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MANA11 Manati Capital Hedge Fund Fundo de Investimento Imobiliario – Cotação Hoje

🏢 FII Papel / CRI

Manati Capital Hedge Fund Fundo de Investimento Imobiliario

CNPJ: 42888583000189

Preço Atual
R$ 9,13
+0.33%
Análise de Fundos Imobiliários Geração de Renda Passiva

Selo de Investimento:

🏢 Renda Sólida

Atende a 9 de 10 critérios fundamentais de consistência e solidez para renda imobiliária.

Pontuação dos Critérios 9/10 (90.0%)
Mínimo Renda Sólida: 7/10 Status: Aprovado

Checklist Fundamentalista de 10 Critérios

Critérios de consistência e valuation auditados
Dividend Yield > 6% a.a.
DY 12M atual: 14.84% a.a.

Retorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano

Distribuição Mensal Consistente
50 meses com distribuição registrada nos últimos 12 meses

Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses

P/VP até 1.10 (Sem ágio excessivo)
P/VP atual: 0.98x (Abaixo de 1.10)

Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial

P/VP acima de 0.70
P/VP atual: 0.98x (Acima de 0.70)

Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito

Estabilidade nos Proventos
Variação trimestral estável: +10.6%

Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente

Patrimônio > R$ 500 Milhões
Patrimônio Líquido: R$ 342.7 milhões

Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência

Liquidez Diária > R$ 500 mil
Volume médio diário: R$ 843 mil

Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book

Segmento Consolidado
Segmento: Papel / CRI

Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária

Mais de 3 anos na Bolsa
Listado desde 2022 (4 anos na B3)

Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos

DY Sustentável (≤ 18% a.a.)
DY sustentável: 14.84% a.a. (Abaixo de 18%)

Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias

ℹ️ Análise algorítmica de FIIs calculada em tempo real com base em dados de proventos e patrimônio B3/CVM. Não constitui recomendação de compra ou venda.
🏢
Valuation de Rendimentos

Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)

Abaixo do Teto

Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.

Preço Teto Projetado (Yield 6%)
R$ 22,58
Rendimento Anual (12M) R$ 1,35
Margem de Segurança +59.57%
Ajustar parâmetros na Calculadora de Preço Teto
Fórmula: Rendimento Anual ÷ 0,06 Alvo: Yield ≥ 6% a.a.
⚠️ Aviso Legal: As estimativas do Método Barsi são modelos matemáticos teóricos baseados em dados públicos da B3/CVM. Não constituem recomendação de investimento, compra ou venda.

O ativo MANA11 (Manati Capital Hedge Fund Fundo de Investimento Imobiliario) está sendo negociado hoje a R$ 9,13, acumulando uma variação de +0.33% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 8,67 e a máxima de R$ 9,53. O fundo atua no segmento de Papel / CRI, registrando um Dividend Yield (12M) de 14.84% e indicador P/VP de 0.98x.

Abertura
R$ 9,10
Fec. Ant: R$ 9,13
Variação Dia
Min: R$ 9,07
Max: R$ 9,17
52 Semanas
Mín: R$ 8,67
Máx: R$ 9,53
Volume
92.346
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

Carregando gráfico...

Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)

0.98
R$ 9,26
Patrimônio Líquido
R$ 342,70 Mi
Último Rendimento
R$ 0.1200
Pagto: 2026-08-21
Rendimento Médio (12M)
R$ 0.1129
por cota / mês
Rendimento 12M
R$ 1.3550
acumulado no ano
R$ 342,70 Mi
Quantidade de Cotas
37,54 Mi
Liquidez Diária
92.346

Sobre a MANA11

Categoria / Segmento
Papel / CRI
Tipo de Ativo
Fundo de Investimento Imobiliário (B3)
Market Cap
N/A
Descrição do Negócio

O MANATÍ CAPITAL HEDGE FUND FII (MANA11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Outros, com gestão Definida.

