TRBL11 Fundo de Investimento Imobiliario Tellus Rio Bravo Renda Logidtica FII – Cotação Hoje
Fundo de Investimento Imobiliario Tellus Rio Bravo Renda Logidtica FII
CNPJ: 16671412000193
Selo de Investimento:
⚠️ AtençãoAtende a 7 de 11 critérios. Alguns múltiplos de valuation, histórico ou liquidez exigem atenção.
Checklist Fundamentalista de 11 Critérios
Critérios de consistência e valuation auditadosRetorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano
Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses
Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial
Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito
Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente
Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência
Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book
Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária
Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos
Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias
Nível de ocupação saudável dos imóveis para garantir a receita de aluguéis (Ignorado para fundos de papel)
Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)
Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.
Portfólio de Imóveis & Vacância Física
| Imóvel & Tipo | Endereço / Cidade | Área (ABL) | Vacância | Part. Receita |
|---|---|---|---|---|
| One Park Imóveis para renda acabados | Rodovia Índio Tibiriçá, nº 6.000 | 84.405 m² | 0,00% | 38,51% |
| Galpão Contagem Imóveis para renda acabados | BR 040, KM 23 - Contagem/MG | 56.749 m² | 0,00% | 19,45% |
| Galpão Guarulhos 2 Imóveis para renda acabados | Rua Dona Catharina Maria de Jesus, nº 418 Guarulhos/SP | 20.221 m² | 0,00% | 12,03% |
| Galpão Feira de Santana Imóveis para renda acabados | Rodovia BR 324, KM 530 em Feira de Santana/BA | 11.295 m² | 0,00% | 8,77% |
| Galpão Guarulhos Imóveis para renda acabados | Rua Prof. João Cavalheiro Salem, 1.289 Bonsucesso, Guarulhos/SP | 19.680 m² | 0,00% | 8,26% |
📊 Alocação por Classe de Ativo
Principais Títulos & CRIs em Carteira
Consulte o Raio-X completo de ativos, passivos, alavancagem, cotistas e histórico de 12 meses do TRBL11.
Resumo Fundamentalista de TRBL11
O ativo TRBL11 (Fundo de Investimento Imobiliario Tellus Rio Bravo Renda Logidtica FII) está sendo negociado hoje a R$ 49,08, acumulando uma variação de +1.05% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 43,67 e a máxima de R$ 87,99. O fundo atua no segmento de Tijolo - Logística, registrando um Dividend Yield (12M) de 20.05% e indicador P/VP de 0.63x.
Histórico de Cotação: TRBL11
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)
Sobre a TRBL11
O TELLUS RIO BRAVO RENDA LOGISTICA FII DE RESP LTDA (TRBL11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Logística, com gestão Ativa.
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FIIs populares caem até 47% em 2026; oportunidade para comprar barato ou armadilha?
