MULT3F Multiplan Empreendimentos Imobiliarios SA – Cotação Hoje
Multiplan Empreendimentos Imobiliarios SA
Selo de Investimento:
⚠️ AtençãoAtende a 3 de 12 critérios. Alguns múltiplos ou métricas de endividamento exigem cautela.
Checklist Fundamentalista de 12 Critérios
Critérios auditados automaticamenteA dívida líquida da empresa é menor que o lucro líquido dos últimos 12 meses
Retorno sobre o Patrimônio Líquido historicamente superior a 5%
Histórico consistente de distribuição de proventos acima de 4% a.a.
Crescimento de receitas ou lucros superior a 5% nos últimos anos
Preço sobre Valor Patrimonial negociado abaixo de 5x
Atuação em setor perene e consolidado há mais de um século
Companhia de grande porte, alta liquidez e liderança setorial
Companhia fundada há mais de 30 anos com histórico comprovado
Preço sobre Lucro negociado abaixo de 30x
Alavancagem financeira controlada com Dívida Líquida/EBITDA menor que 2x
Enterprise Value sobre EBIT operacional negociado abaixo de 7x
Proteção aos acionistas minoritários com Tag Along de 80% a 100%
Método Barsi (Preço Teto)
Estratégia focada em renda passiva com cálculo do preço máximo para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base na média dos últimos 5 anos.
Fórmula de Graham (Preço Justo)
Fórmula de Benjamin Graham determinando o valor intrínseco a partir dos múltiplos conservadores de P/L ≤ 15 e P/VP ≤ 1,5.
Resumo Fundamentalista de MULT3F
O ativo MULT3F (Multiplan Empreendimentos Imobiliarios SA) está sendo negociado hoje a R$ 32,92, acumulando uma variação de +2.88% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 26,04 e a máxima de R$ 36,00. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 11.73x.
Histórico de Cotação: MULT3F
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores de Valuation
Indicadores de Endividamento
Sobre a MULT3F
Dividendos
Nenhum dividendo
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Ver Todos os AtivosNotícias relacionadas
BlackRock prevê crescer 30% no Brasil independentemente da eleição
São Paulo | Reuters A BlackRock espera manter um ritmo de expansão da ordem de 30% na sua base de ativos no Brasil em 2027, independentemente do desfecho eleitoral, de acordo com Bruno Barino, CEO para o país da maior gestora de ativos do mundo, em parte pelo interesse crescente de brasileiros por investimentos internacionais. "Eu acho que conseguimos repetir", afirmou o executivo em entrevista à Reuters, citando que a operação brasileira está crescendo 30% a 35% a base de ativos neste ano, após incremento de cerca de 12% em 2025 e fluxo negativo em 2024. Ele não detalhou o montante dos recursos administrados no Brasil, mas citou que a grande parte, cerca de 90%, são aplicações offshore. No mundo, a BlackRock tem mais de US$ 15,3 trilhões (R$ 79,9 trilhões) em ativos. Cerca de 90% dos ativos da operação brasileira estão em aplicações offshore, segundo CEO da gestora no Brasil - Carlo Allegri - 24.set.26/Reuters "Se eu tenho 90% offshore e o comportamento do brasileiro em relação offshore, que já está mudando, continuar a mudar, eu já pego um pedaço no meu 90%... Não é uma questão de crescimento econômico, é só fazer a conta." Publicidade Barino afirmou que tem crescido no país o interesse por ETFs, fundos negociados em bolsa, segmento no qual a BlackRock é uma das líderes globais por meio da marca iShares, com US$ 5,5 trilhões (R$ 28,79 trilhões) em ativos sob gestão, mas que há espaço para ir além. O executivo citou o movimento que ocorreu no mundo deve acontecer também no Brasil, de busca por ativos nos extremos, como produtos passivos, como ETFs, em uma ponta, e investimentos alternativos e especializados, em outra. De acordo com dados da B3, o número de pessoas físicas com ETFs na carteira alcançou 862 mil no final de junho, de 639 mil um ano antes. O valor em custódia dos investidores pessoas físicas em ETFs aumentou 62%, para R$ 35,1 bilhões, alta de 62%. No Brasil, entre outros produtos, a BlackRock é gestora do ETF mais famoso do país, o iShares Ibovespa Fundo de Índice, mais conhecido como BOVA11, lançado em novembro de 2008 na B3. Publicidade Nos últimos anos, a BlackRock aumentou significativamente sua atuação no mercado brasileiro, que é voltada para o investidor institucional, incluindo em áreas além do investimento, como tecnologia e advisory; e Barino afirma que tem trabalhado para expandir ainda mais, enxergando uma participação relativamente modesta do grupo no país em comparação com sua presença global. C-Level Uma newsletter com informações exclusivas para quem precisa tomar decisões "Se você olhar os grandes mercados de ativos investíveis do mundo, a BlackRock é gigante em todos, menos no Brasil." INFRAESTRUTURA E IA Na visão de Barino, o principal desafio do Brasil é competir por investimentos globais de longo prazo capazes de transformar a economia, como em infraestrutura. "O Brasil, às vezes, não se posiciona em como competir por esse investimento transformacional", afirmou, destacando que o país possui vantagens importantes, mas precisa avançar em marcos regulatórios, ter política de estado estrutural, estratégia mais coordenada para competir com outros destinos por grandes projetos internacionais. "Você está competindo pelo cheque globalmente", afirmou. Ele citou que, em infraestrutura, o foco da BlackRock no Brasil está voltado para portos, aeroportos, energia e a cadeia de data centers, um dos segmentos mais beneficiados pela corrida global por inteligência artificial. O executivo avalia que, principalmente pela questão da energia e pelo tamanho do mercado brasileiro, o Brasil ainda pode ser um hub de IA para a América Latina. "Eu não acho que (essa oportunidade) passou, mas 'the clock is ticking' (o tempo está passando)." Publicidade Para o executivo, a capacidade de atrair investimentos de longo prazo dependerá menos do resultado eleitoral e mais da profundidade de reformas fiscais e medidas voltadas ao aumento da competitividade econômica. "Independentemente de quem ganhar, a profundidade (das mudanças) definirá a nossa capacidade para competir pelo investimento." O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador de oposição Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparecem em empate técnico em um eventual segundo turno na maioria das pesquisas de intenção de voto para a eleição deste mês. O primeiro turno será disputado no domingo (4). Apesar das preocupações com juros elevados e incertezas fiscais, Barino afirmou que investidores estrangeiros tendem a enxergar o Brasil de forma mais positiva do que os próprios brasileiros. "A visão do estrangeiro em relação ao Brasil é muito melhor do que a nossa."
