INEP4F Inepar SA Industria e Construcoes Pfd – Cotação Hoje
Inepar SA Industria e Construcoes Pfd
Selo de Investimento:
⚠️ AtençãoAtende a 0 de 12 critérios. Alguns múltiplos ou métricas de endividamento exigem cautela.
Checklist Fundamentalista de 12 Critérios
Critérios auditados automaticamenteA dívida líquida da empresa é menor que o lucro líquido dos últimos 12 meses
Retorno sobre o Patrimônio Líquido historicamente superior a 5%
Histórico consistente de distribuição de proventos acima de 4% a.a.
Crescimento de receitas ou lucros superior a 5% nos últimos anos
Preço sobre Valor Patrimonial negociado abaixo de 5x
Atuação em setor perene e consolidado há mais de um século
Companhia de grande porte, alta liquidez e liderança setorial
Companhia fundada há mais de 30 anos com histórico comprovado
Preço sobre Lucro negociado abaixo de 30x
Alavancagem financeira controlada com Dívida Líquida/EBITDA menor que 2x
Enterprise Value sobre EBIT operacional negociado abaixo de 7x
Proteção aos acionistas minoritários com Tag Along de 80% a 100%
Método Barsi (Preço Teto)
Estratégia focada em renda passiva com cálculo do preço máximo para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base na média dos últimos 5 anos.
Fórmula de Graham (Preço Justo)
Fórmula de Benjamin Graham determinando o valor intrínseco a partir dos múltiplos conservadores de P/L ≤ 15 e P/VP ≤ 1,5.
Resumo Fundamentalista de INEP4F
O ativo INEP4F (Inepar SA Industria e Construcoes Pfd) está sendo negociado hoje a R$ 1,21, acumulando uma variação de -7.63% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 0,86 e a máxima de R$ 2,38.
Histórico de Cotação: INEP4F
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores de Valuation
Indicadores de Endividamento
Sobre a INEP4F
Dividendos
Nenhum dividendo
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Petrobras supera R$ 700 bilhões de valor de mercado e bate recorde após nova descoberta no Amapá
A Petrobras bateu, nesta sexta-feira (02/10/26), seu recorde de valor de mercado, ao atingir R$ 700,08 bilhões no encerramento do pregão na B3, a Bolsa de Valores de São Paulo. Foi a primeira vez na história que a companhia ultrapassou a marca de R$ 700 bilhões. Somente nesta sexta-feira, a empresa adicionou R$ 20,9 bilhões ao seu valor de mercado, devido à forte valorização de seus papéis na B3 e apesar da estabilidade do preço do brent na mesma data. As ações preferenciais avançaram 2,81%, enquanto as ordinárias registraram alta de 3,25%. O movimento de alta foi impulsionado pelo anúncio de uma nova descoberta de petróleo em águas ultraprofundas, na Bacia Sedimentar da Bacia da Foz do Amazonas, na Margem Equatorial brasileira. Foi a segunda descoberta no poço exploratório Morpho, perfurado no bloco FZA-M-59, a 175 km da costa do estado do Amapá. Recordes e produção em alta Ao longo de 2026, a Petrobras atingiu recorde de valor de mercado três outras vezes: em 15 de setembro, quando atingiu R$ 692,35 bilhões; em 14 de abril, com R$ 680,10 bilhões; e em 30 de março, com R$ 677,24 bilhões. Os sucessivos recordes seguem o movimento também inédito da produção de petróleo da companhia este ano, que avançou de 2,5 milhões de barris por dia, em média, no primeiro trimestre, para a marca de quase 3 milhões de barris por dia, em setembro. “O mercado tem reconhecido e precificado o incremento da nossa produção de petróleo, o aumento do fator de utilização das refinarias e a busca pela recomposição de reservas, com a abertura de novas fronteiras exploratórias, como a Margem Equatorial. O desempenho da Petrobras vai além dos efeitos do cenário internacional e está associado também à evolução dos resultados e à performance operacional da companhia”, disse a presidente da Petrobras, Magda Chambriard. Geração de valor Em 2026, a Petrobras também se destaca entre as grandes petroleiras (majors) pela geração de valor. De janeiro a setembro, a soma do aumento de valor de mercado da Petrobras com os proventos (dividendos e juros sobre capital próprio) gerados representaram um resultado de cerca de 185% (em US$) de geração de valor. O resultado está bem acima do registrado por outras grandes petroleiras, como Chevron (138%), ExxonMobil (138%), TotalEnergies (135%), Shell (133%) e BP (131%).
