MGLU3 – Cotação Magazine Luiza S.A.
Consumo CíclicoMagazine Luiza S.A.
CNPJ: 47960950000121
Resumo Fundamentalista de MGLU3
O ativo MGLU3 (Magazine Luiza S.A.) está sendo negociado hoje a R$ 4,21, acumulando uma variação de -0.47% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 3,76 e a máxima de R$ 11,55. A companhia está inserida no setor de Consumo Cíclico, atuando no segmento de Varejo Especializado. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 37.08x e P/VP de 0.29x. O ativo possui histórico de distribuição de proventos aos investidores, permitindo calcular o dividendo médio e a margem de segurança para estratégias de renda passiva.
Oscilação dos Últimos 12 Meses
Indicadores de Valuation
Indicadores de Endividamento
Indicadores de Eficiência
Indicadores de Crescimento
Dados Financeiros
Resultados Financeiros
| Indicador (Anual) | 2025 | 2024 | 2023 | 2022 |
|---|---|---|---|---|
| Receita Total | R$ 38.703,39 Mi | R$ 38.038,07 Mi | R$ 36.768,15 Mi | R$ 37.299,00 Mi |
| Lucro Bruto | R$ 11.554,55 Mi | R$ 11.627,26 Mi | R$ 10.163,88 Mi | R$ 10.438,90 Mi |
| EBITDA | R$ 1.918,68 Mi | R$ 1.562,43 Mi | R$ -372,15 Mi | R$ 771,63 Mi |
| Lucro Líquido | R$ 204,60 Mi | R$ 448,72 Mi | R$ -979,10 Mi | R$ -498,98 Mi |
Sobre a MGLU3
A Magazine Luiza S.A. (MGLU3), também conhecida como Magalu, é uma varejista brasileira fundada em 1957 em Franca (SP). A companhia evoluiu de uma rede tradicional de lojas para uma plataforma de varejo multicanal, combinando operação física, e-commerce e marketplace. Em 2024, a empresa reportou vendas totais de R$ 65 bilhões, com mais de 70% do volume originado em canais digitais. O modelo de negócios está estruturado em ecossistema: varejo 1P (estoque próprio), marketplace 3P (sellers), logística e fulfillment, além de serviços financeiros e de tecnologia. Entre as frentes complementares estão Luizacred, MagaluBank/MagaluPay, Magalu Ads e Magalu Cloud, que ampliam monetização além da venda de produtos e aumentam recorrência de receita. No posicionamento competitivo, o Magalu figura entre os principais players de varejo e comércio eletrônico do Brasil, com escala nacional e forte integração entre canais. A estratégia multicanal conecta lojas, app, site, hubs logísticos e parceiros de marketplace, com foco em conversão, experiência do cliente e eficiência operacional. Geograficamente, a companhia atua em todo o território brasileiro, com ampla rede de lojas físicas, centros de distribuição e malha logística cobrindo centenas de cidades.
Dividendos
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Ibovespa cai pela 10ª sessão seguida com incertezas domésticas e bancos; dólar recua – Money Times
(Imagem: iStock/MF3d) O Ibovespa (IBOV), após sessão marcada pela volatilidade, fechou em ligeira baixa, marcando a décima queda consecutiva do índice, a pior sequência desde 2023. O setor de bancos recuou em bloco no pregão com a notícia de recuperação judicial da varejista Casas Bahia (BHIA3). CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Nesta segunda-feira (17), o principal índice da bolsa brasileira terminou as negociações com queda de 0,09%, aos 166.783,57 pontos. Já o dólar à vista encerrou as negociações a R$ 5,2012, em queda de 0,36%. Por aqui, os investidores avaliaram o dado mais fraco do que o esperado do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), com recuo de 0,6%, ante mediana de queda de 0,5% da pesquisa Projeções Broadcast. O dado reforça a leitura de perda de tração da atividade econômica e a expectativa de moderação do Produto