MN

MNDL3 Mundial S.A.- Produtos de Consumo – Cotação Hoje

📈 Ação B3 Consumo Cíclico

Mundial S.A.- Produtos de Consumo

CNPJ: 88610191000154

Preço Atual
R$ 18,21
-0.22%
Cotação oficial B3 em tempo real
Análise Fundamentalista • Estratégia de Longo Prazo

Selo de Investimento:

⚠️ Atenção

Atende a 4 de 12 critérios. Alguns múltiplos ou métricas de endividamento exigem cautela.

Pontuação dos Critérios 4/12 (33.3%)
Mínimo Buy & Hold: 8/12 Status: Atenção

Checklist Fundamentalista de 12 Critérios

Critérios auditados automaticamente
Dívida Líquida < Lucro Líquido (12M)
Lucro Líquido não positivo ou dados indisponíveis

A dívida líquida da empresa é menor que o lucro líquido dos últimos 12 meses

ROE > 5%
ROE atual: -30.89% (Abaixo de 5%)

Retorno sobre o Patrimônio Líquido historicamente superior a 5%

Histórico de Dividendos (> 4% a.a.)
Yield médio: 0.13% a.a. (Abaixo de 4%)

Histórico consistente de distribuição de proventos acima de 4% a.a.

Crescimento de Receita ou Lucro (> 5%)
CAGR Receita 5A: +14.65%

Crescimento de receitas ou lucros superior a 5% nos últimos anos

P/VP abaixo de 5
P/VP atual: 1.67x (Abaixo de 5)

Preço sobre Valor Patrimonial negociado abaixo de 5x

Setor com mais de 100 anos
Setor: Consumo Cíclico

Atuação em setor perene e consolidado há mais de um século

Empresa Blue Chip
Ação fora da lista das principais Blue Chips

Companhia de grande porte, alta liquidez e liderança setorial

Mais de 30 anos de mercado
Data de fundação não mapeada

Companhia fundada há mais de 30 anos com histórico comprovado

P/L abaixo de 30
P/L negativo ou nulo (-5.40x)

Preço sobre Lucro negociado abaixo de 30x

Dív. Líquida/EBITDA < 2
Dív. Líq/EBITDA: 3.17x (Acima de 2)

Alavancagem financeira controlada com Dívida Líquida/EBITDA menor que 2x

EV/EBIT abaixo de 7
EV/EBIT atual: 5.02x (Abaixo de 7)

Enterprise Value sobre EBIT operacional negociado abaixo de 7x

Tag Along entre 80% e 100%
Tag Along de 80% (Proteção de 80% a 100%)

Proteção aos acionistas minoritários com Tag Along de 80% a 100%

ℹ️ Análise algorítmica fundamentalista calculada em tempo real com base em demonstrativos CVM/B3. Não constitui recomendação de compra ou venda.
💰
Valuation por Dividendos

Método Barsi (Preço Teto)

Acima do Preço Teto

Estratégia focada em renda passiva com cálculo do preço máximo para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base na média dos últimos 5 anos.

Preço Teto Projetado (Yield 6%)
R$ 0,40
DPA Médio (5 anos) R$ 0,02
Margem de Segurança -97.80%
Ajustar parâmetros na Calculadora Barsi
Fórmula: DPA Médio ÷ 0,06 Alvo: Yield ≥ 6% a.a.
📐
Value Investing

Fórmula de Graham (Preço Justo)

Fórmula de Benjamin Graham determinando o valor intrínseco a partir dos múltiplos conservadores de P/L ≤ 15 e P/VP ≤ 1,5.

ℹ️ Fórmula não aplicável (Prejuízo ou PL negativo) A Fórmula de Graham só é aplicável para empresas com Lucro por Ação (LPA) e Patrimônio Líquido (VPA) positivos.
Ajustar parâmetros na Calculadora Graham
Fórmula: √(22,5 × LPA × VPA) Fator 22,5 = P/L 15 × P/VP 1,5
⚠️ Aviso Legal: As estimativas do Método Barsi e da Fórmula de Graham são modelos matemáticos teóricos baseados em dados públicos da B3/CVM. Não constituem recomendação de investimento, compra ou venda.

O ativo MNDL3 (Mundial S.A.- Produtos de Consumo) está sendo negociado hoje a R$ 18,21, acumulando uma variação de -0.22% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 14,51 e a máxima de R$ 22,00. A companhia está inserida no setor de Consumo Cíclico, atuando no segmento de Acessórios. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de -5.40x e P/VP de 1.67x. Com Dividend Yield acumulado nos últimos 12 meses de 0.01%.