Eleição à vista, dólar na carteira: as 9 melhores ações internacionais para ter agora
Publicidade Na véspera do primeiro turno, com as pesquisas indicando disputa acirrada até o fim, especialistas reforçam a recomendação de manter parte do patrimônio no exterior. O argumento é o de proteção: em momentos de estresse político, o real tende a perder valor, e os ativos em dólar se valorizam quando convertidos para reais, compensando parte das perdas na bolsa e na renda fixa locais. Para o investidor que prefere não abrir conta fora do país, os BDRs negociados na B3 cumprem esse papel. É esse o espaço que as carteiras de ações internacionais das sete casas consultadas pelo InfoMoney buscam ocupar em outubro. Alphabet, Amazon, Exxon Mobil e Micron dividem a liderança, com quatro indicações cada, em lista que vai além da tecnologia, com J.P. Morgan e Eli Lilly entre os nove nomes mais citados. Na distribuição sugerida pelos especialistas, o investidor conservador pode manter entre 15% e 20% do patrimônio em dólar, o moderado, ao menos 30%, e o mais arrojado, entre 30% e 50%. Uma das carteiras consultadas descreve a própria função como proteção contra o risco país, e outra casa dobra o peso da bolsa americana na sua alocação de referência no cenário em que o resultado da eleição pressiona o câmbio Lá fora, o pano de fundo também pede cautela. O Federal Reserve elevou os juros em setembro para a faixa entre 3,75% e 4% ao ano, a primeira alta desde 2023, e a alta dos rendimentos dos títulos americanos levou uma das casas a buscar teses com balanços mais sólidos e geração de caixa mais previsível. Empresa Nº de recomendações Retorno no mês (%) Alphabet (GOGL34) 4 3,07 Amazon (AMZO34) 4 -3,59 Exxon Mobil (EXXO34) 4 1,35 Micron (MUTC34) 4 12,32 Eli Lilly (LILY34) 3 -0,42 Nvidia (NVDC34) 3 4,20 Microsoft (MSFT34) 3 0,57 JPMorgan (JPMC34) 3 -7,01 Apple (AAPL34) 3 5,36 Nasdaq Composite – 1,86 S&P 500 – -0,45 Fontes: Ágora Investimentos, BTG Pactual, Genial Investimentos, Itaú BBA, Santander, Terra Investimentos, XP Investimentos, com dados da Economatica Alphabet (GOGL34) A controladora do Google aparece nas carteiras pela posição nas buscas online, com cerca de 90% de participação de mercado, e pelos efeitos de rede que atraem anunciantes. As teses citam ainda o avanço do Google Cloud nas receitas, o ganho de espaço do YouTube em publicidade e assinaturas e a integração da inteligência artificial aos principais produtos. A Waymo, de veículos autônomos, e o desenvolvimento de chips próprios para IA são tratados como opcionalidades. Amazon (AMZO34) A tese se apoia no crescimento da AWS, líder em computação em nuvem, e nas oportunidades de expansão em inteligência artificial, que se somam ao varejo digital e ao streaming. Em uma das carteiras, o peso da ação subiu de 8% para 10% em outubro, pela visão favorável às grandes provedoras de nuvem e pelo valuation, e outra vê espaço para o BDR voltar a testar as máximas. Continua depois da publicidade Exxon Mobil (EXXO34) A petroleira cumpre nas carteiras a função de proteção contra inflação e risco geopolítico, com um contexto geopolítico mais volátil sustentando o prêmio de risco no preço do petróleo. As casas destacam o valuation de cerca de 13 vezes o lucro estimado para 2026, as