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SANB11F Banco Santander (Brasil) S.A. Units Cons of 1 Sh + 1 Pfd Sh – Cotação Hoje

📈 Ação B3

Banco Santander (Brasil) S.A. Units Cons of 1 Sh + 1 Pfd Sh

Preço Atual
R$ 28,82
-2.31%
Cotação oficial B3 em tempo real
Análise Fundamentalista • Estratégia de Longo Prazo

Selo de Investimento:

⚠️ Atenção

Atende a 1 de 12 critérios. Alguns múltiplos ou métricas de endividamento exigem cautela.

Pontuação dos Critérios 1/12 (8.3%)
Mínimo Buy & Hold: 8/12 Status: Atenção

Checklist Fundamentalista de 12 Critérios

Critérios auditados automaticamente
Dívida Líquida < Lucro Líquido (12M)
Lucro Líquido não positivo ou dados indisponíveis

A dívida líquida da empresa é menor que o lucro líquido dos últimos 12 meses

ROE > 5%
ROE não disponível

Retorno sobre o Patrimônio Líquido historicamente superior a 5%

Histórico de Dividendos (> 4% a.a.)
Sem histórico suficiente de proventos ou DY < 4%

Histórico consistente de distribuição de proventos acima de 4% a.a.

Crescimento de Receita ou Lucro (> 5%)
Dados de crescimento indisponíveis

Crescimento de receitas ou lucros superior a 5% nos últimos anos

P/VP abaixo de 5
P/VP não disponível

Preço sobre Valor Patrimonial negociado abaixo de 5x

Setor com mais de 100 anos
Setor: Outros

Atuação em setor perene e consolidado há mais de um século

Empresa Blue Chip
Ação fora da lista das principais Blue Chips

Companhia de grande porte, alta liquidez e liderança setorial

Mais de 30 anos de mercado
Fundada em 1857 (169 anos de mercado)

Companhia fundada há mais de 30 anos com histórico comprovado

P/L abaixo de 30
P/L não disponível

Preço sobre Lucro negociado abaixo de 30x

Dív. Líquida/EBITDA < 2
EBITDA negativo ou dados de dívida insuficientes

Alavancagem financeira controlada com Dívida Líquida/EBITDA menor que 2x

EV/EBIT abaixo de 7
EBIT ou EV não positivo

Enterprise Value sobre EBIT operacional negociado abaixo de 7x

Tag Along entre 80% e 100%
Tag Along de 0% (Abaixo de 80%)

Proteção aos acionistas minoritários com Tag Along de 80% a 100%

ℹ️ Análise algorítmica fundamentalista calculada em tempo real com base em demonstrativos CVM/B3. Não constitui recomendação de compra ou venda.
💰
Valuation por Dividendos

Método Barsi (Preço Teto)

Estratégia focada em renda passiva com cálculo do preço máximo para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base na média dos últimos 5 anos.

ℹ️ Sem histórico de proventos suficiente Não foi possível calcular o Preço Teto de Barsi devido à ausência de histórico de pagamento de dividendos nos últimos anos.
Ajustar parâmetros na Calculadora Barsi
Fórmula: DPA Médio ÷ 0,06 Alvo: Yield ≥ 6% a.a.
📐
Value Investing

Fórmula de Graham (Preço Justo)

Fórmula de Benjamin Graham determinando o valor intrínseco a partir dos múltiplos conservadores de P/L ≤ 15 e P/VP ≤ 1,5.

ℹ️ Fórmula não aplicável (Prejuízo ou PL negativo) A Fórmula de Graham só é aplicável para empresas com Lucro por Ação (LPA) e Patrimônio Líquido (VPA) positivos.
Ajustar parâmetros na Calculadora Graham
Fórmula: √(22,5 × LPA × VPA) Fator 22,5 = P/L 15 × P/VP 1,5
⚠️ Aviso Legal: As estimativas do Método Barsi e da Fórmula de Graham são modelos matemáticos teóricos baseados em dados públicos da B3/CVM. Não constituem recomendação de investimento, compra ou venda.

