VGII11 VALORA CRI INFRA II FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIARIO DE RESPONSABILIDADE LIMITADA – Cotação Hoje
VALORA CRI INFRA II FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIARIO DE RESPONSABILIDADE LIMITADA
CNPJ: 52649680000172
Selo de Investimento:
🏢 Renda SólidaAtende a 8 de 10 critérios fundamentais de consistência e solidez para renda imobiliária.
Checklist Fundamentalista de 10 Critérios
Critérios de consistência e valuation auditadosRetorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano
Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses
Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial
Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito
Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente
Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência
Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book
Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária
Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos
Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias
Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)
Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.
Resumo Fundamentalista de VGII11
O ativo VGII11 (VALORA CRI INFRA II FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIARIO DE RESPONSABILIDADE LIMITADA) está sendo negociado hoje a R$ 62,54, acumulando uma variação de +0.00% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 61,18 e a máxima de R$ 101,41. O fundo atua no segmento de Papel / CRI, registrando um Dividend Yield (12M) de 7.99% e indicador P/VP de 1.02x.
Oscilação dos Últimos 12 Meses
Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)
Sobre a VGII11
O VALORA CRI INFRA FII II (VGII11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Multicategoria, com gestão Definida.
Outros FIIs do Segmento Papel / CRI
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IFIX hoje cai 0,44%; MFII11 lidera perdas com baixa de 5%
Índice encerra aos 3.744,75 pontos com juros futuros em alta; HCTR11 e HSLG11 também caem, enquanto CCME11 avança 2,82% O IFIX hoje (9) fechou em queda de 0,44%, aos 3.744,75 pontos. O índice de fundos imobiliários perdeu 16,62 pontos em um pregão marcado pelo aumento da aversão ao risco e pelo avanço dos juros futuros. O principal destaque negativo foi o MFII11, que recuou 4,96%, para R$ 38,25. O fundo continua pressionado pela redução dos dividendos anunciada no fim de julho, quando a distribuição mensal caiu de R$ 0,91 para R$ 0,30 por cota. Também ficaram entre as maiores baixas HCTR11, TGAR11, HSLG11 e BRCR11. Na ponta positiva, o CCME11 liderou os ganhos após anunciar a manutenção do rendimento mensal. Publicidade Publicidade Juros futuros pressionam fundos imobiliários O cenário macroeconômico voltou a pesar sobre o setor. O petróleo Brent avançou 3,36%, para US$ 101,21 por barril, diante da escalada do conflito no Oriente Médio e do risco de novas interrupções no fornecimento de energia. A alta da commodity ampliou as preocupações com a inflação e com a possibilidade de juros elevados por mais tempo. No Brasil, as taxas dos contratos de DI avançaram ao longo da curva. O vencimento para janeiro de 2035, por exemplo, subiu de 14,02% para 14,22%. Os juros futuros afetam os fundos imobiliários por duas frentes. Taxas maiores aumentam a atratividade da Renda Fixa e elevam o retorno exigido pelos investidores para manter aplicações em ativos com maior risco. Além disso, reduzem o valor presente dos aluguéis e dos demais fluxos de caixa esperados pelos fundos. Leia também: MFII11 lidera baixas; CCME11 sobe com provento A queda do MFII11 ocorreu sem um novo fato relevante identificado nesta quarta-feira. A cotação, contudo, ainda reflete a perda de confiança provocada pela redução de aproximadamente 67% nos dividendos. A gestora definiu pagamentos de R$ 0,30 por cota para julho, agosto e setembro, diante do resultado apurado no trimestre. Antes da mudança, o fundo distribuía R$ 0,91 mensalmente. O próximo pagamento, de R$ 0,30, está previsto para 15 de setembro. O HCTR11 caiu 4,30%, para R$ 12,95. Na véspera, o fundo anunciou um rendimento de R$ 0,21 por cota, 12,5% inferior aos R$ 0,24 pagos em agosto. O provento será depositado em 15 de setembro aos investidores posicionados no fechamento do dia 8. O fundo também permanece exposto aos riscos de sua carteira de CRIs, que possui operações inadimplentes ou em períodos de carência. O TGAR11 recuou 3,81%, para R$ 44,40. Já o HSLG11 perdeu 3,78%, cotado a R$ 79,22, após a divulgação do relatório gerencial de agosto. O resultado mensal do HSLG11 caiu para R$ 0,40 por cota, ante R$ 0,71 em julho, devido ao não pagamento integral de aluguéis pela Casas Bahia, que está em recuperação judicial. A empresa responde por 30,9% da receita imobiliária do fundo. Mesmo com a redução do resultado, a gestão manteve o dividendo em R$ 0,75. Para isso, utilizou R$ 0,35 por cota das reservas acumuladas, que diminuíram para R$ 0,94, conforme os dados do relatório gerencial. O BRCR11 completou a lista das cinco maiores baixas, com recuo de 3,09%, para R$ 40,71. O fundo manteve o rendimento mensal em R$ 0,41 por cota, mas continua enfrentando uma vacância elevada em parte de seu portfólio de escritórios. Na ponta positiva, o CCME11 avançou 2,82%, para R$ 9,13. O fundo anunciou nesta quarta-feira o pagamento de R$ 0,086 por cota em 16 de setembro, mantendo o valor dos dois meses anteriores. A estabilidade ocorreu mesmo com a vacância de 100% do Edifício Kasa Vila Olímpia, compensada pelas demais fontes de receita do portfólio, segundo o comunicado sobre os rendimentos. Também subiram BTAL11, com alta de 1,83%, JSRE11, com 1,22%, HSAF11, com 0,97%, e RZTR11, com 0,93%. Até o fechamento, não foram localizados novos comunicados capazes de explicar isoladamente essas valorizações.
