MG

MGLU3 Magazine Luiza S.A. – Cotação Hoje

📈 Ação B3 Consumo e Varejo

Magazine Luiza S.A.

CNPJ: 47960950000121

Preço Atual
R$ 7,61
+0.53%
Cotação oficial B3 em tempo real
Análise Fundamentalista • Estratégia de Longo Prazo

Selo de Investimento:

🛡️ Buy and Hold

Atende a 8 de 12 critérios fundamentalistas para estratégias de longo prazo.

Pontuação dos Critérios 8/12 (66.7%)
Mínimo Buy & Hold: 8/12 Status: Aprovado

Checklist Fundamentalista de 12 Critérios

Critérios auditados automaticamente
Dívida Líquida < Lucro Líquido (12M)
Dív. Líq (R$ 3.18 Bi) maior que Lucro (R$ 0.09 Bi)

A dívida líquida da empresa é menor que o lucro líquido dos últimos 12 meses

ROE > 5%
ROE atual: 0.76% (Abaixo de 5%)

Retorno sobre o Patrimônio Líquido historicamente superior a 5%

Histórico de Dividendos (> 4% a.a.)
Yield médio: 1.13% a.a. (Abaixo de 4%)

Histórico consistente de distribuição de proventos acima de 4% a.a.

Crescimento de Receita ou Lucro (> 5%)
CAGR Receita 5A: +5.81% | CAGR Lucro 5A: -12.18%

Crescimento de receitas ou lucros superior a 5% nos últimos anos

P/VP abaixo de 5
P/VP atual: 0.53x (Abaixo de 5)

Preço sobre Valor Patrimonial negociado abaixo de 5x

Setor com mais de 100 anos
Setor consolidado: Consumo e Varejo

Atuação em setor perene e consolidado há mais de um século

Empresa Blue Chip
Blue Chip reconhecida na B3

Companhia de grande porte, alta liquidez e liderança setorial

Mais de 30 anos de mercado
Fundada em 1957 (69 anos de mercado)

Companhia fundada há mais de 30 anos com histórico comprovado

P/L abaixo de 30
P/L atual: 70.40x (Acima de 30)

Preço sobre Lucro negociado abaixo de 30x

Dív. Líquida/EBITDA < 2
Dív. Líq/EBITDA: 1.02x (Abaixo de 2)

Alavancagem financeira controlada com Dívida Líquida/EBITDA menor que 2x

EV/EBIT abaixo de 7
EV/EBIT atual: 4.74x (Abaixo de 7)

Enterprise Value sobre EBIT operacional negociado abaixo de 7x

Tag Along entre 80% e 100%
Tag Along de 100% (Proteção de 80% a 100%)

Proteção aos acionistas minoritários com Tag Along de 80% a 100%

ℹ️ Análise algorítmica fundamentalista calculada em tempo real com base em demonstrativos CVM/B3. Não constitui recomendação de compra ou venda.
💰
Valuation por Dividendos

Método Barsi (Preço Teto)

Acima do Preço Teto

Estratégia focada em renda passiva com cálculo do preço máximo para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base na média dos últimos 5 anos.

Preço Teto Projetado (Yield 6%)
R$ 1,16
DPA Médio (5 anos) R$ 0,07
Margem de Segurança -84.76%
Ajustar parâmetros na Calculadora Barsi
Fórmula: DPA Médio ÷ 0,06 Alvo: Yield ≥ 6% a.a.
📐
Value Investing

Fórmula de Graham (Preço Justo)

Negociando com Ágio (Acima do Valor Intrínseco)

Fórmula de Benjamin Graham determinando o valor intrínseco a partir dos múltiplos conservadores de P/L ≤ 15 e P/VP ≤ 1,5.

Preço Justo Intrínseco (Graham)
R$ 5,97
LPA R$ 0,11
VPA R$ 14,39
Margem / Potencial -21.55%
Ajustar parâmetros na Calculadora Graham
Fórmula: √(22,5 × LPA × VPA) Fator 22,5 = P/L 15 × P/VP 1,5
⚠️ Aviso Legal: As estimativas do Método Barsi e da Fórmula de Graham são modelos matemáticos teóricos baseados em dados públicos da B3/CVM. Não constituem recomendação de investimento, compra ou venda.

