INDE11 Inter Desenvolvimento Fundo de Investimento Imobiliario – Cotação Hoje
Inter Desenvolvimento Fundo de Investimento Imobiliario
Selo de Investimento:
⚠️ AtençãoAtende a 1 de 11 critérios. Alguns múltiplos de valuation, histórico ou liquidez exigem atenção.
Checklist Fundamentalista de 11 Critérios
Critérios de consistência e valuation auditadosRetorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano
Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses
Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial
Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito
Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente
Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência
Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book
Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária
Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos
Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias
Nível de ocupação saudável dos imóveis para garantir a receita de aluguéis (Ignorado para fundos de papel)
Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)
Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.
Composição da Carteira & Ativos do Fundo
📊 Alocação por Classe de Ativo
Consulte o Raio-X completo de ativos, passivos, alavancagem, cotistas e histórico de 12 meses do INDE11.
Resumo Fundamentalista de INDE11
O ativo INDE11 (Inter Desenvolvimento Fundo de Investimento Imobiliario) está sendo negociado hoje a R$ 59,99, acumulando uma variação de -0.02% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 55,00 e a máxima de R$ 111,43. O fundo atua no segmento de Desenvolvimento, registrando um Dividend Yield (12M) de 0,00% e indicador P/VP de 1,00x.
Histórico de Cotação: INDE11
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)
Sobre a INDE11
Dividendos
Nenhum dividendo
encontrado
Outros FIIs do Segmento Desenvolvimento
Ver Todos os FIIsNotícias relacionadas
A Blizzard voltou? 5 sinais de que o estúdio está mais vivo do que nunca
Uma coisa de que ninguém tem dúvida é a importância da Blizzard para a indústria dos games, em especial quando falamos do cenário de jogos para PC. A produtora revolucionou todos os gêneros que tocou: ARPG (Diablo), RTS (StarCraft), MMORPG (World of Warcraft) e hero shooter (Overwatch). Continua após a publicidade Apesar de todas essas contribuições, ela passou por problemas gravíssimos na virada da década de 2020. Há cinco anos, um escândalo trabalhista e de cultura tóxica estourou nos corredores da Blizzard, levando a desenvolvedora aos tribunais da Califórnia para responder sobre assédio sexual, discriminação e cultura de fraternidade contra funcionárias. Além das várias denúncias gravíssimas, a empresa fez reestruturações para estancar o sangramento, mas não parou aí. A Blizzard também começou a perder popularidade entre os jogadores com lançamentos como o jogo de celular Diablo Immortal, o problemático lançamento de Warcraft III: Reforged e a conturbada sequência de Overwatch. Todas as polêmicas e crises de imagem pública foram um fator para levar a Blizzard e a Activision à venda para a Microsoft em 2023. Logo depois da aquisição, a dona do XBOX cancelou um jogo que estava em desenvolvimento há seis anos e conduziu algumas reestruturações e demissões em massa. O Canaltech está no WhatsApp! Entre no canal e acompanhe notícias e dicas de tecnologia WhatsApp Continua após a publicidade Mais recentemente, a Blizzard voltou a ser envolvida em um novo processo que acusa a produtora de tentativa de estupro e assédio contínuo, além de uma cultura tóxica na qual as mulheres são desvalorizadas (bem parecido com o que aconteceu em 2021). As polêmicas seguem acompanhadas de notícias mais positivas para os fãs da marca, embora pareça que os problemas culturais e estruturais da empresa estejam longe de acabar. Vale notar que esses pontos positivos, que sugerem um retorno da Blizzard, não vão acobertar nenhum dos sérios problemas citados acima. 