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KNSC11 Kinea Securities Fundo de Investimento Imobiliario – Cotação Hoje

Fundos Imobiliários 📈 Ação B3

Kinea Securities Fundo de Investimento Imobiliario

CNPJ: 35864448000138

Preço Atual
R$ 8,98
+0.45%

O ativo KNSC11 (Kinea Securities Fundo de Investimento Imobiliario) está sendo negociado hoje a R$ 8,98, acumulando uma variação de +0.45% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 8,47 e a máxima de R$ 9,32. A companhia está inserida no setor de Fundos Imobiliários, atuando no segmento de Multicategoria. O ativo possui histórico de distribuição de proventos aos investidores, permitindo calcular o dividendo médio e a margem de segurança para estratégias de renda passiva.

Abertura
R$ 8,94
Fec. Ant: R$ 8,99
Variação Dia
Min: R$ 8,91
Max: R$ 9,03
52 Semanas
Mín: R$ 8,47
Máx: R$ 9,32
Volume
546.760
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

Carregando gráfico...

Indicadores de Valuation

1.02
R$ 8,73
Enterprise Value
R$ 0,00 Mi

Sobre a KNSC11

Setor
Fundos Imobiliários
Indústria
Multicategoria
Market Cap
N/A
Descrição do Negócio

O KINEA SECURITIES FII RESPONSABILIDADE LIMITADA (KNSC11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Multicategoria, com gestão Ativa.

Administrador do Fundo
Nome
INTRAG DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS LTDA
CNPJ
62418140000131
Telefone
55 (11) 30726012
Endereço
AV BRIGADEIRO FARIA LIMA, 3400 - 10º Andar, ITAIM BIBI — SÃO PAULO/SP - CEP 04538132
RENDIMENTO R$ 0,1100
Pagamento: 13/08/2026
RENDIMENTO R$ 0,1000
Pagamento: 13/07/2026
RENDIMENTO R$ 0,1000
Pagamento: 12/06/2026
RENDIMENTO R$ 0,1000
Pagamento: 14/05/2026
RENDIMENTO R$ 0,1100
Pagamento: 14/04/2026
RENDIMENTO R$ 0,0800
Pagamento: 12/03/2026
RENDIMENTO R$ 0,0900
Pagamento: 12/02/2026
RENDIMENTO R$ 0,0900
Pagamento: 14/01/2026
RENDIMENTO R$ 0,0900
Pagamento: 11/12/2025
RENDIMENTO R$ 0,0900
Pagamento: 13/11/2025

