RZTR11 Fundo de Investimento Imobiliario Riza Terrax – Cotação Hoje
Fundo de Investimento Imobiliario Riza Terrax
CNPJ: 36501128000186
Fonte: B3 (Brasil, Bolsa, Balcão)·Atualizado em 06/11/2026 às 18:00
RZTR11 (Fundo de Investimento Imobiliario Riza Terrax) é um fundo de investimento imobiliário (FII) do setor de Fundos Imobiliários. No pregão de hoje, o ativo é negociado a R$ 67,69, registrando variação de +1.77% no dia. O índice Preço/Valor Patrimonial (P/VP) está avaliado em 0.66x. O Dividend Yield (DY) acumulado nos últimos 12 meses é de aproximadamente 16.77%.
Selo de Investimento:
🏢 Renda SólidaAtende a 10 de 11 critérios fundamentais de consistência e solidez para renda imobiliária.
Checklist Fundamentalista de 11 Critérios
Critérios de consistência e valuation auditadosRetorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano
Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses
Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial
Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito
Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente
Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência
Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book
Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária
Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos
Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias
Nível de ocupação saudável dos imóveis para garantir a receita de aluguéis (Ignorado para fundos de papel)
Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)
Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.
Relatório Mensal CVM & Composição Patrimonial
Resumo Fundamentalista de RZTR11
O ativo RZTR11 (Fundo de Investimento Imobiliario Riza Terrax) está sendo negociado hoje a R$ 67,69, acumulando uma variação de +1.77% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 65,99 e a máxima de R$ 99,04. O fundo atua no segmento de Fiagro, registrando um Dividend Yield (12M) de 16.77% e indicador P/VP de 0.66x.
Histórico de Cotação: RZTR11
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)
Sobre a RZTR11
O FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO RIZA TERRAX (RZTR11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Outros, com gestão Ativa.
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Duelos 1 contra 1 de valuation, dividendos, preço teto e múltiplos fundamentalistas.
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Fundo imobiliário enfrenta segunda recuperação judicial entre inquilinos; contratos representam 11,2% da receita do FII – Money Times
(Imagem Pixabay 1820796) O fundo imobiliário Inter Logístico (INLG11) informou que mais uma de suas locatárias entrou com pedido de recuperação judicial (RJ). Desta vez, trata-se da Navarro Distribuidora de Medicamentos, que ocupa um espaço no Log Gaiolli Business Park, complexo logístico localizado em Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Segundo fato relevante divulgado ao mercado, a solicitação foi ajuizada pela empresa em 3 de outubro de 2026, em conjunto com outras companhias do mesmo grupo econômico. O processamento foi deferido pela Justiça em 4 de novembro. O contrato de locação da distribuidora com o FII tem vigência até 30 de março de 2031 e representa aproximadamente 5,4% da receita imobiliária mensal do INLG11. Apesar do pedido de RJ, o fundo informou que a locatária estava em dia com todas as suas obrigações financeiras até o ajuizamento da ação e que não espera, neste momento, impactos relevantes sobre os resultados e as distribuições de rendimentos aos cotistas. De acordo com o veículo, essa avaliação considera inclusive um eventual inadimplemento futuro por parte da inquilina. