PRSN11 Personale I Fundo de Investimento Imobiliario - FII Cotas – Cotação Hoje
Personale I Fundo de Investimento Imobiliario - FII Cotas
CNPJ: 14056001000162
Selo de Investimento:
⚠️ AtençãoAtende a 2 de 10 critérios. Alguns múltiplos de valuation, histórico ou liquidez exigem atenção.
Checklist Fundamentalista de 10 Critérios
Critérios de consistência e valuation auditadosRetorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano
Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses
Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial
Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito
Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente
Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência
Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book
Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária
Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos
Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias
Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)
Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.
Resumo Fundamentalista de PRSN11
O ativo PRSN11 (Personale I Fundo de Investimento Imobiliario - FII Cotas) está sendo negociado hoje a R$ 4,81, acumulando uma variação de +20.25% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 4,00 e a máxima de R$ 11,40. O fundo atua no segmento de Fundo Imobiliário (FII), registrando um Dividend Yield (12M) de 3.49% e indicador P/VP de 0.19x.
Oscilação dos Últimos 12 Meses
Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)
Sobre a PRSN11
O PERSONALE I FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO - FII (PRSN11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Multicategoria, com gestão Ativa.
Dividendos
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Marvel's Wolverine e mais! Confira os lançamentos de games de setembro
Setembro chega com um caminhão de lançamentos no mundo dos games já que aparentemente, as desenvolvedoras estão correndo para colocar tudo nas lojas antes de novembro. Afinal, com a chegada de GTA VI cada vez mais próxima, parece que todo mundo quer garantir seu espaço antes de o novo jogo da Rockstar dominar completamente as conversas. Por isso, o Voxel preparou para vocês essa lista para ajudar quem está perdidinho no que comprar para jogar assim que o salário cair na conta. Além de listar todos os jogos do mês, no final da matéria colocamos os grandes destaques que você também não pode perder. E, claro, temos também a versão em vídeo no canal do YouTube! Caso queira acompanhar essa lista em vídeo, é só conferir o link que deixamos abaixo. Confira a seguir todos os jogos que estreiam em setembro no mundo dos games. Todos os lançamentos de setembro de 2026 Não faltam lançamentos ao longo de setembro de 2026, então separamos todos os detalhes que você precisa saber, incluindo as datas e plataformas. smart_display Nossos vídeos em destaque Control Resonant é uma sequência aguardada pelos fàs da Remedy. Imagem: Remedy Entertainment 1º de setembro Crimson Moon — PC. 2 de setembro Moonlighter 2: The Endless Vault — PC, PlayStation 5, Nintendo Switch 2 e Xbox Series S/X. 3 de setembro The Blood of the Dawnwalker — PC, PlayStation 5 e Xbox Series S/X. Orbitals — Nintendo Switch 2. SpeedRunners 2: King of Speed — PC, PlayStation 5, Nintendo Switch e Xbox Series S/X. 4 de setembro NBA 2K27 — PC, PlayStation 5, Nintendo Switch 2 e Xbox Series S/X. Onimusha: Way of the Sword — PC, PlayStation 5, Xbox Series S/X e Nintendo Switch 2. 8 de setembro SPRAWL zero — PC, PlayStation 5, Nintendo Switch 2 e Xbox Series S/X. Orc Incremental — PC. 9 de setembro Valheim — PC, PlayStation 5, Xbox One, Xbox Series S/X e Nintendo Switch 2. Folklands — PC. Cosmic Fear — PC. 10 de setembro Takeover 2 — PC. Welcome to Elderfield — PC. HOT WHEELS Infinite Rush — PC, PlayStation 5, Xbox Series S/X e Nintendo Switch 2. 15 de setembro Marvel’s Wolverine — PlayStation 5. 16 de setembro BRAZILIAN DRUG DEALER BEFORE 4: DEMONS FROM THE PORTAL TO HELL I OPENED ARE STILL IN THE FAVELA AND NOW I HAVE TO SAVE MAMADAS FROM RONALDO — PC. Another Eden Begins — PC, Nintendo Switch e Nintendo Switch 2. Fallen Tear: The Ascension — PC. Woodo — PC, PlayStation 5, Nintendo Switch e Xbox Series S/X. 17 de setembro Trails in the Sky 2nd Chapter — PC, PlayStation 5, Nintendo Switch e Nintendo Switch 2. Fire Emblem: Fortune’s Weave — Nintendo Switch 2. ENDLESS Legend 2 — PC. 23 de setembro Wind Runners — PC (acesso antecipado). Stick It to the Stickman — PC. 24 de setembro SILENT HILL: Townfall — PC e PlayStation 5. Kingdom Rush 6: Genesis TD — PC e Mobile. CONTROL Resonant — PC, PlayStation 5 e Xbox Series S/X. Qliphah in Providence’s Shadow — PC, PlayStation 5 e Nintendo Switch. SiN