Abertura
R$ 18,25
Fec. Ant: R$ 18,21
Variação Dia
Min: R$ 18,00
Max: R$ 18,30
52 Semanas
Mín: R$ 14,51
Máx: R$ 22,00
Volume
8.000
Moeda: BRL

Histórico de Cotação: MNDL3

Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência

Mínima no Período --
Máxima no Período --
Variação no Período --
Tendência Técnica --
Carregando cotações históricas...

Indicadores de Valuation

-5.40
1.67
R$ -3,38
R$ 10,94
P/Receita (PSR)
0.17
P/FCO
8.08
P/FCL
31.22
EV/Receita Líq.
0.69
EV/FCO
32.16
EV/FCL
124.20
Earning Yield
19.93%
Enterprise Value
R$ 718,75 Mi
R$ 180,66 Mi

Indicadores de Endividamento

Dív. Líq./EBITDA
3.17
Dív. Líquida/PL
4.96
Dívida Líquida
R$ 538,09 Mi
Liq. Corrente
0.75
PL/Ativos
0.07
Passivos/Ativos
0.91
Liq. Seca
0.47
Liq. Imediata
0.01

Indicadores de Eficiência

Margem EBIT
14.78%

Indicadores de Rentabilidade

-30.91%
22.01%
-2.37%
Giro do Ativo
0.72

Indicadores de Crescimento

CAGR Receita
14.65%

Dados Financeiros

Margens
Margem Bruta 39.94%
Margem EBITDA 16.34%
Margem Operacional 14.78%
Margem Líquida -3.23%
Fluxo de Caixa
FCO R$ 22,35 Mi
FCL R$ 5,79 Mi
Caixa Total R$ 4,42 Mi
Caixa/Ação R$ 0,45
Receita e Dívida
Receita Total R$ 1,04 Bi
Lucro Bruto R$ 415,12 Mi
EBITDA R$ 169,86 Mi
Dívida Total R$ 1,00 Bi
Crescimento (Trimestral YoY)
Receita (YoY) 4.71%
Lucro (YoY) -319.51%

Resultados Financeiros

Indicador (Anual) 2025 2024 2023 2022
Receita Total R$ 1.018,85 Mi R$ 969,98 Mi R$ 836,07 Mi R$ 761,24 Mi
Lucro Bruto R$ 389,63 Mi R$ 374,05 Mi R$ 315,13 Mi R$ 283,53 Mi
EBIT / Lucro Operacional R$ 143,27 Mi R$ 133,47 Mi R$ 103,50 Mi R$ 91,34 Mi
Lucro Líquido R$ -21,97 Mi R$ 3,82 Mi R$ -6,83 Mi R$ 881,99 Mi

Sobre a MNDL3

Setor
Consumo Cíclico
Indústria / Segmento
Acessórios
Market Cap
R$ 181,04 Mi
Descrição do Negócio

Mundial S.A. - Produtos de Consumo é uma empresa brasileira especializada na fabricação e comercialização de acessórios e produtos de consumo, listada na B3 sob o ticker MNDL3. A companhia oferece uma ampla gama de produtos para uso doméstico e pessoal, incluindo acessórios de cozinha, banheiro, organização e outros itens de consumo duráveis. Mundial atua na produção de artigos de plástico, metal e outros materiais, servindo o mercado varejista brasileiro através de distribuidoras, supermercados e lojas especializadas. A empresa opera com foco em qualidade, inovação em design de produtos e acessibilidade de preços para o consumidor brasileiro. Mundial está posicionada como um player importante no segmento de acessórios e produtos de consumo brasileiro, com presença consolidada no mercado doméstico.

RENDIMENTO R$ 0,0003
Pagamento: N/A
JCP R$ 0,0071
Pagamento: N/A
RENDIMENTO R$ 0,0012
Pagamento: N/A
JCP R$ 0,0070
Pagamento: 08/07/2008
RENDIMENTO R$ 0,0001
Pagamento: N/A
JCP R$ 0,0086
Pagamento: 09/10/2007

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MotoGP: Por que lesão de Nakagami é um grande problema para Honda
UOL - Esporte •

