LVBI11 Patria - VBI Asset Management Ltda – Cotação Hoje
Patria - VBI Asset Management Ltda
CNPJ: 30629603000118
Resumo Fundamentalista de LVBI11
O ativo LVBI11 (Patria - VBI Asset Management Ltda) está sendo negociado hoje a R$ 97,17, acumulando uma variação de -0.64% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 95,00 e a máxima de R$ 112,44. A companhia está inserida no setor de Fundos Imobiliários, atuando no segmento de Logística. O ativo possui histórico de distribuição de proventos aos investidores, permitindo calcular o dividendo médio e a margem de segurança para estratégias de renda passiva.
Oscilação dos Últimos 12 Meses
Indicadores de Valuation
Sobre a LVBI11
O VBI LOGISTICO FII RL (LVBI11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Logística, com gestão Ativa.
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FII HGLG11 lança 12ª emissão de cotas para captar até R$ 1,5 bilhão; veja detalhes
A oferta será destinada exclusivamente a investidores profissionais, conforme as regras da CVM Publicidade O fundo imobiliário HGLG11 (Patria Log) anunciou nesta terça-feira (18) sua 12ª emissão de cotas, com objetivo de captar até R$ 1,5 bilhão para a aquisição de novos ativos imobiliários. A oferta prevê a emissão de até 9.012.799 novas cotas, podendo o volume ser reduzido caso a captação não atinja o montante máximo. Ainda assim, a emissão será considerada válida caso alcance o valor mínimo estabelecido pela oferta. A emissão terá um montante mínimo de R$ 1.000.077,87, correspondente a 6.009 novas cotas. Caso esse valor seja atingido, a oferta poderá ser encerrada, e as cotas que não forem subscritas serão canceladas pela administradora. O preço de emissão foi fixado em R$ 166,43 por cota, valor calculado com base no patrimônio líquido das cotas em circulação em 31 de julho de 2026. Sobre esse montante será cobrada uma taxa de distribuição primária de R$ 0,07 por cota, levando o preço de subscrição a R$ 166,50. A oferta será destinada exclusivamente a investidores profissionais, conforme as regras da CVM (Comissão de Valores Mobiliários). Os atuais cotistas do HGLG11 terão direito de preferência na subscrição das novas cotas, seguindo a proporção de 0,19764153762 nova cota para cada cota detida na data de corte definida pelo fundo. Leia Mais: FIIs nas eleições de 2026: o que o histórico indica para o investidor?
HGLG11 anuncia 12ª emissão de cotas de até R$ 1,5 bilhão
O HGLG11 (Patria Log) anunciou nesta terça-feira (18) sua 12ª emissão de cotas, com potencial de captar até R$ 1,5 bilhão. Os recursos serão destinados à aquisição de novos ativos imobiliários. A oferta prevê até 9.012.799 novas cotas. No entanto, o fundo poderá reduzir o volume emitido caso não alcance a captação máxima. Ainda assim, a operação seguirá válida se atingir o valor mínimo estabelecido. HGLG11 define preço de R$ 166,50 por cota O preço de emissão foi fixado em R$ 166,43 por cota, com base no patrimônio líquido das cotas em circulação em 31 de julho de 2026. Além disso, haverá uma taxa de distribuição primária de R$ 0,07 por cota. Com isso, o preço de subscrição ficará em R$ 166,50 por nova cota. Oferta pode encerrar com mínimo de R$ 1 milhão A emissão terá um valor mínimo de R$ 1.000.077,87, correspondente a 6.009 novas cotas.
