OXRL11 Oxigenio 2 Fundo de Investimento Imobiliario Responsabilidade Limitada – Cotação Hoje
Oxigenio 2 Fundo de Investimento Imobiliario Responsabilidade Limitada
Selo de Investimento:
⚠️ AtençãoAtende a 6 de 11 critérios. Alguns múltiplos de valuation, histórico ou liquidez exigem atenção.
Checklist Fundamentalista de 11 Critérios
Critérios de consistência e valuation auditadosRetorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano
Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses
Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial
Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito
Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente
Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência
Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book
Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária
Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos
Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias
Nível de ocupação saudável dos imóveis para garantir a receita de aluguéis (Ignorado para fundos de papel)
Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)
Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.
Resumo Fundamentalista de OXRL11
O ativo OXRL11 (Oxigenio 2 Fundo de Investimento Imobiliario Responsabilidade Limitada) está sendo negociado hoje a R$ 131,40, acumulando uma variação de +1.05% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 124,06 e a máxima de R$ 131,40. O fundo atua no segmento de Fundo Imobiliário (FII), registrando um Dividend Yield (12M) de 6.38% e indicador P/VP de 1,00x.
Histórico de Cotação: OXRL11
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)
Sobre a OXRL11
Outros FIIs do Segmento Fundo Imobiliário (FII)
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Petrobras (PETR4) lidera ações mais negociadas da B3
Petrobras (PETR4) mantém trono, BTG (BPAC11) avança e Embraer (EMBJ3) estreia no ranking das mais negociadas da B3 A disputa pelo pódio da Bolsa ganhou novos protagonistas em agosto. Enquanto Petrobras (PETR4), Vale (VALE3) e Itaú Unibanco (ITUB4) mantiveram a liderança entre as ações mais negociadas, o BTG Pactual (BPAC11) alcançou sua melhor colocação de 2026 e a Embraer (EMBJ3) estreou no top 10 do ano. Os dados fazem parte de um levantamento do DataWise+, plataforma de informações da B3. O estudo considera o volume financeiro movimentado na ponta compradora, calculado a partir do preço e da quantidade de ações adquiridas no período. O BTG Pactual chegou ao quarto lugar, atrás somente das três líderes. A Embraer apareceu na nona posição, enquanto a Sabesp (SBSP3) retornou ao grupo dos dez papéis de maior volume depois de ter figurado pela última vez na lista em abril. Quais foram as ações mais negociadas em agosto? O ranking das ações com maior volume financeiro movimentado na B3 ficou assim: Petrobras (PETR4) Vale (VALE3) Itaú Unibanco (ITUB4) BTG Pactual (BPAC11) Axia Energia (AXIA3) Bradesco (BBDC4) Sabesp (SBSP3) Banco do Brasil (BBAS3) Embraer (EMBJ3) Petrobras (PETR3) A Petrobras aparece duas vezes porque possui diferentes classes de ações negociadas na Bolsa. PETR3 representa os papéis ordinários, que concedem direito a voto, enquanto PETR4 identifica as ações preferenciais. A presença de um papel entre os mais negociados significa que ele movimentou um volume financeiro elevado no período. Isso não indica, necessariamente, que sua cotação subiu nem representa uma recomendação de compra. A classificação também não é a mesma utilizada para definir a composição do Ibovespa. O índice considera critérios próprios, como negociabilidade, presença nos pregões, volume financeiro e valor do ativo em circulação. Petrobras (PETR4) lidera entre todos os