LSOI11 LCP Special Opportunities I Fundo De Investimento Imobiliario Responsabilidade Limitada – Cotação Hoje
LCP Special Opportunities I Fundo De Investimento Imobiliario Responsabilidade Limitada
CNPJ: 53087126000101
Selo de Investimento:
⚠️ AtençãoAtende a 3 de 10 critérios. Alguns múltiplos de valuation, histórico ou liquidez exigem atenção.
Checklist Fundamentalista de 10 Critérios
Critérios de consistência e valuation auditadosRetorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano
Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses
Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial
Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito
Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente
Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência
Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book
Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária
Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos
Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias
Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)
Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.
Resumo Fundamentalista de LSOI11
O ativo LSOI11 (LCP Special Opportunities I Fundo De Investimento Imobiliario Responsabilidade Limitada) está sendo negociado hoje a R$ 15,32, acumulando uma variação de +27.45% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 12,02 e a máxima de R$ 15,32. O fundo atua no segmento de Fundo Imobiliário (FII), registrando um Dividend Yield (12M) de 0.65% e indicador P/VP de 0.90x.
Oscilação dos Últimos 12 Meses
Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)
Sobre a LSOI11
O LCP SPECIAL OPPORTUNITIES I FII RESPONSABILIDADE ILIMITADA (LSOI11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Residencial, com gestão Ativa.
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FII prepara R$ 8 mi em novas operações de crédito para setembro
FII MAGM11 prepara R$ 8 milhões em novas operações de crédito para setembro Vinícius Alves 14/09/2026 às 16:50 4 minutos de leitura Atualizado em: 14/09/2026 às 16:50 O fundo imobiliário (FII) MAGM11 registrou resultado de R$ 1,327 milhão em agosto de 2026, em um mês marcado por ajustes na composição da carteira e pela manutenção de uma postura mais cautelosa na originação de novas operações. Entre as movimentações realizadas no período, o fundo reduziu sua exposição ao FII TELM11. A gestão também informou que segue avaliando novas oportunidades de investimento diante do atual cenário econômico brasileiro. No fim de julho, o MAGM11 possuía um compromisso de caixa de R$ 2,9 milhões relacionado ao CRI ITV. O desembolso desse montante ocorrerá de acordo com o avanço das obras vinculadas à operação. Além disso, o fundo mantinha R$ 8 milhões em operações em fase de estruturação, com previsão de aquisição para setembro de 2026. Os movimentos fazem parte da estratégia de alocação do fundo no mercado imobiliário. Atualmente, o MAGM11 reúne 11 operações de crédito nos segmentos de incorporação residencial, loteamento e home equity. A carteira também conta com uma operação estruturada voltada ao segmento residencial econômico, cotas de dois FIIs listados e participações em ações de cinco empresas do setor imobiliário. Gestão da MAG reforça cautela e busca ampliar base de cotistas Segundo a gestão, o momento atual do ciclo econômico brasileiro exige disciplina e cautela na originação, análise e monitoramento das operações de crédito e estruturadas. A estratégia busca preservar a qualidade da carteira diante de um ambiente considerado mais desafiador. Ao mesmo tempo, o MAGM11 ampliou em agosto sua agenda de relacionamento com o mercado. A equipe de gestão passou a ter presença mais frequente em portais especializados em fundos imobiliários, além de participar de programas e podcasts voltados ao mercado imobiliário. A iniciativa tem como objetivo ampliar a base de cotistas do fundo e, consequentemente, contribuir para o aumento da liquidez das cotas no mercado secundário. Últimos dividendos do MAGM11 O fundo imobiliário (FII) MAGM11 anunciou a distribuição de R$ 0,12 por cota em dividendos aos investidores. Terão direito aos proventos os cotistas posicionados no fundo até 10 de setembro de 2026, enquanto o pagamento será realizado em 17 de setembro. Considerando o fechamento da cota em R$ 10,00 em agosto, o rendimento corresponde a um dividend yield de 1,20% no período. Para pessoas físicas, os rendimentos distribuídos pelo fundo