Reloaded — PC, PlayStation 4, PlayStation 5, Nintendo Switch, Nintendo Switch 2, Xbox One e Xbox Series S/X. 29 de setembro Minecraft Dungeons II — PC, PlayStation 5, Xbox Series S/X, Nintendo Switch e Nintendo Switch 2. Toem 2 — PC, PlayStation 5, Nintendo Switch e Nintendo Switch 2. Os melhores jogos para jogar em setembro! Agora que já conferimos o calendário completo dos lançamentos do mês, é hora de falar dos destaques que você deve ficar de olho! E olha que não são poucos: setembro reúne alguns dos jogos mais aguardados do segundo semestre, com direito a samurais, super-heróis, terror psicológico, RPGs e até uma aventura com o Wolverine. Depois de vários anos, a Manopla Oni está de volta. Imagem: Capcom The Blood of the Dawnwalker Começando no dia 3 de setembro, temos The Blood of the Dawnwalker, novo RPG de ação desenvolvido pela Rebel Wolves, estúdio formado por veteranos que trabalharam em The Witcher 3. A história se passa em uma Europa do século XIV devastada por guerras e pela peste, enquanto vampiros aproveitam o caos para sair das sombras. O protagonista é Coen, um jovem que se transforma em um Dawnwalker, uma criatura que é humana durante o dia, mas assume características vampíricas durante a noite. Enquanto tenta salvar sua família, ele terá que lidar com os poderes e consequências de sua nova condição. Suas escolhas também terão papel importante no desenrolar da aventura. The Blood of the Dawnwalker estará disponível para PC, PlayStation 5 e Xbox Series S/X. Orbitals Também no dia 3 chega Orbitals, uma aventura cooperativa para dois jogadores exclusiva do Nintendo Switch 2. O jogo acompanha Maki e Omura, dois exploradores que precisam atravessar uma misteriosa tempestade cósmica para tentar salvar uma estação espacial. A experiência foi criada pensando na cooperação entre os jogadores, que precisarão trabalhar juntos para resolver quebra-cabeças, superar obstáculos e avançar pela aventura. Orbitals chega exclusivamente ao Nintendo Switch 2. Onimusha: Way of the Sword No dia 4 de setembro é hora de voltar ao Japão feudal com Onimusha: Way of the Sword. O jogo coloca o lendário espadachim Miyamoto Musashi no centro da aventura, que se passa em uma Kyoto tomada por uma misteriosa névoa e criaturas sobrenaturais conhecidas como Genma. Musashi terá à disposição a Manopla Oni para enfrentar os monstros e descobrir os mistérios por trás do Miasma que tomou conta da cidade. O combate promete ser um dos grandes destaques, com confrontos rápidos e bastante violência. Onimusha: Way of the Sword estará disponível para PC, PlayStation 5, Xbox Series S/X e Nintendo Switch 2. Marvel’s Wolverine Prepare as garras porque no dia 15 de setembro chega Marvel’s Wolverine, novo jogo da Insomniac Games, desenvolvedora responsável pelos recentes títulos do Homem-Aranha. Leia Mais Gameplay de GTA 6 já está disponível na Netflix! Assista de graça aqui O game coloca Logan no centro de uma aventura inédita que promete explorar diferentes momentos de seu passado e sua personalidade. Como seria de esperar de uma história protagonizada pelo Wolverine, o combate terá bastante ação corpo a corpo, com as garras de adamantium sendo a principal arma do personagem. Marvel’s Wolverine será lançado exclusivamente para PlayStation 5. BRAZILIAN DRUG DEALER BEFORE 4: DEMONS FROM THE PORTAL TO HELL I OPENED ARE STILL IN THE FAVELA AND NOW I HAVE TO SAVE MAMADAS FROM RONALDO E no dia 16 de setembro temos um lançamento que merece um destaque especial simplesmente pelo nome. BRAZILIAN DRUG DEALER BEFORE 4: DEMONS FROM THE PORTAL TO HELL I OPENED ARE STILL IN THE FAVELA AND NOW I HAVE TO SAVE MAMADAS FROM RONALDO é exatamente isso que você está pensando: um jogo brasileiro com demônios, portal para o inferno e uma missão para salvar Mamadas de Ronaldo. O game coloca o jogador novamente em uma favela tomada por criaturas demoníacas depois que um portal para o inferno é aberto. Agora, será necessário enfrentar as ameaças sobrenaturais e tentar salvar Mamadas de Ronaldo em uma aventura que não parece levar a palavra "normalidade" muito a sério. Leia Mais Cyberleek vaza gameplay de GTA 6 com Lucia e diz que Rockstar está 'matando' funcionários BRAZILIAN DRUG DEALER BEFORE 4 estará disponível para PC. Fire Emblem: Fortune’s Weave No dia 17 de setembro, é a vez de Fire Emblem: Fortune’s Weave. O novo RPG tático exclusivo do Nintendo Switch 2 leva os jogadores ao Império Dagdan, onde guerreiros de diferentes partes do mundo se reúnem para participar dos Heroic Games. O vencedor da competição recebe a oportunidade de ter um desejo realizado, mas uma ameaça ainda maior surge durante a história: o retorno do deus demônio Balor. A aventura acompanha quatro protagonistas e suas jornadas, que