Interno Bruto (PIB) no segundo trimestre de 2026 (2T26). CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE No cenário eleitoral, a nova pesquisa BTG Pactual/Nexus mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 47% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro (PL-RJ) tem 44% em um eventual segundo turno. Na avaliação do economista sênior da Nomad, Vitor Kayo, o Ibovespa tem mostrado incapacidade de se beneficiar da queda dos juros doméstica, com a Selic em 14% ao ano. “O índice fica refém das incertezas eleitorais e da trajetória fiscal, somadas ao desfecho ainda indefinido do conflito no Oriente Médio, combinação que mantém o capital estrangeiro afastado da bolsa”, afirma. Altas e quedas do Ibovespa Hoje, o Índice Financeiro (IFNC) tombou 1,49% diante da notícia de pedido de recuperação judicial da Casas Bahia, após apresentar prejuízo líquido de R$ 10,1 bilhões no segundo trimestre de 2026. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE A Vale (VALE3), que detém 11% de participação do índice, teve ganho de 0,15%, a R$ 71,41, na contramão do minério de ferro na bolsa de Dalian, que recuou 0,7%, cotado a 706,5 yuans (US$ 104,79). Ainda entre as “peso-pesado” do índice, as ações da Petrobras (PETR4;PETR3) fecharam em alta, em linha com o avanço Brent. PETR3 saltou 1,35% (R$ 47,46) e PETR4 teve ganho de 0,90% (R$ 42,47). Bancos, Petrobras e Vale correspondem a 50% da carteira do IBOV. A ponta negativa do Ibovespa foi liderada pela Suzano (SUZB3), com queda de 3,45% (R$ 40,58). CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Já a ponta positiva foi encabeçada pela Magazine Luiza (MGLU3), que saltou 8,18% (R$ 4,23), após o tombo de 33% da Casas Bahia (BHIA3) com o pedido de recuperação judicial. Para os analistas do JP Morgan, a situação da Casas Bahia pode favorecer a concorrência. “Analisando o impacto potencial no nível de ações individuais, acreditamos que isso deve se traduzir em uma posição competitiva mais favorável para o Magazine Luiza, especialmente no canal físico, onde a Casas Bahia é uma concorrente-chave com escala semelhante”, disseram em relatório. Exterior Os índices de Wall Street fecharam em baixa com o avanço do petróleo e dos títulos do Tesouro norte-americano, os Treasuries, pressionando os ativos de renda variável. O Treasury de 30 anos superou os 5,3%, a maior marca desde 2007. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Além disso, no cenário geopolítico, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou bombadear Omã, caso o país fique no meio do caminho dos planos norte-americanos para o Estreito de Ormuz. Trump disse ainda que os EUA não estão buscando uma prorrogação do memorando de entendimento com o Irã. Já Teerã ameaçou mudar sua política para “totalmente ofensiva”, se as negociações diplomáticas com os Estados Unidos não avançarem. Confira o fechamento dos índices: Dow Jones: -0,51%, aos 53.459,78 pontos; S&P 500: -0,52%, aos 7.745,06 pontos ; ; Nasdaq: -0,32%, aos 26.644,911 pontos. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Na Europa, os mercados terminaram majoritariamente em baixa de olho no conflito no Oriente Médio. O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou em queda de 0,22%, aos 656,41 pontos. Na Ásia, os índices fecharam sem direção única: o índice Nikkei, do Japão, subiu 0,74%, aos 69.220,25 pontos, e o índice Hang Seng, de Hong Kong teve alta de 1,34%, aos 25.453,23 pontos. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Bolsa chega à décima queda sob o peso da eleição e da fuga de estrangeiros