MotoGP: Por que lesão de Nakagami é um grande problema para Honda

A queda sofrida por Takaaki Nakagami em Motegi na sexta-feira traz consigo um grau significativo de drama, tanto para o piloto quanto para a Honda, que pode ter o desenvolvimento do protótipo 850cc para a temporada 2027 da MotoGP seriamente comprometido. Nakagami deveria disputar o que muito provavelmente seria sua última participação como piloto wild card, já que o sistema que permite que os pilotos de testes voltem às corridas serão proibidas a partir do ano que vem. Essa oportunidade de se despedir de seus fãs compatriotas, no entanto, durou apenas algumas curvas, enquanto ele enfrentava uma pista tornada particularmente traiçoeira pela chuva que havia caído anteriormente. Em sua primeira volta na pista, o piloto japonês foi arremessado da moto na curva antes do túnel do circuito e bateu com força no chão, sofrendo todo o impacto no ombro esquerdo. Poucos minutos depois, antes mesmo do término da primeira sessão de treinos do fim de semana, a Honda divulgou uma atualização sobre o estado de saúde de Takaaki, confirmando uma fratura na clavícula esquerda que exigirá cirurgia. O piloto iniciará então um programa de reabilitação que, segundo sua equipe, poderá durar mais de um mês. “Taka teve muito azar. Ele precisará de quatro ou cinco semanas para se recuperar, desde que a cirurgia corra bem”, disse o chefe da equipe HRC, Alberto Puig, no sábado. Em teoria, uma fratura na clavícula não é um problema especialmente grave. Maximo Quiles, por exemplo, fraturou a clavícula direita em Silverstone, em agosto, foi operado no dia seguinte e conseguiu vencer a corrida seguinte da Moto3, em Aragón. O caso de Nakagami, no entanto, é muito mais grave, tanto para o piloto japonês — que não conseguiu completar uma única volta durante o que deveria ser sua despedida dos GPs — quanto para a Honda, que se preparava para contar com ele nas próximas semanas para dar um impulso final ao seu protótipo de 2027. Essa é a moto que fará sua estreia na pista em Valência, durante o teste na semana seguinte da última etapa da temporada. Nakagami se aposentou no final de 2024 e, desde então, reforçou o time de pilotos de testes da Honda, permanecendo na fabricante que representou ao longo de toda a sua carreira. Ao longo do último ano, seu foco principal tem sido o desenvolvimento da moto projetada para a próxima temporada, que contará com uma grande mudança nos regulamentos técnicos e, acima de tudo, a introdução de motores de 850 cc. Grande parte da responsabilidade pelo desenvolvimento dessa nova Honda recaiu sobre Nakagami. O problema é mais sério quando se leva em conta que Aleix Espargaró, outro piloto de testes da fabricante japonesa, sofreu uma grave lesão na coluna vertebral em meados de abril e passou por uma cirurgia complexa. Uma mensagem para Takaaki Nakagami, da HRC Honda Foto: Gold and Goose Photography / LAT Images / via Getty Images Após a cirurgia, Espargaró ficou afastado até duas semanas atrás, quando voltou a pilotar uma moto de MotoGP durante um teste privado em Mugello. De fato, o Motorsport.com apurou que o espanhol considerou a possibilidade de correr neste fim de semana no Japão como substituto de Joan Mir, que permanece em casa se recuperando de problemas de saúde não especificados. No entanto, o resultado desse teste na Itália fez com que a Honda fosse aconselhada a não levá-lo a Motegi, forçando a equipe a convocar Somkiat Chantra, do Mundial de Superbike. O problema é que o piloto tailandês não poderá correr na próxima semana em Mandalika, pois o GP da Indonésia coincide com a etapa do WSBK no Estoril, em Portugal. Isso deixa a Honda sem muitas opções a não ser recorrer a Espargaró, que terá que viajar para Lombok nos próximos dias. Enquanto se aguarda a recuperação de Nakagami, Aleix terá que dividir seu tempo entre disputar os GPs para os quais for convocado e continuar desempenhando seu papel como referência para a nova moto 850cc da Honda. Enquanto as equipes de testes da Aprilia, Ducati, Yamaha e KTM viajarão para Jerez para sessões na quarta e na quinta-feira da próxima semana, a Honda havia planejado ir a Sepang para mais dois dias na semana seguinte, na quarta e na quinta-feira. Nakagami deveria continuar ajustando a RC214V lá, mas esse plano foi completamente prejudicado na sexta-feira, quando o piloto japonês sofreu a lesão. É um grande revés em todos os níveis, especialmente considerando que o campeonato está entrando agora no período crucial em que as novas motos precisam ser finalizadas. FUTURO de DIOGO deve vir à tona na 5ª! MARC x MARTÍN x BEZZECCHI no Japão, GP BRASIL, Bulega campeão Ouça a versão em áudio do PÓDIO CAST: Seu navegador não suporta o elemento de áudio. ACOMPANHE NOSSO PODCAST GRATUITAMENTE: Participe do nosso canal no WhatsApp: clique aqui e junte-se a nós no aplicativo!