Administrador do Fundo
Nome
.BANCO DAYCOVAL S/A
CNPJ
62232889000190
Telefone
0300 111 0500
Endereço
Avenida Paulista, 1793 - 2º Andar, Bela Vista — São Paulo/SP - CEP 01311200
RENDIMENTO R$ 0,1200
Pagamento: 21/08/2026
RENDIMENTO R$ 0,1250
Pagamento: 21/07/2026
RENDIMENTO R$ 0,1200
Pagamento: 22/06/2026
RENDIMENTO R$ 0,1100
Pagamento: 22/05/2026
RENDIMENTO R$ 0,1100
Pagamento: 23/04/2026
RENDIMENTO R$ 0,1100
Pagamento: 20/03/2026
RENDIMENTO R$ 0,1100
Pagamento: 24/02/2026
RENDIMENTO R$ 0,1100
Pagamento: 22/01/2026
RENDIMENTO R$ 0,1100
Pagamento: 19/12/2025
RENDIMENTO R$ 0,1100
Pagamento: 24/11/2025

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Confira o resumo que a LE.IA, a IA do Estadão, fez pra você Gerando resumo Abrir o resumo FIIs para setembro: os fundos preferidos de XP, BTG, Itaú, Santander e Terra Após recuar 1,46% em agosto, o Índice de Fundos de Investimento Imobiliário (FIIs) chega a setembro em um cenário de juros ainda elevados, mas com expectativa de continuidade do ciclo de cortes da Selic. Nesse ambiente, XP Investimentos, BTG Pactual, Itaú BBA, Santander e Terra Investimentos ajustaram suas carteiras recomendadas, equilibrando a preferência por fundos de recebíveis, mais defensivos, com oportunidades em segmentos de tijolo que podem se beneficiar da queda dos juros. PUBLICIDADE Em agosto, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a Selic em 0,25 ponto porcentual, para 14% ao ano, no quarto corte consecutivo, e deixou a porta aberta para novas reduções nas próximas reuniões. Apesar do ciclo de flexibilização monetária, os juros permanecem elevados, o que mantém os fundos de recebíveis em posição de destaque nas carteiras, especialmente aqueles atrelados ao CDI e ao IPCA, por apresentarem perfil mais defensivo e menor volatilidade. A perspectiva de continuidade do ciclo de queda da Selic também abre espaço para a valorização dos fundos de tijolo, como os de logística, shoppings e lajes corporativas, embora as casas ainda façam ressalvas a esses segmentos. O Itaú BBA, por exemplo, avalia que esses fundos apresentam fundamentos sólidos e ciclos positivos, mas destaca sua maior sensibilidade à reprecificação das curvas de juros e, consequentemente, sua maior volatilidade. Publicidade Outro destaque fica com a perda de ritmo da atividade econômica. O Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 0,5% no segundo trimestre de 2026 em relação aos três primeiros meses do ano, avanço modesto, embora ligeiramente acima do esperado. Roberto Padovani, economista da XP Investimentos, avalia que o resultado é compatível com uma economia em desaceleração e chama atenção também para a demanda, diante da queda de 0,4% no consumo das famílias. Leia também Tanto o BTG Pactual (BPAC11) quanto a XP enxergam a descompressão da inflação doméstica como uma possível consequência da desaceleração da atividade econômica. Esse movimento pode abrir espaço para novos cortes de juros e, consequentemente, beneficiar os fundos de tijolo. Entre as gestoras, a Kinea é a que mais se destaca, presente nas recomendações de diferentes casas e estratégias, seguida por Pátria e BTG Pactual. Também aparecem HSI, XP Asset, Vinci e Bresco, indicando uma preferência por gestoras consolidadas, diversificadas e com histórico de gestão. Publicidade Nesse cenário, veja quais FIIs aparecem entre os preferidos das casas para setembro e as principais mudanças nas carteiras recomendadas. Carteira do BTG Pactual O BTG fez ajustes pontuais, sem mudar a composição setorial total da carteira. A principal alteração foi a saída do RBRR11 por conta de provável processo de incorporação pelo PCIP11 (ambos Recebíveis), o que altera dinâmica de negociação e o perfil da tese. Com shopping centers, o banco ainda reduziu a posição do HSML11 e aumentou a do VISC11, pela qualidade e diversificação do portfólio. Com recebíveis - que ocupam 47% da carteira -, aumentou de KNCR11 e KNIP11 graças à liquidez, estruturação própria e carrego atrativo. Publicidade Deslize para ver o conteúdo Fundo Gestora Setor Peso KNCR11 Kinea Recebíveis 14,0% KNIP11 Kinea Recebíveis 14,0% BTLG11 BTG Pactual Galpões logísticos 13,0% MCCI11 Jive Mauá Recebíveis 8,0% TRXF11 TRX Renda urbana 7,0% BTCI11 BTG Pactual Recebíveis 6,0% RBRY11 Pátria Recebíveis 5,0% PVBI11 Pátria Lajes corporativas 5,0% VILG11 