O ativo SANB11F (Banco Santander (Brasil) S.A. Units Cons of 1 Sh + 1 Pfd Sh) está sendo negociado hoje a R$ 28,82, acumulando uma variação de -2.31% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 25,20 e a máxima de R$ 37,82.

Abertura
R$ 29,70
Fec. Ant: R$ 28,82
Variação Dia
Min: R$ 28,82
Max: R$ 29,75
52 Semanas
Mín: R$ 25,20
Máx: R$ 37,82
Volume
6.370
Moeda: BRL

Histórico de Cotação: SANB11F

Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência

Mínima no Período --
Máxima no Período --
Variação no Período --
Tendência Técnica --
Carregando cotações históricas...

Indicadores de Valuation Instituição Financeira

R$ 0,00

Sobre a SANB11F

Setor
Outros
Indústria / Segmento
Outros
Market Cap
N/A

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Ibovespa pisa no acelerador, dispara 2,63% e volta aos 192 mil pontos na véspera das eleições O último pregão antes das eleições entregou tudo o que prometia: tensão, virada, volatilidade e, no fim, uma arrancada daquelas. O Ibovespa fechou esta sexta-feira (2) em forte alta de 2,63%, aos 192.114,55 pontos, com ganho de 4.917,09 pontos e praticamente colado à máxima do dia, de 192.118,70 pontos. Não foi uma alta qualquer. O índice terminou no maior patamar desde 22 de abril, quando havia fechado aos 192.888,96 pontos, e registrou seu melhor desempenho diário desde 10 de julho, quando avançou 2,97%. A semana também terminou com gosto de recuperação: alta acumulada de 4,71%, interrompendo uma sequência de duas semanas consecutivas no vermelho. E o rali foi quase uma festa sem penetras: apenas quatro ações da carteira do índice terminaram em queda. Vale (VALE3), Petrobras (PETR4) e os grandes bancos entraram juntos na dança e deram combustível suficiente para empurrar o índice de volta à casa dos 192 mil pontos. Ibovespa faz montanha-russa antes das eleições O placar final parece tranquilo. O caminho até ele passou longe disso. O Ibovespa começou o dia em alta, embalado pelo payroll mais fraco nos Estados Unidos. Foram criadas apenas 29 mil vagas de trabalho em setembro, muito abaixo das 90 mil esperadas pelo mercado, reduzindo as apostas em uma nova alta dos juros pelo Federal Reserve já em outubro. O bom humor, porém, encontrou rapidamente a política brasileira pelo caminho. No último pregão antes do primeiro turno, a divulgação de uma nova pesquisa Datafolha aumentou a volatilidade dos ativos. O levantamento mostrou Lula com 45% das intenções de voto e Flávio Bolsonaro com 40% no primeiro turno, enquanto a disputa permaneceu apertada em um eventual segundo turno. O índice chegou a devolver completamente os ganhos e mergulhou no vermelho durante a manhã. Mas a pressão durou pouco. Na segunda metade do pregão, os compradores voltaram com força. O Ibovespa recuperou os 190 mil, passou pelos 191 mil e só tirou o pé quando já estava acima dos 192 mil pontos. A reta final das eleições tem ampliado as oscilações porque investidores tentam antecipar possíveis efeitos das urnas sobre a política econômica e, principalmente, sobre a trajetória fiscal. A resposta definitiva, porém, fica para depois da votação. Payroll dá empurrão extra à bolsa Se Brasília trouxe volatilidade, os Estados Unidos deram um bom motivo para comprar risco. Além da criação de apenas 29 mil vagas em setembro, os números dos meses anteriores do payroll foram revisados para baixo. A leitura reduziu de forma significativa as apostas em aumento de 0,25 ponto percentual nos juros americanos na próxima reunião do Fed: a probabilidade caiu para 22,7%, ante 64,2% uma semana antes. No Brasil, outro