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Ainda assim, a administradora do FII, Inter DTVM, e a gestora, Inter Asset, em conjunto com a Log Commercial (LOGG3), operadora do Log Gaiolli Business Park, afirmaram que acompanham os desdobramentos do processo. Segunda locatária em recuperação judicial O caso da Navarro não é o primeiro envolvendo uma inquilina do INLG11. Em setembro, o fundo já havia comunicado ao mercado que a Comercial RS, outra locatária do mesmo empreendimento, também havia entrado em recuperação judicial. Só que, diferentemente da distribuidora de medicamentos, o veículo informou, na ocasião, que a empresa já apresentava problemas com o pagamento dos aluguéis. Antes de ajuizar o pedido, a Comercial RS havia firmado dois acordos para parcelar débitos locatícios, mas não cumpriu integralmente os compromissos. Além disso, deixou de pagar o aluguel referente a julho de 2026. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Os valores pendentes somavam R$ 213,7 mil até o final de setembro, considerando a participação de 80% então detida pelo INLG11 no imóvel logístico — recentemente, o fundo comprou os 20% restantes. O contrato da Comercial RS, vigente até 10 de maio de 2030, corresponde a 5,8% da receita imobiliária mensal do INLG11. Portanto, as duas inquilinas representam, juntas, aproximadamente 11,2%. Desempenho do IFIX Ainda no mercado de FIIs, o IFIX, principal índice da classe na bolsa de valores (B3), encerrou a quinta-feira (5) aos 3.602,02 pontos, com alta de 1,22%. Apesar disso, no acumulado de novembro, o indicador apresenta perdas de 1,22%, enquanto, em 2026, está com desvalorização de 4,59%. Destaques do último pregão (5) CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE O VTRA11 liderou as altas, com valorização de 4,98%. Na sequência, o KNHY11 subiu 3,36%, seguido pelo TRXF11, que avançou 3,34%. Ticker Variação Último VRTA11 +4,98% R$ 66,24 KNHY11 +3,36% R$ 93,50 TRXF11 +3,34% R$ 64,90 PVBI11 +3,33% R$ 60,76 PCIP11 +3,17% R$ 67,99 Já o BTAL11 liderou as quedas, com desvalorização de 3,32%. Na sequência, o AIEC11 recuou 2,16%, seguido pelo RZTR11, que caiu 2,09%. Ticker Variação Último BTAL11 -3,32% R$ 79,16 AIEC11 -2,16% R$ 67,50 RZTR11 -2,09% R$ 66,51 CACR11 -1,50% R$ 11,79 KFOF11 -1,46% R$ 73,01 CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Carteira de Fundos Imobiliários
Diante desse cenário, o IFIX encerrou outubro em baixa de 2,89%, cotado a 3.646 pontos, o que configura o sexto mês seguido de perdas, algo inédito na série histórica. Vale notar que, ainda no decorrer do mês, o índice atualizou sua máxima histórica e também teve a terceira pior sessão de toda a série. Em outubro, o impasse no Oriente Médio seguiu com novas sanções e novos conflitos na região, levando o brent a atingir sua máxima em cinco meses, reforçando as perspectivas de uma inflação global mais elevada. No entanto, foi a disputa eleitoral no Brasil que deu o tom dos ativos de risco no mês, inclusive acionando o mecanismo de circuit breaker da bolsa no dia 26, que consiste na interrupção da negociação por um determinado tempo com objetivo de reduzir a volatilidade. Nesse conjuntura, seguimos cautelosos e com preferência por ativos mais consolidados neste fim de 2026, mas também enxergamos uma janela de oportunidade interessante . De forma geral, observamos uma resiliência operacional da maioria dos FIIs, seja em função da evolução do nível de ocupação e preços de locação, seja