Vinci Compass Galpões logísticos 4,5% BRCO11 Bresco Galpões logísticos 4,5% BRCR11 BTG Pactual Lajes corporativas 4,5% VISC11 Vinci Compass Shopping centers 4,0% HGLG11 Pátria Galpões logísticos 3,0% HGBS11 Hedge Shopping centers 3,0% GZIT11 Gazit Shopping centers 2,5% HSML11 HSI Shopping centers 2,0% Carteira da XP As alterações no portfólio da XP foram apenas nos pesos dos fundos: reduziu CPTS11 (Multiestratégia), PVBI11 (Lajes corporativas) e LVBI11 (Ativos logísticos), enquanto aumentou XPLG11 (Ativos logísticos), HGBS11 (Shopping Centers) e XPCI11 (Recebíveis). A justificativa foi reduzir a exposição a fundos de tijolo com menor carrego e menos gatilhos de valorização no curto prazo, diminuir a posição em um fundo multiestratégia e reforçar a alocação em ativos com portfólios de maior qualidade e em um fundo de recebíveis com carrego atrativo. Deslize para ver o conteúdo Fundo Gestora Setor Peso KNCR11 Kinea Recebíveis 11,00% XPML11 XP Asset Shoppings 10,50% MCCI11 JiveMauá Recebíveis 9,00% RBRX11 Pátria FOF/Multiestratégia 9,00% XPCI11 XP Asset Recebíveis 8,75% XPLG11 XP Asset Ativos logísticos 8,75% CPTS11 Capitânia FOF/Multiestratégia 8,00% RBRR11 Pátria Recebíveis 7,00% BTLG11 BTG Pactual Ativos logísticos 4,50% PCIP11 Pátria Recebíveis 4,50% PVBI11 Pátria Lajes corporativas 4,50% BRCO11 Bresco Ativos logísticos 4,00% LVBI11 Pátria Ativos logísticos 3,50% HGBS11 Hedge Shoppings 3,50% HSML11 HSI Shoppings 2,00% KNRI11 Kinea Híbrido 1,50% Carteira do Santander Para setembro, o Santander fez uma mudança mais expressiva na composição da carteira: incluiu BTLG11 (Logístico), retirou BRCO11 (Logístico) e PCIP11, e aumentou a exposição a KNCR11 e HGCR11. Publicidade A justificativa foi reforçar a carteira com ativos considerados mais resilientes em crédito e trocar a exposição logística para um fundo com portfólio mais diversificado e nova capacidade de aquisição após captação recente. Deslize para ver o conteúdo Fundo Gestora Setor Peso MCCI11 JiveMauá Recebíveis imobiliários 11,5% HGCR11 Pátria Recebíveis imobiliários 11,5% KNCR11 Kinea Recebíveis imobiliários 11,5% BTHF11 BTG Pactual Hedge Fund / Multiestratégia 10,0% KNHF11 Kinea Hedge Fund / Multiestratégia 10,0% XPML11 XP Asset Shopping centers 9,5% VILG11 Vinci Logístico 9,0% GARE11 Guardian Híbrido 8,0% BTLG11 BTG Pactual Logístico 7,0% TEPP11 Tellus Escritórios 7,0% TRXF11 TRX Híbrido 5,0% Carteira Itaú BBA Para setembro, o Itaú BBA não incluiu nem retirou fundos da carteira. O movimento foi um rebalanceamento entre os fundos de tijolo: aumentou em 0,5 ponto porcentual (p.p) as posições em BTLG11 (Logístico), BRCO11 (Logístico) e KNRI11 (Híbrido) e reduziu em 1,5 p.p. HGRU11 (Varejo). A carteira continua com 12 fundos, com reforço em logística e prioridade para renda, liquidez, gestores experientes e portfólios de qualidade. Publicidade Deslize para ver o conteúdo Fundo Gestora Setor Peso KNHF11 Kinea Multiestratégia 11,5% KNIP11 Kinea Ativos financeiros 11,5% KNCR11 Kinea Ativos financeiros 10,0% KNUQ11 Kinea Ativos financeiros 10,0% BRCO11 Bresco Investimentos Galpões logísticos 8,5% BTLG11 BTG Pactual Galpões logísticos 8,5% KNRI11 Kinea Híbrido 8,5% HSML11 HSI Shopping centers 7,5% XPML11 XP Asset Shopping centers 7,5% PVBI11 Pátria Lajes corporativas 6,5% HGRU11 CSHG* Renda urbana / varejo 5,0% ITRI11 Itaú Asset Multiestratégia 5,0% Carteira da Terra Investimentos A Terra não realizou nenhuma alteração em sua carteira. A casa manteve um portfólio bastante equilibrado entre crédito e estratégias mais flexíveis. Em termos de distribuição, 30% da carteira está em recebíveis e outros 30%, em multiestratégia. Os fundos de tijolo puros somam 40%, divididos entre escritórios, shoppings e logística. Essa é uma das diferenças mais evidentes da casa em relação às demais: a distribuição dos pesos é mais uniforme, sem grande concentração em poucos nomes. Deslize para ver o conteúdo Fundo Gestora Setor Peso CPTS11 Capitânia Multiestratégia 10% RBRX11 RBR Asset Management Multiestratégia 10% HSML11 HSI Shoppings 10% JSRE11 Safra Escritórios 10% KCRE11 Kinea Investimentos Recebíveis 10% HGRE11 Pátria Investimentos Escritórios 10% VGIP11 Valora Gestão de Recursos Recebíveis 10% VCJR11 Vectis / Pátria Recebíveis 10% VILG11 Vinci Logístico 10% CCME11 Canuma Capital Multiestratégia 10% Leia mais