acabam se conectando enquanto o destino do mundo está em jogo. Fire Emblem: Fortune’s Weave chega exclusivamente ao Nintendo Switch 2. Leia Mais Gamescom Opening Night Live 2026! Veja resumo com todos os anúncios e trailers de jogos SILENT HILL: Townfall Já no dia 24 de setembro, prepare-se para apagar as luzes e entrar novamente no universo de Silent Hill com SILENT HILL: Townfall. O jogo acompanha Simon Ordell, que retorna para a isolada ilha de St. Amelia, na Escócia. O local está envolto por uma misteriosa neblina e esconde acontecimentos ligados ao passado do protagonista. Conforme explora a região, Simon terá que enfrentar ameaças sobrenaturais, resolver enigmas e descobrir o que realmente aconteceu naquele lugar. SILENT HILL: Townfall estará disponível para PC e PlayStation 5. CONTROL Resonant Também no dia 24 chega CONTROL Resonant, novo capítulo do universo criado pela Remedy Entertainment. Desta vez, o protagonista é Dylan Faden, irmão de Jesse Faden, que passou anos preso sob custódia do Federal Bureau of Control. Agora, uma nova crise sobrenatural toma conta de Manhattan, com diferentes forças ameaçando a cidade. Dylan precisará usar seus poderes para enfrentar essas ameaças enquanto tenta encontrar sua irmã desaparecida. CONTROL Resonant chega para PC, PlayStation 5 e Xbox Series S/X. Minecraft Dungeons II E fechando os grandes destaques do mês no dia 29 de setembro, temos Minecraft Dungeons II. A sequência do RPG de ação baseado no universo de Minecraft leva os jogadores para uma nova aventura repleta de inimigos, equipamentos e locais para explorar. A experiência poderá ser jogada sozinho ou em partidas cooperativas para até quatro jogadores, permitindo enfrentar as ameaças do novo mundo ao lado dos amigos. Como no primeiro jogo, será possível encontrar novos equipamentos, desenvolver seu personagem e enfrentar hordas de inimigos em combates de ação. Minecraft Dungeons II estará disponível para PC, PlayStation 5, Xbox Series S/X, Nintendo Switch e Nintendo Switch 2. Gostou de conhecer os lançamentos e destaques de setembro de 2026? Deixe seu comentário nos dizendo quais jogos mais te chamaram a atenção e qual deles você pretende jogar antes da chegada de GTA VI!
A vida e os sucessos de Dolly Parton, a lenda da música country que morreu aos 80 anos
BBC News Brasil Dolly Parton, cantora de música country que cresceu nas montanhas Great Smoky do Tennessee, será lembrada por suas canções que contavam belas histórias com uma sinceridade marcante, como "Coat of Many Colors", "Jolene" e "I Will Always Love You". A estrela da música morreu nesta terça-feira (25), aos 80 anos, informou comunicado divulgado pela família. Mais detalhes não foram divulgados. Dolly Parton ganhou vários prêmios pelo filme Coat of Many Colors, inspirado em sua canção de mesmo nome - Getty Images/Ethan Miller Ao longo de uma carreira de sete décadas, Parton conquistou dez prêmios Grammy, vendeu mais de 100 milhões de discos em todo o mundo e escreveu mais de 3 mil músicas. Parton levava a composição a sério e se considerava, antes de tudo, uma compositora. "É a minha maneira de me expressar", disse ela. "É a minha terapia." Ela também era uma empresária astuta, que não tinha medo de tomar decisões difíceis. Com seu raciocínio rápido e seu charme sulista, assumiu o controle da própria carreira no mundo do entretenimento, que se estendeu por mais de 60 anos. Dolly Parton aos 9 anos de idade - Getty Images/Michael Ochs Archives Dolly Rebecca Parton nasceu em 1946, a quarta de 12 filhos, em uma família de agricultores pobres que vivia em uma cabana de apenas um cômodo no Tennessee. Seu pai, Robert Lee Parton, era produtor de tabaco e pagou a um missionário com um saco de fubá para fazer o parto de Dolly. A música já fazia parte da família. Sua mãe, Avie Lee, cantava músicas folk o tempo todo, enquanto uma tia tocava violão e compunha. Em algumas de suas primeiras apresentações, Dolly era acompanhada ao violão pelo tio Bill Owens, que teve papel importante no início de sua carreira. Aos seis anos, começou a cantar na igreja local, onde seu avô era pastor. Na adolescência, já se apresentava em uma emissora de televisão de sua região. Em 1959, aos 13 anos, Dolly se apresentou com o tio Bill no Grand Ole Opry, em Nashville —programa transmitido ao vivo e considerado o maior palco da música country. Ela foi apresentada por Johnny Cash e recebeu três pedidos de bis. A 'vadia da cidade' Durante a adolescência, Parton passou a se inspirar em uma mulher da região conhecida como a "vadia da cidade". A mulher usava esmalte vermelho-vivo, blusas decotadas e saltos altos —e a jovem Dolly a considerava linda. Quando as pessoas diziam: "Ela não passa de uma vadia", Parton respondia: "Bom, é