%
Cotação oficial B3 em tempo real
Resumo Executivo (Visão Geral em Tempo Real)

VGII11 (VALORA CRI INFRA II FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIARIO DE RESPONSABILIDADE LIMITADA) é um fundo de investimento imobiliário (FII) do setor de Fundos Imobiliários. No pregão de hoje, o ativo é negociado a R$ 64,06, registrando variação de +0.00% no dia. O índice Preço/Valor Patrimonial (P/VP) está avaliado em 1.00x. O Dividend Yield (DY) acumulado nos últimos 12 meses é de aproximadamente 75.00%.

Análise de Fundos Imobiliários • Geração de Renda Passiva

Selo de Investimento:

🏢 Renda Sólida

Atende a 9 de 11 critérios fundamentais de consistência e solidez para renda imobiliária.

Pontuação dos Critérios 9/11 (81.8%)
Mínimo Renda Sólida: 7/10 Status: Aprovado

Checklist Fundamentalista de 11 Critérios

Critérios de consistência e valuation auditados
Dividend Yield > 6% a.a.
DY 12M atual: 7.81% a.a.

Retorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano

Distribuição Mensal Consistente
20 meses com distribuição registrada nos últimos 12 meses

Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses

P/VP até 1.10 (Sem ágio excessivo)
P/VP atual: 1.00x (Abaixo de 1.10)

Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial

P/VP acima de 0.70
P/VP atual: 1.00x (Acima de 0.70)

Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito

Estabilidade nos Proventos
Variação trimestral estável: +280.5%

Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente

Patrimônio > R$ 500 Milhões
Patrimônio Líquido: R$ 33.2 milhões

Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência

Liquidez Diária > R$ 500 mil
Volume médio diário: R$ 4.00 milhões

Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book

Segmento Consolidado
Segmento: Papel / CRI

Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária

Mais de 3 anos na Bolsa
Data de IPO/listagem não mapeada

Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos

DY Sustentável (≤ 18% a.a.)
DY sustentável: 7.81% a.a. (Abaixo de 18%)

Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias

Vacância Física < 10%
Fundo de Papel/Financeiro (Não possui imóveis físicos diretos)

Nível de ocupação saudável dos imóveis para garantir a receita de aluguéis (Ignorado para fundos de papel)

ℹ️ Análise algorítmica de FIIs calculada em tempo real com base em dados de proventos e patrimônio B3/CVM. Não constitui recomendação de compra ou venda.
🏢
Valuation de Rendimentos

Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)

Abaixo do Teto

Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.

Preço Teto Projetado (Yield 6%)
R$ 83,33
Rendimento Anual (12M) R$ 5,00
Margem de Segurança +23.12%
Ajustar parâmetros na Calculadora de Preço Teto
Fórmula: Rendimento Anual ÷ 0,06 Alvo: Yield ≥ 6% a.a.
⚠️ Aviso Legal: As estimativas do Método Barsi são modelos matemáticos teóricos baseados em dados públicos da B3/CVM. Não constituem recomendação de investimento, compra ou venda.
📑
CVM Oficial Data-base: 08/2026

Relatório Mensal CVM & Composição Patrimonial

Ver Relatório CVM Completo →
Patrimônio Líquido R$ 32,57 mi
VP por Cota (CVM) R$ 62,77
Total de Cotistas 9
Grau de Alavancagem 0,00%

O ativo VGII11 (VALORA CRI INFRA II FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIARIO DE RESPONSABILIDADE LIMITADA) está sendo negociado hoje a R$ 64,06, acumulando uma variação de +0.00% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 61,18 e a máxima de R$ 101,41. O fundo atua no segmento de Papel / CRI, registrando um Dividend Yield (12M) de 7.81% e indicador P/VP de 1.00x.