The Economist: Próximo presidente do Brasil será 'nepo baby' vingativo ou esquerdista decadente
Folha - Poder •

The Economist: Próximo presidente do Brasil será 'nepo baby' vingativo ou esquerdista decadente

Poucos países têm a sorte do Brasil. Não enfrenta ameaça de invasão. Sua economia é mais resiliente às tarifas sem sentido de Donald Trump do que a de quase qualquer outro país. Desfruta de relações relativamente amistosas com as duas superpotências. Acima de tudo, está repleto de recursos cobiçados. Mas, enquanto o Brasil se prepara para as eleições gerais de 4 de outubro, um velho ditado —de que é o país do futuro e sempre será— volta a soar verdadeiro. Em vez de capitalizar suas vantagens, o Brasil está praticamente fadado a optar por mais quatro anos de impasse polarizado. Empatados nas pesquisas estão Luiz Inácio Lula da Silva, o presidente de 80 anos conhecido como Lula, e Flávio Bolsonaro, filho mais velho de Jair Bolsonaro, ex-presidente populista que cumpre pena de 27 anos por tramar um golpe após perder a reeleição em 2022. É como se fosse Bernie Sanders contra Donald Trump Jr. —se o Trump mais jovem tivesse ligações com o submundo do crime. Lula e Flávio segurando imagens de Nossa Senhora Aparecida, personagem de celeuma da semana - Instagram de Janja e Bruno Santos/Reprodução / Folhapress A disputa é um concurso de impopularidade. Brasileiros temem que Lula leve a economia à ruína, enquanto escolher Flávio pode significar guerras culturais, estrago ambiental e relações desconfortavelmente próximas com o governo Trump. Nenhum dos dois candidatos receberá o mandato robusto necessário para enfrentar o mal-estar fiscal do país ou a disfunção institucional. Paira sobre a eleição um sórdido escândalo de corrupção envolvendo festas regadas a bacanal e um banqueiro playboy, que enredou toda a classe política e também o poderoso Supremo Tribunal Federal —até aqui, a última linha de defesa contra uma elite que trabalha para si mesma. As apostas dificilmente poderiam ser mais arriscadas. O governo vive muito além de suas posses, e seus credores começam a ficar inquietos. Trump trata a América Latina como um playground pessoal: sequestrou o presidente da Venezuela, sustenta o da Argentina, endossa populistas de direita afinados com ele numa série de eleições e explode barcos no Caribe. Se o Brasil, o maior país da região e um centro de gravidade rival, se alinhar de perto aos Estados Unidos, ele ficará ainda mais encorajado. Para completar, quem vencer a eleição vai nomear quatro dos 11 ministros do Supremo, moldando o país por uma geração. Verde e ouro O Brasil é um verdadeiro Eldorado. Enquanto o resto do mundo enfrenta escassez de petróleo e de alternativas renováveis, o Brasil transborda de ambos. Em agosto, a Petrobras descobriu seu primeiro petróleo na Margem Equatorial, a província petrolífera de crescimento mais rápido do mundo, na costa nordeste da América do Sul. Isso deve, com o tempo, reforçar sua já prodigiosa produção nos campos do pré-sal, na costa leste do país. Nada menos que 89% da eletricidade brasileira vem de fontes renováveis, majoritariamente hidrelétricas. Energia eólica e solar cresceram tão rápido que a rede muitas vezes não consegue absorver toda a produção. O excedente de energia verde poderia alimentar data centers e transformar o Brasil num polo de produção de aço de baixo carbono e de combustíveis limpos para aviação e navegação. A abundância em energia é equiparada pela de alimentos. Até os anos 1970, a fome severa era comum, o que empurrou milhões de migrantes —incluindo um jovem Lula e seus sete irmãos— do árido Nordeste para as megacidades do Sul. Depois, avanços na pesquisa agrícola abriram o interior à pecuária e à agricultura. Neste ano, o Brasil deve ultrapassar os Estados Unidos como maior exportador agrícola do mundo. Hoje é líder em carne bovina, café, algodão, suco de laranja, soja e cana-de-açúcar. No ano passado, Trump precisou revogar tarifas que havia imposto a produtos agrícolas brasileiros durante o julgamento de Bolsonaro, depois que elas ajudaram a elevar os preços de alimentos nos Estados Unidos. Também há riqueza no subsolo. O Brasil tem a segunda maior reserva mundial de terras raras, grupo de minerais usados em muitos produtos de alta tecnologia, hoje produzidos e processados quase exclusivamente por empresas chinesas. O Brasil poderia, assim, ser central nos esforços de países ocidentais para garantir fornecedores alternativos. Emissários europeus e americanos estão "nos assediando por acordos de terras