5. BlizzCon 2026 com recorde de audiência A Blizzard sempre apoiou e depende muito da comunidade de jogadores que segue com a produtora há décadas. Uma forma de reconhecer e mensurar esse apoio é por meio da BlizzCon, evento voltado para novidades, anúncios e encontros das comunidades de todos os jogos da Blizzard. Vale notar que a companhia pulou as edições de 2024 e 2025 da BlizzCon, em um verdadeiro sumiço da indústria quanto a novidades relevantes. O evento só voltou na BlizzCon 2026, que registrou um recorde histórico ao reunir 12,5 milhões de espectadores ao vivo entre os dias 12 e 13 de setembro. O marco mostra como a comunidade segue firme e apoia a Blizzard (mesmo depois de inúmeros tropeços). 4. Série animada de Diablo na Netflix Um dos grandes anúncios da BlizzCon 2026 foi que Diablo receberá uma adaptação em série animada na Netflix. A novidade foi revelada pela presidente da Blizzard, Johanna Faries. Apesar de parecer algo simples, isso significa que a produtora está tentando expandir suas marcas, que já têm uma qualidade fantástica quando o assunto é animação. Continua após a publicidade Vale lembrar que estamos na era de ouro das adaptações de jogos, após décadas recebendo material cinematográfico de cunho duvidoso. Basta ver o exemplo de Cyberpunk: Mercenários, que alavancou o RPG da CD Projekt e fez crescer o interesse pelo jogo após um lançamento catastrófico. 3. Renascimento dos jogos A Blizzard também tem se esforçado para manter seus lançamentos atualizados. Um exemplo disso é o retorno de Heroes of the Storm, que recebeu uma nova heroína após enfrentar um hiato severo de sete anos devido ao remanejamento da equipe de desenvolvimento e à falta de investimento no MOBA. Continua após a publicidade Outro jogo que passou por poucas e boas foi Warcraft III: Reforged, que receberá uma nova campanha do Reino Esquecido pela primeira vez em 23 anos. A novidade virá acompanhada de um pacote massivo de atualizações que promete uma grande melhoria gráfica e a reformulação de ferramentas como o editor de mundos. 2. Overwatch perde o "2" Mas não é só de BlizzCon que vive o bom momento da Blizzard. No início deste ano, a produtora anunciou uma reformulação em Overwatch 2. O lançamento da sequência do hero shooter foi conturbado, com direito ao cancelamento total do conteúdo PvE prometido, mudança para o modelo free-to-play e monetização agressiva. Continua após a publicidade A Blizzard entrou numa crise de imagem pública por essa e outras decisões, como acabar com a Overwatch League, um importantíssimo ativo para a comunidade do hero shooter. Além de perder o "2" no título, Overwatch também contou com rebranding de interface, adição de heróis e reformulação na jogabilidade. Logo após o anúncio das mudanças, o jogo bateu o maior pico de jogadores da história no Steam e mantém números positivos até hoje. Isso mostra como a empresa está disposta a mudar, mesmo com tropeços retumbantes, como em Overwatch 2. 1. Lineup de jogos até 2030 Por fim, o que faz uma produtora de games se mover são os jogos, e a Blizzard promete mundos e fundos até pelo menos 2030. A começar por Diablo V, jogo anunciado para 2039 que marcará o retorno do vilão Diablo em um mundo pós-apocalíptico. Continua após a publicidade Outro lançamento de peso será um novo jogo baseado no universo de StarCraft. Contudo, em vez de um RTS clássico, a produtora optou por trazer um jogo de mundo aberto em primeira pessoa. StarCraft chegará em 2030. Por fim, a Blizzard pretende trazer uma nova experiência de WoW em 4 de novembro com World of Warcraft: Forever.
