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TRPL15 Terras Paulistas Fundo de Investimento Imobiliario de Permutas Responsabilidade Limitada – Cotação Hoje

📈 Ação B3

Terras Paulistas Fundo de Investimento Imobiliario de Permutas Responsabilidade Limitada

Preço Atual
R$ 1,16
-3.33%
Cotação oficial B3 em tempo real
Resumo Executivo (Visão Geral em Tempo Real)

TRPL15 (Terras Paulistas Fundo de Investimento Imobiliario de Permutas Responsabilidade Limitada) é uma ação negociada na B3. No pregão de hoje, o ativo é negociado a R$ 1,16, registrando variação de -3.33% no dia.

Análise Fundamentalista • Estratégia de Longo Prazo

Selo de Investimento:

⚠️ Atenção

Atende a 1 de 12 critérios. Alguns múltiplos ou métricas de endividamento exigem cautela.

Pontuação dos Critérios 1/12 (8.3%)
Mínimo Buy & Hold: 8/12 Status: Atenção

Checklist Fundamentalista de 12 Critérios

Critérios auditados automaticamente
Dívida Líquida < Lucro Líquido (12M)
Lucro Líquido não positivo ou dados indisponíveis

A dívida líquida da empresa é menor que o lucro líquido dos últimos 12 meses

ROE > 5%
ROE não disponível

Retorno sobre o Patrimônio Líquido historicamente superior a 5%

Histórico de Dividendos (> 4% a.a.)
Sem histórico suficiente de proventos ou DY < 4%

Histórico consistente de distribuição de proventos acima de 4% a.a.

Crescimento de Receita ou Lucro (> 5%)
Dados de crescimento indisponíveis

Crescimento de receitas ou lucros superior a 5% nos últimos anos

P/VP abaixo de 5
P/VP não disponível

Preço sobre Valor Patrimonial negociado abaixo de 5x

Setor com mais de 100 anos
Setor: Outros

Atuação em setor perene e consolidado há mais de um século

Empresa Blue Chip
Ação fora da lista das principais Blue Chips

Companhia de grande porte, alta liquidez e liderança setorial

Mais de 30 anos de mercado
Fundada em 1968 (58 anos de mercado)

Companhia fundada há mais de 30 anos com histórico comprovado

P/L abaixo de 30
P/L não disponível

Preço sobre Lucro negociado abaixo de 30x

Dív. Líquida/EBITDA < 2
EBITDA negativo ou dados de dívida insuficientes

Alavancagem financeira controlada com Dívida Líquida/EBITDA menor que 2x

EV/EBIT abaixo de 7
EBIT ou EV não positivo

Enterprise Value sobre EBIT operacional negociado abaixo de 7x

Tag Along entre 80% e 100%
Tag Along de 0% (Abaixo de 80%)

Proteção aos acionistas minoritários com Tag Along de 80% a 100%

ℹ️ Análise algorítmica fundamentalista calculada em tempo real com base em demonstrativos CVM/B3. Não constitui recomendação de compra ou venda.
💰
Valuation por Dividendos

Método Barsi (Preço Teto)

Estratégia focada em renda passiva com cálculo do preço máximo para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base na média dos últimos 5 anos.

ℹ️ Sem histórico de proventos suficiente Não foi possível calcular o Preço Teto de Barsi devido à ausência de histórico de pagamento de dividendos nos últimos anos.
Ajustar parâmetros na Calculadora Barsi
Fórmula: DPA Médio ÷ 0,06 Alvo: Yield ≥ 6% a.a.
📐
Value Investing

Fórmula de Graham (Preço Justo)

Fórmula de Benjamin Graham determinando o valor intrínseco a partir dos múltiplos conservadores de P/L ≤ 15 e P/VP ≤ 1,5.

ℹ️ Fórmula não aplicável (Prejuízo ou PL negativo) A Fórmula de Graham só é aplicável para empresas com Lucro por Ação (LPA) e Patrimônio Líquido (VPA) positivos.
Ajustar parâmetros na Calculadora Graham
Fórmula: √(22,5 × LPA × VPA) Fator 22,5 = P/L 15 × P/VP 1,5
⚠️ Aviso Legal: As estimativas do Método Barsi e da Fórmula de Graham são modelos matemáticos teóricos baseados em dados públicos da B3/CVM. Não constituem recomendação de investimento, compra ou venda.