tipos de investidores A Petrobras não ficou apenas no primeiro lugar da classificação geral. PETR4 foi a ação mais negociada em todas as categorias de investidores analisadas pelo DataWise+: pessoas físicas, empresas, fundos de investimento, estrangeiros e instituições financeiras. Entre as pessoas físicas, Petrobras, Vale e Itaú ocuparam as três primeiras posições. Na sequência apareceram Banco do Brasil e Embraer, mostrando que EMBJ3 já estava entre os cinco papéis mais movimentados pelos investidores individuais. O ranking das pessoas físicas ficou desta maneira: Petrobras (PETR4) Vale (VALE3) Itaú Unibanco (ITUB4) Banco do Brasil (BBAS3) Embraer (EMBJ3) Prio (PRIO3) Bradesco (BBDC4) Magazine Luiza (MGLU3) BTG Pactual (BPAC11) Axia Energia (AXIA3) Entre os fundos de investimento, Petrobras, Vale e Itaú também formaram o pódio. Os investidores estrangeiros repetiram o mesmo trio nas primeiras posições, seguidos por Axia Energia e Bradesco. Nas instituições financeiras, a composição mudou. Depois da Petrobras apareceram Ultrapar (UGPA3), BTG Pactual, B3 (B3SA3) e Itaú Unibanco. FIIs têm novo trio na liderança O levantamento também acompanhou os fundos imobiliários mais negociados em agosto. O TRX Real Estate (TRXF11), que investe principalmente em imóveis de varejo e logística, assumiu a primeira colocação. O Zagros Renda Imobiliária (GGRC11), com maior exposição a ativos industriais e logísticos, ficou em segundo lugar. O XP Malls (XPML11), voltado principalmente para shopping centers, completou o pódio. As demais posições foram ocupadas por KNCR11, HGLG11, MXRF11, BTLG11, PQDP11, CPOF11 e HGRU11. O trio representa uma mudança em relação a julho, quando as primeiras posições ficaram com VBI Prime Properties (WTXA11), General Shopping e Outlets do Brasil (GSFI11) e HSI Logística (HSLG11). Segundo a B3, a alteração não indica, por si só, uma transferência dos recursos dos investidores entre os segmentos. O levantamento mostra apenas quais fundos movimentaram os maiores volumes financeiros durante o mês. BOVA11 continua na frente entre os ETFs Entre os ETFs, fundos negociados em Bolsa que buscam acompanhar índices ou estratégias de investimento, as primeiras posições permaneceram estáveis. O BOVA11 foi novamente o ETF mais negociado, seguido por SMAL11 e BOVV11. Os três produtos também haviam liderado a classificação de julho. O BOVA11 e o BOVV11 acompanham o Ibovespa, embora sejam administrados por instituições diferentes. Já o SMAL11 busca refletir o desempenho das chamadas small caps, empresas com menor valor de mercado em comparação com as maiores companhias da Bolsa. Também apareceram no top 10 IVVB11, LFTB11, LLFT11, DIVO11, LFTS11, GOLD11 e SPXI11. A lista reúne produtos ligados a ações brasileiras, títulos públicos, ouro e mercado norte-americano. Aura Minerals (AURA33) lidera entre os BDRs No mercado de BDRs, a Aura Minerals (AURA33) retomou a primeira colocação. Os BDRs são recibos negociados na B3 que representam ações ou outros ativos listados no exterior. A Nvidia (NVDC34) ficou na segunda posição, enquanto a Nu Holdings (ROXO34), controladora do Nubank, apareceu em terceiro lugar. A Micron Technology (MUTC34), líder do ranking em julho, caiu para a quarta posição. O BDR da SpaceX (SPCX34), negociado na B3 desde junho, já apareceu no quinto lugar. JBS (JBSS32), Tesla (TSLA34), Inter (INBR32), XP (XPBR31) e Amazon (AMZO34) completaram o grupo dos dez BDRs com maior volume financeiro em agosto. Segundo a B3, o DataWise+ permite acompanhar as mudanças nas posições e a atuação de cada categoria de investidor. Em agosto, Petrobras, Vale e Itaú preservaram o pódio, enquanto BTG Pactual, Sabesp e Embraer ganharam espaço entre as ações mais negociadas.