margens de refino elevadas pela oferta global restrita e a consolidação do setor, que deve reduzir despesas e ampliar margens. Em uma das carteiras, foi a única posição fora da tecnologia a ganhar peso no mês. Micron (MUTC34) A fabricante de memórias tem a tese mais ligada ao ciclo de investimento em inteligência artificial. Com os preços de DRAM subindo mais de 400% em doze meses e a capacidade de memória de alta largura de banda (HBM) praticamente vendida, a companhia divulgou em 30 de setembro receita trimestral de US$ 54,2 bilhões, acima dos US$ 51,1 bilhões esperados, e projetou US$ 61,5 bilhões para o trimestre seguinte. A Micron perde a liderança isolada que tinha em setembro, em parte porque uma das casas a trocou pela SK Hynix, em busca de uma exposição mais concentrada em HBM. Eli Lilly (LILY34) A farmacêutica entra no ranking puxada pela tirzepatida, vendida como Mounjaro para diabetes e Zepbound para obesidade, e pela expansão do mercado de medicamentos GLP-1. No segundo trimestre, a receita cresceu 45% na comparação anual, e as casas citam o orforglipron, versão oral do tratamento, como próximo vetor de crescimento. Uma das carteiras aponta desconto de 29% em relação à média histórica de preço sobre lucro. Os riscos mencionados são a concorrência da Novo Nordisk e a pressão de seguradoras e governos sobre os preços. Continua depois da publicidade Nvidia (NVDC34) A fabricante de processadores perde uma indicação em relação a setembro e segue como a principal fornecedora de infraestrutura para a inteligência artificial generativa, com cerca de 80% do mercado de GPUs para data centers. Em uma das carteiras, a Nvidia ganhou peso e passou a ser a maior posição, com o argumento de que a ação negocia perto das mínimas históricas de múltiplo, a 14,4 vezes o lucro projetado para 2027. Microsoft (MSFT34) A empresa é recomendada pela integração da inteligência artificial ao pacote Office e ao Bing e pela expansão do Azure, que sustenta um novo ciclo de crescimento em nuvem. No último trimestre fiscal, a receita somou US$ 90 bilhões, alta de 18%. As casas destacam ainda as barreiras de entrada e o efeito de rede do portfólio, e uma das carteiras aumentou a posição no mês. JPMorgan (JPMC34) O maior banco dos Estados Unidos entra na lista depois de substituir o Bank of America em uma das carteiras, numa troca justificada pela busca de mais qualidade no setor financeiro. Os argumentos são o índice de capital CET1 de 14,1%, a diversificação entre varejo, cartões, gestão de patrimônio e banco de investimento e a rentabilidade acima dos pares, com retorno sobre o patrimônio tangível de 23,5%. As casas citam também os ganhos de eficiência com inteligência artificial e um pipeline de operações de mercado de capitais em alta. Continua depois da publicidade Apple (AAPL34) A fabricante do iPhone volta à lista depois de ter ficado de fora em setembro, quando a pressão dos preços de memória sobre as margens pesou nas recomendações. As carteiras que a incluem destacam o ecossistema integrado de produtos, que retém os usuários, o aumento consistente dos preços médios de venda e o peso crescente dos serviços, que reduz o caráter cíclico das receitas. No último trimestre fiscal, a receita avançou 16% na comparação anual.