raras, num sentido positivo", diz um diplomata em Brasília. Essa fartura de energia, alimentos e minerais fez do Brasil o maior receptor de investimento estrangeiro direto entre os países em desenvolvimento no ano passado, atrás apenas da China. Atraiu US$ 77 bilhões, bem à frente dos US$ 39 bilhões da Índia. "O Brasil tem ativos concretos que vão ganhar valor num mundo de maior conflito geopolítico", diz Christopher Garman, do Eurasia Group, consultoria de Nova York. Constelação de queixas Ainda assim, problemas graves seguram a economia, apesar do entusiasmo estrangeiro. Juros reais de 9% estão sufocando o crescimento. Eles impulsionaram uma alta na inadimplência de empresas e no endividamento das famílias. Lula enfrenta dilema parecido com o de Joe Biden, outro líder idoso cuja campanha de reeleição sofreu porque eleitores se sentiam pessimistas com a economia. Mais da metade dos brasileiros diz que a economia está em estado ruim ou muito ruim, fatia que vem subindo nos últimos meses. Cerca de 9 milhões de empresas estão inadimplentes, ante 4 milhões uma década atrás, quando o Brasil estava em recessão. O pagamento de dívidas consome 30% da renda média das famílias, segundo a Tendências, consultoria de São Paulo —o maior nível desde que a série começou a ser medida, em 2004. A raiz do problema é o próprio endividamento pesado do governo, que empurra os juros para cima para todo mundo. Sua dívida soma quase 100% do PIB. O déficit passa de 9% do PIB. O governo paga uma fatia do PIB em juros maior que a de qualquer grande país, exceto Egito e Paquistão. O histórico de hiperinflação e recessões do Brasil deixa credores especialmente cautelosos. Boa parte da dívida está atrelada a juros locais, o que significa que, toda vez que eles sobem, o custo de rolar a dívida sobe também. Ao longo de três mandatos como presidente —de 2003 a 2011 e desde 2023— Lula gastou generosamente em transferências de renda e crédito subsidiado. Em 17 de setembro, por exemplo, aumentou em 15% os pagamentos do programa social-bandeira do governo, o Bolsa Família. Os brasileiros gastaram de bom grado esse dinheiro extra, o que manteve a economia crescendo e o desemprego baixo. Mas a produtividade estagnou, e os consumidores parecem estar desacelerando. Economistas esperam crescimento anual médio de cerca de 1% em 2027 e 2028. No início deste mês, Lula ofereceu uma solução alarmante: "precisamos acabar com essa bobagem de fazer superávit e manter disciplina fiscal." Inevitavelmente, o Brasil está ficando para trás. Em 1980, os brasileiros eram nitidamente mais ricos que chilenos e colombianos, para não falar de turcos e chineses, medido pelo PIB per capita ajustado pelo custo de vida. Hoje, os colombianos alcançaram o Brasil, e os demais estão todos muito mais ricos. Os Bolsonaros, populistas inveterados, não são muito melhores. Bolsonaro rompeu um teto de gastos que havia sido imposto em 2016 para recuperar a confiança do mercado. Para melhorar suas chances de reeleição, triplicou o valor pago pelo Bolsa Família e quase dobrou o número de beneficiários. Embora Flávio prometa sobriedade fiscal, em julho, quando sua aprovação começou a cair entre as mulheres, prometeu celular e internet gratuitos a 70 milhões delas. Os dois candidatos terão dificuldade em enfrentar os grupos de interesse que empurram os gastos para cima. Um deles é o dos aposentados, que conseguiram garantir aumentos constantes em seus benefícios. O salário mínimo no Brasil é reajustado anualmente com base na inflação e no crescimento do PIB dos dois anos anteriores. As aposentadorias são indexadas ao salário mínimo, assim como o auxílio-doença, o seguro-desemprego e outros benefícios. Isso significa que, para cada aumento de um real no salário mínimo mensal, o gasto público anual sobe R$ 400 milhões. Essa indexação está devorando o orçamento federal: 90% dele hoje vai para gastos obrigatórios, majoritariamente aposentadorias. Na trajetória atual, não sobrará dinheiro para gastos discricionários até 2029, precipitando uma paralisação do governo. Esse mimo aos idosos tira dos jovens escolas, saúde e estradas melhores. O Brasil gasta 10% do PIB com aposentadorias, quase o mesmo que o Japão, mesmo com uma população muito mais jovem. Enquanto isso, investe apenas 18% do PIB, menos da metade da fatia da Índia. Funcionários públicos mimados são outro peso sobre o orçamento. A Constituição diz que nenhum servidor pode ganhar mais que os ministros do Supremo, que recebem R$ 46.366,19 por mês. Ainda assim, mais de 67 mil servidores ganham bem