Entre os FIIs com mais de 30 mil cotistas, há casos de quedas superiores a 40% Publicidade Alguns dos fundos imobiliários mais populares entre os investidores enfrentam fortes desvalorizações em 2026. Entre os FIIs com mais de 30 mil cotistas, há casos de quedas superiores a 40%, enquanto outros recuam mais de 20% no ano, segundo levantamento da Economática com o InfoMoney. Na lista aparecem nomes com bases expressivas de investidores, como TGAR11 (TG Ativo Real) com 127,1 mil cotistas e queda de 47,03% no ano; HCTR11 (Hectare CE), com 118,1 mil investidores e baixa de 29,23%; e DEVA11 (Devant Recebíveis Imobiliários), que reúne 71,6 mil cotistas e recua 25,79%. Também estão entre os destaques negativos TORD11 (-47,59%), URPR11 (-43,69%) e MFII11 (-41,39%). FII Queda em 2026 Cotistas TORD11 -47,59% 46.674 TGAR11 -47,03% 127.101 URPR11 -43,69% 53.862 MFII11 -41,39% 31.165 HCTR11 -29,23% 118.112 DEVA11 -25,79% 71.564 VGHF11 -23,43% 358.491 BBIG11 -21,82% 37.182 TRXF11 -17,72% 351.702 TRBL11 -16,93% 40.285 Fonte: Economática – dados obtidos até 22 de setembro Outros fundos populares também aparecem entre os maiores recuos: VGHF11 (Valora Hedge Fund), com 358,5 mil cotistas, acumula queda de 23,43%; BBIG11 (BB Premium Malls), com 37,2 mil investidores, cai 21,82%; TRXF11 (TRX Real Estate), que possui 351,7 mil cotistas, recua 17,72%; enquanto TRBL11 (Tellus Rio Bravo Renda Logistica), com 40,3 mil investidores, registra baixa de 16,93%. A concentração de tantos fundos conhecidos entre as maiores quedas chama atenção justamente pelo tamanho de suas bases de investidores. Mas, apesar de aparecerem lado a lado no ranking, os fundos possuem estratégias e estruturas de carteira bastante diferentes — e os motivos por trás das desvalorizações também não são os mesmos. Para Olivia Flôres de Brás, CEO da Magno Investimentos, esse é justamente o principal cuidado que o investidor deve ter ao olhar para uma tela de maiores quedas. Segundo ela, há fundos de desenvolvimento, estruturas multiestratégia e fundos predominantemente de crédito, com riscos que passam por execução, liquidez, recebíveis, carência e inadimplência. Continua depois da publicidade Leia Mais: “Vai virar ativo previdenciário”: Analista prevê FIIs superando ações em investidores Desconto de 50% não significa a mesma coisa para todos os FIIs Segundo a especialista, entre os riscos estão execução de projetos, baixa liquidez, deterioração de recebíveis, carência e inadimplência. Por isso, o tamanho do desconto em relação ao patrimônio líquido não seria suficiente para determinar se uma cota tem potencial de recuperação. “O P/VP não mede oportunidade. Ele mede a distância entre aquilo que o fundo reconhece como patrimônio e aquilo que o mercado aceita pagar hoje”, afirma Olivia. Para ela, a questão central é verificar quanto desse patrimônio pode efetivamente se transformar em caixa para o cotista. Continua depois da publicidade No TORD11, por exemplo, a recuperação dependeria principalmente da capacidade de monetizar os ativos da carteira. O fundo tinha cerca de R$ 212,6 milhões de patrimônio líquido, mas valor de mercado próximo de R$ 6 milhões. Como a carteira reúne CRIs, FIPs e participações em SPEs, uma eventual melhora dependeria da realização desses ativos — e de quanto dos valores registrados no balanço poderá ser efetivamente recuperado. Já no TGAR11, o problema é menos relacionado à existência de patrimônio e mais ao tempo necessário para transformá-lo em dinheiro. O fundo tinha 95% das obras concluídas e 81% das vendas realizadas, enquanto o VGV vendido no segundo trimestre chegou a R$ 255 milhões, alta de 50% na comparação anual. Para Olivia, portanto, uma recuperação passa pela continuidade das vendas, conclusão dos projetos e conversão dos recebíveis em caixa. Leia Mais: “Vai virar ativo previdenciário”: Analista prevê FIIs superando ações em investidores Continua