no controle do risco de crédito. Por outro lado, ao projetarmos o P/VP histórico do IFIX e o spread vs. a NTN-B com vencimento de 10 anos, observamos níveis atrativos vs. a média dos últimos 5 anos e semelhança a períodos anteriores a grandes valorizações. Carteira Sugerida Conforme comentamos no Panorama Macro, em outubro, o IFIX seguiu em campo negativo (-2,89%) pelo sexto mês consecutivo, algo inédito na série histórica, e registra uma desvalorização de 3,41% em 2026. Em 12 meses, porém, segue em campo positivo (1,70%). A Carteira Renda se mostrou resiliente mais uma vez, tendo seis dos oitos fundos superando o índice. Porém, não foi suficiente para entregar uma rentabilidade consolidada no mês acima do IFIX: -3,38 vs. -2,89%. Em 2026 e em 12 meses, no entanto, acumula variações de -2,14% e +2,17%, respectivamente, superando o benchmark em ambos os períodos. Já o dividend yield anualizado de outubro foi de 12,76% vs. 12,35% do índice. O grande destaque negativo da Carteira Renda foi o Riza Terrax (RZTR11), que recuou mais de 12% no mês e estendeu as perdas de 2026 para 13,8%. Embora o fundo tenha uma estratégia de arrendamentos de fazendas a taxas pré-fixadas, condição adversa em cenários de abertura de curva de juros, em nossa visão, o movimento de realização pode estar relacionada a outra narrativa: a dificuldade da retomada da posse da Fazenda Bom Jardim, que apresentou inadimplência em junho desse ano, no qual há uma perda de receita de curto prazo, mas uma perspectiva de ganhos adicionais caso haja a venda da fazenda no futuro. O dificultador, porém, é que alguns investidores seguem projetando um tempo bastante dilatado para essa retomada e assim uma venda, pois o arrendatário está em Recuperação Judicial e o caso judicializado. Outros têm questionado, inclusive, a legalidade da estratégia de Sale&Leaseback adotada pelo fundo. Concordamos que o momento é desafiador para o fundo, sobretudo com um El Niño no radar, mas é importante destacar que a fazenda respondia por cerca de 3,5% das receitas do fundo, que o Riza Terrax conta com outras 23 fazendas e que já observamos casos semelhantes de retomada de posse em outros fundos. Outro que merece destaque é o XPML11, que neste mês fez movimentações importantes no portfólio: (i) concluiu a venda do Shopping Cidade Jardim com lucro de aproximadamente R$ 2,07/cota. O ativo fazia parte desde 2018 e era considerado um dos melhores ativos do FII, mas, segundo a gestora, demandava investimentos contínuos que drenavam parte do retorno, ficando menos atrativo que outras opções de mercado. Em contrapartida, (ii) concluiu a compra de 60% do São Bernardo Plaza Shopping (SP), da Allos. A Carteira Ganho, composta majoritariamente por FIIs de tijolo negociados com maior desconto em relação ao valor patrimonial, recuou 4,22% em outubro, 1,33 p.p. abaixo do IFIX. Em 12 meses, acumula variação de -0,42%, enquanto o índice avança 1,70%. Na ponta positiva, HGLG11 e BTLG11, os maiores FIIs logístico da bolsa. No caso do BTLG11, após as últimas emissões, segue qualificando o portfólio com galpões próximos da cidade de São Paulo, onde a vacância é baixa e o preço de locação segue se elevando. Em relação aos fundos de crédito, observamos uma queda nos dividendos conforme as leituras mais fracas de inflação nos últimos meses, o que levou a uma pressão vendedora. Como resultado, os fundos presentes na carteira recuaram: PCIP11 (-4,81%) e RECR11 (-3,70%). Contudo, com portfólios bem diversificados e sem problemas graves de inadimplência, seguimos confiantes em uma retomada dos dividendos nos