MCLO11 Maua Capital Logistica Fundo de Investimento Imobiliario Responsabilidade Limitada – Cotação Hoje
Maua Capital Logistica Fundo de Investimento Imobiliario Responsabilidade Limitada
CNPJ: 57466934000130
Selo de Investimento:
🏢 Renda SólidaAtende a 8 de 10 critérios fundamentais de consistência e solidez para renda imobiliária.
Checklist Fundamentalista de 10 Critérios
Critérios de consistência e valuation auditadosRetorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano
Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses
Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial
Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito
Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente
Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência
Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book
Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária
Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos
Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias
Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)
Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.
Resumo Fundamentalista de MCLO11
O ativo MCLO11 (Maua Capital Logistica Fundo de Investimento Imobiliario Responsabilidade Limitada) está sendo negociado hoje a R$ 10,44, acumulando uma variação de -0.10% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 7,93 e a máxima de R$ 11,50. O fundo atua no segmento de Tijolo - Logística, registrando um Dividend Yield (12M) de 9.98% e indicador P/VP de 0.75x.
Oscilação dos Últimos 12 Meses
Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)
Sobre a MCLO11
O MAUÁ CAPITAL LOGÍSTICA FII - RESPONSABILIDADE LIMITADA (MCLO11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Logística, com gestão Ativa.
Dividendos
Outros FIIs do Segmento Tijolo - Logística
Ver Todos os FIIsNotícias relacionadas
KNCR11 se destaca, mas estes dois são nomes fortes entre as recomendações
Conforme destacado em Money Times, o Kinea Rendimentos Imobiliários (KNCR11) é o fundo imobiliário mais recomendado para setembro de 2026. O levantamento, que considerou as carteiras de analistas de diversas instituições, sinaliza uma forte preferência por este ativo. Recomendações e Dividend Yields Atraentes Entre os fundos imobiliários, KNCR11 recebeu um total de 9 indicações, destacando-se pela sua sólida performance e um dividend yield de 13,2%. Este retorno atrativo atraiu a atenção de investidores que buscam rendimento consistente. BTLG11 e XPML11 como Alternativas Viáveis O BTLG11 também merece destaque, recebendo 8 indicações e acumulando R$ 1,8 bilhão em captações. Com um dividend yield de 10% e a gestão de 34 galpões logísticos, esse fundo se apresenta como uma opção robusta para diversificação de carteira. Por sua vez, o XPML11, com 7 recomendações e um dividend yield de 10,8%, continua a atrair investidores pela sua solidez. Outros Fundos em Alta Além dos mencionados, HGBS11 e HSML11 também foram bem recebidos, cada um com 5 indicações. Essas opções refletem um cenário positivo para os fundos imobiliários, mostrando que os investidores estão diversificando suas estratégias no setor. Monitorando as Tendências do Mercado A forte recomendação de KNCR11 e as boas performances de BTLG11 e XPML11 indicam uma tendência de crescimento para os fundos imobiliários em setembro. Investidores devem considerar essas análises para orientações em suas decisões de investimento, alinhando-as com seus perfis de risco e objetivos financeiros. Publicidade As 10 empresas que mais pagaram por ação no 2T26 Quero receber a lista Fontes Texto elaborado com base na fonte e com uso de inteligência artificial – a Lya do Clube Acionista.
Pesquisa mostra que 60% dos cotistas de fundos imobiliários têm mais de cinco anos de experiência
Os investidores com mais de cinco anos de atuação passaram de 13% da base pesquisada em 2020 para 60% em 2026. O avanço transformou os fundos de investimento imobiliário, os FIIs, em fonte recorrente de renda e construção patrimonial para uma parcela dos cotistas. Os iniciantes, com até um ano de experiência, fizeram o caminho inverso. Eram 36% dos participantes em 2020 e recuaram para 4% neste ano. Os dados integram a Pesquisa de Perfil do Investidor de Fundos Imobiliários, conduzida pela Brain Inteligência Estratégica, pelo Clube FII e pela Tree Inteligência Financeira. O levantamento foi realizado em junho de 2026 com investidores da base do Clube FII e obtido com exclusividade pela Broadcast. Esse recorte impede estender os resultados a todos os cotistas brasileiros. A pesquisa retrata uma comunidade especializada, formada por pessoas que já acompanham esse mercado e tendem a ter mais familiaridade com os produtos. Renda mensal sustenta estratégia de aposentadoria Entre os entrevistados, 94% apontaram o fluxo mensal de rendimentos como principal motivo para permanecer nos FIIs. Outros 97% disseram considerar esses fundos um pilar de sua estratégia de aposentadoria. A preferência persistiu mesmo com a taxa Selic em 14,50% ao ano na época do levantamento. O juro elevado aumentava a remuneração de aplicações de renda fixa e ampliava a concorrência pela poupança dos investidores. A isenção de Imposto de Renda sobre rendimentos dos FIIs apareceu como motivação para 77% dos participantes. A possibilidade de acessar o setor imobiliário sem lidar diretamente com a burocracia de um imóvel físico foi citada por 52%. O patrimônio aplicado também cresceu. A