A décima queda veio sem o alarde dos dias anteriores, mas confirmou que o ambiente na bolsa brasileira continua inspirando cautela. É verdade que uma atividade econômica mais fraca pode abrir espaço para novos cortes na taxa Selic, como parte do mercado vem apostando. Por outro lado, as expectativas de inflação seguem acima da meta, o petróleo voltou a rondar os US$ 90 e as incertezas políticas e fiscais continuam pesando sobre os ativos locais. O resultado? Um mercado preso em um cabo de guerra. O Ibovespa cedeu mais 0,09% nesta segunda-feira (17), encerrando aos 166.784 pontos, ampliando as perdas de agosto para 6,30%. O IBC-Br, considerado a prévia do PIB, recuou 0,64% em junho, puxado pela retração da indústria e dos serviços. O retrato é de uma economia que perdeu velocidade depois de um começo de ano mais aquecido - e essa perda de ritmo faz toda a diferença para o Banco Central. Afinal, se a atividade desacelera porque os juros altos finalmente começam a frear a demanda, abre-se brecha para novos cortes na Selic. Contudo, se essa desaceleração vier acompanhada de inflação persistente e expectativas desancoradas, a história muda. É justamente esses sinais trocados que o mercado tenta calibrar agora. “O IBC-Br mostra uma economia perdendo força, mas não necessariamente cria espaço imediato para uma política monetária mais expansionista”, afirma Fabio Louzada, planejador financeiro e fundador da B7 Business School. Durante evento nesta segunda-feira, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, jogou luz sobre o outro lado da equação ao lembrar que o Brasil segue em situação de pleno emprego, com a demanda crescendo mais rápido do que a oferta. A fala ajuda a entender por que um dado fraco de atividade não dá ao BC, automaticamente, o passaporte para acelerar os cortes na Selic. O grande dilema é que a atividade perdeu fôlego, mas a inflação esperada não acompanhou o movimento. O Boletim Focus divulgado hoje voltou a mostrar uma piora nas projeções do IPCA para os próximos anos, mantendo as expectativas bem acima da meta de 3%. Mas, apesar dessa pressão no horizonte, os juros futuros finalmente deram uma trégua hoje, após cinco sessões seguidas de forte alta em meio às incertezas eleitorais e à fuga do capital externo. O movimento foi lido no mercado como uma correção técnica necessária, impulsionada pelo recuo do dólar e pelo IBC-Br mais fraco do que o esperado. O alívio, contudo, não teve fôlego para devolver todo o prêmio acumulado na semana passada. A queda das taxas locais encontrou um freio no exterior. O avanço do petróleo Brent acima de US$ 90 reacendeu os temores inflacionários e fez os rendimentos dos títulos americanos (as Treasuries) dispararem. A taxa da T-bond de 30 anos ultrapassou a marca de 5,31%, atingindo seu maior nível desde 2007 e pesando sobre as curvas globais. Por aqui, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2027 recuou para 13,77% (ante 13,775% no ajuste anterior), enquanto o DI de janeiro de 2028 cedeu de 14,035% para 14,00%; Já nos vértices mais longos, o DI de janeiro de 2029 caiu de 14,39% para 14,35%, e o de 2031 oscilou de 14,655% para 14,62%. Mesmo com o leve recuo pontual no pregão de hoje, Louzada afirma que a percepção de risco doméstico continua a exigir cautela. “A curva de juros reage principalmente à expectativa de inflação, à política fiscal, à atuação futura do Banco Central e ao prêmio de risco do país", explica. "Quando o mercado entende que a inflação pode permanecer resistente ou que o fiscal pode