Infraestrutura e crédito ganham espaço com juros elevados, diz CEO do Patria
Os juros devem permanecer elevados por mais tempo e manter o interesse dos investidores por infraestrutura e crédito nos próximos anos. A avaliação é de Alexandre Saigh, cofundador e CEO do Patria, que, em entrevista ao Estadão, detalhou a estratégia de expansão internacional da gestora e apontou a segurança regulatória e o baixo risco geopolítico da América Latina como atrativos para investimentos estrangeiros de longo prazo. Uma das maiores gestoras de ativos do Hemisfério Sul, o Patria administra atualmente US$ 62 bilhões, o equivalente a cerca de R$ 317 bilhões. Em 2024, esse volume era de US$ 40 bilhões, e a meta é alcançar US$ 70 bilhões até o fim de 2027. Segundo Saigh, tal crescimento acompanhou o avanço da internacionalização, que ganhou papel central na estratégia da companhia após a abertura de capital, em 2021. O movimento começou na América do Sul, inicialmente pelo Chile, e avançou para Colômbia e Peru. O México é apontado pelo executivo como o último mercado estratégico da expansão regional. A entrada no país teve início com a aquisição de uma operação voltada a fundos imobiliários listados, com foco em ativos logísticos. Fora da América Latina, o Patria adquiriu, em 2023, uma operação da Abrdn, assumida no início de 2024, e passou a atuar a partir de escritórios em Londres e Edimburgo. A gestora também comprou a WP Global Partners, nos Estados Unidos. Enquanto na América Latina o Patria investe diretamente em empresas, infraestrutura e ativos imobiliários, no Reino Unido e na Europa a atuação inclui fundos que aplicam recursos em outros fundos. Nesse segmento, a gestora concentra sua atuação no middle market. De um universo de aproximadamente 8 mil gestores, seleciona cerca de 70, menos de 1% do total. De acordo com Saigh, esses gestores administram fundos com patrimônio entre US$ 1 bilhão e US$ 5 bilhões. O mercado global de ativos alternativos, área na qual o Patria atua, movimenta cerca de US$ 25 trilhões, segundo o executivo. A internacionalização também aparece na distribuição dos clientes e dos ativos da companhia. Atualmente, 15% dos clientes do Patria estão no Brasil, 25% no restante da América Latina e 60% em outras regiões. Em relação aos investimentos, 30% estão no Brasil, 30% nos demais países latino-americanos e 40% fora da região. Saigh afirmou que o interesse dos investidores se modificou desde a pandemia, com aumento da demanda por infraestrutura e crédito e redução da procura por private equity. A mudança está relacionada ao ambiente de juros elevados, que reduz a atratividade dos investimentos em renda variável. Como o Patria já havia desenvolvido essas áreas anteriormente, a gestora estava posicionada para atender à nova demanda. Na avaliação do CEO, os juros devem permanecer altos nos próximos anos, e uma queda mais expressiva deve ocorrer apenas no longo prazo. Ele relaciona essa perspectiva não apenas a questões brasileiras, mas também aos conflitos internacionais, às tarifas comerciais e às transformações em curso no comércio global. Diante desse ambiente, Saigh aponta a diversificação entre crédito estruturado, mercado imobiliário, infraestrutura e renda variável como uma forma de proteção diante das mudanças no cenário econômico. O executivo também destacou diferenças entre os investidores brasileiros e estrangeiros. Enquanto o investidor local tende a buscar liquidez diária e rentabilidade elevada, tendo o CDI como referência, o internacional procura ativos de maior duração. Para aplicar recursos na América Latina, esse investidor observa principalmente a estabilidade do arcabouço regulatório e a continuidade dos contratos ao longo de diferentes governos. Segundo Saigh, o Brasil preservou e aprimorou as regras de setores como saneamento, gás e energia elétrica. O executivo citou ainda Chile e Colômbia entre os países que mantiveram a estabilidade institucional necessária aos projetos de longo prazo. Outro aspecto favorável à região, em sua avaliação, é o baixo risco geopolítico, que ganhou relevância diante dos conflitos na Europa e no Oriente Médio e das mudanças políticas nos Estados Unidos. No Brasil, o saneamento está entre as áreas que despertam maior interesse do Patria. A gestora venceu uma concessão em Pernambuco e está estruturando a Vita Sertão, empresa que atuará na ampliação dos serviços de água e esgoto. Para Saigh, o marco regulatório e a manutenção de suas regras são fundamentais para viabilizar os aportes privados necessários ao setor. Outro foco é o mercado de data centers. O Patria fechou um contrato para a construção de um data center destinado à ByteDance em Pecém, no Ceará, em um projeto desenvolvido com a Omnia. O empreendimento prevê R$ 12 bilhões em investimentos e capacidade total de 1 GW. A primeira fase corresponderá a 20% do projeto, com 200 MW. De acordo com Saigh, a disponibilidade de energia renovável a custo relativamente baixo oferece ao Brasil uma vantagem competitiva para o processamento de dados. Na avaliação do executivo, os data centers permitem transformar a energia produzida no País em um produto de maior valor agregado. “Em vez de exportar a energia diretamente, você exporta dados”, afirmou. Leia a íntegra da entrevista no site do Estadão. A OESP não é(são) responsável(is) por erros, incorreções, atrasos ou quaisquer decisões tomadas por seus clientes com base nos Conteúdos ora disponibilizados, bem como tais Conteúdos não representam a opinião da OESP e são de inteira responsabilidade da Engrenagens do Crescimento
Perguntas Frequentes sobre LVBI11
Qual é a cotação de LVBI11 hoje na B3?
Quanto a LVBI11 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de LVBI11?
O que significa o P/L e o P/VP de LVBI11?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
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