próximos meses, em linha com leituras mais normalizadas de inflação. Esse contexto dos FIIs de Recebíveis se somou as teses do CPSH11, RZAT11 e PSEC11. O RZAT11 segue com receitas de locação pressionadas em razão das leituras amenas de inflação, enquanto o CPSH11 vem tendo dificuldade de ganhar os olhares dos investidores em detrimento de seus pares embora tenha um guidance de dividendos elevado até o fim de 2027. Já o PSEC11, aprovou junto aos cotistas a integralização ao RBRX11. Conforme vínhamos falando em relatórios anteriores, o PSEC11 buscava um reposicionamento do portfólio por dois motivos: (i) reforçar os resultados recorrentes e elevar os dividendos, movimento se iniciou no 3T26; (ii) aproximar da estratégia do RBRX11, multiestratégia igualmente gerido pela Pátria, abrindo espaço para uma proposta de consolidação. Diante do crescimento da indústria, avaliamos que o aumento da liquidez e robustez via unificação é positiva, especialmente aos investidores do PSEC11, que devem capturar uma assimetria positiva na relação de troca a VP. Comentamos mais no Flash de Mercado publicado no InvesTalk. Para novembro, realizaremos três mudanças com objetivo de adequar a estratégia ao cenário que se desenha neste reta final de 2026. Renda: apesar de seguirmos com perspectiva positiva, optamos pela saída do RZTR11, pois entendemos que o mercado tem reagido mais a nebulosidade da retomada de posse que a tese geral do fundo. Em seu lugar, escolhemos o KNCR11, que apesar de negociar com ágio de 2% sobre o VP, tem estratégia de recebíveis mais qualificados (High Grade) CDI+ e deve seguir sendo beneficiado por um juros ainda elevado no curto prazo. Além disso, a carteira passa a contar com o maior fundo do IFIX em termos de Patrimônio e representatividade, e com volatilidade bem mais controlada. apesar de seguirmos com perspectiva positiva, optamos pela saída do RZTR11, pois entendemos que o mercado tem reagido mais a nebulosidade da retomada de posse que a tese geral do fundo. Em seu lugar, escolhemos o KNCR11, que apesar de negociar com ágio de 2% sobre o VP, tem estratégia de recebíveis mais qualificados (High Grade) CDI+ e deve seguir sendo beneficiado por um juros ainda elevado no curto prazo. Além disso, a carteira passa a contar com o maior fundo do IFIX em termos de Patrimônio e representatividade, e com volatilidade bem mais controlada. Ganho: optamos pela saída do RZAT11 para a entrada do XPLG11, ambos logísticos. O racional é dar mais liquidez e aderência ao IFIX para a carteira e também capturar ganhos, já que o XPLG11 negocia com desconto acima da sua média dos últimos 5 anos. Também substituímos o PSEC11, que pode deixar de ser negociado já neste mês e se integralizar ao RBRX11. Em seu lugar, escolhemos o VISC11, no qual reciclou parte do portfólio, obtendo lucro por cota e perspectiva de redução de alavancagem que, somados, podem proporcionar uma elevação dos dividendos nos próximos meses. O VISC11, inclusive, foi tema do nosso último podcast Conexão FII disponível no Youtube. Ao longo desse ano, também entrevistamos o executivo da plataforma de dados imobiliários da Buildings, além dos gestores do TEPP11, CPSH11, RZAT11, VILG11, HGBS11. Confiram nossa playlist e deixe seu comentário com sugestões para os próximos episódios (clique aqui).
Calendário de dividendos em novembro: veja quanto pagam MXRF11, KNRI11 e outros FIIs