O ativo MGLU3 (Magazine Luiza S.A.) está sendo negociado hoje a R$ 7,61, acumulando uma variação de +0.53% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 3,76 e a máxima de R$ 11,38. A companhia está inserida no setor de Consumo e Varejo, atuando no segmento de Varejo Especializado. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 70.40x e P/VP de 0.53x. Com Dividend Yield acumulado nos últimos 12 meses de 1.07%.

Abertura
R$ 7,77
Fec. Ant: R$ 7,62
Variação Dia
Min: R$ 7,33
Max: R$ 7,81
52 Semanas
Mín: R$ 3,76
Máx: R$ 11,38
Volume
39.672.000
Moeda: BRL

Histórico de Cotação: MGLU3

Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência

Mínima no Período --
Máxima no Período --
Variação no Período --
Tendência Técnica --
Carregando cotações históricas...

Indicadores de Valuation

70.40
0.53
R$ 0,11
R$ 14,39
P/Receita (PSR)
0.15
P/FCO
0.36
P/FCL
0.38
EV/Receita Líq.
0.24
EV/FCO
0.55
EV/FCL
0.59
Earning Yield
21.11%
Enterprise Value
R$ 9,09 Bi

Indicadores de Endividamento

Dív. Líq./EBITDA
1.02
Dív. Líquida/PL
0.28
Dívida Líquida
R$ 3,18 Bi
Liq. Corrente
1.10
PL/Ativos
0.29
Passivos/Ativos
0.70
Liq. Seca
0.66
Liq. Imediata
0.10

Indicadores de Eficiência

Margem EBIT
4.72%

Indicadores de Rentabilidade

0.79%
11.91%
0.25%
Giro do Ativo
1.01

Indicadores de Crescimento

CAGR Receita
5.81%
CAGR Lucro
-12.18%

Dados Financeiros

Margens
Margem Bruta 29.88%
Margem EBITDA 8.14%
Margem Operacional 4.72%
Margem Líquida 0.23%
Fluxo de Caixa
FCO R$ 16,40 Bi
FCL R$ 15,45 Bi
Caixa Total R$ 1,76 Bi
Caixa/Ação R$ 2,27
Receita e Dívida
Receita Total R$ 38,28 Bi
Lucro Bruto R$ 11,44 Bi
EBITDA R$ 3,12 Bi
Dívida Total R$ 10,57 Bi
Crescimento (Trimestral YoY)
Receita (YoY) -0.07%
Lucro (YoY) -77.05%

Resultados Financeiros

Indicador (Anual) 2025 2024 2023 2022
Receita Total R$ 38.703,39 Mi R$ 38.038,07 Mi R$ 36.768,15 Mi R$ 37.299,00 Mi
Lucro Bruto R$ 11.554,55 Mi R$ 11.627,26 Mi R$ 10.163,88 Mi R$ 10.438,90 Mi
EBIT / Lucro Operacional R$ 1.918,68 Mi R$ 1.562,43 Mi R$ -372,15 Mi R$ 771,63 Mi
Lucro Líquido R$ 204,60 Mi R$ 448,72 Mi R$ -979,10 Mi R$ -498,98 Mi

Sobre a MGLU3

Setor
Consumo e Varejo
Indústria / Segmento
Varejo Especializado
Funcionários
39.861
Market Cap
R$ 5,34 Bi
Descrição do Negócio