FIIs: quanto custa perder os melhores dias do mercado? XP mostra impacto
O estudo do Research da XP mostra o comportamento do IFIX nos últimos dez anos, sinalizando que uma parcela pequena dos pregões foi responsável por uma fatia relevante do retorno Publicidade O investidor que decide sair dos fundos imobiliários durante um período de incerteza pode até evitar parte das quedas, mas enfrenta outro problema: saber exatamente quando voltar. O levantamento foi elaborado por Marx Gonçalves, Head de Fundos Listados da XP, e Eduardo Bacelar, analista de Fundos Listados. O estudo do Research da XP mostra o comportamento do IFIX nos últimos dez anos, sinalizando que uma parcela pequena dos pregões foi responsável por uma fatia relevante do retorno acumulado do índice — e que ficar de fora justamente nesses momentos pode alterar significativamente o resultado de longo prazo. A análise parte de um exercício contrafactual: o que teria acontecido com o retorno do IFIX caso o investidor não estivesse posicionado nos dias de maiores altas? No período analisado, o índice acumulou 133,9%. Quando são retiradas as três maiores altas diárias, o retorno cai para 107%, uma diferença de 20,1%. No cenário mais extremo, sem as 30 maiores altas, o retorno acumulado recua para 41,7%, 68,8% abaixo do resultado original. O ponto central não é imaginar que um investidor conseguiria prever exatamente quais seriam esses pregões, mas mostrar o impacto potencial de uma estratégia que tenta acertar os momentos de entrada e saída. As três maiores altas representam apenas 0,12% dos pregões analisados, enquanto as 30 maiores correspondem a aproximadamente 1,21% do período. Ainda assim, a ausência nesses poucos dias teria provocado uma diferença expressiva no retorno acumulado ao longo de uma década. Continua depois da publicidade Leia Mais: “Novo Mercado” dos FIIs? B3 revela o que vem sendo feito para melhorar governança Nos FIIs de tijolo, o custo de ficar de fora é ainda maior Quando o mesmo exercício é aplicado ao IFIX-Tijolo, o impacto aumenta. O índice acumulou 150,3% no período analisado, mas o retorno cairia para 113% caso as três maiores altas diárias fossem excluídas — uma redução de 24,8%. Se fossem retirados os 30 melhores pregões, o retorno acumulado seria de 33,3%, contra os 150,3% observados no cenário original. A diferença ajuda a dimensionar o peso de poucos movimentos sobre o desempenho de longo prazo dos fundos de tijolo. Continua depois da publicidade No cenário das três maiores altas, a perda relativa já seria superior à observada no IFIX como um todo. Com 30 pregões retirados, a distância aumenta ainda mais, chegando a 77,8%. Esses veículos são mais expostos às oscilações nas expectativas para juros, atividade econômica e mercado imobiliário e, por isso, podem apresentar movimentos mais intensos tanto nas quedas quanto nas recuperações. FIIs de recebíveis também dependem dos pregões de recuperação Nos fundos de recebíveis, o efeito é menor, mas continua relevante. O IFIX-Recebíveis acumulou 123,3% no período analisado. Sem as três maiores altas, o retorno cairia para 101,9%, uma redução de 17,3%. No cenário que exclui os 30 melhores pregões, o resultado seria de 39,1%, 68,3% abaixo do retorno integral. Continua depois da publicidade A diferença em relação aos fundos de tijolo é coerente com a menor volatilidade apresentada pelo segmento de recebíveis no estudo. Ainda assim, os números mostram que mesmo uma classe com comportamento relativamente mais defensivo não está imune ao impacto de perder alguns pregões importantes. Segundo o Research da XP, isso ajuda a explicar por que o dividend yield, sozinho, não conta toda a história do retorno de um FII. Além dos rendimentos distribuídos, a valorização ou desvalorização das cotas interfere no retorno total do investidor. Quando uma recuperação acontece em poucos pregões, estar posicionado nesses momentos pode fazer diferença relevante no resultado acumulado. Continua depois da publicidade Leia Mais: FII da Kinea aprova 13ª emissão e oferta pode somar até R$ 3,12 bi; veja detalhes