IA consegue saber pelo cérebro quando entendeu errado o que você quis dizer
Proposta é permitir que sistemas de IA percebam uma espécie de “isso não era o que eu quis dizer” sem que o usuário precise verbalizar a correção Pesquisadores desenvolveram uma tecnologia capaz de identificar, por meio de sinais cerebrais, quando uma inteligência artificial (IA) interpretou incorretamente a intenção de uma pessoa. A proposta é permitir que sistemas de IA percebam uma espécie de “isso não era o que eu quis dizer” sem que o usuário precise verbalizar a correção. Continua após a publicidade O trabalho foi desenvolvido por pesquisadores do Korea Advanced Institute of Science and Technology (KAIST), em colaboração com a Microsoft Research Asia. A tecnologia, chamada Neural Value Alignment (NVA), utiliza interface cérebro-computador para analisar sinais obtidos por eletroencefalografia (EEG) e fazer com que a IA ajuste seu comportamento em tempo real. A ideia parte de um problema comum na interação entre pessoas e máquinas: uma mesma ação humana pode representar objetivos diferentes, enquanto um mesmo objetivo pode ser alcançado de várias maneiras. Por exemplo, uma pessoa pegar uma xícara não significa necessariamente que pretende beber nela. Ela pode querer entregar o objeto a alguém, lavá-lo ou simplesmente colocá-lo em outro lugar. Da mesma forma, se o objetivo for matar a sede, a pessoa pode pegar uma xícara, buscar uma garrafa de água ou pedir que alguém leve uma bebida. Essa ambiguidade entre objetivo e ação faz com que sistemas de IA possam interpretar corretamente uma ação, mas errar sobre o que a pessoa realmente queria — ou compreender o objetivo e escolher uma maneira diferente daquela esperada pelo usuário. O cérebro entrega o erro Para contornar o problema, os pesquisadores decidiram observar uma reação que ocorre no cérebro quando algo inesperado acontece; O cérebro humano faz previsões constantes sobre o que deverá acontecer. Quando o resultado não corresponde ao esperado, determinados sinais neurais podem aparecer. A equipe concentrou-se em dois deles: o erro de previsão de recompensa (RPE, na sigla em inglês) e o erro de previsão de estado (SPE, na sigla em inglês) ; e o ; O RPE indica discrepância relacionada ao resultado ou objetivo. No sistema desenvolvido pelos pesquisadores, ele pode indicar que a IA não entendeu o que a pessoa realmente queria; Imagine, por exemplo, que alguém peça a um robô doméstico algo para beber. A pessoa queria água, mas o robô entrega café. O resultado está errado, e o cérebro pode produzir um sinal de RPE; O SPE funciona de maneira diferente. Nesse caso, o objetivo está correto, mas o método utilizado pela IA não corresponde ao esperado; Se a pessoa quer água e o robô entende isso, mas, em vez de pegar uma garrafa que está ao lado dela, vai até a cozinha e enche um copo na torneira, o objetivo foi alcançado, mas o caminho escolhido não era o esperado. Essa diferença pode produzir um SPE. IA aprende a diferenciar objetivo e método Durante os experimentos, os pesquisadores identificaram padrões diferentes nas ondas cerebrais quando ocorria um RPE, um SPE ou os dois simultaneamente. Em seguida, aplicaram técnicas de aprendizado profundo aos sinais captados pelo EEG. Com isso, o sistema conseguiu classificar a resposta da pessoa à atuação da IA. Na prática, a tecnologia pode distinguir entre duas situações: “você entendeu meu objetivo errado” e “você entendeu o objetivo, mas fez do jeito errado”. Os sinais decodificados são então utilizados como retorno para o processo de decisão da IA. Instituto de pesquisa da Microsoft atuou no projeto – Imagem: PJ McDonnell/Shutterstock Quando identifica um SPE, o sistema interpreta que o objetivo está correto, mas a estratégia precisa ser modificada. Já um RPE indica que o próprio objetivo foi compreendido de maneira equivocada e que a IA precisa tentar novamente descobrir o que a pessoa pretendia. Continua após a publicidade Segundo o KAIST, simulações mostraram que o método conseguiu se adaptar mais rapidamente do que abordagens existentes, mesmo em situações de incerteza, como mudanças repentinas no objetivo de uma pessoa ou ausência de parte do retorno neural. O estudo foi publicado em agosto de 2026 