A Magazine Luiza S.A. (MGLU3), também conhecida como Magalu, é uma varejista brasileira fundada em 1957 em Franca (SP). A companhia evoluiu de uma rede tradicional de lojas para uma plataforma de varejo multicanal, combinando operação física, e-commerce e marketplace. Em 2024, a empresa reportou vendas totais de R$ 65 bilhões, com mais de 70% do volume originado em canais digitais. O modelo de negócios está estruturado em ecossistema: varejo 1P (estoque próprio), marketplace 3P (sellers), logística e fulfillment, além de serviços financeiros e de tecnologia. Entre as frentes complementares estão Luizacred, MagaluBank/MagaluPay, Magalu Ads e Magalu Cloud, que ampliam monetização além da venda de produtos e aumentam recorrência de receita. No posicionamento competitivo, o Magalu figura entre os principais players de varejo e comércio eletrônico do Brasil, com escala nacional e forte integração entre canais. A estratégia multicanal conecta lojas, app, site, hubs logísticos e parceiros de marketplace, com foco em conversão, experiência do cliente e eficiência operacional. Geograficamente, a companhia atua em todo o território brasileiro, com ampla rede de lojas físicas, centros de distribuição e malha logística cobrindo centenas de cidades.

DIVIDENDO R$ 0,0813
Pagamento: 08/05/2026
DIVIDENDO R$ 0,3052
Pagamento: 05/05/2025
JCP R$ 0,0155
Pagamento: 06/05/2022
JCP R$ 0,0263
Pagamento: 05/05/2021
DIVIDENDO R$ 0,0942
Pagamento: 19/08/2020
JCP R$ 0,0358
Pagamento: 19/08/2020
JCP R$ 0,0736
Pagamento: 19/08/2020
DIVIDENDO R$ 0,3703
Pagamento: 26/04/2019
JCP R$ 0,5927
Pagamento: 26/04/2019
DIVIDENDO R$ 0,2645
Pagamento: 25/04/2018

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Cafeteira elétrica gasta mais que ferver água no fogão a gás? Fizemos as contas
Canaltech •