isso que eu vou ser quando crescer". Parton cantava: "Sou apenas uma Barbie caipira/maquiagem demais, cabelo demais", mas sua imagem era, ao mesmo tempo, uma espécie de armadura e um disfarce inteligente que a ajudou a chamar atenção no mundo do entretenimento. Ela se antecipava às piadas fazendo-as primeiro e tinha uma resposta rápida e simples para quem sugerisse que deveria maneirar: "Vá para o inferno." Parton dizia que se sentia melhor no palco usando cores vibrantes e roupas brilhantes - Getty Images/CBS photo Archive Depois de concluir o ensino médio, em 1964, Dolly se mudou para Nashville para iniciar sua carreira como cantora. No primeiro dia na cidade, conheceu seu futuro marido, Carl Dean. Os dois se casaram dois anos depois e permaneceram juntos até a morte dele, em 2025. Em Nashville, o talento de Dolly chamou a atenção do cantor de música country Porter Wagoner, que a contratou para se apresentar em seu programa de televisão. Nos sete anos seguintes, os dois se tornaram uma das duplas mais populares da música country, lançando tantos duetos que muitos fãs acreditavam que eles formavam um casal. Mas a relação entre os dois era complicada. À medida que a carreira solo de Dolly começava a ganhar força, também aumentavam as tensões nos bastidores. Em seu livro "Star of the Show: My Life on Stage", Parton afirmou que Wagoner via o sucesso que ela conquistava fora de seu programa como uma "ameaça". Dolly Parton com Porter Wagoner em uma apresentação de TV em 1967 - Getty Images/Michael Ochs Archives Durante uma viagem de ônibus com Wagoner para uma turnê, em 1969, Parton escreveu "Coat of Many Colors", uma canção profundamente emotiva sobre sua infância pobre, mas repleta de amor. Ela rabiscou a letra no verso de um recibo de lavanderia. Anos depois, a revista Rolling Stone classificou a música como a segunda melhor de toda a carreira de Parton. Mais tarde, Parton deu o nome "Coat of Many Colors" a um de seus livros infantis, além de ser o título de um filme para televisão de 2015 baseado em sua vida. "É uma música que sempre esteve ao meu lado... ela criou para mim uma vida de muitas cores", disse ela. 'Uma triste canção country' Apesar de não saber ler partituras, Parton tocava vários instrumentos, incluindo banjo, harpa, piano e saxofone. Seu primeiro sucesso a chegar ao primeiro lugar das paradas foi "Joshua", em 1971, música que também lhe rendeu sua primeira indicação ao Grammy. Em 1974, finalmente deixou o The Porter Wagoner Show para se dedicar à carreira solo. Para se despedir de Wagoner, escreveu "I Will Always Love You", uma música que muitos interpretam como a história da separação de dois amantes. "Essa é a música mais bonita que já ouvi", teria dito Wagoner, emocionado, quando a ouviu pela primeira vez, segundo o site de Parton. Naquele mesmo ano, Elvis Presley se preparava para gravar uma versão da música, mas Parton desistiu do acordo quando o empresário do cantor exigiu metade dos direitos autorais da composição. Ela passou a noite chorando por causa da difícil decisão. Mais tarde, Priscilla Presley contou a Parton que Elvis cantou a música para ela durante o divórcio dos dois. Em 1992, Whitney Houston transformou a canção em uma balada que se tornou um clássico. Parton contou que estava dirigindo quando ouviu a versão de Houston pela primeira vez e precisou encostar o carro: "Quando ouvi a voz dela passar do canto à capela para a parte acompanhada pelos instrumentos, sinceramente achei que fosse ter um ataque cardíaco. Foi uma das coisas mais emocionantes que já vivi." A versão de Houston de sua "triste canção country" foi, segundo Parton, um dos momentos de que ela mais se orgulhou na vida. Parton regravou a música para o filme "A Melhor Casa Suspeita do Texas", obra de 1982 em que atuou e pelo qual foi indicada ao Globo de Ouro de melhor atriz. 'Aquela outra mulher' Outra de suas músicas mais famosas foi lançada em 1974: "Jolene". Expondo sua vulnerabilidade e angústia, a música fala de uma bancária de cabelos ruivos e flamejantes que flertava com seu marido. "Jolene, estou implorando, por favor, não tire meu homem de mim", suplica. Parton contou que seu marido, conhecido por ser extremamente reservado, ficou um pouco constrangido com a música. Mas não havia nada sério por trás da história —era apenas uma piada recorrente entre os dois. "Eu dizia: 'Caramba, você está passando muito tempo no banco. Não acredito que temos tanto dinheiro assim.'", contou. A música foi regravada por diversos artistas, incluindo The White Stripes, Miley Cyrus e Beyoncé, que alterou a letra para um tom mais ameaçador: "Estou avisando: não venha atrás do meu homem." Nos anos seguintes, o sucesso de Dolly Parton só cresceu, com mais hits, indicações e