O ativo TRPL15 (Terras Paulistas Fundo de Investimento Imobiliario de Permutas Responsabilidade Limitada) está sendo negociado hoje a R$ 1,16, acumulando uma variação de -3.33% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 1,00 e a máxima de R$ 1,20.

✓ Fonte Oficial: CVM (Comissão de Valores Mobiliários) e B3 S.A. Brasil, Bolsa, Balcão
Dados públicos em conformidade com a Lei das S/A (Lei 6.404/76)
Abertura
R$ 1,16
Fec. Ant: R$ 1,20
Variação Dia
Min: R$ 1,16
Max: R$ 1,16
52 Semanas
Mín: R$ 1,00
Máx: R$ 1,20
Volume
215.520
Moeda: BRL

Histórico de Cotação: TRPL15

Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência

Mínima no Período --
Máxima no Período --
Variação no Período --
Tendência Técnica --
Carregando cotações históricas...

Indicadores de Valuation

R$ 0,00

Indicadores de Endividamento

Dívida Líquida
R$ 0,00 Mi

Sobre a TRPL15

Setor
Outros
Indústria / Segmento
Outros
Market Cap
N/A

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A última semana antes da definição quem irá governar o Brasil nos próximos 4 anos começou com cautela por parte do mercado. O Ibovespa B3 recuou 0,17%, aos 205.079,25 pontos, nesta segunda-feira (19), de olho nas eleições presidenciais e no cenário externo. A cautela eleitoral é normal, visto que pesquisas e o histórico das últimas eleições tem mostrado resultados apertados e indefinidos. Assim, os investidores brasileiros continuam à espera de novos dados para maiores movimentações. No exterior, no entanto, o tom veio do movimento do petróleo, que recuou após os EUA retirarem sanções à Rússia na venda da commodity. O impacto foi sentido de forma diferente no exterior e no Brasil, com empresas do setor no Ibovespa vendo seus papéis cederem. Do lado positivo, Bruno Perri, economista-chefe e sócio-fundador da Forum Investimentos, destacou as ações de varejo, como Magazine Luiza, Lojas Renner, C&A. “Todas elas se beneficiam também de um relatório do Citi dando recomendação de compra e elevando as estimativas para o setor”. + Treasuries vs Tesouro: como os juros nos EUA e no Brasil mexem com os títulos públicos Ibovespa hoje Neste cenário, o Ibovespa oscilou entre 207.387,56 pontos na máxima intradiária e 204.268,99 pontos na mínima do dia. O volume negociado na B3 foi de R$ 31,8 bilhões. Maiores altas Ticker Dia (%) Valor (R$) AZZA3 13,25 26,50 MRVE3 10,94 8,01 COGN3 8,65 3,14 VAMO3 8,11 6,13 CEAB3 7,40 13,49 Maiores baixas Ticker Dia (%) Valor (R$) MBRF3 -4,11 18,20 PSSA3 -3,13 51,41 CXSE3 -2,95 21,02 PETR3 -2,93 64,54 PETR4 -2,82 58,00 Dólar hoje O petróleo mais barato e a moeda americana mais fraca frente a outros emergentes puxaram a moeda norte-americana para baixo frente ao real, apontou Vitor Kayo, economista sênior da Nomad. No fim do dia, o dólar comercial caiu 0,28%, a R$ 5,04. Bolsas de Nova York Nas bolsas de Nova York, os principais índices terminaram o dia misto, com o mercado mais aliviado com o petróleo em queda, mas ainda de olho nos balanços corporativos. Assim, no pregão, o Dow Jones cedeu 0,08%, o S&P 500 ganhou 0,41% e o Nasdaq subiu 1,11%. Quer analisar todos os seus investimentos em um só lugar, em uma plataforma intuitiva? Baixe o APP B3

B3 quer aproximar pequenas mineradoras do mercado de capitais para financiar novos projetos no Brasil
B3 •

B3 quer aproximar pequenas mineradoras do mercado de capitais para financiar novos projetos no Brasil