Mais um adeus à B3: Claro assume Desktop (DESK3) por R$ 1,75 bilhão e prepara OPA. O que muda para quem tem as ações?
A Desktop (DESK3) tem uma nova dona e logo deve ser mais uma empresa no extenso grupo das que deixaram a B3 nos últimos tempos. Por meio de uma subsidiária, a Claro concluiu a compra de 72,83% das ações da companhia por R$ 1,75 bilhão. O negócio envolve 84,7 milhões de papéis ordinários, ao preço de R$ 20,63 por ação, sujeito aos ajustes previstos no contrato. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE A operação havia sido anunciada em março deste ano. O grupo de telecomunicações também anunciou que prepara uma oferta pública de aquisição de ações (OPA) para retirar a Desktop da bolsa, mas os detalhes da oferta ainda não foram divulgados. O calendário e as condições completas de pagamento aos demais acionistas serão conhecidos no edital da OPA. O adeus da Desktop à bolsa A Claro pretende reunir três objetivos em uma única oferta: comprar as ações dos demais investidores em decorrência da troca de controle, retirar a Desktop do Novo Mercado e converter seu registro na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) da categoria A para B. A primeira parte da operação permite que os demais acionistas vendam seus papéis nas condições anunciadas pela compradora do controle. A oferta abrangerá até a totalidade das ações ordinárias desses investidores, incluindo as pertencentes aos administradores. Os papéis em tesouraria ficarão de fora. Já as outras duas partes estão ligadas ao futuro da Desktop na bolsa. A conversão para a categoria B é o mecanismo escolhido para encerrar a negociação de suas ações, mantendo o registro da empresa na CVM para outros valores mobiliários permitidos nessa categoria. A proposta, portanto, não é cancelar completamente o registro de companhia aberta. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Há, porém, uma ressalva: a Claro poderá desistir da conversão de registro e da saída do Novo Mercado. Se isso acontecer, seguirá apenas com a OPA decorrente da aquisição do controle. Leia Também A mudança de dona já está concluída; a saída da bolsa ainda depende dos próximos passos da oferta. Nos documentos, as empresas não informaram a data do leilão. O pedido de registro será apresentado à CVM no prazo regulamentar, e o edital trará as condições completas. O que a Claro quer com a Desktop? A justificativa apresentada pela operadora é ampliar sua atuação em banda larga fixa, integrando a base de clientes, a rede e a presença regional da Desktop. Ao adquirir o controle, a Claro passa a comandar uma estrutura já existente para expandir essa operação. Embora a integração dos negócios seja o objetivo declarado, a Claro informou que ainda não há definição sobre uma eventual fusão, cisão ou incorporação da Desktop. Por enquanto, os movimentos concretos são a troca do controle, a mudança da administração e a preparação da OPA. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE A chegada da Claro ao controle da Desktop também trouxe uma troca de comando. No mesmo dia em que a aquisição foi concluída, cinco integrantes da diretoria renunciaram aos cargos, incluindo o então presidente, Denio Alves Lindo. Para substituí-lo, o conselho de administração elegeu Rodrigo Marques de Oliveira como CEO da companhia. Roberto Catalão Cardoso assumiu os cargos de CFO e de relações com investidores. Ambos terão mandato até a assembleia geral ordinária que avaliará as demonstrações financeiras de 2026. Também houve mudanças no conselho de administração, com a entrada de José Antônio Guaraldi Felix, Rodrigo Marques de Oliveira e Roberto Catalão Cardoso. Uma assembleia extraordinária ainda será convocada para deliberar sobre a nova composição do colegiado. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Fundo imobiliário terá novo ticker de negociação na bolsa; veja detalhes – Money Times
Fundo imobiliário terá novo ticker de negociação na bolsa; veja detalhes (Imagem: Getty Images/ Canva Pro) O Navi Imobiliário Total Return (NAVT11) anunciou alteração no nome e código de negociação na bolsa de valores (B3), mostra fato relevante divulgado ao mercado. A mudança foi aprovada pela administradora do FII. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE O veículo passou a se chamar Vinci Imobiliário Total Return e, a partir da abertura dos mercados de 9 de outubro de 2026, será negociado sob o ticker VTOT11. Além do código, o nome de pregão também será modificado. O fundo deixará de ser identificado como “FII NAVI TOT” e passará a utilizar “FII VINCI TR”. De acordo com a Vinci Real Estate, gestora do veículo, a alteração reflete exclusivamente o alinhamento à marca e à identidade institucional Vinci Compass. O fundo destacou, porém, que a substituição não implica alterações na política de investimentos, na estratégia ou nos direitos dos cotistas. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Perguntas Frequentes sobre MULT3F
Qual é a cotação de MULT3F hoje na B3?
Quanto a MULT3F paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de MULT3F?
O que significa o P/L e o P/VP de MULT3F?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.
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