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Investir em um fundo imobiliário costuma ser uma forma simples de buscar renda passiva sem precisar comprar um imóvel. Mas, antes de escolher um fundo, há uma decisão que pode ser tão importante quanto o próprio fundo: quem está cuidando do dinheiro. Entre 48 gestoras de fundos imobiliários com histórico completo de três anos, apenas três conseguiram superar o CDI entre 13 de julho de 2023 e 13 de julho de 2026, segundo um estudo exclusivo da Brick360. São elas: Cy.Capital, com retorno de 49%; Kinea, com 45,8%; e Riza Direct Lending, com 45,6%. O CDI, referência para aplicações de renda fixa, acumulou 43,8% no período. Já o IFIX, índice que acompanha uma carteira de fundos imobiliários, subiu 19,5%. Gestoras que superaram o CDI em três anos Gestora Retorno em 36 meses Volatilidade Queda máxima Segmento Cy.Capital 49,00% 18,20% −19,9% Papel Kinea 45,80% 10,70% −24,3% Papel Riza Direct Lending 45,60% 16,50% −20,2% Misto Manatí 41,10% 19,10% −23,6% Misto AF Invest 40,60% 12,20% −13,3% Papel O retorno mediano das gestoras ficou em 20,1%, praticamente em linha com o índice dos fundos imobiliários, mas menos da metade do CDI. A diferença entre as pontas positiva e negativa do ranking, porém, é o que mais chama atenção. Enquanto a primeira colocada (Cy.Capital) acumulou ganho de 49%, a Urca, última da lista, teve perda de 69,3%. Isso significa uma distância de 118,3 pontos percentuais. Ao todo, cinco gestoras terminaram o período com perdas superiores a 30%. Gestoras que ficaram para trás em três anos Gestora Retorno em 36 meses Volatilidade Queda máxima Segmento TG Core −38,2% 18,90% −47,2% Misto Devant −51,8% 29,10% −74,9% Papel Hectare −55,3% 32,10% −82,7% Papel Cartesia −68,1% 34,70% −76,3% Papel Urca −69,3% 24,10% −70,6% Papel Para Elias Santos Lima, fundador da Brick360 e responsável pelo levantamento, o resultado mostra para o investidor que a escolha de quem administra o dinheiro importa, principalmente quando se analisa uma janela mais longa. A régua, reconhece Lima, estava particularmente alta. Os três anos analisados foram marcados por juros altos, cenário em que as aplicações de renda fixa conseguiram entregar retornos bastante atrativos com menos risco. Por isso, bater o CDI não deveria ser entendido como uma obrigação para todo fundo imobiliário. A comparação ajuda, porém, a dimensionar o custo de abrir mão de uma aplicação de menor risco para investir em um ativo mais sujeito às oscilações do mercado. Retorno das 48 gestoras nos últimos três anos Posição Gestora Retorno 36 meses 1 Cy.Capital 49,00% 2 Kinea 45,80% 3 Riza Direct Lending 45,60% 4 Manatí 41,10% 5 AF Invest 40,60% 6 Riza Allocation 40,50% 7 WHG 40,40% 8 Polo Capital 39,60% 9 Tivio Capital 38,70% 10 Riza Agro 34,60% 11 REC (BRL Trust) 34,50% 12 Suno Asset 31,70% 13 HSI 29,20% 14 JiveMauá 29,00% 15 HSI (HSAF) 28,90% 16 Capitânia Capital 28,50% 17 SPX 28,20% 18 Bresco 27,80% 19 XP Asset 27,20% 20 BTG Asset 27,00% 21 BTG (BROF) 24,80% 22 Capitânia 24,00% 23 Valora 21,30% 24 Pátria (Fundos) 20,20% 25 Bradesco Asset 20,00% 26 TRX 18,30% 27 Unitas (FATN) 17,70% 28 Rio Bravo 17,50% 29 Banestes 16,90% 30 Pátria VBI Securities 16,10% 31 Hedge 13,50% 32 Alianza 12,80% 33 Fator 12,10% 34 Zagros 11,50% 35 Rio Bravo (RCRB) 9,70% 36 Vinci Compass 9,70% 37 Life Capital 6,60% 38 Ibiuna 6,30% 39 Pátria VBI Asset 6,20% 40 Tellus 4,20% 41 Monte Bravo (KNVO) 2,20% 42 Safra Asset -0,10% 43 Mérito -13,10% 44 TG Core -38,20% 45 Devant -51,80% 46 Hectare -55,30% 47 Cartesia -68,10% 48 Urca -69,30% Mais risco não significou mais retorno Em teoria, aceitar mais risco deveria vir acompanhado da possibilidade de obter um retorno maior. Nos últimos três anos, porém, aconteceu o contrário entre as gestoras analisadas. A correlação entre a oscilação dos resultados e o retorno acumulado foi negativa em 0,63. Em termos práticos, as gestoras que mais oscilaram foram, em geral, justamente aquelas que tiveram os piores resultados. As três primeiras colocadas conseguiram combinar retornos elevados com níveis de oscilação relativamente contidos. A Kinea, por exemplo, teve volatilidade anualizada de 10,7%, a menor entre as gestoras que ficaram no topo. A Cy.Capital apresentou 18,2%, enquanto a Riza ficou em 16,5%. No outro extremo, Cartesia e Hectare tiveram