prêmios. Ela ganhou seu primeiro Grammy em 1978, por "Here You Come Again". Parton se apresentando na Califórnia, em 1978 - Richard McCaffrey/Michael Ochs Archive Tocando com suas unhas de acrílico Foi a música-tema que Dolly Parton escreveu para o filme "Como Eliminar seu Chefe", em 1980, que a lançou definitivamente ao estrelato. A atriz Jane Fonda, que produziu e estrelou o filme sobre mulheres vítimas de discriminação no ambiente de trabalho, fez um acordo com Parton: ela atuaria no longa se também pudesse escrever a música-tema. Ao perceber que o som de suas unhas batendo umas nas outras lembrava o de uma máquina de escrever, Parton compôs "9 to 5" enquanto esperava no set de filmagem. Fonda disse que percebeu imediatamente que não se tratava apenas de uma música-tema, mas de um verdadeiro hino. O filme foi um grande sucesso de bilheteria, e a música recebeu vários prêmios, incluindo um Globo de Ouro. Jane Fonda, Lily Tomlin e Dolly Parton em uma cena de Como Eliminar seu Chefe - Getty Images/Michael Ochs Archives 'Eu pareço uma mulher, mas penso como um homem' Parton era uma empresária bem-sucedida e perspicaz e, em 2022, foi incluída pela Forbes na lista das mulheres mais ricas dos Estados Unidos que construíram suas próprias fortunas. "Eu pareço uma mulher, mas penso como um homem. Já fiz negócios com homens que achavam que eu era tão boba quanto aparentava. Quando percebiam que não era, eu já estava com o dinheiro e tinha ido embora", disse ela certa vez. Sua aparência —os figurinos, as perucas, as unhas longas pintadas e os saltos altos— era apenas uma fachada para encarnar o estereótipo da "loira burra". Mas ela sempre dizia que sabia que não era burra —"e também sei que não sou loira". Parton tinha sua própria gravadora, a Dolly Records, e era coproprietária da The Dollywood Company, responsável pela administração de espaços de entretenimento, um parque temático, um parque aquático e um resort. Em 1986, ela inaugurou o parque de diversões Dollywood, no sopé das montanhas Great Smoky, que tanto amava. Além de montanhas-russas, o parque abriga o maior santuário do mundo dedicado a águias-carecas que não podem ser devolvidas à natureza. O trabalho de reabilitação e reprodução realizado no local recebeu prêmios e, em 2007, a águia-careca foi retirada da lista de espécies ameaçadas de extinção. Parton, fotografada no Dollywood em 1993, disse que queria criar um lugar onde a cultura das montanhas Great Smoky pudesse ser celebrada - Ron Galella, Ltd./Ron Galella Collection via Getty Images Apesar de sua riqueza e sucesso, Parton não perdeu a humildade e apoiava as comunidades onde cresceu. Inspirada pelo pai, que não sabia ler nem escrever, ela criou o programa Imagination Library, em 1999, que distribuía livros gratuitamente para crianças do Tennessee. Desde então, o projeto se expandiu para Austrália, Reino Unido, Irlanda e Canadá, distribuindo milhões de livros todos os anos. Sua organização sem fins lucrativos, a Dollywood Foundation, já financiou bolsas de estudo e hospitais, além de fazer doações para vítimas de enchentes e incêndios florestais. Em 2020, enquanto a pandemia de covid-19 se espalhava pelo mundo, Parton doou US$ 1 milhão ao Vanderbilt University Medical Center. O dinheiro ajudou a financiar o desenvolvimento da vacina da Moderna. Nos últimos anos, Parton precisou adiar ou cancelar vários shows para se submeter a tratamentos de saúde. Em maio de 2026, ela adiou uma temporada de shows que faria em Las Vegas para tratar cálculos renais. Na ocasião, disse que levaria algum tempo para se recuperar e estar "pronta para subir ao palco". "Não posso ficar tonta carregando banjos, guitarras e coisas do tipo em cima de saltos de 12 centímetros —e vocês sabem que vou estar usando esses saltos", brincou em uma mensagem em vídeo. "Sem falar em todas aquelas roupas pesadas, cheias de strass, o cabelão, minha grande... hum, personalidade." Parton surpreendeu os fãs ao se apresentar no show do intervalo do jogo da NFL no Dia de Ação de Graças de 2023, aos 77 anos - Brandon Sloter/Image Of Sport/Getty Images Ao longo de sua carreira, Parton se expressou com elegância, sempre combinando humor e inteligência. Ela evitava se envolver em política, dizendo que não queria afastar metade de seu público. Corajosa e talentosa, foi uma pioneira da música country em uma época em que as mulheres não eram levadas a sério na indústria, especialmente quando seguiam carreira solo. Parton dizia esperar ser lembrada por suas composições e como alguém que levava seu trabalho a sério, mas não a si mesma. Certa vez, ela deu este conselho: "Nunca se esqueça de suas raízes, de sua casa ou de seu cabelo." Foi um conselho ao qual ela permaneceu fiel ao longo de toda a vida.