dado ajudou a reforçar a percepção de desaceleração da atividade. A produção industrial de agosto caiu 0,6%, desempenho pior que o esperado. Com uma economia mostrando menos força, cresce a leitura de que o Banco Central pode encontrar espaço para continuar o processo de redução da Selic, ainda que o cenário inflacionário permaneça no radar. Vale, Petrobras e bancos: hoje ninguém quis ficar de fora O tamanho da alta desta sexta-feira fica mais claro olhando para os pesos-pesados do índice. Vale (VALE3) disparou 2,56% e encerrou na máxima do dia. Petrobras (PETR4) avançou ainda mais, 2,81%, em uma sessão marcada também pelo anúncio de uma nova descoberta de petróleo na Foz do Amazonas. E os bancos resolveram aparecer em bloco. Banco do Brasil (BBAS3) saltou 3,04%, Bradesco (BBDC4) ganhou 3,34%, Itaú Unibanco (ITUB4) avançou 1,54% e Santander (SANB11) subiu 0,68%. Quando Vale, Petrobras e bancões apontam todos para o mesmo lado, o efeito sobre o índice aparece rápido. Nesta sexta, apareceu em quase 5 mil pontos de valorização. Maiores altas e baixas O verde tomou conta da B3 e sobrou pouco espaço para quem queria remar contra a maré. Além dos fortes ganhos de PETR4, VALE3, BBAS3 e BBDC4, Embraer (EMBJ3) decolou 1,26%, mesmo após os números de produção do terceiro trimestre ficarem aquém de algumas projeções. IRB Brasil (IRBR3) avançou 1,70%, beneficiado pela elevação de preço-alvo por um banco após a aprovação de uma nova legislação que pode favorecer a rentabilidade e a distribuição de dividendos da companhia. No varejo, a maioria das ações também acompanhou a festa. Assaí (ASAI3) foi uma das raras exceções, com leve baixa de 0,09%. Cotação do dólar hoje O dólar não comprou toda a euforia da bolsa. A moeda americana terminou a sexta-feira praticamente no zero a zero, com queda de 0,08%, cotada a R$ 5,216. O comportamento mais contido do câmbio contrastou com a disparada do Ibovespa e refletiu a cautela que ainda domina parte dos negócios antes das urnas. Os juros futuros também não apresentaram uma direção única e encerraram a sessão mistos. Fechamento das bolsas americanas Wall Street também recebeu bem o payroll mais fraco. A desaceleração do mercado de trabalho reduziu o temor de uma nova alta imediata dos juros pelo Fed e levou os três principais índices americanos ao campo positivo. Dow Jones: alta de 0,49%, aos 51.176,96 pontos alta de S&P 500: avanço de 0,73%, aos 7.722,72 pontos avanço de Nasdaq: valorização de 1,19%, aos 27.190,86 pontos O Nasdaq levou a melhor, impulsionado principalmente pelas empresas de tecnologia. A queda do petróleo durante parte da sessão também ajudou o sentimento de risco, após integrantes do G7 anunciarem a liberação de estoques emergenciais para aliviar as preocupações com a oferta global de energia. Agora, quem manda é a urna Depois de uma semana de 4,71% de valorização, não há mais pregão para o mercado tentar antecipar o primeiro turno. A próxima abertura da B3 já será com o resultado das urnas conhecido. O comportamento dos ativos na segunda-feira deve depender não apenas dos números da disputa presidencial, mas também da composição do Congresso e, sobretudo, da leitura dos investidores sobre o que o resultado significa para a política fiscal e econômica a partir de 2027. Por enquanto, a fotografia que fica é difícil de ignorar: depois de passar boa parte das últimas semanas em uma gangorra eleitoral, o Ibovespa chegou à porta das eleições aos 192.114 pontos, com quase 5 mil pontos conquistados em uma única sessão e no maior fechamento em mais de cinco meses.