depois da publicidade Crédito, geração de caixa e inadimplência são os principais obstáculos No URPR11, a queda da cota veio acompanhada de redução das distribuições, que passaram da região de R$ 0,80 para R$ 0,30 por cota. O fundo ainda possuía cerca de R$ 110,4 milhões em caixa e liquidez, mas isso não elimina a necessidade de avaliar a qualidade dos créditos, as garantias e os prazos de recuperação. “Desconto sobre patrimônio confiável pode ser oportunidade. Desconto sobre patrimônio questionado pode ser apenas matemática bonita”, diz Olivia. No MFII11, o principal sinal de deterioração está na geração de caixa. A projeção líquida para 2026 foi revisada de R$ 30,6 milhões para R$ 9,2 milhões, enquanto a estimativa para 2027 caiu de R$ 87,1 milhões para R$ 46,5 milhões. A melhora, portanto, depende da capacidade dos projetos e participações do fundo voltarem a gerar caixa e serem monetizados próximos aos valores contabilizados. Continua depois da publicidade O quadro é mais delicado nos fundos de crédito. No HCTR11, apenas cerca de 10% da carteira de CRIs estava em dia na fotografia analisada, enquanto 54% estava em carência e 36% inadimplente. De acordo com Olívia, o fundo passou a depender sobretudo da recuperação dos créditos, por meio de renegociações, retomada dos pagamentos, execução de garantias e recuperação de principal. VGHF11, TRXF11 e BBIG11 também tem cotas pressionadas O BBIG11, que acumula queda de 21,82% em 2026, vem sendo pressionado principalmente pelo endividamento associado à aquisição dos shoppings e pelo recuo dos dividendos: o fundo reduziu a distribuição de R$ 0,07 para R$ 0,02 por cota em junho, embora tenha mantido baixa vacância dos imóveis. Já o VGHF11, com queda de 23,43%, sofreu com a desvalorização de sua carteira de FIIs e ativos indexados à inflação, além da redução dos rendimentos; em julho, distribuiu R$ 0,06 por cota e a gestão passou a reciclar parte da carteira, vendendo CRIs IPCA e aumentando a exposição a ativos atrelados ao CDI. No TRXF11, que recua 17,72%, o movimento recente não está ligado, até o momento, a uma deterioração dos imóveis ou dos rendimentos: o fundo segue fazendo aquisições e vendas de ativos, mas acontecimentos recentes envolvendo o grupo levaram alguns analistas a adotar uma postura mais cautelosa. Leia Mais: FIIs ganham 118 mil investidores em 3 meses, mas volume negociado cai 22% em agosto
Fundo imobiliário embolsa R$ 249,3 milhões com venda de escritórios; IFIX aprofunda queda – Money Times
Fundo imobiliário embolsa R$ 249,3 milhões com venda de escritórios; IFIX aprofunda queda (Imagem: istock/ dit26978) O fundo imobiliário Hedge AAA (HAAA11) concluiu a venda de 10 escritórios do subcondomínio Thera Corporate, integrante do complexo Thera One, localizado em São Paulo (SP), por R$ 249,3 milhões, mostra fato relevante divulgado ao mercado. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Segundo o documento, a operação havia sido anunciada em julho deste ano e estava sujeita ao cumprimento de determinadas condições, agora superadas. O comprador originalmente era o TRX Real Estate (TRXF11), que exerceu a chamada cláusula de pessoa a declarar e indicou o Hedge Renda Corporativa (HREC11) para assumir integralmente a posição de adquirente. Como parte da operação, o TRXF11 subscreveu e integralizou cotas do HREC11 e passou a ser cotista do fundo. Como será o pagamento Do total de R$ 249,3 milhões, R$ 95,33 milhões já foram pagos ao HAAA11, sendo o valor quase integralmente compensado pela subscrição, pelo próprio HAAA11, de 1,01 milhão de cotas da 13ª emissão do TRXF11. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Os outros R$ 154,01 milhões serão pagos posteriormente, com vencimento em outubro de 2033. Essa parcela será corrigida pela variação positiva acumulada do IPCA e terá juros remuneratórios de 9,20% ao ano. O pagamento dos juros será mensal. Ainda segundo o fato relevante, o HAAA11 poderá ceder esse crédito a terceiros, inclusive a uma companhia securitizadora, em uma operação de true sale. As despesas com ITBI, custas e emolumentos cartorários da transação, além de eventuais custos iniciais e de estruturação de uma securitização, serão arcadas pelo HAAA11. Desempenho do IFIX O IFIX, principal índice dos FIIs na B3, encerrou a última quarta-feira (23) aos 3.732,49 pontos, com queda de 0,37%, no segundo pregão consecutivo no vermelho. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Desde o início de setembro, o indicador acumula desvalorização de 0,81%, enquanto, no acumulado de 2026, recua 1,13%. Destaques do último pregão (23) O BPML11 liderou as altas, com avanço de 7,07%. Na sequência, o BROF11 subiu 1,60%, enquanto o TRXF11 ganhou 1,36%. Ticker Variação Último BPML11 +7,07% R$ 93,09 BROF11 +1,60% R$ 61,01 TRXF11 +1,36% R$ 73,99 ARRI11 +1,05% R$ 4,82 HTMX11 +1,02% R$ 136,14 O TRBL11 liderou as quedas, com recuo de 4,39%. Na sequência, o MFII11 caiu 2,80%, enquanto o GZIT11 recuou 2,20%. Ticker Variação Último TRBL11 -4,39% R$ 48,57 MFII11 -2,80% R$ 38,88 GZIT11 -2,20% R$ 36,00 BLMG11 -1,73% R$ 34,15 VGIP11 -1,69% R$ 72,05 CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
IFIX recua 0,37% e fecha quarta-feira aos 3.732,49 pontos
O IFIX encerrou o pregão desta quarta-feira (23) aos 3.732,49 pontos, em queda de 0,37%. O recuo corresponde a 13,81 pontos frente ao fechamento anterior, de 3.746,30 pontos. Durante a sessão, o índice de fundos imobiliários marcou máxima de 3.746,41 pontos e mínima de 3.728,16 pontos. A abertura ocorreu em 3.746,33 pontos, e o índice terminou o dia 4,33 pontos acima da mínima intradiária. IFIX fecha em queda de 0,37% O desempenho do índice na sessão refletiu a variação negativa do dia, com fechamento abaixo do nível visto no pregão anterior. Em termos de pontuação, a referência do mercado de fundos imobiliários oscilou entre os extremos intradiários antes de consolidar a perda ao final do dia. A movimentação intradiária mostrou alternância entre a máxima de 3.746,41 pontos e a mínima de 3.728,16 pontos. Considerando a abertura em 3.746,33 pontos, o comportamento do índice permaneceu dentro desse intervalo até o fechamento em 3.732,49 pontos. MXRF11 lidera negócios Entre os FIIs mais negociados, o MXRF11 (Maxi Renda) liderou o volume, com 2,18 milhões de cotas transacionadas, e caiu 0,44% no fechamento. Na sequência, o CPTS11 (Capitania Securities II) movimentou 1,71 milhão de cotas e avançou 0,41%. O GGRC11 (Zagros Renda Imobiliária) somou 1,39 milhão de cotas negociadas e terminou estável, com variação de 0,00%. Já o VGHF11 (Valora Hedge) registrou 773,78 mil cotas negociadas e recuou 0,40% no dia. Completando a lista dos mais ativos, o SNEL11 (Suno Energias Limpas) teve 611,35 mil cotas negociadas, com queda de 0,13% na sessão. Os volumes indicam os papéis com maior presença nas operações do período. O sobe-e-desce dos FIIs Nas maiores altas do pregão, o BROF11 (BRPR Corporate Offices) apresentou valorização de 1,6%, equivalente a R$ 0,96 por cota, e encerrou as negociações cotado a R$ 61,01. Foi o destaque positivo do dia entre os fundos listados. Na segunda maior alta, o TRXF11 (TRX Real Estate) avançou 1,36%, ou R$ 0,99 por cota, e terminou o pregão a R$ 74,15. O desempenho colocou o fundo entre os principais ganhos da sessão. Entre as maiores quedas, o TRBL11 (Tellus Rio Bravo Renda Logística) recuou 4,39%, equivalente a R$ 2,23 por cota, e fechou o dia a R$ 48,21. O resultado marcou o pior desempenho do pregão entre os destaques monitorados.
Perguntas Frequentes sobre TRBL11
Qual é a cotação de TRBL11 hoje na B3?
Quanto a TRBL11 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de TRBL11?
O que significa o P/L e o P/VP de TRBL11?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
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