Morre Dolly Parton, a lenda da música country que cantava com o coração
A vida e os sucessos de Dolly Parton, a lenda da música country que morreu aos 80 anos Crédito, Getty Images/Ethan Miller Legenda da foto, Dolly Parton ganhou vários prêmios pelo filme Coat of Many Colors, inspirado em sua canção de mesmo nome. Author, Tiffany Wertheimer e Author, Emma Petrie Published Há 13 minutos Tempo de leitura: 10 min Dolly Parton, cantora de música country que cresceu nas montanhas Great Smoky do Tennessee, será lembrada por suas canções que contavam belas histórias com uma sinceridade marcante, como Coat of Many Colors, Jolene e I Will Always Love You. A estrela da música morreu nesta terça-feira (25/8), aos 80 anos, informou comunicado divulgado pela família. Mais detalhes não foram divulgados. Ao longo de uma carreira de sete décadas, Parton conquistou dez prêmios Grammy, vendeu mais de 100 milhões de discos em todo o mundo e escreveu mais de 3 mil músicas. Parton levava a composição a sério e se considerava, antes de tudo, uma compositora. "É a minha maneira de me expressar", disse ela. "É a minha terapia." Ela também era uma empresária astuta, que não tinha medo de tomar decisões difíceis. Com seu raciocínio rápido e seu charme sulista, assumiu o controle da própria carreira no mundo do entretenimento, que se estendeu por mais de 60 anos. Crédito, Getty Images/Michael Ochs Archives Legenda da foto, Dolly Parton aos 9 anos de idade Dolly Rebecca Parton nasceu em 1946, a quarta de 12 filhos, em uma família de agricultores pobres que vivia em uma cabana de apenas um cômodo no Tennessee. Seu pai, Robert Lee Parton, era produtor de tabaco e pagou a um missionário com um saco de fubá para fazer o parto de Dolly. A música já fazia parte da família. Sua mãe, Avie Lee, cantava músicas folk o tempo todo, enquanto uma tia tocava violão e compunha. Em algumas de suas primeiras apresentações, Dolly era acompanhada ao violão pelo tio Bill Owens, que teve papel importante no início de sua carreira. Aos seis anos, começou a cantar na igreja local, onde seu avô era pastor. Na adolescência, já se apresentava em uma emissora de televisão de sua região. Em 1959, aos 13 anos, Dolly se apresentou com o tio Bill no Grand Ole Opry, em Nashville — programa transmitido ao vivo e considerado o maior palco da música country. Ela foi apresentada por Johnny Cash e recebeu três pedidos de bis. Crédito, Getty Images/Michael Ochs Archives Legenda da foto, Dolly Parton, aos 19 anos, em Nashville A 'vadia da cidade' Durante a adolescência, Parton passou a se inspirar em uma mulher da região conhecida como a "vadia da cidade". A mulher usava esmalte vermelho-vivo, blusas decotadas e saltos altos — e a jovem Dolly a considerava linda. Quando as pessoas diziam: "Ela não passa de uma vadia", Parton respondia: "Bom, é isso que eu vou ser quando crescer". Parton cantava: "Sou apenas uma Barbie caipira/ maquiagem demais, cabelo demais", mas sua imagem era, ao mesmo tempo, uma espécie de armadura e um disfarce inteligente que a ajudou a chamar atenção no mundo do entretenimento. Ela se antecipava às piadas fazendo-as primeiro e tinha uma resposta rápida e simples para quem sugerisse que deveria maneirar: "Vá para o inferno." Crédito, Getty Images/CBS photo Archive Legenda da foto, Parton dizia que se sentia melhor no palco usando cores vibrantes e roupas brilhantes Depois de concluir o ensino médio, em 1964, Dolly se mudou para Nashville para iniciar sua carreira como cantora. No primeiro dia na cidade, conheceu seu futuro marido, Carl Dean. Os dois se casaram dois anos depois e permaneceram juntos até a morte dele, em 2025. Em Nashville, o talento de Dolly chamou a atenção do cantor de música country Porter Wagoner, que a contratou para se apresentar em seu programa de televisão. Nos sete anos seguintes, os dois se tornaram uma das duplas mais populares da música country, lançando tantos duetos que muitos fãs acreditavam que eles formavam um casal. Mas a relação entre os dois era complicada. À medida que a carreira solo de Dolly começava a ganhar força, também aumentavam as tensões nos bastidores. Em seu livro