Cafeteira elétrica gasta mais que ferver água no fogão a gás? Fizemos as contas

Preparar café é um hábito de muitos brasileiros para começar o dia, mas você já parou para pensar em quanto custa esquentar a água e preparar a bebida? Entre utilizar uma cafeteira elétrica e recorrer ao fogão a gás, a diferença de consumo pode parecer pequena, mas o impacto no bolso pode variar conforme o equipamento usado. Continua após a publicidade E esse consumo não depende apenas da potência dos equipamentos, sendo influenciado também pelos preços da eletricidade e do botijão de gás. Afinal, uma cafeteira e um fogão utilizam fontes diferentes de energia, com valores que variam conforme a região do país onde o consumidor mora. Para descobrir qual método é mais econômico, o Canaltech selecionou dois equipamentos, os mais vendidos de suas categorias no Magazine Luiza, e calculou o custo de preparar 500 mL de café diariamente. A comparação considera cinco minutos de funcionamento para cada aparelho e simula os gastos acumulados ao longo de 30 dias em cinco capitais brasileiras. O Canaltech está no WhatsApp! Entre no canal e acompanhe notícias e dicas de tecnologia WhatsApp Continua após a publicidade Como calculamos o consumo da cafeteira e do fogão? Para realizar a comparação, selecionamos a cafeteira elétrica Mondial Dolce Arome Black (C-30-18X-FB), com potência de 550 W, e o fogão Consul Inox de quatro bocas (CFO4NAR). No segundo caso, consideramos o queimador grande, com potência térmica de 2,75 kW, funcionando em fogo alto. Na cafeteira, multiplicamos a potência pelo tempo de funcionamento para estimar o consumo elétrico. Já no fogão, cruzamos a potência do queimador com o poder calorífico do GLP, que indica a quantidade de energia liberada durante a combustão. Considerando cinco minutos de funcionamento para ambos os aparelhos, os cálculos ficaram assim: Cafeteira elétrica: 0,55 kW × (5 ÷ 60 horas) = aproximadamente 0,0458 kWh por preparo; Fogão a gás: 2,75 kW × 300 segundos ÷ 46.470 kJ/kg = aproximadamente 17,75 gramas de GLP por preparo. A partir desses resultados, calculamos os gastos para 30 preparos, utilizando os preços médios municipais do botijão P13, extraídos do levantamento da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis)referente à semana de 20 a 26 de setembro de 2026. Para a cafeteira, consideramos as seguintes tarifas de energia de referência: Fortaleza (CE): R$ 0,97/kWh; São Paulo (SP): R$ 0,95/kWh; Curitiba (PR): R$ 0,85/kWh; Manaus (AM): R$ 0,84/kWh; Brasília (DF): R$ 0,83/kWh. Continua após a publicidade Cafeteira elétrica ou fogão a gás: qual custa menos por mês? Com os parâmetros definidos, calculamos quanto cada método acrescentaria às despesas domésticas. Considerando um preparo diário, a cafeteira consumiria aproximadamente 1,375 kWh em 30 dias, enquanto o fogão utilizaria cerca de 532,6 gramas de GLP no mês. Para transformar esses valores em reais, cruzamos os consumos estimados com as tarifas de eletricidade e os preços médios municipais do botijão P13 nas cinco capitais selecionadas. Continua após a publicidade A tabela abaixo apresenta os valores utilizados e os custos mensais estimados: Capital Tarifa de energia (R$/kWh) Botijão P13 (preço médio) Consumo cafeteira/mês Consumo fogão/mês Fortaleza R$ 0,97 R$ 112,49 R$ 1,33 R$ 4,61 São Paulo R$ 0,95 R$ 119,80 R$ 1,31 R$ 4,91 Curitiba R$ 0,85 R$ 112,57 R$ 1,17 R$ 4,61 Manaus R$ 0,84 R$ 129,27 R$ 1,16 R$ 5,30 Brasília R$ 0,83 R$ 107,61 R$ 1,14 R$ 4,41 Os cálculos mostram que, nas condições estabelecidas, a cafeteira elétrica apresenta menor custo energético nas cinco capitais analisadas. Em São Paulo, por exemplo, preparar café diariamente custaria aproximadamente R$ 1,31 por mês com a Mondial, contra R$ 4,91 utilizando o fogão Consul. Manaus apresenta a maior diferença financeira entre os dois métodos. Enquanto a cafeteira teria um gasto mensal estimado de R$ 1,16, o fogão alcançaria R$ 5,30, principalmente em razão do preço mais elevado do botijão de gás. Continua após a publicidade Apesar dessa diferença, a economia absoluta é relativamente pequena. Nas capitais analisadas, utilizar a cafeteira representaria uma redução estimada de R$ 3,08 a R$ 4,14 por mês em comparação com o fogão. O que pode aumentar o gasto na hora de preparar o café? Embora a cafeteira tenha apresentado menor custo na simulação, vale destacar que o resultado depende das condições de utilização. A quantidade de água preparada, o tempo de funcionamento e os hábitos de cada consumidor podem alterar os gastos dos dois equipamentos. Continua após a publicidade No caso da Mondial, por exemplo, deixar o aparelho ligado depois que o café estiver pronto pode elevar o consumo elétrico. Isso acontece porque o modelo possui uma placa de aquecimento que mantém a bebida quente enquanto a cafeteira permanece ligada. No fogão, fatores como a intensidade da chama, o tamanho do recipiente e a transferência de calor também influenciam o resultado. Uma chama mais forte consome mais gás por unidade de tempo, mas pode aquecer a água mais rapidamente. Outro detalhe importante é que a comparação considera apenas os custos energéticos. Enquanto a cafeteira realiza o preparo completo da bebida, o fogão foi utilizado exclusivamente para aquecer a água, sem contabilizar o tempo necessário para passar o café.

Ibovespa ganha tração e caminha para 4ª sessão de alta; dólar reduz ganhos
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Ibovespa ganha tração e caminha para 4ª sessão de alta; dólar reduz ganhos