Durante encontro de executivos promovido pela ADIMB, na sede da Bolsa, em São Paulo, diretora da B3 reconhece lacuna no relacionamento com empresas em estágio inicial e defende maior integração entre mineração, investidores e instituições financeiras. Warley Pereira A B3, Bolsa de Valores do Brasil, pretende estreitar sua relação com o setor mineral e ampliar a aproximação com empresas de mineração de menor porte, especialmente aquelas que estão nas fases iniciais de desenvolvimento de projetos. A iniciativa busca reduzir a distância entre o potencial geológico brasileiro e as fontes de financiamento necessárias para transformar recursos minerais em empreendimentos produtivos. A sinalização foi feita por Flávia Mouta, diretora de Listagem e Relacionamento da B3, durante o Encontro de Executivos do Setor Mineral, promovido pela Agência para o Desenvolvimento e Inovação do Setor Mineral Brasileiro (ADIMB), na sede da B3, em São Paulo. O evento reuniu lideranças e especialistas para discutir o posicionamento estratégico do Brasil nas cadeias minerais globais, sob o tema “Avançar no presente para liderar no futuro”. Segundo a executiva, embora a Bolsa mantenha relacionamento consolidado com grandes companhias do setor, ainda existe espaço para avançar na conexão com empresas menores, responsáveis pelo desenvolvimento de projetos que poderão ampliar a produção mineral brasileira nos próximos anos. “ Talvez o ponto mais importante que a gente gostaria de deixar aqui como mensagem é que queremos estreitar ainda mais a relação da B3 com o setor mineral”, afirmou. Flávia reconheceu que a instituição precisa ampliar sua atuação junto às empresas que estão começando sua trajetória de desenvolvimento mineral. “ A gente tem listagem de companhias muito grandes, mas como a gente se aproxima também das companhias que estão liderando o início dos seus projetos, das companhias menores que estão no início dessa jornada? Acho que a gente reconhece que tem um gap aqui e precisa intensificar essa agenda desde o seu momento muito inicial”, destacou. Divulgação 2 Mercado de capitais pode ajudar a viabilizar projetos minerais A diretora ressaltou que o Brasil reúne condições favoráveis para ampliar sua participação nas cadeias globais de minerais críticos e estratégicos, mas precisa encontrar mecanismos capazes de transformar essa vantagem geológica em desenvolvimento industrial e econômico. Para ela, o desafio não está apenas na disponibilidade de recursos minerais, mas na capacidade de agregar valor, desenvolver empreendimentos e mobilizar investimentos. “ Como a gente usa todo o potencial que já tem, a posição privilegiada que o Brasil possui em minerais críticos, para alavancar ainda mais a nossa indústria? O desafio não é só ter os recursos, porque isso já é o óbvio. É como agregar mais valor e desenvolver esses projetos para que consigam estimular ainda mais a economia do país”, afirmou. A discussão ganha relevância diante do crescimento da demanda internacional por minerais utilizados na transição energética, na digitalização da economia e no desenvolvimento de novas tecnologias. Flávia também destacou que a recente edição da Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos reforçou a importância do tema na agenda econômica brasileira. Bolsa quer ampliar alternativas de financiamento A executiva lembrou que a atuação da B3 vai além da negociação de ações. A instituição também oferece infraestrutura para o mercado de dívida, que permanece ativo mesmo em períodos de maior volatilidade do mercado acionário. “ A gente tem um mercado de dívida ultra ativo. Temos um momento de volatilidade grande no mercado de ações, mas o mercado de dívida continua muito