mais que isso, graças a auxílios não tributados de moradia, transporte e outros. Esses "supersalários", como a imprensa local os apelidou, elevam o rendimento médio de juízes e promotores a 48 vezes o valor nacional (o juiz mais bem pago dos Estados Unidos ganha apenas seis vezes o salário médio do país). "O Brasil foi feito refém pelos servidores públicos do topo da pirâmide", diz Guilherme Coelho, da Republica.org, organização de pesquisa que analisa desperdício no governo. Benefícios fiscais imerecidos são um terceiro fardo. Brechas de impostos, algumas delas costuradas na própria Constituição, custam impressionantes 7% do PIB ao ano, ante 2% em 2003. "Aqui as empresas não competem por fatia de mercado, mas por fatia do governo", diz um economista. Médicos, advogados e outros profissionais liberais também desfrutam de acordos vantajosos. Em tese, os dois candidatos estão decididos a combater interesses enraizados. Lula eliminou alguns benefícios fiscais e dificultou a criação de novos. Um assessor de Flávio ataca com entusiasmo os "parasitas" do Estado. Daniella Marques, que lidera a política econômica de sua campanha, já elogiou Javier Milei, o presidente libertário da Argentina, como "um ótimo exemplo". Mas, quando pressionada, sua equipe oferece poucos detalhes concretos. Na prática, quem vencer terá dificuldade em conter esses gastos. A reforma da Previdência é politicamente difícil no Brasil como em qualquer outro lugar. Na última década, uma sucessão de presidentes fracos cedeu o controle de um quarto do gasto discricionário a parlamentares, para distribuir em seus redutos com pouca fiscalização. Boa parte do dinheiro acabou no bolso de aliados, em vez de ir para escolas ou postos de saúde locais. Nos últimos quatro anos, Lula não conseguiu restaurar a ordem. O próximo Congresso deve ser dominado por partidos de direita, o que pode tornar ainda mais difícil governar. Flávio também não conseguiu conquistar muitos deles. Para avançar sua agenda, qualquer um dos dois precisaria continuar comprando o apoio do Congresso. O Congresso não é a única instituição com motivações questionáveis. Em 2023, o Supremo passou a permitir que ministros julgassem casos envolvendo empresas ou pessoas ligadas a parentes seus. Oito dos dez ministros atuais do Supremo têm parentes trabalhando em escritórios de advocacia que representam partes em processos na Corte. Clientes sem escrúpulos os contratam na esperança de receber tratamento especial. A disseminação do tráfico de influência ficou evidente com o colapso do Banco Master, instituição tomada por fraudes. Seu dono, Daniel Vorcaro, dava festas luxuosas para políticos e juízes, trazendo de avião profissionais do sexo da Rússia, da Venezuela e de outros países. Tinha preferência por garotas de programa estrangeiras porque elas não entendiam as conversas dos clientes. Numa festa de Halloween num clube chamado "Madame Satan", compareceram 120 mulheres e apenas 20 homens, a maioria políticos. "O Davi está surtando perguntando se as suíças vêm", dizia uma mensagem de texto entre o banqueiro e seu operador, numa aparente referência a Davi Alcolumbre, presidente do Congresso (ele nega). Depois que Vorcaro foi preso tentando fugir num jato particular em novembro passado, a Polícia Federal vasculhou seus oito celulares. Quase metade do Supremo tinha ligações com ele, revelou a apuração. Mensagens sugerem que Vorcaro pagou uma acompanhante para um ministro, comprou uma participação de US$ 4 milhões num hotel de outro e contratou a esposa e os filhos de outros dois ministros com contratos generosos, mas vagos. As instituições brasileiras chegaram, assim, a um ponto de destruição mútua assegurada. Só o Supremo pode investigar políticos por crimes como corrupção. E só políticos podem fazer impeachment de ministros do Supremo —o que estão prometendo fazer. Deputados e senadores têm incentivo para mirar juízes que os investigam, enquanto juízes têm incentivo para mirar parlamentares que querem seu impeachment. O fato de o escândalo do Banco Master envolver toda a elite significa que um acordo de bastidores pode, no fim, livrar todo mundo. Desordem, sem avanço Nenhum dos dois favoritos consegue enfrentar essa podridão. Flávio faz parte dela. Ele afirmou nunca ter conhecido Vorcaro, o que tornou constrangedor o vazamento, em maio, de uma gravação dos dois conversando —especialmente porque ele chama o banqueiro de "meu irmão" e pede dinheiro para bancar um filme sobre o pai. Foram repassados R$ 65 milhões, a maior parte dos quais acabou numa conta