O Ibovespa opera em alta pela quarta sessão consecutiva nesta sexta-feira, 2 de outubro, último pregão antes do 1º turno das eleições presidenciais de 2026. As ações de bancos, que sustentaram o índice nos últimos dias, com altas expressivas, devolveram ganhos no início da sessão e foram pressão negativa. Os papéis, porém, inverteram sinal e passaram a servir como suporte. Petrobras ampliou ganhos à medida que o preço do barril do petróleo no mercado internacional reduziu perdas. A petrolífera informou sobre mais uma descoberta de petróleo na Margem Equatorial. Às 13h50 (horário de Brasília), o Ibovespa operava com em alta de 0,6%, aos 188.266 pontos. Hapvida (HAPV3) era a maior alta do índice (+8,46%), emplacando um segundo dia consecutivo de ganhos, com a informação, não confirmada pela empresa, de que estaria montando uma operação de sale-leaseback de imóveis hospitalares para reforçar caixa. A maior baixa do dia passou a ser Copasa (CSMG3), seguida por Minerva (BEEF3) e Magazine Luiza (MGLU3), que foi destaque de alta em setembro, subindo mais de 50% no período. No final da manhã, o papel caía 1,8%. Fleury segue a lista das principais baixas, com recuo de 1,4%. A companhia anunciou a aquisição de mais um laboratório nos arredores de São Paulo. O dólar comercial volta a subir nos negócios de hoje, mas de forma moderada, e era negociado a R$ 5,22. Na agenda de indicadores econômicos, o principal destaque é relatório de empregos dos Estados Unidos, o payroll. A economia americana criou 29 mil vagas em setembro, abaixo das 133 mil de agosto, enquanto a taxa de desemprego subiu de 4,1% para 4,2%. A leitura reforçou a percepção de perda de força do mercado de trabalho e elevou as apostas de manutenção dos juros pelo Federal Reserve (Fed), banco central americano. Os rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos recuaram após a divulgação. As bolsas americanas ganharam fôlego com o dado. O S&P 500 avançava 0,7%, enquanto o índice Nasdaq subia 1,16% e o Dow Jones tinha alta de 0,37%. Para Sidney Lima, analista da Ouro Preto Investimentos, a combinação entre payroll mais fraco e menor pressão sobre os juros americanos ajuda a explicar a reação positiva dos mercados. "Essa combinação sinaliza uma redução da pressão do mercado de trabalho sobre a inflação", disse. O analista também destaca o efeito da queda do petróleo. "A queda do petróleo abaixo de US$ 100 reforça esse alívio. A possível liberação de estoques reduz parte da preocupação com a escassez de oferta e pode amenizar custos de combustíveis e transporte", acrescentou.