Star of the Show: My Life on Stage, Parton afirmou que Wagoner via o sucesso que ela conquistava fora de seu programa como uma "ameaça". Crédito, Getty Images/Michael Ochs Archives Legenda da foto, Dolly Parton com Porter Wagoner em uma apresentação de TV em 1967 Durante uma viagem de ônibus com Wagoner para uma turnê, em 1969, Parton escreveu Coat of Many Colors, uma canção profundamente emotiva sobre sua infância pobre, mas repleta de amor. Ela rabiscou a letra no verso de um recibo de lavanderia. Anos depois, a revista Rolling Stone classificou a música como a segunda melhor de toda a carreira de Parton. Mais tarde, Parton deu o nome Coat of Many Colors a um de seus livros infantis, além de ser o título de um filme para televisão de 2015 baseado em sua vida. "É uma música que sempre esteve ao meu lado... ela criou para mim uma vida de muitas cores", disse ela. 'Uma triste canção country' Apesar de não saber ler partituras, Parton tocava vários instrumentos, incluindo banjo, harpa, piano e saxofone. Seu primeiro sucesso a chegar ao primeiro lugar das paradas foi Joshua, em 1971, música que também lhe rendeu sua primeira indicação ao Grammy. Em 1974, finalmente deixou o The Porter Wagoner Show para se dedicar à carreira solo. Para se despedir de Wagoner, escreveu I Will Always Love You, uma música que muitos interpretam como a história da separação de dois amantes. "Essa é a música mais bonita que já ouvi", teria dito Wagoner, emocionado, quando a ouviu pela primeira vez, segundo o site de Parton. Naquele mesmo ano, Elvis Presley se preparava para gravar uma versão da música, mas Parton desistiu do acordo quando o empresário do cantor exigiu metade dos direitos autorais da composição. Ela passou a noite chorando por causa da difícil decisão. Mais tarde, Priscilla Presley contou a Parton que Elvis cantou a música para ela durante o divórcio dos dois. Em 1992, Whitney Houston transformou a canção em uma balada que se tornou um clássico. Parton contou que estava dirigindo quando ouviu a versão de Houston pela primeira vez e precisou encostar o carro: "Quando ouvi a voz dela passar do canto à capela para a parte acompanhada pelos instrumentos, sinceramente achei que fosse ter um ataque cardíaco. Foi uma das coisas mais emocionantes que já vivi." A versão de Houston de sua "triste canção country" foi, segundo Parton, um dos momentos de que ela mais se orgulhou na vida. Parton regravou a música para o filme The Best Little Whorehouse in Texas, obra de 1982 em que atuou e pelo qual foi indicada ao Globo de Ouro de melhor atriz. 'Aquela outra mulher' Outra de suas músicas mais famosas foi lançada em 1974: Jolene. Expondo sua vulnerabilidade e angústia, a música fala de uma bancária de cabelos ruivos e flamejantes que flertava com seu marido. "Jolene, estou implorando, por favor, não tire meu homem de mim", suplica. Parton contou que seu marido, conhecido por ser extremamente reservado, ficou um pouco constrangido com a música. Mas não havia nada sério por trás da história — era apenas uma piada recorrente entre os dois. "Eu dizia: 'Caramba, você está passando muito tempo no banco. Não acredito que temos tanto dinheiro assim.'", contou. A música foi regravada por diversos artistas, incluindo The White Stripes, Miley Cyrus e Beyoncé, que alterou a letra para um tom mais ameaçador: "Estou avisando: não venha atrás do meu homem." Nos anos seguintes, o sucesso de Dolly Parton só cresceu, com mais hits, indicações e prêmios. Ela ganhou seu primeiro Grammy em 1978, por Here You Come Again. Crédito, Richard McCaffrey/Michael Ochs Archive Legenda da foto, Parton se apresentando na Califórnia, em 1978. Tocando com suas unhas de acrílico Foi a música-tema que Dolly Parton escreveu para o filme Como Eliminar seu Chefe, em 1980, que a lançou definitivamente ao estrelato. A atriz Jane Fonda, que produziu e estrelou o filme sobre mulheres vítimas de discriminação no ambiente de trabalho, fez um acordo com Parton: ela atuaria no longa se também pudesse escrever a música-tema. Ao perceber que o som de suas unhas batendo umas nas outras lembrava o de uma máquina de escrever, Parton compôs Das 9 