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Ibovespa sobe com bancos e Vale; Petrobras cai após descoberta na Foz do Amazonas

O Ibovespa abriu em forte alta nesta sexta-feira (2), com ganhos de Vale, grandes bancos, B3 e ações domésticas. Petrobras segue na direção contrária e recua, mesmo após anunciar uma nova descoberta de petróleo na Foz do Amazonas. O principal índice da B3 iniciou o pregão com alta preliminar de 0,13%, aos 187.436,94 pontos. Após os leilões, acelerou para 1,38%, aos 187.784,12 pontos, enquanto os negócios seguintes levam o índice em direção aos 189 mil pontos. O Índice de Small Caps (SMLL) também começou no campo positivo, com avanço preliminar de 0,02%, aos 2.289,73 pontos. No câmbio, o dólar comercial virou para queda e recuava 0,20%, a R$ 5,210. O Banco Central informou a primeira parcial da PTAX com compra a R$ 5,2078 e venda a R$ 5,2084. Os juros futuros também operam em baixa. Produção industrial cai 0,6% em agosto Na agenda doméstica, investidores repercutem a queda da produção industrial brasileira. O indicador recuou 0,6% em agosto, resultado abaixo das projeções do mercado. A sessão também ocorre em meio ao aumento da percepção de risco. O VIX Brasil atingiu recorde histórico, indicando maior volatilidade esperada para o mercado brasileiro. Bancos sobem; Santander cai novamente Os grandes bancos aparecem entre os principais apoios do Ibovespa nesta abertura. O Banco do Brasil (BBAS3) sobe 2,35%, Bradesco (BBDC4) avança 1,70% e Itaú Unibanco (ITUB4) ganha 1,63%. O Santander (SANB11) destoa novamente do setor e registra queda de 1,65%. As ações da B3 (B3SA3) também avançam com força, com valorização de 2,22%, a R$ 18,92. Vale sobe mais de 1%; Petrobras recua A Vale (VALE3) contribui para o avanço do Ibovespa e registra alta de 1,25%, a R$ 71,18.

Dólar abre em queda com Datafolha e repercussão de dados de emprego nos EUA
UOL - Notícias •