✓ Fonte Oficial: CVM (Comissão de Valores Mobiliários) e B3 S.A. Brasil, Bolsa, Balcão
Dados públicos em conformidade com a Lei das S/A (Lei 6.404/76)
Abertura
R$ 64,06
Fec. Ant: R$ 64,06
Variação Dia
Min: R$ 64,06
Max: R$ 64,06
52 Semanas
Mín: R$ 61,18
Máx: R$ 101,41
Volume
62.442
Moeda: BRL

Histórico de Cotação: VGII11

Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência

Mínima no Período --
Máxima no Período --
Variação no Período --
Tendência Técnica --
Carregando cotações históricas...

Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)

1.00
R$ 64,08
Patrimônio Líquido
R$ 33,24 Mi
Último Rendimento
R$ 0.8000
Pagto: 2026-06-08
Rendimento Médio (12M)
R$ 0.8333
por cota / mês
Rendimento 12M
R$ 5.0000
acumulado no ano
R$ 33,24 Mi
Quantidade de Cotas
518.865
Liquidez Diária
62.442

Sobre a VGII11

Categoria / Segmento
Papel / CRI
Tipo de Ativo
Fundo de Investimento Imobiliário (B3)
Market Cap
N/A
Descrição do Negócio

O VALORA CRI INFRA FII II (VGII11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Multicategoria, com gestão Definida.

Administrador do Fundo
Nome
.BANCO DAYCOVAL S/A
CNPJ
62232889000190
Telefone
0300 111 0500
Endereço
Avenida Paulista, 1793 - 2º Andar, Bela Vista — São Paulo/SP - CEP 01311200
AMORTIZAÇÃO R$ 5,8000
Pagamento: 31/07/2026
AMORTIZAÇÃO R$ 6,1100
Pagamento: 08/06/2026
RENDIMENTO R$ 0,8000
Pagamento: 08/06/2026
AMORTIZAÇÃO R$ 1,8700
Pagamento: 30/04/2026
RENDIMENTO R$ 0,5000
Pagamento: 08/04/2026
RENDIMENTO R$ 0,9700
Pagamento: 06/03/2026
RENDIMENTO R$ 0,6500
Pagamento: 06/02/2026
RENDIMENTO R$ 0,4000
Pagamento: 08/01/2026
AMORTIZAÇÃO R$ 29,0000
Pagamento: 16/12/2025
RENDIMENTO R$ 1,6800
Pagamento: 05/12/2025