são isentos de Imposto de Renda, desde que atendidas as condições previstas na legislação. Selic em 14% desafia FII, mas gestor do MAGM11 vê oportunidade na volatilidade O mercado de fundos imobiliários atravessa um período de elevada volatilidade, pressionado pela combinação entre juros ainda altos, incertezas fiscais e o ambiente eleitoral. Para Tomas Gouvêa, gestor do MAGM11, a taxa de juros continua sendo o principal fator por trás da reprecificação das cotas, embora o cenário também esteja criando oportunidades para investidores com horizonte de longo prazo. A Selic está atualmente em 14%, enquanto os juros reais dos títulos públicos indexados à inflação permanecem em níveis elevados. Na avaliação do gestor, esse ambiente mantém a renda fixa como uma alternativa competitiva e exige um prêmio maior dos ativos imobiliários negociados em Bolsa. “Quando a gente olha essa NTNB com alguns picos que a gente teve, acima de 8,5%, isso influencia muito diretamente essa reprecificação dos fundos imobiliários. Naturalmente, quando a gente teve outros momentos, há cinco ou seis anos, de grande fechamento dessas NTNBs, da redução da taxa Selic e, naturalmente, da redução do juro real, a gente viu um movimento oposto, uma reprecificação para cima dos fundos imobiliários”, afirmou Gouvêa. Segundo ele, o desconto das cotas já incorpora parte desse cenário de juros elevados. A volatilidade mais recente, porém, tem sido ampliada por fatores adicionais, como inflação, conflitos internacionais e a frustração com as expectativas de cortes de juros que existiam no início do ano. No começo de 2026, havia expectativa de que a Selic pudesse terminar o ano próxima de 12%, segundo as projeções acompanhadas pela equipe econômica da MAG Investimentos. O cenário, entretanto, mudou ao longo dos meses, levando a uma nova precificação dos ativos. “Quando a gente olha o macro, a gente tem esses dois grandes fatores que acabam influenciando, nesse momento, dado a volatilidade e dado o alto patamar de taxa de juros, negativamente as cotas dos fundos imobiliários. Isso é um fator macro que influencia diretamente toda a indústria”, disse.
Investimentos dos brasileiros chegam a R$ 9,1 trilhões e ampliam patrimônio financeiro
O volume de investimentos das pessoas físicas no Brasil atingiu R$ 9,1 trilhões no primeiro semestre de 2026, crescimento de 6,4% em relação ao final do ano passado. Os dados, divulgados pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) no início de setembro, mostram não apenas um aumento do patrimônio financeiro dos brasileiros, mas também um movimento de diversificação das carteiras. Entre os investidores de alta renda, o crescimento foi ainda maior. O segmento alcançou R$ 3,4 trilhões em investimentos, avanço de 7,8% no semestre. Já o segmento private chegou a aproximadamente R$ 2,8 trilhões. Os fundos de investimento também avançaram 9,6% no período, chegando a R$ 2,2 trilhões, com crescimento de categorias como fundos imobiliários e Fundos de Investimento em Participações, os FIPs. Para José Roberto Salazar, especialista em proteção e crescimento patrimonial e sócio da PR Private Partners, os números ajudam a revelar uma mudança no comportamento de quem já acumulou patrimônio e agora busca formas diferentes de protegê-lo e fazê-lo crescer. - Advertisement - “Quando o patrimônio aumenta, a discussão deixa de ser simplesmente sobre qual aplicação rende mais. O investidor começa a olhar para diversificação, proteção patrimonial e para a origem do retorno de cada investimento. É nesse momento que ativos privados e investimentos ligados à economia real passam a fazer mais sentido dentro da estratégia”, explica. Durante muitos anos, o investidor brasileiro concentrou grande parte de seus recursos em produtos bancários, renda fixa, fundos tradicionais e Bolsa. Esse cenário continua predominante, especialmente diante dos juros elevados, mas uma parcela dos investidores começa a buscar alternativas que não estejam diretamente expostas aos mesmos fatores de mercado. É nesse contexto que aparecem os chamados investimentos privados ou alternativos. São operações que podem envolver participações em empresas, projetos de energia e infraestrutura, crédito estruturado, precatórios, Sociedades de Propósito Específico (SPEs), Sociedades em Conta de Participação (SCPs) e outros ativos ligados diretamente à economia real. “Diversificar não significa simplesmente ter dez investimentos diferentes. Se todos eles respondem