bancária ligada ao irmão de verdade de Flávio, Eduardo, que mora no Texas. Flávio também já foi investigado por supostamente embolsar salários de funcionários fantasmas enquanto era vereador no Rio (ele nega) e por seus laços com criminosos locais. Um contato particularmente infame foi Adriano da Nóbrega, ex-capitão da polícia que depois chefiou um grupo de extermínio. Flávio indicou Nóbrega para receber uma medalha depois que ele foi preso por homicídio, e deu empregos à esposa e à mãe dele (diz que não sabia que elas estavam em sua folha de pagamento). Já Lula, embora não tenha sido implicado no caso Banco Master, tem aliados que foram. Seu partido continua manchado por escândalos de corrupção anteriores, e seu filho é investigado por tráfico de influência. A campanha tem sido mesquinha e vazia de conteúdo. A principal proposta de Flávio é perdoar o pai e abrir impeachment contra os ministros que o condenaram. Neste mês, o ex-comandante da Aeronáutica, Carlos Baptista Júnior, publicou um livro detalhando como Bolsonaro tentou convencê-lo, e a outros comandantes militares, a dar um golpe, levantando ideias sobre como anular a eleição que acabara de perder. Bolsonaro só abandonou o plano depois que o comandante do Exército o avisou: "se você fizer isso, vou ter que prendê-lo". Como o pai, Flávio lançou dúvidas sobre as urnas eletrônicas brasileiras, alegando falsamente que o mesmo modelo foi usado numa eleição fraudada na Venezuela —uma invenção completa. Não está claro se ele aceitaria uma vitória de Lula. As outras propostas de Flávio são retórica vazia. Ele diz que vai decretar que "o Brasil pertence ao Senhor Jesus Cristo" e promete castração química para estupradores. Uma vitória sua significaria alinhamento estreito com Trump. Flávio e sua família fizeram lobby junto ao governo Trump para impor tarifas e sanções a desafetos de Bolsonaro. Em comícios de campanha, apoiadores já desfilaram com bandeiras americanas e bonecos infláveis de Trump segurando Lula pela nuca. Flávio parece disposto a aceitar as amplas exigências americanas sobre terras raras. A Casa Branca quer que o Brasil a notifique antes de qualquer venda de empresas ou ativos envolvendo minerais críticos, e que limite o investimento de "entidades estrangeiras de preocupação" —na prática, dando aos Estados Unidos poder de veto sobre o uso dos minerais brasileiros. Ainda assim, a Faria Lima, a Wall Street brasileira, está cautelosamente se alinhando a Flávio, na esperança de que ele cumpra o discurso de corte de gastos. Lula, por sua vez, fala em investir em defesa e inteligência artificial. Tem histórico sólido de redução do desmatamento. Defendeu leis para estimular investimento em data centers e em terras raras, ainda que com forte participação estatal. "Queremos construir uma cadeia produtiva com valor agregado, não simplesmente exportar matéria-prima de forma colonial, deixando para trás só buracos no chão", diz Guilherme Boulos, ministro que trabalha na campanha de Lula. Mas não há dinheiro para pagar pelas ideias de Lula, e ele não tem um plano crível para equilibrar as contas do governo. Em comícios, ele discursa por horas, falando principalmente de suas glórias passadas e de sua trajetória de vida. Sua esposa, bem mais jovem, passou a postar vídeos dele se exercitando para provar que está em forma. Em público, ele usa um chapéu panamá para esconder cicatrizes da remoção de uma pinta e de uma cirurgia após uma queda na banheira. O Brasil não é uma causa perdida. Mesmo com a política mergulhando em escândalo dissoluto, uma sociedade civil robusta, uma imprensa livre pujante e uma polícia federal independente seguem responsabilizando os poderosos. "Pelo menos no Brasil as investigações de corrupção realmente acontecem", observa Celso Rocha de Barros, acadêmico. Jornalistas na Índia e na Turquia talvez olhem para isso com inveja. O Brasil venceu a fome, a hiperinflação, o regime militar e uma tentativa de golpe em poucas décadas. Apesar da disfunção, se vira. O próximo mandato presidencial, porém, deve ser uma bagunça. Nenhum dos dois principais candidatos parece disposto a consertar as contas do governo. Nenhum terá o apoio necessário no Congresso para promover reformas de verdade. Nem o próprio Congresso nem o Judiciário podem corrigir a podridão institucional do Brasil, já que ambos estão implicados nela. As coisas vão piorar antes de melhorar. Texto da The Economist, traduzido por Marcelo Azevedo e publicado sob licença. O artigo original, em inglês, pode ser encontrado em www.economist.com