Dólar abre em queda com Datafolha e repercussão de dados de emprego nos EUA

São Paulo O dólar opera em queda nesta sexta-feira (2), após a divulgação da nova pesquisa Datafolha e enquanto investidores repercutem os dados do relatório de empregos dos Estados Unidos. Às 9h51, a moeda caía 0,17%, cotada a R$ 5,214. Divulgada na quinta-feira (1º), a pesquisa mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 45% dos votos válidos no primeiro turno, ante 40% do senador Flávio Bolsonaro (PL). No segundo turno, os dois aparecem tecnicamente empatados, com 48% para Lula e 45% para Flávio. A margem de erro é de dois pontos percentuais. Na semana anterior, Lula tinha 43% dos votos válidos no primeiro turno e 47% das intenções de voto no segundo turno. Flávio Bolsonaro aparecia com 39% e 45%, respectivamente. Pessoas permanecem próximas a um painel eletrônico que exibe informações sobre as oscilações dos índices do mercado na Bolsa de Valores, em São Paulo - Amanda Perobelli - 04.mar.2025/Reuters Na véspera, o dólar fechou em forte alta de 0,98%, cotado a R$ 5,223. A valorização ocorreu em meio a um movimento global de fortalecimento da moeda americana, acompanhado pela alta dos rendimentos dos Treasuries, títulos do governo dos Estados Unidos. Os Treasuries de dez anos alcançaram máxima de 5,340%, ante 5,304% na véspera (30), alta de 0,68%. Os títulos de 30 anos também operaram em alta, com máxima de 5,690%. Leonardo Brito, economista da Olimpo Investimentos, afirma que o movimento do dólar também esteve relacionado à alta do petróleo, que voltou a superar os US$ 100. Às 17h05, a commodity subia 4,73%, cotada a US$ 102. O Ibovespa fechou em alta de 0,45%, aos 187.192 pontos, depois de apresentar volatilidade ao longo do dia. Entre as ações que subiram estiveram as da Petrobras, beneficiadas pela alta do petróleo. Na outra ponta, os papéis de grandes bancos, como Bradesco, Banco do Brasil, Santander e Itaú, pressionaram o índice ao longo do dia. Também pesaram sobre a Bolsa os papéis de Suzano e Smart Fit. Folha Mercado Receba no seu email o que de mais importante acontece na economia; aberta para não assinantes. Carregando... Segundo Brito, a volatilidade da Bolsa esteve relacionada também à abertura da curva de juros. Às 17h08, a taxa para janeiro de 2028 estava em 13,555%, perto da estabilidade, enquanto a de janeiro de 2035 estava em 14,112%, alta de 0,13 ponto percentual. Gustavo Trotta, especialista e sócio da Valor Investimentos, afirma que o movimento dos bancos esteve relacionado à queda das ações do Santander na Espanha na véspera (30). Segundo ele, a baixa dos papéis da matriz acabou influenciando o desempenho dos bancos brasileiros. Com isso, o especialista afirma que parte da queda dos outros bancos pode estar relacionada à realização de lucros, após a alta registrada por essas ações no pregão anterior. No exterior, o índice DXY, que mede o desempenho do dólar ante uma cesta de seis moedas fortes, avançou 0,57%, mostrando que a valorização da moeda americana não ficou restrita ao mercado doméstico. Os investidores também acompanharam as incertezas no mercado de petróleo. No último dia 26, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou ter rejeitado uma proposta do Irã para um cessar-fogo de sete dias. A iniciativa previa a reabertura do estreito de Hormuz durante o período em troca do fim do embargo econômico imposto por Washington e da retomada das negociações de paz. Desde então, houve poucas atualizações sobre um possível acordo entre os países. A alta dos rendimentos dos títulos também apareceu em outros mercados. Juliana Benvenuto, coordenadora de alocação e inteligência da Avenue, afirma que o título de 30 anos do Reino Unido superou 6% pela primeira vez desde 1998, enquanto o prêmio do título francês em relação ao alemão chegou a 134 pontos-base, o maior nível desde 2012. No Japão, o rendimento do título de dez anos atingiu o maior patamar em três décadas. Nicolas Gass, chefe de alocação de investimentos e sócio da GT Capital, afirma ainda que falas de diretores do Fed (Federal Reserve, o banco central americano) gerias nesta quinta mantiveram um tom firme. Segundo ele, os dirigentes destacaram que a inflação continua acima da meta, com riscos de alta, e não descartaram novos aumentos de juros, apesar do dado do PCE divulgado na véspera. Segundo o FedWatch, ferramenta do CME Group que acompanha as apostas do mercado para as decisões do Fed, havia 74% de chance de manutenção da taxa de juros na reunião dos dias 27 e 28 de outubro de 2026. Outros 26% apostavam em uma alta, para o intervalo entre 4% e 4,25%. C-Level Uma newsletter com informações exclusivas para quem precisa tomar decisões Carregando... Para Marcos Praça, diretor de Análises da ZERO Markets Brasil, no entanto, as Bolsas americanas conseguiram melhorar ao longo da tarde após as declarações reduzirem parte dos temores de uma nova alta imediata dos juros. Philip Jefferson, John Williams e Neel Kashkari indicaram, em diferentes declarações, que o Fed não precisa agir com urgência, embora Kashkari tenha mantido aberta a possibilidade de um aperto adicional caso a economia e a inflação exijam. O Dow Jones teve leve alta de 0,04%, enquanto o S&P 500 avançou 0,19% e o Nasdaq subiu 0,04%.

Perguntas Frequentes sobre SANB11F

Qual é a cotação de SANB11F hoje na B3?
A cotação de SANB11F hoje está em R$ 28,82. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 28,82 e máxima de R$ 29,75.
Quanto a SANB11F paga de dividendos?
Atualmente não há registros de proventos recentes para o ticker SANB11F. Consulte os relatórios trimestrais e fatos relevantes para atualizações.
Como calcular o Preço Teto de SANB11F?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de SANB11F para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de SANB11F?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

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