FII desaba 16% com proposta de venda do World Trade Center Nações Unidas
Fundos Imobiliários Brasileiros 04/09/2026

FII desaba 16% com proposta de venda do World Trade Center Nações Unidas

As cotas do fundo imobiliário Ourinvest RE I (WTSP11) derretiam -16,63% nesta sexta-feira (4), negociadas por R$ 60 cada, em reação do mercado à proposta de venda de fatia do World Trade Center Nações Unidas, situado na capital paulista. hotel e shopping center. No caso, o LWTC Fundo de Investimento Imobiliário encaminhou uma carta de intenções ao FII WTSP11 , almejando as 27 cotas imobiliárias do Condomínio Civil World Trade Center Nações Unidas, um complexo imobiliário multiuso composto por escritórios De maneira agregada, o empreendimento é dividido em 300 frações ideais, sendo que 27 cotas imobiliárias são de propriedade do FII WTSP11 . Foi oferecido R$ 94,5 milhões à vista no fechamento da operação. Em caso de conclusão, o comprador fará jus a 100% da receita de aluguel e de outras receitas do World Trade Center Nações Unidas desde o primeiro desembolso. Só em julho, o resultado operacional líquido do empreendimento imobiliário totalizou aproximadamente R$ 6,4 milhões, apresentando recuperação em relação ao mês anterior. Logo, o FII WTSP11 angariou R$ 0,53 por cota e distribuiu dividendos de R$ 0,50 por cota no período, com o pagamento em patamar compatível com a geração de resultados.