forte, em particular para o setor de infraestrutura”, observou. A B3 também mantém mecanismos que permitem a investidores brasileiros negociar certificados representativos de ações de empresas listadas no exterior, conhecidos como BDRs. Como exemplo, Flávia citou a Aura Minerals, companhia do setor mineral com negociação de seus papéis no mercado internacional e representação na Bolsa brasileira. Segundo ela, a instituição tem aprofundado conversas com bolsas internacionais especializadas no financiamento de empresas de mineração, buscando compreender seus modelos de funcionamento e identificar práticas que possam contribuir para o desenvolvimento do mercado brasileiro. A iniciativa é especialmente relevante para o segmento de empresas em estágio inicial, que frequentemente precisam captar recursos para financiar pesquisas geológicas, campanhas de sondagem, estudos de viabilidade e outras etapas anteriores ao início da produção. Integração entre mineração e investidores Para avançar nessa agenda, a B3 pretende fortalecer a articulação com instituições financeiras, investidores, órgãos públicos e entidades representativas da mineração. Flávia afirmou que a instituição possui uma carteira relevante de iniciativas em desenvolvimento, mas ressaltou que a aproximação entre mineração e mercado financeiro dependerá de um esforço conjunto. “ Não é só a Bolsa que vai fazer isso, não é só a ADIMB, não é só a ANM. Acho que é uma combinação de esforços de todos nós e também dos bancos e investidores. Como a gente aproxima o restante do mercado para esse ecossistema?”, questionou. Na avaliação da diretora, o Brasil já dispõe de recursos minerais e capacidade tecnológica, mas precisa aprimorar a conexão entre os projetos e os instrumentos de financiamento. “ A gente já possui o recurso, já tem tecnologia a nosso serviço no Brasil. Como estreitamos esse gap do setor com o mercado de capitais, com a captação de recursos para desenvolvimento do potencial que temos aqui, ligando o que está por baixo da nossa terra com o mercado de capitais, o mercado financeiro?”, afirmou. Uma nova agenda para o financiamento da mineração A aproximação defendida pela B3 ocorre em um momento em que o Brasil busca ampliar sua presença nas cadeias internacionais de minerais críticos, como lítio, cobre, grafite, nióbio e terras raras. Embora o país possua importantes recursos minerais, o desenvolvimento de novos empreendimentos depende de investimentos de longo prazo e da capacidade de financiar diferentes etapas, desde a pesquisa mineral até a implantação das operações. Nesse contexto, o fortalecimento do mercado de capitais pode representar uma alternativa para diversificar as fontes de financiamento do setor, especialmente para empresas que ainda não atingiram a fase de produção comercial. A sinalização da B3 aponta para uma agenda de aproximação com esse segmento, embora a executiva não tenha anunciado, durante sua apresentação, novos instrumentos específicos de captação ou um cronograma para sua implementação. Ao encerrar sua participação, Flávia reforçou que a missão da Bolsa está diretamente associada ao desenvolvimento econômico do país. “ Se não for para gerar crescimento econômico, a Bolsa perde muito do seu valor”, concluiu. A matéria está pronta para a revisão de publicação, preservando a distinção entre a intenção anunciada pela B3 e a eventual criação futura de instrumentos de financiamento. A OESP não é(são) responsável(is) por erros, incorreções, atrasos ou quaisquer decisões tomadas por seus clientes com base nos Conteúdos ora disponibilizados, bem como tais Conteúdos não representam a opinião da OESP e são de inteira responsabilidade da Agência Minera Brasil