parcela com mais de R$ 500 mil investidos em FIIs aumentou 37% entre outubro de 2024 e junho de 2026 e alcançou 37% da amostra, enquanto 32% declararam possuir entre R$ 100 mil e R$ 500 mil nesses ativos. Fabio Tadeu Araújo, presidente-executivo da Brain, afirmou que os objetivos mudam conforme o patrimônio e a experiência. Na avaliação dele, quem começa com valores menores costuma priorizar a rentabilidade, enquanto os detentores de carteiras maiores dedicam mais atenção à gestão dos fundos escolhidos. Cotista assume as decisões da carteira A autonomia aparece em 97% das respostas. Esse grupo declarou administrar diretamente suas posições, sem assessor de investimentos ou gerente bancário. Araújo atribuiu o resultado ao custo da assessoria e à percepção de que investir em FIIs seria uma operação simples. Nos seis levantamentos realizados desde 2020, a gestão direta permaneceu acima de 90% e atingiu em 2026 seu maior percentual. Essa independência reduz a intermediação, mas transfere ao cotista as escolhas de alocação e o acompanhamento dos riscos. Cada carteira tinha, em média, 18 fundos em 2026, ante 9,7 em 2020. Galpões lideram intenção de novos aportes Os fundos de recebíveis imobiliários estavam presentes em 67% das carteiras e receberam o mesmo percentual nas intenções de novos aportes. Os galpões logísticos apareciam em 66% das posições e lideravam a preferência para futuras aplicações, com 75%. Fundos híbridos estavam em 57% das carteiras, seguidos por shopping centers, com 55%, lajes corporativas, com 52%, e fundos de fundos, com 28%. Entre os produtos mais frequentes estavam XPML11, presente em 23% das respostas, BTLG11, com 21%, e TRXF11, com 18%. A Kinea Investimentos foi a gestora mais citada, com 63% das menções. BTG Pactual apareceu com 30%, Pátria com 29%, XP com 16% e Hedge ou CSHG com 13%. Percepção de risco aumenta A consolidação dos FIIs na estratégia de longo prazo não eliminou as preocupações. O risco de mercado foi citado por 85% dos participantes, acima da inadimplência, com 78%, e da vacância dos imóveis, com 75%. A parcela que apontou o ambiente político como fator de forte redução da disposição para investir passou de 10% em 2024 para 70% em 2026. O número registra a percepção dos entrevistados e não equivale, por si só, a perdas efetivas nas carteiras. Os resultados mostram uma base mais experiente, capitalizada e disposta a usar os FIIs como complemento privado de aposentadoria. O mesmo modelo deixa com cada cotista a responsabilidade por selecionar os fundos, diversificar o patrimônio e suportar os riscos de mercado, crédito e vacância.
Cotistas experientes de FIIs atingem 60% da base
A base de cotistas de fundos imobiliários (FIIs) no Brasil ficou significativamente mais experiente nos últimos seis anos. Pesquisa de perfil do investidor conduzida pela Brain Inteligência Estratégica, pelo Clube FII e pela Tree Inteligência Financeira aponta que o porcentual de cotistas com mais de cinco anos de atuação saltou de 13% em 2020 para 60% em 2026. No mesmo período, os iniciantes, com até um ano de experiência, recuaram de 36% para 4%. O levantamento foi feito em junho de 2026 com investidores da base do Clube FII e indica que, mesmo com a Selic em 14,50% ao ano, os FIIs seguem consolidados como instrumento de geração de renda recorrente e construção patrimonial no longo prazo. Segundo a pesquisa, 94% dos respondentes apontam o fluxo de renda mensal como principal fator de permanência no segmento; 77% citam a isenção de Imposto de Renda sobre os proventos como motivador, e 52% destacam a exposição ao setor imobiliário sem a burocracia do imóvel físico. Para 97%, os FIIs são um pilar da estratégia de aposentadoria. Patrimônio alocado cresce junto com a experiência A maior senioridade veio acompanhada de maior capacidade financeira. A fatia de investidores com mais de R$ 500 mil alocados em FIIs cresceu 37% entre outubro de 2024 e junho de 2026 e chega a 37% do total. Outros 32% declaram ter entre R$ 100 mil e R$ 500 mil investidos, enquanto as faixas de menor aporte encolheram. Para o CEO da Brain Inteligência Estratégica, Fabio Tadeu Araújo, o estudo expõe perfis distintos de porte, maturidade, conhecimento e objetivo. “O investidor que aplica um valor mais baixo busca rentabilidade, enquanto aquele com maior renda já está se preocupando com a gestão do fundo”, disse. A diversificação também atingiu novo patamar. Em média, cada cotista tem hoje 18 fundos na carteira, uma alta de 84,5% ante os 9,7 fundos apurados em 2020. Gestão autônoma segue majoritária A pesquisa indica que 97% dos investidores administram diretamente suas posições, sem assessor de investimento ou gerente bancário. Segundo Araújo, a gestão própria nunca ficou abaixo de 90% nas edições do levantamento desde 2020 e, entre os seis estudos realizados, o de 2026 obteve o maior porcentual. Para ele, o principal motivo é o custo, seguido pela simplicidade de investir em um FII. “Se é simples, por que vou pagar para um gestor fazer isso?”, questiona.
Perguntas Frequentes sobre MCLO11
Qual é a cotação de MCLO11 hoje na B3?
Quanto a MCLO11 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de MCLO11?
O que significa o P/L e o P/VP de MCLO11?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.
Aviso Legal: Os dados e ferramentas disponibilizados pelo Cotações Hoje têm propósito exclusivamente informativo e educacional, não constituindo recomendação de investimento.