Fundos imobiliários (FIIs): Veja 12 para ter na carteira em outubro, segundo o Itaú BBA – Money Times
Fundos imobiliários (FIIs): Veja 12 para ter na carteira em outubro, segundo o Itaú BBA (Imagem: MicroStockHub/iStock) O Itaú BBA optou por manter inalterada sua carteira recomendada de fundos imobiliários (FIIs) para o mês de outubro, que segue composta por 12 veículos. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Em relatório, os analistas Fausto Menezes e Larissa Gatti Nappo afirmaram que mantêm a preferência por FIIs de papel (crédito), devido ao cenário que “permanece favorável no curto prazo”. “Nossa visão é baseada na projeção de pausa do atual ciclo de cortes de juros, no qual a expectativa é de uma Selic de 13,75% ao ano ao fim de 2026, o que favorece os rendimentos dos fundos [de papel] indexados ao CDI”, escreveram. “Já para os FIIs [de papel] atrelados ao IPCA, seguimos com a projeção de inflação de 5,1% para 2026, sendo que os dados correntes apontam uma janela benigna no curto prazo, mas com alimentos e serviços reacelerando no quarto trimestre, o que tende a beneficiar esses fundos, reforçando a tese de que podem representar alternativas relevantes dentro de diferentes cenários de investimento”, acrescentaram. Quanto aos fundos de tijolo, a dupla afirmou que, ao analisar os fundamentos da classe, observa bases sólidas e ciclos positivos. Apesar disso, pontuou que a continuidade desse desempenho depende, em parte, da evolução da atividade econômica. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE “Caso as condições financeiras permaneçam restritivas por um período prolongado, a tendência positiva atualmente observada poderá perder força. Vale notar que já observamos sinais de desaceleração econômica, mas ainda sem reflexos relevantes para o mercado de fundos imobiliários”, disseram Menezes e Nappo. “Além disso, esses fundos [de tijolo] são mais sensíveis à reprecificação das curvas de juros, o que pode aumentar a volatilidade diante do cenário atual. Ainda assim, enxergamos espaço para valorização adicional, sustentada pelo desconto remanescente e pelo bom momento operaciona”, prosseguiram. Carteira recomendada do Itaú BBA Com isso, a distribuição por segmento da carteira recomendada de FIIs do BBA segue da seguinte forma: Recebíveis (ativos financeiros): 32% 32% Logística: 21% 21% Multiestratégia: 17% 17% Shoppings: 15% 15% Lajes corporativas: 11% 11% Varejo: 5% Em setembro, o portfólio escolhido pelo banco registrou queda de 0,3%, ante recuo de 0,23% do IFIX, principal índice de fundos imobiliários da bolsa de valores (B3). CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE No acumulado de 2026, porém, o desempenho da carteira é positivo em 2,1%, contra desvalorização de 0,53% do indicador referencial (benchmark). Segundo o BBA, o mês passado foi marcado pela continuidade do ambiente de cautela no mercado de fundos imobiliários. Entre os fatores que contribuíram para esse cenário, o banco citou tensões geopolíticas globais, o período eleitoral e os juros elevados. “Esse contexto manteve a pressão sobre o IFIX, fazendo com que o índice encerrasse mais um mês no negativo. Além disso, o aumento dos pedidos de recuperação judicial tem chamado a atenção no noticiário e, em nossa avaliação, pode ter contribuído para uma postura mais cautelosa dos investidores”, afirmou a casa. “O aumento dos pedidos de recuperação judicial ganha relevância para a indústria imobiliária, especialmente pelos potenciais impactos sobre o pagamento de aluguéis, a ocupação dos ativos e as garantias […] Até o momento, contudo, não identificamos evidências suficientes de uma deterioração generalizada dos fundamentos do setor”, acrescentou. Confira os FIIs recomendados pelo Itaú BBA para outubro: Fundo (ticker) Setor Peso HGRU11 Varejo 5,00% HSML11 Shopping center 7,50% XPML11 Shopping center 7,50% BRCO11 Logístico 8,50% BTLG11 Logístico 8,50% KNRI11 Híbrido 8,50% PVBI11 Lajes corporativas 6,50% ITRI11 Multiestratégia 5,00% KNHF11 Multiestratégia 11,50% KNIP11 Ativos financeiros (Papel) 11,50% KNUQ11 Ativos financeiros (Papel) 10,00% KNCR11 Ativos financeiros (Papel) 10,00% CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Perguntas Frequentes sobre INEP4F
Qual é a cotação de INEP4F hoje na B3?
Quanto a INEP4F paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de INEP4F?
O que significa o P/L e o P/VP de INEP4F?
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