FIIs de shoppings devem seguir resilientes nos próximos meses? Analistas avaliam cenário
Fundos Imobiliários Brasileiros 04/09/2026

FIIs de shoppings devem seguir resilientes nos próximos meses? Analistas avaliam cenário

Os fundos imobiliários (FIIs) de shoppings entram na reta final de 2026 puxados por fatores que vão em direções opostas. De um lado, os empreendimentos operam com ocupação em máximas, receita corrigida pela inflação e um calendário que costuma ser o melhor do varejo, com datas comemorativas como o Dia das Crianças, Black Friday e Natal. Do outro, as cotas dos fundos negociam pressionadas por uma variável que foge ao desempenho dos shoppings. É o peso do juro real longo, que voltou para a faixa entre 7% e 8% ao ano. Foi por isso que apesar dos cortes na taxa Selic promovidos pelo Banco Central nas últimas quatro reuniões, os fundos imobiliários de tijolo continuaram caindo. Mafê Violatti, analista de fundos imobiliários e economista, explica que quem precifica o FII de tijolo não é a Selic corrente e sim a ponta longa da curva de juros. “O Copom pode até cortar a taxa, mas o mercado está exigindo um prêmio maior por causa do risco fiscal”, destaca ela. Leia também Por que as lajes corporativas perderam espaço no IFIX? Na visão da analista, com NTN-B (títulos do Tesouro IPCA+) pagando 7,5% de juro real, todo fundo precisa se reprecificar para ser competitivo. No caso dos FIIs de shoppings existe um diferencial dos outros fundos de tijolo, principalmente na forma como geram receita. Isso porque estes fundos representam um condomínio de investidores que compram frações de shoppings centers. E estes fundos são donos o metro quadrado, que é alugado aos lojistas e recebe a renda do empreendimento. Mas a diferença dos FIIs de shoppings com outros fundos é como estes geram renda. Os especialistas consultados pelo Bora Investir explicam que os FIIs de shoppings conseguem ganhar dinheiro por meio de cinco fontes. A primeira é o aluguel mínimo das lojas, que tem contratos corrigidos pelo IGP-M ou IPCA. Já a segunda é um aluguel percentual, uma fatia das vendas dos lojistas quando o faturamento supera o piso. Há ainda a receita com estacionamento, mídia e quiosques, além da cessão de direitos ou luvas. “Os contratos são formulados para que o shopping receba um aluguel fixo e, em momentos de fortes vendas, como Dia das Mães ou Natal, receba um percentual das vendas”, explica Egbert Chaves, analista de fundos imobiliários do Dica de Hoje Research. Descontados os custos, o que sobra é o resultado imobiliário, e os fundos são obrigados a distribuir aos cotistas 95% do lucro em caixa cada semestre. É por conta dessa estrutura, que os FIIs de shoppings são os únicos dentro da classe de tijolo que possuem receitas indexadas à inflação e que é alavancada pelo consumo. Segundo Rodrigo Medeiros, analista de FIIs do Desmitificando Research, nos shoppings quando a inflação sobe as vendas crescem. “Em um contrato normal, só no fim de um ano a receita sobe. No shopping, você consegue elevar ela mês a mês”. O que esperar dos FIIs de shoppings nos próximos meses? Para Violatti, a visão é construtiva, mas exige seletividade por parte do investidor. A analista cita que o erro mais comum é confundir o resultado operacional do fundo com o desempenho da cota. “São coisas diferentes e obedecem a variáveis diferentes”, diz. Na operação, a expectativa é positiva. O segundo semestre concentra as datas mais fortes do varejo, o que tende a puxar o aluguel percentual. Ainda assim, Violatti não projeta salto abrupto na receita. Já para a distribuição de proventos ela espera estabilidade, com eventual complemento de ganho de capital nos fundos que reciclarem portfólio. Para as cotas, a história muda. Segundo a analista, se a curva de juros de longo prazo fechar, os FIIs de shopping reprecificam com força na bolsa, porque estão atualmente negociando com desconto patrimonial. Já se a curva de juros subir, o segmento tende a cair, na visão de Violatti. A analista acrescenta que os juros reais longos, o risco fiscal, eleições e transações de ativos acima do valor estimado, também podem destravar o desconto patrimonial. Para Medeiros, do Desmistificando Research, em