pressionar os preços e o câmbio, os investidores passam a exigir juros maiores nos vencimentos futuros”, completa. Esse ambiente de taxas ainda elevadas, e sem espaço para um alívio mais intenso no curto prazo, continua ditando a dinâmica dos ativos de risco e cobrando seu preço na economia real. As ações da Casas Bahia chegaram a despencar mais de 30% após a companhia registrar prejuízo de R$ 10,1 bilhões no segundo trimestre e protocolar pedido de recuperação judicial. A empresa declarou dívida de R$ 17,3 bilhões e patrimônio líquido negativo, além de anunciar medidas severas como fechamento de lojas e redução do quadro de funcionários. “Quando os juros longos sobem, o investidor passa a ter uma alternativa de renda fixa com retorno elevado e menor risco. Isso aumenta o custo de oportunidade de permanecer em ações", afirma Louzada. "E, para as próprias empresas, juros mais altos significam maior custo de capital, menor valor presente dos lucros futuros e, em muitos casos, menor capacidade de investimento”. O varejo é particularmente sensível à Selic porque juros altos encarecem o financiamento ao consumidor, reduzem a demanda e aumentam o custo da dívida corporativa. Esse ambiente acabou gerando um efeito de contágio e redistribuição nas prateleiras da B3. A crise na Casas Bahia contaminou a percepção de risco sobre todo o setor, pressionando papéis como C&A (-2%) e Lojas Renner (-1,7%). Na direção oposta, as ações do Magazine Luiza (+8,2%) operaram em disparada, amparadas pela aposta do mercado de que a concorrente consiga absorver a fatia de clientes deixada pela rival. Das 78 ações que fazem parte da carteira do Ibovespa, 35 caíram e 39 subiram. As ações da Petrobras (PETR3) avançaram 1,3%, impulsionadas tanto pela alta do petróleo quanto pela notícia de investimentos na exploração de novas áreas de produção. A commodity mais cara, contudo, é uma faca de dois gumes: ajuda no resultado da estatal, mas renova o fantasma da inflação de combustíveis. “O conflito no Oriente Médio segue sendo um pilar relevante das incertezas, mantendo o Brent elevado, pressionando o mandato dos bancos centrais e contendo altas mais fortes dos ativos em meio ao ambiente de aversão ao risco”, analisa Luca Girardi, analista de investimentos da Nomad. O giro financeiro do Ibovespa somou R$ 18,2 bilhões hoje, abaixo da média de agosto, de R$ 19,9 bilhões, e ligeiramente inferior à média dos últimos 12 meses, de R$ 18,7 bilhões. No câmbio, o movimento foi um pouco mais favorável. E parte desse alívio veio de fora. Dados mais fracos de atividade nos Estados Unidos reduziram as apostas em uma nova alta de juros pelo Federal Reserve (Fed, o banco central americano) em setembro. “Uma perspectiva de juros americanos menos restritivos ajuda a reduzir a pressão sobre o dólar globalmente”, afirma Louzada. Por aqui, o Banco Central também voltou a atuar no mercado de câmbio, com leilões de venda de dólares com compromisso de recompra. Foi uma ajuda adicional para o real recuperar algum terreno depois da pressão da semana passada. Mas o movimento ainda parece mais uma acomodação do que uma mudança de rota, segundo Jaqueline Neo, especialista em câmbio e crédito da be.smart. “Ainda é cedo para interpretar isso como mudança de tendência. O câmbio tem incorporado um prêmio de risco maior e deve continuar apresentando volatilidade”, afirma. Depois de superar R$ 5,21 na semana passada, o dólar comercial recuou 0,36% nesta segunda-feira, para R$ 5,2006. Ações negociadas em 17/08/2026 Código Nome Abertura Mínima Média Máxima