na revista IEEE Transactions on Cybernetics, com o título Neural Value Alignment: Human–AI Collaboration Under Goal–Action Ambiguity. Leia mais: Tecnologia pode chegar aos robôs Os pesquisadores veem possibilidades de aplicação em sistemas que precisam trabalhar próximos aos seres humanos. Uma delas envolve robôs físicos. Um robô doméstico, por exemplo, poderia identificar, por meio da resposta cerebral do usuário, que interpretou uma instrução de maneira incorreta e modificar seu comportamento sem esperar uma nova ordem verbal. Continua após a publicidade A mesma abordagem poderia ser aplicada a robôs industriais, veículos autônomos que precisam responder ao julgamento do motorista, sistemas médicos e de reabilitação voltados a pessoas com dificuldades para falar ou se movimentar e ferramentas educacionais capazes de adaptar seu comportamento ao estado cognitivo do estudante. Para Sang Wan Lee, professor do KAIST e responsável pela pesquisa, o trabalho demonstra que a IA pode ir além da interpretação da intenção humana baseada apenas em comportamentos observáveis. Segundo ele, o sistema permite utilizar diretamente sinais cognitivos produzidos pelo cérebro durante a interação entre pessoas e IA. Apesar do potencial, a tecnologia ainda está longe de permitir que uma pessoa simplesmente pense que um robô está fazendo algo errado e faça a máquina parar imediatamente. O sistema foi demonstrado em simulações, e não em um robô operando livremente em um ambiente real enquanto acompanha continuamente o EEG de uma pessoa e modifica seu comportamento. Continua após a publicidade Além disso, o EEG depende de eletrodos para medir sinais elétricos extremamente pequenos produzidos pelo cérebro. Esses sinais podem apresentar ruído e são mais difíceis de obter fora de ambientes controlados. Por isso, ainda será necessário verificar o desempenho da NVA em interações naturais, nas quais as pessoas se movimentam e enfrentam situações muito menos previsíveis do que aquelas utilizadas em experimentos de laboratório.
'Eleição decisiva para futuro da América Latina': como imprensa internacional noticia disputa presidencial no Brasil
'Eleição decisiva para futuro da América Latina': como imprensa internacional noticia disputa presidencial no Brasil Crédito, Getty Images Legenda da foto, Eleição brasileira é destaque na imprensa internacional Published Há 8 horas Tempo de leitura: 4 min A eleição brasileira deste domingo (4/10) é destaque nos principais veículos de imprensa internacional. Jornais como o New York Times, Financial Times e El País estão destacando a importância da eleição para o futuro da América Latina — após anos em que a direita vem vencendo disputas na região, em países como Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Paraguai e Peru. Na última semana, a eleição brasileira também foi destaque em veículos da Rússia e da China. A partir das 16h30, a BBC News Brasil fará uma transmissão ao vivo para acompanhar a apuração dos votos em tempo real. A apresentação será das jornalistas Camilla Veras Mota, em São Paulo, e Nathália Passarinho, em Londres. A BBC News Brasil também cobrirá em tempo real a apuração dos resultados para presidente e governador em seu Estado e município no mapa interativo. 'Vasto escândalo de corrupção' O jornal americano New York Times destacou que "os brasileiros vão às urnas neste domingo para eleger seu próximo presidente, em uma disputa acirrada que representa o maior teste até agora para a direita em ascensão na América Latina". "O pleito também traz consequências de grande alcance para os planos de Washington de exercer domínio na região, colocando frente a frente um presidente de esquerda — que desafiou repetidamente o presidente Trump — e um aliado de direita alinhado ao líder americano em questões como o crime organizado e a chamada 'ideologia woke'." O New York Times diz que as eleições estão sendo marcadas "preocupações de que Trump tente influenciar na eleição" por um "vasto escândalo de corrupção envolvendo grande parte da elite jurídica e política" — o que "arrefeceu o entusiasmo dos eleitores". O jornal americano afirma que os dois principais candidatos — Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro — "apresentam visões