volatilidade de 34,7% e 32,1%, respectivamente, enquanto as perdas acumuladas foram de 68,1% e 55,3%. O mesmo setor nos melhores e piores resultados Dos três primeiros colocados do ranking, dois são gestores com forte atuação em fundos de recebíveis, também conhecidos como fundos de “papel”. Ao mesmo tempo, as quatro últimas posições - Devant, Hectare, Cartesia e Urca - também são ocupadas por gestoras classificadas nesse mesmo segmento de recebíveis. A explicação para esses dois extremos está, em parte, na diferença entre os tipos de crédito que entram nessas carteiras. Os fundos de recebíveis compram títulos de dívida ligados ao mercado imobiliário, principalmente os Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs). Dentro desse universo, há operações consideradas de menor risco (“high grade”) e outras que oferecem uma remuneração maior justamente porque carregam mais possibilidade de problemas (“high yield”). Nesse último caso, em vez de buscar apenas operações mais conservadoras, o gestor aceita financiar negócios de maior risco em troca de uma remuneração maior. O problema aparece quando o risco se materializa. “Quando há problemas dentro dos CRIs, começa a inadimplência, começa a perder o principal”, avalia Lima. Ele comenta que essa é uma diferença importante em relação à percepção que muitos investidores têm ao comprar um fundo imobiliário. “Quando se pensa em um imóvel físico, é mais intuitivo imaginar o risco de perder parte do aluguel ou ter uma vacância. Em uma carteira de crédito mais arriscada, porém, existe também a possibilidade de o devedor não pagar e o fundo ter uma perda sobre o próprio dinheiro investido naquela operação”, explica. Foi justamente esse tipo de risco que apareceu nas últimas posições do ranking. A Hectare, por exemplo, teve uma queda máxima de 82,7% entre um ponto de maior valor e o menor valor observado no período. A Devant teve perda máxima de 74,9%, enquanto Cartesia e Urca registraram quedas máximas de 76,3% e 70,6%, respectivamente. Por outro lado, os fundos de “papel” que adotaram estratégias mais conservadoras, especialmente aqueles com exposição a operações remuneradas pelo CDI, estiveram entre os destaques do período. O ranking olha para o retrovisor A janela de três anos coincidiu com um período bastante favorável para a renda fixa. Nesse cenário, os fundos de recebíveis com estratégias mais conservadoras conseguiram capturar uma remuneração maior sem precisar assumir o mesmo grau de risco de uma carteira de crédito mais arriscada. Mas o cenário pode mudar. Se os juros começarem a cair, a remuneração oferecida por operações ligadas ao CDI também tende a diminuir. Por isso, olhar apenas para os vencedores do último ciclo não é um bom caminho para decidir onde investir daqui para frente. “Os que desempenharam muito bem foram os fundos menos arriscados e principalmente ligados ao CDI, que está muito alto”, diz Lima. “Não acho que essa vai ser a dinâmica do próximo ciclo”. Nesse cenário, os fundos que investem em imóveis físicos, chamados de fundos de “tijolo”, podem ganhar espaço na carteira do investidor. Mas isso não significa simplesmente trocar papel por tijolo. É preciso entender onde cada gestora tem experiência e como ela se comporta em diferentes cenários. Uma boa gestora não é necessariamente boa em tudo A Brick360 passou a analisar o histórico das gestoras também de acordo com os segmentos em que elas atuam. A ideia é evitar que o investidor transforme o desempenho de uma casa em uma espécie de “selo geral de qualidade". Isso porque uma gestora pode ter um histórico muito bom em recebíveis, mas não necessariamente apresentar o mesmo desempenho em galpões logísticos, shoppings ou escritórios. “Essa expertise não é tão transferível assim”, afirma Lima. A lógica vale para o investidor que monta uma carteira com diferentes tipos de fundos. Em vez de perguntar apenas se determinada gestora é boa, a pergunta passa a ser: boa em quê? Para quem está acostumado a associar fundo imobiliário a aluguel de imóveis, entrar no universo de recebíveis, por exemplo, significa navegar por um mercado de crédito que envolve riscos diferentes. “Você começa a navegar num mar que não domina. E, tendo como capitão do barco um gestor que não tem um bom histórico, corre risco demais”, diz Lima. — Foto: Getty Images