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Milhares voltaram às ruas de Lisboa - a reportagem e a fotorreportagem A poucos minutos da 15h00, ainda poucas pessoas se concentravam entre a praça do Marquês de Pombal e o início da Avenida Liberdade, onde o trânsito ainda era abundante naquela que é uma das vias mais movimentadas da cidade. A subir a avenida, uma carrinha de caixa aberta com uma tenda na parte de trás passava ao som de música e com uma faixa bem visível de lado com uma das palavras de ordem: “Viva o Poder Popular”. Essa carrinha foi constantemente a cabeça da manifestação, de onde se ouviam gritos de “Oh Montenegro, presta atenção, as tuas casas vão virar ocupação”. Leia o artigo completo AQUI PSP avisa: não vai permitir tendas montadas no Rossio durante a noite A PSP avisou este sábado (24 de outubro) que não vai permitir que as tendas dos manifestantes pelo direito à habitação fiquem montadas durante a noite no Rossio, em Lisboa, referindo que vai intervir caso “o acampamento ilegal” se mantenha. Ressalvando que a PSP vai privilegiar o diálogo, fonte policial disse à Lusa que a polícia vai manter os procedimentos da última semana, não permitindo que as tendas fiquem durante a noite no Rossio. Numa resposta oficial enviada à Lusa, a Polícia de Segurança Pública refere que vai continuar “a acompanhar e a avaliar a evolução da situação através de uma avaliação dinâmica do risco, privilegiando o diálogo, a comunicação, a sensibilização e a mediação na resolução de eventuais situações”. A PSP sustenta que a Constituição da República Portuguesa e a lei são o “referencial de atuação” da polícia, que orienta a sua intervenção “pelos princípios da legalidade, da proporcionalidade, da adequação e da necessidade”. Após a manifestação em Lisboa, que reuniu milhares de pessoas, os manifestantes pelo direito à habitação começaram ao fim da tarde a montar as tendas no Rossio. A PSP refere também que, até ao momento, as manifestações, que decorreram em várias cidades do país, têm decorrido dentro da normalidade. Lusa Decorre a Assembleia Popular no Rossio Com uma multidão que ficou da minha manifestação, a assembleia popular no Rossio já decorre. Entre as palavras de ordem de fim dos fundos imobiliários, da especulação e rendas mais baixas, passam-se algumas mensagens a quem promete ficar a acampar, nomeadamente algumas instruções sobre como vai funcionar internamente o acampamento, com delegados dos grupos de afinidade dos acampados e uma reunião marcada para as 22h00. Cerca de 200 pessoas concentraram-se em Coimbra Duas centenas de pessoas manifestaram-se este sábado na Praça 8 de Maio, em Coimbra, para pedir respostas para a crise habitacional, tendo como uma das revindicações “derrotar da lei dos despejos”. Os manifestantes começaram a concentrar-se na Baixa da cidade depois das 15h30, gritando “Eu quero um teto, eu quero um chão, quero o direito à habitação” e “Agora que estamos juntas, agora que nos veem, abaixo a lei das rendas que vai cair, vai cair! E viva a habitação, a resistir, a resistir”. Durante a tarde foi colocada uma tarja num dos edifícios da praça onde se podia ler “Casa para quem habita, terra para quem a trabalha”. “Ordenado mínimo – renda = Não dá”, “Egoístas? Quem diz é quem é”, “País em pleno emprego sem direito a aconchego” e “Políticas que assustam” eram algumas das mensagens dos cartazes empunhados pelos participantes. Rebeca Moore, da organização, explicou à Lusa que a luta pela habitação tem tomado “proporções muito grandes” e que é preciso “fazer manifestações muito grandes” e ao fim de semana, para juntar quem não consegue fazê-lo durante a semana, uma vez que luta pela habitação “é transversal à sociedade”. “As pessoas chegam ao final do mês sem salário, em muitos sítios o valor das rendas é maior [do] que o próprio salário médio. É por isso que nós convocamos esta concentração, porque achamos absurdo que existam fundos imobiliários em Portugal a lucrar milhões enquanto a pessoa comum que trabalha, que faz a suas vida, muitas vezes não tem acesso a habitação digna”, apontou a representante da plataforma Não Dá Mais do núcleo de Coimbra. Rebeca Moore manifestou ainda solidariedade com as acampadas, movimentos “muito importantes, porque exatamente ocupam o espaço público de uma maneira consistente”, representando a mesma luta. “É para dizer ‘nós não aguentamos mais, já não dá mais’. Nós precisamos de soluções, nós precisamos de derrotar esta lei que nós chamamos a lei dos despejos e assim podemos começar a falar sobre melhor habitação”, adiantou. Entre as reivindicações deste protesto, detalhou, estiveram o derrotar a lei dos