HUSI11 Husi Fundo de Investimento Imobiliario – Cotação Hoje
Husi Fundo de Investimento Imobiliario
CNPJ: 30017492000199
Selo de Investimento:
🏢 Renda SólidaAtende a 7 de 10 critérios fundamentais de consistência e solidez para renda imobiliária.
Checklist Fundamentalista de 10 Critérios
Critérios de consistência e valuation auditadosRetorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano
Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses
Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial
Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito
Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente
Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência
Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book
Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária
Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos
Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias
Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)
Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.
Resumo Fundamentalista de HUSI11
O ativo HUSI11 (Husi Fundo de Investimento Imobiliario) está sendo negociado hoje a R$ 1.199,99, acumulando uma variação de +0.00% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 1.000,00 e a máxima de R$ 1.249,00. O fundo atua no segmento de Tijolo - Hospitalar, registrando um Dividend Yield (12M) de 9.09% e indicador P/VP de 0.90x.
Oscilação dos Últimos 12 Meses
Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)
Sobre a HUSI11
O HUSI FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO (HUSI11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Hospital, com gestão Definida.
Dividendos
Outros FIIs do Segmento Tijolo - Hospitalar
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IFIX avança 0,59% no pregão, mas encerra no vermelho pelo quarto mês consecutivo
IFIX avança 0,59% no pregão, mas encerra no vermelho pelo quarto mês consecutivo O IFIX encerrou a sessão desta segunda-feira (31) aos 3.762,79 pontos, em alta de 0,59%. O desempenho representou avanço de 22,07 pontos frente ao fechamento anterior, de 3.740,72 pontos. Ao longo do pregão, o índice de fundos imobiliários marcou mínima em 3.740,89 pontos e máxima em 3.763,89 pontos. A abertura ocorreu no mesmo nível da mínima intradiária, em 3.740,89 pontos. No acumulado de 52 semanas, o IFIX oscila entre a mínima de 3.469,47 pontos e a máxima de 3.944,38 pontos. O fechamento desta segunda-feira ficou 181,59 pontos abaixo do pico desse intervalo, mantendo o índice distante do melhor patamar do período recente. Em agosto, o IFIX registrou queda de 1,46%, no quarto mês consecutivo de desempenho negativo. Em julho, o índice recuou 0,32%; em junho, 1,21%; e em maio, 1,33%. A última variação mensal positiva ocorreu em abril, quando o IFIX avançou 1,53%. IFIX fecha em alta de 0,59% O comportamento intradiário refletiu um pregão de variações contidas, com estreito intervalo entre mínima e máxima. Mesmo com a alta do dia, o índice de fundos imobiliários segue pressionado no mês, consolidando a sequência de quedas observada desde maio. A comparação com o intervalo de 52 semanas mostra que o patamar atual permanece abaixo da máxima de 3.944,38 pontos. A distância de 181,59 pontos reforça a diferença em relação ao topo recente, apesar do movimento positivo desta sessão. MXRF11 lidera negócios Entre os FIIs com maior giro, o MXRF11 (Maxi Renda Fundo de Investimento Imobiliário) movimentou 2,93 milhões de cotas e recuou 0,22% no dia. O GGRC11 (Zagros Renda Imobiliária FII) teve volume de 1,96 milhão de cotas e subiu 0,77%, enquanto o XPSF11 (XP Selection Fundo de Fundos) registrou 1,03 milhão de cotas e avançou 6,75%. Na sequência, o GARE11 (Guardian Logística) somou 790,45 mil cotas negociadas e alta de 0,12%. O RZTR11 (FII Riza Aritium Real Estate) movimentou 659,86 mil cotas, com valorização de 0,11% ao fim do pregão. O sobe-e-desce dos FIIs Entre as maiores altas, o XP Selection Fundo de Fundos liderou com ganho de 6,75%. O fundo fechou cotado a R$ 6,50, acréscimo de R$ 0,41 por cota na sessão. Na segunda posição entre as altas, o RZAT11 (FII Riza Arctium Real Estate) avançou 4,38%, equivalente a R$ 3,84 por cota, encerrando o dia negociado a R$ 91,45. No campo das quedas, o GZIT11 (Gazit Malls FII Imobiliário) apresentou o pior desempenho, com recuo de 1,94%. A cota diminuiu R$ 0,70 e terminou a sessão a R$ 35,30.