Em meio à crise da Casas Bahia, HSML11 desaba 9,14%; IFIX sobe
Fundos Imobiliários Brasileiros 18/08/2026

Em meio à crise da Casas Bahia, HSML11 desaba 9,14%; IFIX sobe

Em meio à crise da inquilina Casas Bahia, HSML11 desaba 9,14%; IFIX sobe 0,33% Marcelo Monteiro 18/08/2026 às 18:50 2 minutos de leitura Atualizado em: 18/08/2026 às 18:50 O IFIX encerrou o pregão desta terça-feira (18) aos 3.666,83 pontos, com alta de 0,33%, equivalente a um avanço de 12,13 pontos em relação ao fechamento anterior, de 3.654,70 pontos. Durante a sessão, o índice de fundos imobiliários registrou mínima de 3.642,78 pontos e máxima de 3.666,97 pontos. A abertura ocorreu aos 3.654,70 pontos, e o fechamento ficou 0,14 ponto abaixo da máxima intradiária. No intervalo de 52 semanas, o IFIX apresenta mínima de 3.422,69 pontos e máxima de 3.944,38 pontos. No pregão desta terça-feira, o índice terminou acima do fechamento anterior de 3.654,70 pontos. O sobe-e-desce dos FIIs Entre os fundos imobiliários, o BCIA11 (FII Bradesco Carteira Imobiliária) registrou a maior alta do pregão, com valorização de 2,51%, equivalente a R$ 2,11, e encerrou o dia cotado a R$ 86,13. Na sequência, o TGAR11 (FII TG Ativo Real) avançou 2,45%, equivalente a R$ 1,08, com preço de fechamento em R$ 45,23. No lado das quedas, o HSLG11 (FII HSI Logística) teve a maior baixa do dia, com recuo de 9,14%, equivalente a R$ 7,29, encerrando o pregão cotado a R$ 72,51. Com mais de 30% de sua receita ligada à Casas Bahia, o fundo imobiliário voltou a cair em meio à incerteza sobre o futuro da rede varejista, imersa em uma forte crise financeira. Logo atrás, o TRBL11 (FII Tellus Rio Bravo Renda Logística) caiu 3,26%, equivalente a R$ 1,59, com fechamento em R$ 47,81. GGRC11 lidera negócios Entre os FIIs mais negociados do pregão, o GGRC11 (Zagros Renda Imobiliária FII) liderou em volume, com 2,17 milhões de cotas negociadas e alta de 0,44%, seguido pelo MXRF11 (Maxi Renda Fundo de Investimento Imobiliário), com 1,59 milhão de cotas e avanço de 0,11%. O GARE11 (FII Guardian Logística) movimentou 969,33 mil cotas e subiu 0,37%; o CPTS11 (Capitania Securities II Fundo de Investimento Imobiliário) teve volume de 881,13 mil cotas negociadas e alta de 0,55%; e o KNSC11 (Kinea Securities Fundo de Investimento Imobiliário) movimentou 759,94 mil cotas, com valorização de 0,79%.