termos de cotação o setor de shopping não deve se descolar dos FIIs de um modo geral, e qualquer valorização dependerá da queda dos juros, movimento que espera se concretize após as eleições. “Um Natal muito forte poderia puxar o setor acima da média”, avalia. Contudo, faz a ressalva que os dados de varejo atual não parecem projetar essa situação. Chaves é o mais otimista entre os analistas e aposta no consumidor como alavanca. Para ele, se a economia vai bem, a população tem mais dinheiro para gastar e o shopping center é um destino de fim de semana do brasileiro, o que impulsiona a receita. O risco central, contudo, seria o crédito caro e sinais de deterioração do varejo, segundo os analistas. Como ficam os dividendos? Para os analistas, a queda dos juros vai ajudar o mercado de fundos imobiliários como um todo, com rendimentos de proventos mais estáveis. Mas Chaves não enxerga um aumento da remuneração do acionista. Violatti acredita que como boa parte da receita vem do aluguel mínimo contratual, o consumo tende a pesar menos no dividendo do que o esperado, mas pesa muito no valor da cota. “O contrato influencia no dividendo no curto prazo. E o consumo define se esse contrato sobrevive para uma próxima renovação”, avalia. Para os próximos 12 meses, Violatti espera que a distribuição de dividendos seja sustentada com crescimento das receitas acompanhando o IPCA, mas reforça que não basta a taxa de juros cair e sim que esta queda precisa chegar ao lojista. Já Chaves enxerga oportunidade no pessimismo atual do mercado, com investidores trocando um dividend yield (retorno em proventos) de entre 10% e 12% nos fundos de shoppings por renda fixa que oferece 14%. Com isso, as cotas ficam ainda mais descontadas, podendo elevar o yield. Para Violatti, muito mais do que observar o dividendo, o investidor precisa entender qual shopping ele está comprando, a que preço e o retorno exigido para assumir esse risco. Como escolher um FII de shopping Violatti reforça que muitos investidores cometem o erro de olhar apenas para o retorno em dividendos, o dividend yield, quando estes são consequência da qualidade do fundo, do preço pago pela cota e da gestão por trás dos FIIs. “Um dividend yield alto pode significar um ativo bom comprado barato, mas também um dividendo insustentável de um ativo ruim”, pontua. Para a analista é importante observar a posição competitiva dos shoppings que estão dentro do fundo, o adensamento em torno a estes shoppings, se tem muitos consumidores morando perto, além do tamanho da participação, dado que os cotistas minoritários têm pouco poder de decisão sobre o mix ou expansão. Ela também cita o custo de ocupação das lojas e adverte que se este sufoca os lojistas é um sinal de alerta para o investidor, porque pode gerar vacância futura. O endividamento também é um fator apontado pelos analistas, principalmente se for indexado ao CDI (que segue a Selic). Medeiros, do Desmistificando Research, reforça que alguns FIIs do setor de shoppings estão com endividamento elevado, o que pressiona os resultados. “O ponto mais importante é entender se o gestor é apenas um comprado de imóveis ou se ele realmente entende do setor”, destaca. Chaves acrescenta que o investidor também deve observar se os shoppings estão bem localizados em regiões adensadas e com diversificação em várias capitais. Quer analisar os seus investimentos em um só lugar? Baixe o APP B3! Mais tempo para você, mais inteligência para seus investimentos

Perguntas Frequentes sobre MANA11

Qual é a cotação de MANA11 hoje na B3?
A cotação de MANA11 hoje está em R$ 9,13. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 9,07 e máxima de R$ 9,17.
Quanto a MANA11 paga de dividendos?
A empresa distribui proventos periodicamente na forma de dividendos e JCP (Juros sobre Capital Próprio). Você pode conferir a tabela completa com as últimas datas de corte (Data Com) e pagamento na seção de Dividendos acima.
Como calcular o Preço Teto de MANA11?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de MANA11 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de MANA11?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

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