Fechamento Var. % MGLU3 MAGAZINE LUIZA ON 3,91 3,90 4,16 4,25 4,23 8,18 BEEF3 MINERVA ON 3,20 3,15 3,28 3,43 3,39 5,94 BRKM5 BRASKEM PNA 4,93 4,76 5,01 5,31 5,20 5,48 PRIO3 PETRORIO ON 58,71 58,71 60,85 61,91 61,58 5,03 UGPA3 ULTRAPAR ON 32,25 32,09 33,71 34,10 33,82 4,80 CMIN3 CSN MINERACAO ON 5,56 5,29 5,70 5,87 5,78 4,33 CURY3 CURY S/A ON 31,04 30,94 31,85 32,45 32,32 3,81 SLCE3 SLC AGRICOLA ON 13,37 13,33 13,64 13,78 13,74 2,84 DIRR3 DIRECIONAL ON 10,45 10,35 10,63 10,72 10,68 2,20 MRVE3 MRV ON 4,74 4,69 4,82 4,90 4,86 2,10 RECV3 PETRORECSA ON 10,51 10,42 10,61 10,79 10,73 2,09 PSSA3 PORTO SEGURO ON 47,55 46,98 47,55 48,00 47,52 2,02 CSNA3 SID NACIONAL ON 4,47 4,38 4,50 4,57 4,57 1,78 BRAV3 BRAVA ON 18,38 18,33 18,52 18,70 18,65 1,47 EMBJ3 EMBRAER ON 98,68 98,49 99,91 100,51 100,44 1,43 PETR3 PETROBRAS ON 47,13 46,55 47,28 47,59 47,46 1,35 TOTS3 TOTVS ON 30,07 30,03 30,44 30,73 30,57 1,23 WEGE3 WEG ON 47,50 47,49 47,97 48,40 47,99 1,03 BBSE3 BB SEGURIDADE ON 37,00 36,75 37,16 37,30 37,30 0,95 COGN3 COGNA ON 2,10 2,10 2,15 2,20 2,13 0,95 PETR4 PETROBRAS PN 42,35 41,72 42,43 42,76 42,47 0,90 CPLE3 COPEL ON 13,69 13,60 13,76 13,80 13,79 0,73 GOAU4 GERDAU MET PN 10,96 10,92 11,05 11,11 11,07 0,73 AXIA3 AXIA ENERGIA ON 49,80 49,63 50,29 50,79 50,18 0,70 AZZA3 AZZAS 2154 ON 14,89 14,61 14,91 15,20 14,97 0,67 CYRE3 CYRELA REALT ON 21,30 21,30 21,53 21,77 21,47 0,66 USIM5 USIMINAS PNA 6,34 6,25 6,36 6,41 6,36 0,63 GGBR4 GERDAU PN 24,59 24,48 24,76 24,87 24,78 0,53 AURE3 AUREN ON 10,01 9,99 10,06 10,20 10,10 0,50 ASAI3 ASSAI ON 8,10 8,00 8,11 8,21 8,14 0,49 ENEV3 ENEVA ON 24,38 24,20 24,53 24,87 24,53 0,33 SMFT3 SMART FIT ON 17,15 16,88 17,16 17,37 17,16 0,23 ISAE4 ISA ENERGIA PN 25,49 25,43 25,59 25,78 25,60 0,20 TIMS3 TIM ON 18,13 17,94 18,14 18,31 18,15 0,17 VALE3 VALE ON 71,20 70,69 71,41 71,80 71,41 0,15 VBBR3 VIBRA ON 33,42 33,30 33,80 34,28 33,65 0,15 CXSE3 CAIXA SEGURI ON 17,93 17,80 17,92 18,03 17,93 0,11 EGIE3 ENGIE BRASIL ON 28,03 27,70 28,00 28,16 28,05 0,07 SBSP3 SABESP ON 23,80 23,66 23,86 24,27 23,80 0,04 MULT3 MULTIPLAN ON 26,61 26,54 26,72 26,88 26,73 0,00 VIVT3 TELEF BRASIL ON 29,64 29,55 29,76 30,01 29,74 0,00 VAMO3 VAMOS ON 2,80 2,78 2,82 2,85 2,80 0,00 YDUQ3 YDUQS PART ON 7,25 7,25 7,46 7,69 7,32 0,00 CMIG4 CEMIG PN 10,25 10,01 10,14 10,27 10,21 -0,20 RENT3 LOCALIZA ON 33,22 33,22 33,50 34,00 33,43 -0,24 POMO4 MARCOPOLO PN 4,12 4,05 4,10 4,17 4,10 -0,24 ENGI11 ENERGISA UNT 43,61 43,12 43,73 44,25 43,69 -0,25 RAIL3 RUMO S.A. ON 13,68 13,52 13,65 13,78 13,63 -0,29 BRAP4 BRADESPAR PN 20,17 20,06 20,23 20,32 20,19 -0,35 NATU3 NATURA ON 7,65 7,50 7,59 7,68 7,66 -0,39 TAEE11 TAESA UNIT 37,51 37,13 37,34 38,18 37,25 -0,41 MOTV3 MOTIVA SA ON NM 13,74 13,70 13,77 13,91 13,74 -0,43 FLRY3 FLEURY ON 18,15 18,00 18,17 18,28 18,14 -0,49 ABEV3 AMBEV S/A ON 14,74 14,59 14,66 14,88 14,67 -0,54 CPFE3 CPFL ENERGIA ON 41,20 40,76 40,99 41,53 40,99 -0,73 KLBN11 KLABIN S/A UNT 17,50 17,25 17,38 17,54 17,40 -0,85 VIVA3 VIVARA ON 20,86 20,57 20,71 21,15 20,69 -0,86 ALOS3 ALLOS ON 25,70 25,44 25,53 25,84 25,44 -0,97 ITSA4 ITAUSA PN 12,49 12,28 12,36 12,51 12,36 -1,04 SANB11 SANTANDER BR UNIT 29,90 29,55 29,77 30,16 29,60 -1,10 IGTI11 IGUATEMI S.A UNT 23,62 23,38 23,51 23,73 23,42 -1,31 RADL3 RAIA DROGASIL ON 17,44 17,27 17,40 17,69 17,27 -1,48 ITUB4 ITAU UNIBANCO PN 38,92 38,17 38,41 38,98 38,38 -1,59 MBRF3 MARFRIG ON 16,51 15,23 15,79 16,66 16,10 -1,59 BBDC3 BRADESCO ON 14,49 14,25 14,32 14,53 14,27 -1,65 LREN3 LOJAS RENNER ON 11,16 11,01 11,11 11,26 11,02 -1,69 RDOR3 REDE D OR ON 33,38 32,79 33,22 