Carteira Vivendo de Renda da EQI Research troca BODB11 pelo BDIF11 para buscar DY de até 10,3%
Novo FI-Infra entra com peso de 3% nos três perfis; EQI Research mantém a divisão entre as classes de ativos A carteira Vivendo de Renda, da EQI Research, substituiu o BODB11 pelo BDIF11 na atualização divulgada nesta quarta-feira (9). O novo fundo de infraestrutura passa a ocupar 3% dos portfólios conservador, moderado e sofisticado. A alteração não muda a distribuição entre as classes de ativos. A Renda Fixa continua representando 60% do perfil conservador, 52% do moderado e 36% do sofisticado. A parcela destinada a fundos imobiliários e FI-Infra permanece em 40%, 30% e 39%, respectivamente. Somente os dois últimos perfis possuem ações. Com a atualização, a renda anual estimada da carteira ficou em 9,8% nos perfis conservador e moderado e em 10,3% no sofisticado. O percentual corresponde ao dividend yield calculado pela EQI Research e não inclui a eventual valorização ou desvalorização dos ativos. Publicidade Publicidade O que muda com a entrada do BDIF11? O BDIF11 pertence à categoria dos FI-Infra, fundos que investem principalmente em títulos de dívida ligados ao setor de infraestrutura. A substituição preserva a exposição da carteira a essa classe, mas troca o veículo utilizado para gerar renda. O peso de 3% destinado ao fundo é igual nos três perfis. As demais posições de renda fixa e ações foram mantidas, assim como a distribuição geral entre as classes. Na Renda Fixa, a decisão ocorre mesmo após a valorização de parte dos títulos públicos desde a revisão anterior. O Tesouro IPCA+ 2037 avançou 2,25% no período, enquanto o Prefixado 2037 subiu 3%. O IPCA+ 2045, por outro lado, recuou 2,43%. As taxas oferecidas pelos papéis diminuíram, mas permanecem em níveis considerados elevados pela EQI Research. O IPCA+ 2037 passou de IPCA mais 7,83% para IPCA mais 7,51% ao ano. A taxa do Prefixado 2037 caiu de 14,36% para 14,23%, enquanto o IPCA+ 2045 passou de IPCA mais 7,51% para IPCA mais 7,37%. “Seguimos observando as taxas em patamares bastante elevados e mantemos a convicção quanto ao potencial de retorno da renda fixa ao longo do tempo”, afirma João Abdouni, analista da EQI Research. A casa projeta que a Selic termine 2026 em 13,75% ao ano, após o corte de 0,25 ponto percentual promovido pelo Comitê de Política Monetária em agosto, que levou a taxa para 14%. Leia também: FIIs elevam renda projetada da carteira A principal alta na renda estimada veio do bloco de fundos imobiliários e FI-Infra. O dividend yield dessa parcela aumentou de 11,7% para 12,8%. Na Renda Fixa, o indicador permaneceu em 8,1%, enquanto nas ações avançou de 10,2% para 10,3%. Os preços dos fundos também reagiram à queda das taxas de juros futuros. O IFIX subiu 2,09% desde 13 de agosto, enquanto a seleção de fundos da Vivendo de Renda apresentou valorização de 1,73%. Mesmo com a recuperação das cotas, a EQI Research não identificou alterações relevantes nos proventos distribuídos pelos fundos que já integravam a estratégia. “A carteira segue cumprindo sua função no portfólio: gerar fluxo de caixa mensal isento de Imposto de Renda para pessoa física, com um dividend yield acima de 11%, patamar que consideramos consistente com o objetivo da estratégia e difícil de replicar em outras classes com risco comparável”, afirma João Neves, analista da EQI Research. Na Renda Variável, a atualização também chama atenção para a influência crescente das eleições sobre os preços. O Ibovespa avançou 11,6% em agosto, enquanto o índice de dividendos subiu 10,9%. A seleção de ações utilizada pela Vivendo de Renda registrou alta de 10,1%. A valorização ocorreu apesar da redução do saldo de investidores estrangeiros na B3 para R$ 18,3 bilhões, cerca de 75% abaixo do pico registrado em abril. Segundo a EQI Research, investidores institucionais locais ampliaram a participação e ajudaram a sustentar a recuperação. “Seguimos enxergando espaço para continuidade, porém optamos por manter uma alocação equilibrada, em empresas que possuam forte geração de caixa, estrutura de capital sustentável, negócios resilientes e bem administrados”, afirmam João Zanott, João Neves e Nícolas Merola. Desde o início da estratégia, em 15 de janeiro de 2025, o perfil conservador acumula valorização de 24,8%. O retorno chega a 32,5% no moderado e a 36,9% no sofisticado, considerando o período encerrado em 8 de setembro de 2026.