Uma fake news para chamar de minha
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Uma fake news para chamar de minha

Não há mais para onde correr. Depois de passarmos anos reclamando das fake news e de seu grande perigo para o debate político no Brasil e no mundo, agora temos a certeza de que fake news são boas, desde que sejam nossas. Colunas Receba no seu email uma seleção de colunas da Folha Carregando... Nas últimas semanas, a máquina do petismo usou duas estratégias para atacar os adversários: moralismo e fake news. As duas eram consideradas detestáveis quando usadas contra o petismo há não tanto tempo. Flávio Bolsonaro posa com imagem de Nossa Senhora após ser alvo de fake news - Bruno Santos - 28.set.26/Folhapress Em 1989 Collor acusou Lula de ter uma filha fora do casamento. No programa de TV de Collor, a mãe Míriam Cordeiro afirmou que Lula lhe ofereceu dinheiro para abortar a filha de ambos, Lurian, e que ele a teria abandonado durante a gravidez. O episódio foi um dos momentos de maior impacto emocional daquela eleição, contribuindo para a derrota de Lula para Fernando Collor. O episódio conhecido como o "caso da bolinha de papel" ocorreu durante as eleições presidenciais de 2010, quando José Serra disputava o segundo turno contra Dilma Rousseff. Em uma caminhada no calçadão de Campo Grande, no Rio de Janeiro, militantes do PT e do PSDB entraram em confronto. Em meio ao tumulto, o candidato José Serra foi atingido na cabeça por uma bolinha de papel e continuou caminhando. A equipe de Serra alegou que ele teria sido atingido depois por um objeto mais pesado (um rolo de fita crepe ou cano plástico), o que o levou ao médico. Após deixar o local, Serra realizou exames, que não constataram lesões. Mas os médicos recomendaram repouso devido a sintomas de tontura e náuseas. A "bolinha de papel" foi uma fake news abortada por falta de verossimilhança. O exagero do episódio virou piada e meme na época. E como esquecer a "mamadeira de piroca" e o "kit gay" da eleição de 2018? Os bolsonaristas tomaram a vanguarda na produção de fake news, catalisando o jogo das mentiras e exageros. Esta semana, bolsonaristas distorceram uma fala descuidada de Lula sobre prevenção ao câncer de próstata, como se o presidente tivesse dito que as mulheres estivessem "acostumadas ao toque íntimo". De tanto apanhar com temas morais e fake news, o petismo e seus simpatizantes contra-atacaram. Primeiro contra os da própria esquerda, minando alternativas. Nas eleições contra Marina (2014) e Ciro (2018 e 2022), os petistas mostraram-se eficazes produtores de fake news em seu próprio gabinete do ódio. Importante também não esquecer a principal fake news do petismo, aquela capaz de capitalizar tudo na vitimização do partido: a caracterização do impeachment legal de Dilma em 2016 —embora criticável em sua legitimidade— como golpe de Estado. Clamaram tanto pelo golpe que ele de fato quase veio em 8 de janeiro de 2023. Nesta eleição somos bombardeados por uma curiosa fake news. Um assunto sobre o qual ninguém comentava tornou-se central na eleição. A mentira contada infinitas vezes é a de que Flávio Bolsonaro irá destituir Nossa Senhora Aparecida do título de padroeira do Brasil. Para criar o pânico geral, bastou recuperar o projeto de lei de um deputado evangélico arquivado em 2008. De ontem para hoje, mais uma fake news. A de que o debate na Globo não teria acontecido pela "falta de coragem" de Flávio. Todos sabemos que houve uma cronologia de acontecimentos que não sustenta essa teoria. E assim chegamos ao ponto em que vale tudo pelo poder. Fake news é só aquela afirmação duvidosa produzida por alguém que não é do nosso grupo. Nós nunca produzimos fake news, afinal estamos do lado certo da história. Já que é assim, resolvi criar uma fake news de minha lavra, e assim contribuir para o show de terraplanismo do debate político nacional. Vocês já perceberam que o logo dos carros BYD, quando vistos pelo retrovisor, parece "CHE"? Repare! Tá provado: a China faz reviver o mito do comunista Che Guevara! E assim implanta mensagens inconscientes através dos sedutores carros elétricos. Quando tive essa revelação, me orgulhei. Os colegas com quem compartilhei esta revelação foram tomados por epifania. Achei que tinha descoberto um esquema mundial de controle das mentes. O logo da BYD - Fabian Bimmer - 19.mar.26/Reuters Antes de ver-me como pai solo de fake news, resolvi consultar o oráculo de nosso tempo, a internet. Uma rápida pesquisa me mostrou que há outras pessoas que também chegaram à mesma conclusão. Encontra-se confirmação para tudo na internet, de pacto satânico no disco da Xuxa tocado de trás pra frente ao pânico pueril anticomunista. Somos poucos, é verdade, mas vamos transformar o mundo com a certeza dos ignorantes! Posso não ser pai solo de uma notícia falsa, mas o que importa? A fake news é de todos nós. Produtores de fake news de todo mundo uni-vos!

Perguntas Frequentes sobre MNDL3

Qual é a cotação de MNDL3 hoje na B3?
A cotação de MNDL3 hoje está em R$ 18,21. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 18,00 e máxima de R$ 18,30.
Quanto a MNDL3 paga de dividendos?
A empresa distribui proventos periodicamente na forma de dividendos e JCP (Juros sobre Capital Próprio). Você pode conferir a tabela completa com as últimas datas de corte (Data Com) e pagamento na seção de Dividendos acima.
Como calcular o Preço Teto de MNDL3?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de MNDL3 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de MNDL3?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

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