‘Black Monday’: 39 anos de um dos dias mais caóticos do mercado financeiro global
Mercado Financeiro Global •

‘Black Monday’: 39 anos de um dos dias mais caóticos do mercado financeiro global

Era outono de 1987, mais específico em uma segunda-feira dia 19 de outubro, quando o mercado financeiro dos Estados Unidos vivenciou uma das maiores crises da sua história. Hoje, 39 anos depois, o fato ainda é lembrado como ‘Black Monday’, quando o índice Dow Jones recuou 508 pontos, ou 22,6% impulsionado por uma combinação de fatores. O recuo permanece até os dias atuais como a maior desvalorização em um único dia na história do mercado de ações. Em apenas um dia, mais de US$ 500 bilhões foram perdidos no Dow Jones, o que também se refletiu no índice Nasdaq, que perdeu 11,35%, enquanto o S&P recuou 30%. Esses eventos da ‘Black Monday’ também serviram para reforçar o conceito de globalização, já que o movimento desencadeou instabilidade em outros mercados e fez com que bolsas do mundo inteiro despencassem em questão de horas. As bolsas da Austrália, Hong Kong, Singapura e México também registraram fortes quedas. O tombo global gerou temor de que o episódio repetisse o crash de 1929, que contribuiu para a Grande Depressão dos anos 1930. Tal situação, inclusive, fez com que as bolsas de valores desenvolvessem mecanismos de susprender temporariamente as negociações em caso de rápidas quedas no mercado — conhecido como circuit breakers. Nos Estados Unidos, o interrompimento foi acionado cinco vezes, sendo quatro durante a pandemia. Já aqui no Brasil, o circuit breaker na B3 já foi acionado 23 vezes desde a sua criação em 1997. O que explica a queda das bolsas? Nos primeiros meses de 1987, o mercado acionário americano vinha de um longo ciclo de valorização, iniciado em 1982. Entre janeiro e agosto daquele ano, o Dow Jones acumulou alta de 44% e atingiu, em 25 de agosto, o recorde naquela época de 2.722 pontos. O avanço, no entanto, alimentava preocupações de que os preços das ações estivessem elevados demais. Ao mesmo tempo, empresas buscavam crescer por meio da aquisição de concorrentes, recorrendo ao endividamento e à emissão de títulos de alto risco, conhecidos como junk bonds. A economia americana, que vinha de uma recuperação acelerada, começava a apresentar sinais de desaceleração, enquanto as pressões inflacionárias aumentavam. Dólar, juros e tensões geopolíticas Em outubro, notícias negativas intensificaram a desconfiança dos investidores. O governo americano divulgou um déficit comercial acima do esperado, enquanto o dólar perdia valor. Também pesavam as preocupações com a inflação, a alta dos preços do petróleo e de outras commodities e as tensões entre Estados Unidos e Irã. Pouco antes do crash, o então secretário do Tesouro americano, James Baker, havia criticado a elevação dos juros na Alemanha Ocidental. Na semana seguinte, quando as bolsas desabaram, os dois países concordaram em manter as taxas nos níveis vigentes. Investidores interpretaram o cenário como um possível sinal de recessão nas principais economias desenvolvidas. A instabilidade já era visível na sexta-feira, 16 de outubro, quando o Dow Jones recuou 4,6%, para 2.246 pontos, em uma sessão de volume recorde. Na segunda-feira seguinte, a pressão vendedora se intensificou. Vendas automatizadas ampliaram o tombo Outro fator apontado como possível responsável pela dimensão da queda foi o program trading, sistema que permitia a grandes investidores executar operações automaticamente. Na época, essas estratégias eram utilizadas, entre outras finalidades, para limitar perdas em momentos de baixa. Com a queda das ações, os sistemas podiam acionar novas ordens de venda, aumentando a pressão sobre os preços e contribuindo para um efeito em cadeia. A hipótese, porém, é contestada por analistas que ressaltam que mercados como os de Hong Kong e da Austrália também sofreram fortes perdas, apesar de não utilizarem essas ferramentas de forma tão desenvolvida. A crise se espalhou pelos mercados globais A queda de 19 de outubro evidenciou a crescente interdependência dos mercados financeiros. Entre 19 e 23 de outubro de 1987, o índice Financial Times 100, de Londres, recuou 25%, enquanto o Nikkei Dow Jones, de Tóquio, caiu 13,2%. Bolsas de Hong Kong, Frankfurt, Amsterdã, Cidade do México e Sydney também registraram perdas expressivas. Diante da turbulência, em 20 de outubro, o Federal Reserve anunciou que forneceria liquidez ao sistema financeiro para garantir o funcionamento dos mercados. A medida ajudou a conter a crise, e as bolsas se recuperaram gradualmente. Em meados de 1988, o mercado acionário americano já havia recuperado as perdas, sem que a economia dos Estados Unidos entrasse em uma recessão prolongada como a que se seguiu ao crash de 1929. Apesar das possível causas, ainda não há consenso sobre o que provocou a dimensão histórica da ‘Black Monday’. O tombo foi resultado de uma combinação de fatores econômicos, geopolíticos e operacionais que abalaram a confiança dos investidores e ampliaram a pressão vendedora sobre as ações.

Perguntas Frequentes sobre TRPL15

Qual é a cotação de TRPL15 hoje na B3?
A cotação de TRPL15 hoje está em R$ 1,16. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 1,16 e máxima de R$ 1,16.
Quanto a TRPL15 paga de dividendos (Dividend Yield)?
Atualmente não há registros de proventos recentes para o ticker TRPL15. Consulte os relatórios trimestrais e fatos relevantes para atualizações.
Como calcular o Preço Teto de TRPL15 pelo Método Barsi e Décio Bazin?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de TRPL15 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significam os indicadores fundamentalistas P/L e P/VP de TRPL15?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

Aviso Legal: Os dados e ferramentas disponibilizados pelo Cotações Hoje têm propósito exclusivamente informativo e educacional, não constituindo recomendação de investimento.