praticamente aos mesmos movimentos de juros, inflação ou mercado, existe uma concentração de risco que muitas vezes passa despercebida”, afirma Salazar. Uma das diferenças do mercado privado está justamente na estrutura das operações. Em vez de comprar apenas um produto disponível em uma instituição financeira, o investidor pode direcionar recursos diretamente para empresas, projetos ou operações específicas. Segundo Salazar, isso exige uma mudança também na forma de analisar o investimento. “Quando falamos de uma operação privada, é fundamental entender quem está recebendo o recurso, onde esse dinheiro será aplicado, qual é a capacidade de geração de caixa, quais são as garantias, a estrutura jurídica e os riscos envolvidos. Não é possível tomar uma decisão olhando apenas para a rentabilidade prometida”, afirma. O processo de análise, conhecido como due diligence, pode envolver avaliação financeira, societária, jurídica e reputacional das empresas e responsáveis pela operação. Na avaliação do especialista, essa etapa torna-se ainda mais importante à medida que cresce a oferta de investimentos alternativos no Brasil. “Quanto maior o número de oportunidades, maior precisa ser o filtro. O investidor deve olhar menos para a promessa de retorno e mais para a qualidade da estrutura que sustenta aquele investimento”, destaca. Mercado privado Outros números recentes também mostram esse movimento. Em julho, enquanto a indústria brasileira de fundos registrou resgates líquidos de R$ 25,3 bilhões, apenas três categorias encerraram o mês com entrada positiva de recursos: ETFs, Fiagros e FIPs, justamente os fundos voltados à participação em empresas. Para Salazar, o avanço não significa que os investimentos tradicionais estejam perdendo importância. “A renda fixa, a Bolsa e os fundos tradicionais continuam tendo funções fundamentais dentro de uma carteira. O mercado privado entra como mais uma camada de diversificação. A ideia não é substituir uma classe pela outra, mas construir um patrimônio menos dependente de um único cenário econômico”, explica. O próprio mercado de capitais brasileiro vive um momento de expansão. De janeiro a julho de 2026, as empresas levantaram R$ 429,8 bilhões por meio de ofertas no mercado de capitais, crescimento de 8,8% na comparação com o mesmo período de 2025. Apenas em julho foram R$ 67,9 bilhões. Esse aumento das formas de financiamento também abre espaço para uma aproximação maior entre empresas que buscam capital e investidores interessados em acessar diretamente projetos da economia real. “Existe um amadurecimento dos dois lados. Empresas estão descobrindo novas formas de financiar crescimento e investidores começam a compreender que existem oportunidades além das aplicações tradicionais. O desafio agora é fazer esse movimento com análise, governança e gestão de risco”, afirma Salazar. Para ele, o crescimento do patrimônio dos brasileiros tende a tornar essa discussão cada vez mais relevante. “Quanto maior o patrimônio, mais importante passa a ser entender como ele está distribuído, quais riscos estão concentrados e de onde vem cada fonte de retorno. A diversificação deixa de ser apenas uma busca por rentabilidade e passa a ser uma estratégia de preservação patrimonial”, conclui.
Bolsa cai sob impacto de pesquisas eleitorais, STF e commodities
Reuters – O Ibovespa fechou em queda nesta segunda-feira, pressionado particularmente pelo declínio da blue chip Vale, em meio ao recuo dos futuros do minério de ferro na China. Novas pesquisas eleitorais também ocuparam as atenções na bolsa paulista, enquanto investidores seguem atentos a potenciais reflexos da crise no STF e das investigações sobre o Banco Master na corrida presidencial. A primeira sessão da semana ainda teve como pano de fundo alertas sobre os riscos envolvendo IA e novo avanço dos preços do petróleo no mercado internacional. Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa recuou 0,91%, a 185.500,88 pontos, após marcar 183.813,36 pontos na mínima e 187.320,96 pontos na máxima. O volume financeiro no pregão somou R$24,4 bilhões. Pesquisa BTG/Nexus divulgada antes da abertura nesta segunda-feira mostrou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) soma agora 42% das intenções de voto no primeiro turno, ante 39% na pesquisa da semana passada, ao passo que o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 37%, ante 35% no levantamento anterior. O cenário de segundo turno continuou mostrando empate técnico, mas com Lula voltando a liderar com 47%, ante 45% na pesquisa anterior, enquanto Flávio se manteve com 46% das intenções de voto. Também nesta manhã a pesquisa Quaest divulgada pelo jornal O Globo mostrou Flávio com 42%, enquanto Lula soma 40% em um eventual segundo turno. Na pesquisa anterior, divulgada há uma semana, ambos estavam empatados numericamente com 41%. Ambos permanecem em empate técnico. O Nexus ouviu 2.003 pessoas entre os dias 11 e 13 de setembro e a Quaest ouviu também 2.003 pessoas, mas entre os dias 10 e 13 de setembro. Na visão de estrategistas do JPMorgan, a eleição presidencial brasileira de 2026 é o principal catalisador doméstico para os ativos brasileiros neste ano. “As pesquisas eleitorais vêm mostrando uma disputa mais apertada e agora estão dentro da margem de erro, tornando o resultado altamente incerto e reforçando a perspectiva de volatilidade elevada nos mercados no período em torno da eleição.” Investidores também continuam monitorando os potenciais desdobramentos da crise no Supremo Tribunal Federal e da retirada de sigilo de parte das investigações sobre o Banco Master, em particular as informações relacionadas ao filme “Dark Horse”, sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro. O ministro Flávio Dino, do STF, retirou no domingo o sigilo das investigações que apuram se houve desvio de emendas parlamentares para a realização do filme “Dark Horse” e determinou que a Polícia Civil de São Paulo encaminhe à Polícia Federal o material coletado nas investigações sobre o caso. Na terça-feira, as atenções estarão voltadas para a análise pelo STF do envolvimento do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo, com o Master. O julgamento da petição sobre Moraes refere-se a relatório da PF que implica Moraes e outras autoridades em uma série de condutas com o banqueiro Daniel Vorcaro e pessoas próximas a ele. No exterior, os mercados abriram pressionados por declarações do presidente-executivo da Anthropic, Dario Amodei, que defendeu no sábado que empresas de IA diminuam o ritmo de avanço das capacidades dos modelos por receio de uso indevido da inteligência artificial, o que foi endossado por Elon Musk, que dirige a xAI, e pelo CEO da OpenAI, Sam Altman. O presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira que os EUA já contam com medidas de segurança para regulamentar e processar judicialmente empresas de IA, parecendo minimizar as preocupações manifestadas por líderes do setor no fim de semana sobre o uso indevido da inteligência artificial. Em Nova York, o S&P 500 fechou com declínio de 0,48%. Em paralelo, o barril de petróleo sob o contrato Brent encerrou com elevação de 1,02%, a US$105,68, após novos ataques à infraestrutura energética da Arábia Saudita e a navios no Oriente Médio. A cotação chegou a avançar quase 5%, mas arrefeceu depois que Trump afirmou que o Irã desejava chegar a um acordo com Washington. DESTAQUES • VALE ON caiu 3,48%, em meio à queda dos futuros do minério de ferro na China. No setor de mineração e siderurgia, USIMINAS PNA recuou 4,74%, CSN ON perdeu 4,65% e GERDAU PN cedeu 3,98%. • PETROBRAS PN recuou 0,16%, conforme os preços do petróleo afastaram-se das máximas no exterior. A queda, a segunda consecutiva, vem após o papel renovar máximas na semana passada. • ITAÚ UNIBANCO PN caiu 0,89%, contaminado pelo viés mais vendedor no pregão como um todo. BRADESCO PN perdeu 1,4%, BANCO DO BRASIL ON recuou 1,65% e SANTANDER BRASIL UNIT cedeu 0,82%. • MRV&CO ON perdeu 3,31%, em dia negativo para construtoras, tendo como pano de fundo também o avanço nas taxas longas dos contratos de DI. O índice imobiliário na B3 recuou 1,73%. • TOTVS ON fechou em alta de 4,34%. Analistas do UBS BB destacaram que outubro pode marcar o ponto de inflexão da estratégia de monetização de IA da companhia. • HYPERA ON subiu 3,38%, tendo como pano de fundo relatório de analistas do Itaú BBA reiterando recomendação “outperform” e elevando preço-alvo da ação de R$32 para R$33. • AMBEV ON avançou 1,6%, revertendo as perdas da abertura, quando chegou a cair 1,6%, e fornecendo um contrapeso positivo relevante. (Por Paula Arend Laier; edição Igor Sodré)
Perguntas Frequentes sobre LSOI11
Qual é a cotação de LSOI11 hoje na B3?
Quanto a LSOI11 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de LSOI11?
O que significa o P/L e o P/VP de LSOI11?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
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