SNEL11 celebra captação de R$ 1 bilhão na B3; veja detalhes
SNEL11 celebra captação de R$ 1 bilhão com abertura do pregão na B3 Redação FIIs 29/09/2026 às 14:10 3 minutos de leitura Atualizado em: 29/09/2026 às 14:10 A Suno Asset participou nesta terça-feira (29) da abertura do pregão da B3 para celebrar a 5ª emissão de cotas do fundo imobiliário SNEL11, que captou aproximadamente R$ 1,01 bilhão. Foi a primeira vez que uma oferta da gestora superou a marca de R$ 1 bilhão. Voltado à geração distribuída de energia solar, o fundo SNEL11 chegou ao evento com patrimônio líquido de aproximadamente R$ 1,89 bilhão e mais de 140 mil cotistas, segundo dados apresentados pela Suno. A gestora também informou que o fundo registra dividend yield de 15,38% ao ano. Vitor Duarte, CIO da Suno Asset, destacou durante o evento a evolução da estratégia do SNEL11. Segundo ele, o fundo reduziu gradualmente sua exposição ao desenvolvimento de projetos e passou a priorizar usinas que já estão prontas e em operação. “O SNEL11 começou como um fundo pequeno, fazendo obra. Com o tempo, a gente foi dando uma ‘cara’ para ele menos arriscada, menos com risco de atraso de obra, que talvez seja o maior problema desse segmento. Então, desde a terceira oferta, a gente vem alocando capital em usinas já performadas, em usinas já prontas”, afirmou. SNEL11 celebra captação de R$ 1 bilhão com abertura do pregão na B3. Foto: Vitor Duarte, CIO da Suno Asset/divulgação Com as usinas adquiridas e os recursos disponíveis para novas aquisições, Duarte afirmou que o portfólio pode chegar ao equivalente a 400 MWp (megawatt-pico), capacidade suficiente, segundo o executivo, para atender energeticamente cerca de 100 mil residências. O fundo imobiliário SNEL11 encerrou agosto com 37 usinas em operação e aproximadamente 149,4 MWp de capacidade instalada. Em setembro, formalizou a aquisição de outros 28 projetos de geração distribuída, que somam 116,68 MWp, por cerca de R$ 565 milhões. Tiago Reis destaca papel do SNEL11 na geração de renda Tiago Reis, fundador da Suno Research, relacionou a proposta do fundo à busca dos investidores por fontes de renda para o longo prazo, diante dos desafios dos sistemas previdenciários. “As pessoas vão precisar de uma renda no momento que elas se tornam economicamente inativas. E o problema previdenciário é um problema global, não só no Brasil, mas no mundo todo. A previdência estatal se mostra insuficiente. E, para lidar com isso, as pessoas precisarão tomar as rédeas do seu próprio futuro financeiro”, disse. SNEL11 celebra captação de R$ 1 bilhão com abertura do pregão na B3. Foto: Tiago Reis, fundador da Suno Research/divulgação Reis acrescentou que a criação da Suno Asset ampliou a atuação da companhia para além da educação financeira, com a oferta de produtos de investimento. Nesse contexto, citou o papel do fundo SNEL11 na geração de renda recorrente. “O SNEL11 endereça esse ‘risco’, pelo menos parte desse risco, das pessoas construírem a sua aposentadoria. Nós pagamos dividendos mensais, frutos do setor elétrico.” A celebração da quinta emissão do SNEL11 também ocorre em meio ao crescimento da Suno Asset. Durante o evento, foi informado que a gestora ultrapassou R$ 6 bilhões sob gestão e possui mais de 350 mil clientes.
Perguntas Frequentes sobre OXRL11
Qual é a cotação de OXRL11 hoje na B3?
Quanto a OXRL11 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de OXRL11?
O que significa o P/L e o P/VP de OXRL11?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
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