Ibovespa sobe 0,46% e PETR4 avança antes das eleições
Dólar Hoje •

Ibovespa sobe 0,46% e PETR4 avança antes das eleições

O Ibovespa conseguiu estender a sequência positiva nesta quinta-feira (1º) e abriu outubro no azul. A apenas três dias do primeiro turno das eleições, o principal índice da B3 subiu 0,46%, aos 187.197,46 pontos, em sua terceira alta consecutiva. O índice ganhou 857 pontos no pregão e chegou aos 187.436,73 pontos na máxima, depois de passar boa parte da sessão oscilando sem uma direção clara. O avanço de Vale (VALE3) e, principalmente, Petrobras (PETR4) ajudou a sustentar o mercado brasileiro, mesmo em meio ao aumento da cautela eleitoral. O movimento veio depois da disparada de 1,37% registrada na véspera. Segundo Rebecca Nossig, estrategista de ações da Nomad, o início mais contido desta quinta-feira já refletia uma acomodação natural após o rali anterior, além da proximidade das eleições. “Esse início de sessão sem uma direção definida reflete tanto um movimento natural de acomodação e realização de lucros após a euforia da véspera quanto a forte cautela dos investidores diante da iminência das eleições no próximo domingo.” No exterior, Wall Street conseguiu fechar no azul, apesar da pressão exercida pela alta do petróleo e pelos rendimentos dos Treasuries. Eleições colocam Ibovespa em compasso de espera Com apenas mais um pregão antes do primeiro turno, o cenário eleitoral ganhou ainda mais peso na formação dos preços dos ativos brasileiros. A proximidade das urnas elevou a volatilidade, com o VXBR, conhecido como o “índice do medo” brasileiro, negociando acima dos 32 pontos e próximo de máximas históricas. Rebecca Nossig destaca que a proximidade do pleito tem levado os investidores a adotarem uma postura mais defensiva. “Com o mercado local aguardando os desdobramentos políticos do fim de semana e a abertura cautelosa dos índices no exterior, os participantes adotam uma postura de observação, calibrando suas posições enquanto aguardam novos indicadores econômicos para definir uma tendência mais clara.” O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, também comentou nesta quinta-feira que acompanha “muito de perto” as eleições brasileiras, sem manifestar apoio a nenhum dos candidatos. Folha de S.Paulo A tensão apareceu com força no câmbio e nos juros. Os DIs fecharam em alta, enquanto o dólar avançou diante do aumento da demanda por proteção antes do fim de semana eleitoral. PETR4 e VALE3 ajudam a segurar o índice Entre os pesos-pesados da bolsa, Petrobras (PETR4) avançou 1,32%, acompanhando a valorização do petróleo internacional. O Brent voltou a superar a marca dos US$ 100 por barril em meio às tensões no Oriente Médio. Além do petróleo, a estatal recebeu apoio dos dados operacionais. A produção brasileira da companhia bateu recorde pelo terceiro mês consecutivo em agosto. Vale (VALE3), por sua vez, ganhou 0,56%, depois de começar a sessão em queda. O minério de ferro não teve negociação na China devido ao feriado da Golden Week. Entre os bancos, o desempenho foi misto. Banco do Brasil (BBAS3) caiu 0,22%, Itaú Unibanco (ITUB4) recuou 0,26% e Santander (SANB11) despencou 2,96%. Bradesco (BBDC4) destoou, com avanço de 0,32%. Maiores altas e baixas Entre os destaques positivos, Azzas 2154 (AZZA3) disparou 7,02%, com novas propostas pela Farm Rio no radar. Assaí (ASAI3) avançou 2,10%, Magazine Luiza (MGLU3) ganhou 1,47% e Cogna (COGN3) subiu 1,29%. Petrobras (PETR4), com alta de 1,32%, também ficou entre os papéis que ajudaram o índice. Na ponta negativa, Santander (SANB11) recuou 2,96%, enquanto Banco do Brasil (BBAS3) e Itaú Unibanco (ITUB4) terminaram no vermelho. Cotação do dólar hoje O dólar comercial disparou 0,89%, a R$ 5,220, em um pregão marcado pelo aumento da busca por proteção às vésperas das eleições. O movimento também refletiu o ambiente externo. Os rendimentos dos Treasuries chegaram a renovar máximas de mais de duas décadas durante a sessão, enquanto a valorização do petróleo voltou a alimentar preocupações com a inflação americana. Fechamento das bolsas americanas As bolsas americanas conseguiram reverter as perdas do início do pregão e fecharam com ganhos modestos nesta quinta-feira. O movimento ocorreu após os rendimentos dos Treasuries perderem força durante a tarde, amenizando parte da pressão sobre as ações. Dow Jones: alta de 0,04%, aos 50.926,56 pontos alta de S&P 500: alta de 0,19%, aos 7.666,45 pontos alta de Nasdaq: alta de 0,04%, aos 26.871,60 pontos O petróleo e os juros americanos elevados limitaram o avanço em Wall Street. Por outro lado, declarações de integrantes do Federal Reserve reduziram parte das apostas em uma nova alta de juros na reunião de outubro e contribuíram para a recuperação dos índices. Nesta sexta-feira (2), o último pregão antes das eleições brasileiras terá novos ingredientes para testar o Ibovespa. No Brasil, os investidores acompanham os dados da produção industrial de agosto. Nos Estados Unidos, as atenções ficam voltadas ao mercado de trabalho, enquanto, por aqui, a proximidade das urnas deve continuar ditando o ritmo dos negócios. A última cotação do Ibovespa, referente ao pregão de quarta-feira (30), foi de 186.340,46 pontos, com alta de 1,37%.

Perguntas Frequentes sobre MGLU3

Qual é a cotação de MGLU3 hoje na B3?
A cotação de MGLU3 hoje está em R$ 7,61. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 7,33 e máxima de R$ 7,81.
Quanto a MGLU3 paga de dividendos?
A empresa distribui proventos periodicamente na forma de dividendos e JCP (Juros sobre Capital Próprio). Você pode conferir a tabela completa com as últimas datas de corte (Data Com) e pagamento na seção de Dividendos acima.
Como calcular o Preço Teto de MGLU3?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de MGLU3 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de MGLU3?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

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