Dividendos do BTHF11 terão retorno de 1,15% em setembro
Dividendos do BTHF11 terão retorno de 1,15% em setembro O fundo imobiliário BTHF11 definiu o rendimento de agosto em R$ 0,101 por cota, mantendo o mesmo valor praticado nos meses anteriores. A distribuição será efetuada em 15 de setembro de 2026. Com a cotação de R$ 8,80, os dividendos do BTHF11 correspondem a cerca de 1,15% no mês. Assim, uma posição de 100 cotas terá a receber R$ 10,10, enquanto 1.000 cotas renderão R$ 101,00 na data de pagamento. Aprenda a investir com mais autonomia com os cursos e ferramentas da Suno, do básico ao avançado. Clique e conheça o combo completo e veja todos os benefícios da oferta. Para participar desta distribuição, era necessário ter o papel em carteira até o encerramento do pregão de 8 de setembro de 2026, data de corte do provento. Os rendimentos são isentos de Imposto de Renda para pessoa física, desde que atendidas as condições previstas na legislação. Dividendos do BTHF11 e calendário de pagamento Valor por cota de R$ 0,101 referente a agosto. Pagamento programado para 15 de setembro de 2026. Data de corte em 8 de setembro de 2026. Isenção de IR para pessoa física, conforme a lei. Carteira de CRIs e FIIs ao fim de agosto O fundo encerrou agosto de 2026 com a alocação concentrada em fundos imobiliários e CRIs. Segundo a gestão, 42% do portfólio estava em FIIs de tijolo, 18% em FIIs de papel e 24% em CRIs. O caixa representava 12%, enquanto ações e ativos reais somavam cerca de 1% cada. No mês, o fundo movimentou cerca de R$ 60 milhões no mercado secundário, com recomposição líquida de caixa de R$ 50,2 milhões. Entre os ajustes na parcela de FIIs, a gestão citou operações de venda short em ativos em emissão, como MXRF11 e BTLG11, além da redução da exposição ao BTCI11. Parte dos recursos foi direcionada ao aumento da exposição a títulos indexados ao IPCA com prazos mais longos. No período, foram integralizados R$ 88 milhões em CRIs, contemplando operações ligadas a Atlas, Mercado Livre em Cajamar e Amazon em Cajamar. Com isso, a carteira de crédito alcançou cerca de R$ 492 milhões, distribuída em 41 ativos. Na classe de FIIs, que somava cerca de R$ 1,20 bilhão, o fundo mantinha exposição a 46 ativos, com BTRU11, IRIM11, BTHI11 e HTMX11 entre as maiores posições. Considerando apenas os fundos, os segmentos mais representativos eram fundos de CRI, renda urbana e hotelaria, seguidos por logística, corporativo e shoppings. Movimentações patrimoniais e aquisição de shopping Outra atualização relevante foi a compra de 76% do Shopping Pátio Cianê, em Sorocaba, por R$ 220,4 milhões. A transação foi estruturada com pagamentos em diferentes etapas e assunção de R$ 67 milhões em dívida. O empreendimento conta com cerca de 140 lojas e, considerando a participação adquirida, aproximadamente 19,5 mil metros quadrados de ABL própria. O movimento reforça a estratégia do fundo de diversificação também por ativos imobiliários.
Perguntas Frequentes sobre VGII11
Qual é a cotação de VGII11 hoje na B3?
Quanto a VGII11 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de VGII11?
O que significa o P/L e o P/VP de VGII11?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.
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