Diversos fundos imobiliários anunciaram a distribuição de dividendos aos cotistas com base na posição dos investidores em 30 de outubro de 2026 Publicidade Diversos fundos imobiliários anunciaram a distribuição de rendimentos aos cotistas com base na posição dos investidores em 30 de outubro de 2026. Entre os destaques estão MXRF11 (Maxi Renda), KNRI11 (Kinea Renda Imobiliária), HGBS11 (Hedge Brasil) e JSAF11 (JS Ativos Financeiros), que apresentam dividend yields entre 0,73% e 1,07%. O MXRF11 anunciou o pagamento de R$ 0,095 por cota, com distribuição prevista para 16 de novembro. Um dividend yield de 1,07%. Por sua vez, o KNRI11 distribuirá R$ 1,10 por cota, também em 16 de novembro. O rendimento corresponde a um dividend yield de 0,73%. No segmento de shopping centers, o HGBS11 (Hedge Brasil Shopping) anunciou dividendos de R$ 0,17 por cota, com pagamento em 16 de novembro. O yield mensal calculado sobre o fechamento de outubro é de 0,94%. Por sua vez, o JSAF11 pagará R$ 0,08 por cota aos investidores, também no dia 16 de novembro. O provento equivale a um dividend yield de 1,19%. Continua depois da publicidade Leia Mais: Papel ou tijolo após o tombo do IFIX? Como ajustar a carteira de FIIs Confira o calendário de dividendos dos FIIs em novembro Fundo Dividendo Data de pagamento DY GARE11 R$ 0,083 09/11/2026 1,01% HSAF11 R$ 0,950 09/11/2026 1,31% HSML11 R$ 0,750 09/11/2026 0,94% HTMX11 R$ 1,200 09/11/2026 0,89% LIFE11 R$ 0,115 09/11/2026 1,64% LVBI11 R$ 0,800 09/11/2026 0,84% PORD11 R$ 0,0935 09/11/2026 1,13% PVBI11 R$ 0,370 09/11/2026 0,61% RZTR11 R$ 0,850 09/11/2026 1,17% VGHF11 R$ 0,050 09/11/2026 1,04% VGRI11 R$ 0,075 09/11/2026 1,31% CYCR11 R$ 0,106 12/11/2026 1,29% HABT11 R$ 0,920 12/11/2026 1,46% ICRI11 R$ 1,050 12/11/2026 1,22% ITRI11 R$ 0,750 12/11/2026 1,03% KNHF11 R$ 1,000 12/11/2026 1,11% KNUQ11 R$ 1,060 12/11/2026 1,07% BBIG11 R$ 0,040 13/11/2026 0,78% BCRI11 R$ 0,700 13/11/2026 1,34% KCRE11 R$ 0,070 13/11/2026 0,85% KNCR11 R$ 1,100 13/11/2026 1,05% KNHY11 R$ 0,860 13/11/2026 0,93% KNIP11 R$ 0,710 13/11/2026 0,83% KNSC11 R$ 0,080 13/11/2026 0,92% RBVA11 R$ 0,090 13/11/2026 1,10% RCRB11 R$ 1,300 13/11/2026 0,99% RPRI11 R$ 0,900 13/11/2026 1,29% VCJR11 R$ 0,820 13/11/2026 1,26% VRTA11 R$ 0,850 13/11/2026 1,24% BRCO11 R$ 0,910 16/11/2026 0,86% GTWR11 R$ 0,900 16/11/2026 1,18% HFOF11 R$ 0,060 16/11/2026 0,97% HGBS11 R$ 0,170 16/11/2026 0,94% HGCR11 R$ 1,000 16/11/2026 1,08% HGLG11 R$ 1,170 16/11/2026 0,78% HGRE11 R$ 0,850 16/11/2026 0,74% HGRU11 R$ 0,950 16/11/2026 0,83% HSLG11 R$ 0,650 16/11/2026 0,90% JSAF11 R$ 0,080 16/11/2026 1,19% JSRE11 R$ 0,500 16/11/2026 0,86% KFOF11 R$ 0,800 16/11/2026 1,11% KNRI11 R$ 1,100 16/11/2026 0,73% KORE11 R$ 0,600 16/11/2026 0,94% MFII11 R$ 0,300 16/11/2026 0,97% MXRF11 R$ 0,095 16/11/2026 1,07% OUJP11 R$ 1,500 16/11/2026 2,28% PMLL11 R$ 1,000 16/11/2026 1,00% RBRL11 R$ 0,600 16/11/2026 0,85% TEPP11 R$ 0,068 16/11/2026 0,98% TGAR11 R$ 0,460 16/11/2026 1,14% TRBL11 R$ 0,440 16/11/2026 0,96% TRXF11 R$ 0,930 16/11/2026 1,39% TVRI11 R$ 1,050 16/11/2026 1,25% URPR11 R$ 0,300 16/11/2026 1,67% VILG11 R$ 0,820 16/11/2026 0,92% VINO11 R$ 0,045 16/11/2026 1,09% VISC11 R$ 0,840 16/11/2026 0,85% WHGR11 R$ 0,100 16/11/2026 1,26% XPCI11 R$ 0,820 16/11/2026 1,07% XPLG11 R$ 0,820 16/11/2026 0,91% XPSF11 R$ 0,070 16/11/2026 1,15% MANA11 R$ 0,110 24/11/2026 1,23% Fonte: Status Invest Leia Mais: Com pós-eleição, XP revela onde prefere investir em fundos imobiliários
Perguntas Frequentes sobre RZTR11
Qual é a cotação de RZTR11 hoje na B3?
Quanto a RZTR11 paga de dividendos (Dividend Yield)?
Como calcular o Preço Teto de RZTR11 pelo Método Barsi e Décio Bazin?
O que significam os indicadores fundamentalistas P/L e P/VP de RZTR11?
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