IFIX sobe 0,33% nesta terça; em meio à crise da inquilina Casas Bahia, HSML11 cai 9,14%
Fundos Imobiliários Brasileiros 18/08/2026

IFIX sobe 0,33% nesta terça; em meio à crise da inquilina Casas Bahia, HSML11 cai 9,14%

IFIX sobe 0,33% nesta terça; em meio à crise da inquilina Casas Bahia, HSML11 cai 9,14% O IFIX encerrou o pregão desta terça-feira (18) aos 3.666,83 pontos, em alta de 0,33%. O desempenho representou avanço de 12,13 pontos frente ao fechamento anterior, de 3.654,70 pontos, mantendo o índice em terreno positivo ao fim da sessão. Ao longo do dia, o índice de fundos imobiliários oscilou entre a mínima de 3.642,78 pontos e a máxima de 3.666,97 pontos. A abertura ocorreu em 3.654,70 pontos, e o encerramento ficou 0,14 ponto abaixo da maior marca intradiária. No horizonte de 52 semanas, o IFIX registra mínima de 3.422,69 pontos e máxima de 3.944,38 pontos. No pregão desta terça-feira, o índice terminou acima do fechamento anterior de 3.654,70 pontos, reforçando a variação positiva do dia. IFIX: destaques de altas e quedas Entre os fundos imobiliários, BCIA11 (FII Bradesco Carteira Imobiliária) liderou as altas do pregão, com valorização de 2,51%, equivalente a R$ 2,11, encerrando o dia cotado a R$ 86,13. Na sequência, TGAR11 (FII TG Ativo Real) avançou 2,45%, movimento de R$ 1,08, e fechou a R$ 45,23. No campo negativo, HSLG11 (FII HSI Logística) teve a maior baixa, com recuo de 9,14%, equivalente a R$ 7,29, terminando a sessão a R$ 72,51. Com mais de 30% de sua receita relacionada à Casas Bahia, o fundo voltou a cair em meio à incerteza quanto ao futuro da varejista, que enfrenta forte crise financeira. Logo depois, TRBL11 (FII Tellus Rio Bravo Renda Logística) caiu 3,26%, variação correspondente a R$ 1,59, e encerrou o dia negociado a R$ 47,81. As movimentações refletiram um pregão de ajustes entre os principais segmentos representados no índice. IFIX: FIIs mais negociados no pregão Entre os fundos com maior volume, GGRC11 (Zagros Renda Imobiliária FII) liderou a liquidez, com 2,17 milhões de cotas negociadas e alta de 0,44% no fechamento. Em seguida, MXRF11 (Maxi Renda Fundo de Investimento Imobiliário) movimentou 1,59 milhão de cotas, avançando 0,11% na sessão. Na mesma direção, GARE11 (FII Guardian Logística) teve giro de 969,33 mil cotas e subiu 0,37% ao final do dia. CPTS11 (Capitania Securities II Fundo de Investimento Imobiliário) registrou volume de 881,13 mil cotas, com alta de 0,55% no fechamento. Completando a lista entre os mais negociados, KNSC11 (Kinea Securities Fundo de Investimento Imobiliário) somou 759,94 mil cotas transacionadas, com valorização de 0,79% na sessão. Os volumes concentrados nesses ativos ajudaram a dar a tônica do pregão para o índice de fundos imobiliários. No agregado, a sessão mostrou o IFIX em leve recuperação frente ao dia anterior, com desempenho positivo sustentado por ganhos pontuais em carteiras específicas e por liquidez concentrada em alguns dos principais fundos da carteira teórica. A trajetória intradiária, a proximidade do fechamento com a máxima e o posicionamento dentro do intervalo de 52 semanas completam o retrato do movimento observado nesta terça-feira.

Perguntas Frequentes sobre KNSC11

Qual é a cotação de KNSC11 hoje na B3?
A cotação de KNSC11 hoje está em R$ 8,98. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 8,91 e máxima de R$ 9,03.
Quanto a KNSC11 paga de dividendos?
A empresa distribui proventos periodicamente na forma de dividendos e JCP (Juros sobre Capital Próprio). Você pode conferir a tabela completa com as últimas datas de corte (Data Com) e pagamento na seção de Dividendos acima.
Como calcular o Preço Teto de KNSC11?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de KNSC11 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de KNSC11?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

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