radicalmente diferentes para o futuro da maior democracia da América Latina, inclusive no que diz respeito a conceder aos Estados Unidos acesso preferencial a minerais de terras raras, proteger a Floresta Amazônica da destruição e afrouxar os laços com a China". O New York Times afirma que "os brasileiros também buscam respostas sobre como cada candidato planeja enfrentar os diversos desafios que o país atravessa, incluindo as crescentes preocupações com o crime organizado e o custo de vida", mas que Lula e Flávio Bolsonaro "têm tido dificuldade em mobilizar os eleitores, com muitos rejeitando ambos". O Financial Times destacou o fato de a eleição estar acirrada, em uma "disputa altamente polarizada com repercussões para o objetivo de Donald Trump de expandir a influência dos EUA na América Latina". "O processo está sendo acompanhado de perto em Washington, onde há desconfiança em relação à visão de mundo de esquerda de Lula e à sua adesão ao bloco dos Brics, formado por nações em desenvolvimento", afirma a reportagem do jornal britânico. Sobre Lula, o Financial Times diz que "muitos eleitores desconfiam de seu Partido dos Trabalhadores devido a escândalos de suborno e a uma crise econômica ocorrida sob sua gestão, uma década atrás". Sobre Flávio Bolsonaro, o jornal diz que sua campanha "foi marcada por suas relações com um banqueiro desacreditado [Daniel Vorcaro], que está no centro de um enorme escândalo de corrupção". O jornal britânico Guardian também destacou que as eleições são "decisivas" e que podem mudar "não apenas os rumos do maior país da América Latina, mas também os de toda a região". "O Brasil é um dos poucos países latino-americanos que ainda mantêm um governo de esquerda após uma onda de vitórias eleitorais da direita e da extrema-direita em toda a região e a tomada da Venezuela pelos EUA, após a captura de Nicolás Maduro", afirma o Guardian. "Lula, aos 80 anos, posicionou-se como um dos últimos líderes regionais ainda dispostos a dizer não a Trump e, recentemente, acusou o presidente dos EUA de tentar interferir na eleição brasileira a favor de Flávio Bolsonaro." 'Estadista desgastado' e 'filho de ultradireitista' O jornal espanhol El País afirma que o Brasil decidirá seu futuro entre "um estadista desgastado e o filho de um ultradireitista" — em referência a Lula e Flávio Bolsonaro respectivamente. "O Brasil realiza neste domingo eleições presidenciais e legislativas que marcam o terceiro embate eleitoral consecutivo entre a esquerda democrática representada por Luiz Inácio Lula da Silva e a extrema-direita dos Bolsonaro. Mudam os protagonistas, mas não a essência", diz o El País. "A eleição é um duelo direto entre um estadista desgastado que busca um quarto mandato e o herdeiro político — investigado por corrupção — de um movimento político de extrema direita." "Ninguém se lembra de uma campanha tão atípica como esta no Brasil. Um caso intrincado de fraude, que envolve metade do Supremo Tribunal e importantes políticos de direita — e alguns de esquerda —, monopolizou o debate, juntamente com a expectativa de revelações bombásticas capazes de definir a eleição", afirma o jornal espanhol. "Os temas que mais preocupam a população — segurança pública e economia — acabaram ficando em segundo plano." O jornal americano Wall Street Journal destacou o fato de esta ser a última eleição disputada por Lula. Em sua reportagem intitulada "Lula é a última esperança da esquerda brasileira — e o seu maior problema", o jornal americano diz: "O presidente, de 80 anos, impediu a ascensão de sucessores. Se ele perder a tentativa de reeleição, isso poderá deixar seu partido fora do poder por anos." A rede Al-Jazeera, do Catar, questiona em sua manchete sobre a eleição brasileira: "Será que Lula, do Brasil, freará a onda de direita que varre a América Latina?"
Perguntas Frequentes sobre INDE11
Qual é a cotação de INDE11 hoje na B3?
Quanto a INDE11 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de INDE11?
O que significa o P/L e o P/VP de INDE11?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.
Aviso Legal: Os dados e ferramentas disponibilizados pelo Cotações Hoje têm propósito exclusivamente informativo e educacional, não constituindo recomendação de investimento.