33,87 33,09 -1,69 B3SA3 B3 ON 14,60 14,41 14,54 14,94 14,41 -1,77 CSMG3 COPASA ON 55,62 54,32 54,83 56,67 54,78 -1,85 EQTL3 EQUATORIAL ON 34,76 34,10 34,36 35,03 34,23 -1,92 BBDC4 BRADESCO PN 16,49 16,18 16,28 16,54 16,22 -1,93 BPAC11 BTGP BANCO UNT 50,88 49,90 50,29 51,43 50,00 -1,96 CEAB3 CEA MODAS ON 7,97 7,81 7,89 8,08 7,84 -2,00 HAPV3 HAPVIDA ON 6,70 6,56 6,72 7,09 6,58 -2,23 BBAS3 BRASIL ON 18,40 17,95 18,14 18,48 17,95 -2,34 HYPE3 HYPERA ON 21,42 20,98 21,21 21,70 20,98 -2,46 CSAN3 COSAN ON 3,39 3,12 3,22 3,41 3,22 -2,72 SUZB3 SUZANO S.A. ON 41,99 40,45 41,09 42,14 40,58 -3,45 — Foto: Getty Images
Dólar recua 0,36% e fecha a R$ 5,20 em dia de cautela no mercado
Economia Moeda ainda registra queda de 5,25% no ano, enquanto bolsa brasileira perdeu 0,09% nesta segunda (10) Por Gustavo Bonotto | 17/08/2026 19:27 Cédulas do dólar. (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil) O dólar comercial fechou esta segunda-feira (17) em queda de 0,36%, cotado a R$ 5,2006 no mercado brasileiro. A moeda recuou em um dia de cautela dos investidores com o cenário eleitoral, as contas públicas e a situação do varejo nacional. O Ibovespa, principal índice da B3, caiu 0,09% e terminou aos 166.784 pontos. RESUMO Nossa ferramenta de IA resume a notícia para você! O dólar comercial fechou esta segunda-feira (17) em queda de 0,36%, cotado a R$ 5,2006, acumulando alta de 2,58% em agosto. O Ibovespa recuou 0,09%, aos 166.784 pontos, registrando a décima queda consecutiva. O mercado reagiu ao pedido de recuperação judicial das Casas Bahia, que busca renegociar R$ 17,3 bilhões em dívidas, e às tensões no Oriente Médio, que elevaram o petróleo Brent a US$ 90,87. Com o resultado, o dólar acumula alta de 2,58% em agosto. Apesar do avanço no mês, a moeda norte-americana registra queda de 5,25% desde o início do ano. O dólar turismo terminou cotado a R$ 5,401, com recuo de 0,43%. A bolsa brasileira chegou à décima queda consecutiva nesta segunda-feira. O Ibovespa acumula perda de 6,05% em agosto, mas ainda mantém valorização de 3,79% em 2026. O movimento ocorre em meio à retirada de recursos estrangeiros do mercado brasileiro registrada nas últimas semanas. No Brasil, o mercado avaliou ainda os novos dados de inflação e as projeções do Boletim Focus, divulgado pelo BC (Banco Central). O IGP-10 (Índice Geral de Preços 10) caiu 0,51% em agosto, depois do recuo de 1,13% em julho. O Focus manteve as projeções para inflação, PIB (Produto Interno Bruto), câmbio e Selic neste ano. O varejo também ganhou espaço nas negociações depois que a Casas Bahia apresentou pedido de recuperação judicial. A medida inclui a companhia e outras nove empresas do grupo. O processo busca renegociar cerca de R$ 17,3 bilhões em dívidas e permitir a continuidade das operações. As ações da Casas Bahia chegaram a cair mais de 30% durante o pregão. Papéis de outras empresas do varejo também registraram perdas, enquanto o Magazine Luiza seguiu caminho contrário e avançou mais de 7% durante a tarde. No exterior, as tensões no Oriente Médio permaneceram no radar por causa dos possíveis impactos sobre a oferta mundial de petróleo. O barril do Brent, referência internacional, subiu 2,65% e chegou a US$ 90,87. O WTI (West Texas Intermediate), referência nos Estados Unidos, avançou 2,55%, para US$ 84,50.
Perguntas Frequentes sobre MGLU3
Qual é a cotação de MGLU3 hoje na B3?
Quanto a MGLU3 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de MGLU3?
O que significa o P/L e o P/VP de MGLU3?
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