despejos, colocar teto às rendas, o fim da compra de imóveis pelos fundos imobiliários e o fim aos despejos. Paula Prada, de 54 anos, disse à Lusa estar no protesto pelas suas filhas, estudantes de 20 e 24 anos, e que vivem ainda consigo, por não terem perspetivas. “Achamos que temos de estar aqui por elas. Acho que elas merecem isso”, afirmou emocionada, considerando que “é uma vergonha o que se está a passar”. Para Paula Prada, é preciso que a sociedade se mobilize mais e que se perceba que “a mudança é obrigatória”, não se podendo continuar a fingir que não está acontecer um problema, que, no seu entender, é “gravíssimo”. “E temos um Governo que finge que nada está a acontecer, que acha que a culpa ainda está em quem está necessitado e que nada faz e que nem sequer os quer ouvir”, criticou. Sara Martins, de 30 anos, também marcou presença na manifestação porque, ao longo dos últimos anos, o problema da habitação “tem-se vindo a agravar” e, mesmo a nível internacional, “não dá mais”. “Acho que o povo se está agora a juntar para, de facto, reclamarmos estes direitos que estão consagrados na nossa Constituição de forma a pedir ao Governo que, de facto, os faça cumprir, entre eles a habitação”, sustentou à Lusa. Investigadora na Universidade de Coimbra, Sara Martins admitiu não ter estabilidade financeira para sair de casa dos pais e não ter as “bases que são necessárias para construir um plano de vida a longo prazo”. Lusa Concentração junta-se no lado oposto do Rossio. Tendas voltam a ser montadas no mesmo sítio Com a manifestação já no Rossio, a multidão dividiu-se e a disposição mudou face à acampada anterior e aos protestos que se seguiram. As tendas voltaram a ser montadas no mesmo lado norte da estátua, viradas para o Teatro Nacional D. Maria II. Porém, ao contrário do que acontecia antes, o palco onde decorrerá a Assembleia Popular e os concertos dos vários artistas ficou no lado sul. Manifestação em Lisboa encheu a Avenida da Liberdade em direção ao Rossio. Lisboa. Manifestação pela habitação chega ao Rossio Cerca de duas horas depois de começar a descer a avenida da Liberdade desde o Marquês de Pombal, a manifestação pelo direito à Habitação começou a chegar à praça D. Pedro IV (também conhecida por Rossio). A concentração vai agora ficar na praça e reunir a sua Assembleia Popular e, como definido na quinta-feira, voltar a acampar nessa praça, uma semana depois da primeira acampada. Porto. Milhartes chegam à Praça D. João I Milhares de manifestantes chegaram este sábado à Praça D. João I, no Porto, para se juntarem a outras centenas de populares que aguardavam a manifestação ao som de música, sol e sob a vigilância de dezenas de polícias de intervenção. Pelas 17h15, com a frase de ordem "Direito à habitação" e ao som de batuques, bombos e palmas, a população recebeu de pé milhares de manifestantes que saíram da Praça da Batalha, no Porto, pelas 16h30. Em declarações à Lusa, o subintendente da PSP, R. Silva, avançou que saíram esta tarde da Praça da Batalha, no Porto, cerca de “600 manifestantes”, em direção à Praça D. João I, mas a Lusa constatou no local que ao longo do percurso pelas várias artérias do coração da baixa do Porto, se iam juntando várias centenas de pessoas, com destino à Praça D. João I. Ao som do poema “Pedra Filosofal” (1956), escrito por António Gedeão e cantado por Manuel Freire, e com canções de intervenção e hinos da resistência em Portugal, como músicas de José Afonso e temas como “Com um brilhozinhos nos olhos”, de Sérgio Godinho, várias centenas de populares aguardavam a chegada de milhares de manifestantes que estão hoje na rua a lutar contra os preços elevados da habitação. À Lusa, Maria Magalhães, 73 anos, nascida em Esposende e que veio viver para o Porto, está vestida de negro, sentada nas escadas da Praça D. João I, à espera dos manifestantes, com quem diz concordar. “Apelo às pessoas que estão a governar que olhem para este problema da habitação. O custo de vida, as habitações que os jovens não conseguem suportar e não conseguem comprar casa. Não me admira nada que a juventude se esteja a unir para que possam ter um futuro mais digno - constituir família e ter um futuro digno”, declarou. Lusa PSP promete "privilegiar o diálogo" com manifestantes A PSP tem este sábado um dispositivo policial preparado para acompanhar as manifestações pelo direito à habitação em várias cidades do país, com especial atenção em Lisboa e Porto, avançando que vai continuar a privilegiar o diálogo com os manifestantes. Numa nota sobre o dispositivo policial para as várias manifestações que decorrem em várias cidades, a Polícia de Segurança Pública refere que a