às 5 enquanto esperava no set de filmagem. Fonda disse que percebeu imediatamente que não se tratava apenas de uma música-tema, mas de um verdadeiro hino. O filme foi um grande sucesso de bilheteria, e a música recebeu vários prêmios, incluindo um Globo de Ouro. Crédito, Getty Images/Michael Ochs Archives Legenda da foto, Jane Fonda, Lily Tomlin e Dolly Parton em uma cena de Como Eliminar seu Chefe 'Eu pareço uma mulher, mas penso como um homem' Parton era uma empresária bem-sucedida e perspicaz e, em 2022, foi incluída pela Forbes na lista das mulheres mais ricas dos Estados Unidos que construíram suas próprias fortunas. "Eu pareço uma mulher, mas penso como um homem. Já fiz negócios com homens que achavam que eu era tão boba quanto aparentava. Quando percebiam que não era, eu já estava com o dinheiro e tinha ido embora", disse ela certa vez. Sua aparência — os figurinos, as perucas, as unhas longas pintadas e os saltos altos — era apenas uma fachada para encarnar o estereótipo da "loira burra". Mas ela sempre dizia que sabia que não era burra — "e também sei que não sou loira". Parton tinha sua própria gravadora, a Dolly Records, e era coproprietária da The Dollywood Company, responsável pela administração de espaços de entretenimento, um parque temático, um parque aquático e um resort. Em 1986, ela inaugurou o parque de diversões Dollywood, no sopé das montanhas Great Smoky, que tanto amava. Além de montanhas-russas, o parque abriga o maior santuário do mundo dedicado a águias-carecas que não podem ser devolvidas à natureza. O trabalho de reabilitação e reprodução realizado no local recebeu prêmios e, em 2007, a águia-careca foi retirada da lista de espécies ameaçadas de extinção. Crédito, Ron Galella, Ltd./Ron Galella Collection via Getty Images Legenda da foto, Parton, fotografada no Dollywood em 1993, disse que queria criar um lugar onde a cultura das montanhas Great Smoky pudesse ser celebrada Apesar de sua riqueza e sucesso, Parton não perdeu a humildade e apoiava as comunidades onde cresceu. Inspirada pelo pai, que não sabia ler nem escrever, ela criou o programa Imagination Library, em 1999, que distribuía livros gratuitamente para crianças do Tennessee. Desde então, o projeto se expandiu para Austrália, Reino Unido, Irlanda e Canadá, distribuindo milhões de livros todos os anos. Sua organização sem fins lucrativos, a Dollywood Foundation, já financiou bolsas de estudo e hospitais, além de fazer doações para vítimas de enchentes e incêndios florestais. Em 2020, enquanto a pandemia de covid-19 se espalhava pelo mundo, Parton doou US$ 1 milhão ao Vanderbilt University Medical Center. O dinheiro ajudou a financiar o desenvolvimento da vacina da Moderna. Nos últimos anos, Parton precisou adiar ou cancelar vários shows para se submeter a tratamentos de saúde. Em maio de 2026, ela adiou uma temporada de shows que faria em Las Vegas para tratar cálculos renais. Na ocasião, disse que levaria algum tempo para se recuperar e estar "pronta para subir ao palco". "Não posso ficar tonta carregando banjos, guitarras e coisas do tipo em cima de saltos de 12 centímetros — e vocês sabem que vou estar usando esses saltos", brincou em uma mensagem em vídeo. "Sem falar em todas aquelas roupas pesadas, cheias de strass, o cabelão, minha grande... hum, personalidade." Crédito, Brandon Sloter/Image Of Sport/Getty Images Legenda da foto, Parton surpreendeu os fãs ao se apresentar no show do intervalo do jogo da NFL no Dia de Ação de Graças de 2023, aos 77 anos Ao longo de sua carreira, Parton se expressou com elegância, sempre combinando humor e inteligência. Ela evitava se envolver em política, dizendo que não queria afastar metade de seu público. Corajosa e talentosa, foi uma pioneira da música country em uma época em que as mulheres não eram levadas a sério na indústria, especialmente quando seguiam carreira solo. Parton dizia esperar ser lembrada por suas composições e como alguém que levava seu trabalho a sério, mas não a si mesma. Certa vez, ela deu este conselho: "Nunca se esqueça de suas raízes, de sua casa ou de seu cabelo."
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