prioridade “é garantir o exercício do direito de reunião e manifestação, procurando que todas as iniciativas decorram de forma pacífica e em segurança”. Segundo a PSP, para as manifestações estão mobilizadas valências do trânsito, para apoiar a gestão dos condicionamentos rodoviários, e equipas de intervenção rápida, estando de reserva os meios da Unidade Especial de Polícia, nomeadamente o Corpo de Intervenção e o Grupo Operacional Cinotécnico. “A nossa atuação continuará a privilegiar o diálogo, a comunicação e a mediação com os manifestantes, numa lógica de prevenção e de gestão proporcional de eventuais ocorrências”, indica a polícia. A polícia dá ainda conta que “está também a acompanhar a informação disponível em fontes abertas, incluindo no ambiente digital, de forma a melhor compreender a evolução dos acontecimentos e as intenções publicamente manifestadas, permitindo uma adequada antecipação e gestão de eventuais riscos”. Lusa "O primeiro-ministro encontra-se ausente em parte incerta", diz José Manuel Pureza O líder do Bloco de Esquerda juntou à manifestação e diz que a mobilização de pessoas de "todas as idades, de todo o país, de todas as origens profissionais" em torno das questões da habitação pode ter impacto. "Foi isso que fez com que o pacote laboral tivesse perdido primeiro na rua e depois no Parlamento. E eu creio que é isso que vai acontecer com a Lei das Rendas", afirmou antes do início da marcha. José Manuel Pureza sublinhou que "nestes últimos dias não temos ouvido o primeiro-ministro falar sobre estes protestos. Nem sobre isto, nem sobre nada. O primeiro-ministro encontra-se ausente em parte incerta". O líder do Bloco considera que o "primeiro-ministro não querer ser visto, tem muito a ver também com isto. Ou seja, com a sua vontade de não ser confrontado com uma mobilização nacional que é cada vez mais forte". Medidas que agravam a especulação imobiliária "não pode deixar de gerar indignação", diz João Ferreira do PCP Na manifestação está também João Ferreira, vereador da Câmara Municipal de Lisboa pelo PCP, que acusa o Governo de não tomar medidas para resolver o problema da habitação. "Em lugar de tomarem as medidas que se impõem para resolver o problema [da habitação], para combater a especulação imobiliária, para dar outra segurança e estabilidade aos contratos de arrendamento, tomam medidas no sentido oposto. Ou seja, medidas que agravam a especulação imobiliária, criam ainda maior instabilidade e mais dificuldade de acesso à habitação. Isso não pode deixar de gerar indignação", afirmou aos jornalistas. "Mobilização cidadã tem tido um grande efeito", diz Isabel Mendes Lopes do Livre A deputada do Livre Isabel Mendes Lopes associou-se ao protesto e antes do arranque da marcha, em declarações à RTP, disse que "esta mobilização cidadã tem tido um grande efeito, pelo menos na mudança do tipo de discurso que vemos por parte dos dirigentes políticos, nomeadamente por parte do Governo e dos partidos da direita". Considera a deputada que "quando começaram estas mobilizações, víamos declarações muito atiçadas, muito até insultuosas relativamente a quem se estava a manifestar, e agora o tom está muito mais amenizado e, portanto, mostra que os governantes percebem que a opinião pública está com os manifestantes e com quem exige soluções concretas para resolver a crise da habitação". Marcha pelo direito à habitação em Lisboa O movimento Acampada de Lisboa promove uma manifestação contra a especulação e pelo direito à habitação, que sairá do Marquês de Pombal até à praça do Rossio. A manifestação "Não temos casa, montamos tendas!" sai da rotunda do Marquês de Pombal e termina na Praça do Rossio, onde tem montado tendas.

Perguntas Frequentes sobre VGII11

Qual é a cotação de VGII11 hoje na B3?
A cotação de VGII11 hoje está em R$ 64,06. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 64,06 e máxima de R$ 64,06.
Quanto a VGII11 paga de dividendos (Dividend Yield)?
A empresa distribui proventos periodicamente na forma de dividendos e JCP (Juros sobre Capital Próprio). Você pode conferir a tabela completa com as últimas datas de corte (Data Com) e pagamento na seção de Dividendos acima.
Como calcular o Preço Teto de VGII11 pelo Método Barsi e Décio Bazin?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de VGII11 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significam os indicadores fundamentalistas P/L e P/VP de VGII11?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

Aviso Legal: Os dados e ferramentas disponibilizados pelo Cotações Hoje têm propósito exclusivamente informativo e educacional, não constituindo recomendação de investimento.