Atrasos em FIDCs acendem alerta sobre qualidade do crédito - Times Brasil
O atraso na divulgação de informações por Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs) ainda não representa, isoladamente, um problema relevante diante do tamanho do mercado, mas pode sinalizar uma piora na qualidade dos ativos escolhidos pelos gestores, segundo Humberto Aillon, professor de mercado financeiro na Fipecafi. Em entrevista nesta segunda-feira (31) ao Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC, Aillon afirmou que a expansão acelerada dos FIDCs aumentou também a complexidade de acompanhamento do setor. Segundo o professor, o patrimônio líquido desses fundos já superou R$ 850 bilhões, enquanto o mercado tem avançado a taxas superiores a 22% a 25%. “O mercado de FIDCs cresceu muito, especialmente no último ano, ano e meio. Tem crescido a taxas acima de 22% a 25%”, afirmou Aillon. Para ele, o avanço ocorreu em meio também às mudanças regulatórias trazidas pela Resolução CVM 175. Leia também: Pátria propõe unificar quatro fundos imobiliários e criar carteira de R$ 4,5 bilhões Crescimento aumenta desafio de fiscalização Em julho, 46 fundos administrados por 12 instituições estavam atrasados na entrega de informações. Aillon ponderou que, diante da dimensão alcançada pela indústria, esse número não é suficiente para indicar sozinho uma deterioração generalizada do segmento. “Quando a gente olha o total de FIDCs e olha esse número de 46 fundos que estão em atraso, esse número por si só não é alarmante. Ele realmente é um número imaterial, dado o tamanho do patrimônio líquido dos FIDCs”, explicou. O crescimento acelerado, porém, trouxe desafios adicionais para o acompanhamento do mercado. “Os agentes reguladores realmente não conseguiram acompanhar todo o processo de governança, acompanhamento da qualidade desses fundos, receber essas informações e fiscalizar”, apontou. Leia também: Casas Bahia: executivos da empresa estão sob escolta após ameaças de gestora de fundos Para Aillon, o principal sinal de atenção está na composição das carteiras de alguns dos fundos atrasados. Segundo ele, há FIDCs expostos a companhias que entraram em recuperação judicial, o que pode indicar uma redução na qualidade da seleção dos créditos. “Dado o volume dos FIDCs, a qualidade da alocação caiu. Acho que esses são os dois pontos realmente relevantes para esse cenário”, afirmou. Recuperações judiciais pressionam rentabilidade O avanço da inadimplência e das recuperações judiciais no país acrescenta outra fonte de preocupação. Segundo Aillon, alguns FIDCs já apresentam quedas expressivas de rentabilidade, e a expectativa é de que o movimento alcance outras carteiras. Leia também: Expert XP: queda gradual dos juros deve abrir espaço para fundos menos conservadores, diz head da Mapfre Ricardo Ventrilho “Tem diversos FIDCs que já estão apresentando uma queda na rentabilidade muito expressiva e a expectativa é que tenhamos vários FIDCs que também tenham essa performance de queda na rentabilidade, exatamente por conta dessa pressão das recuperações judiciais”, ressaltou. O professor citou a Casas Bahia como exemplo de companhia relacionada a estruturas de FIDC e destacou que o aumento das dificuldades financeiras enfrentadas pelas empresas pode atingir os créditos que servem de lastro para esses fundos. Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo. Siga o Times | CNBC “A gente provavelmente pode esperar que vai ter um impacto bem relevante em várias cotas de FIDCs, a curto e médio prazo, pelo menos é a nossa expectativa olhando esse panorama de mercado”, disse Aillon. Leia também: 92% dos fundos do IFIX valem menos na bolsa do que no papel. A recompra resolve? FIDC não elimina risco do investidor Embora um FIDC tenha uma estrutura diferente de uma debênture, Aillon afirmou que investir em direitos creditórios não significa necessariamente estar mais protegido contra problemas financeiros envolvendo empresas relacionadas aos ativos do fundo. Nos FIDCs, o dinheiro captado é direcionado para a aquisição de determinados direitos de crédito. No exemplo da Casas Bahia mencionado durante a entrevista, esses recursos estavam relacionados a recebíveis e à concessão de crédito para consumidores. “Qual é o lastro de um FIDC? Exatamente a qualidade do produto final em que ele está alocando. Qual é a destinação daquele FIDC?”, explicou o professor. Por isso, o risco depende das características de cada fundo e dos créditos adquiridos. Aillon destacou ainda que o investidor precisa observar o tipo de cota em que está aplicando, já que a posição na estrutura do fundo influencia a exposição às eventuais perdas. Leia também: Queda dos juros impulsiona procura por crédito nos Fundos Constitucionais, diz CNI “Você tem que entender muito bem qual é a cota, qual é o tipo de cota em que você está investido, se é uma cota sênior, se é uma cota subordinada e realmente qual é a qualidade dos ativos que aquele FIDC tem investido”, pontuou. Fundos que investem em FIDCs ampliam complexidade Outro ponto de atenção é a existência de FIDCs que investem em outros FIDCs, estrutura que, segundo Aillon, dificulta identificar até onde podem se espalhar os efeitos de uma deterioração dos créditos. “Você tem FIDCs que investem em outros FIDCs. Então, aí realmente você começa a entrar numa situação do que a gente chama de risco sistêmico”, alertou. Leia também: Megafundos dominam capital de risco e mudam estratégia dos investidores Nesse cenário, uma piora na qualidade dos créditos de determinada empresa pode atingir mais de uma estrutura financeira. “A gente às vezes acaba perdendo um pouquinho a visibilidade até onde pode ir essa quebradeira do mercado, quais são os impactos efetivos”, explicou. Para Aillon, é justamente essa complexidade que torna os atrasos na prestação de informações um sinal que merece acompanhamento, mesmo que os 46 fundos identificados em julho ainda representem uma parcela pequena do mercado. “Esse atraso nas informações é a nossa preocupação, porque isso pode virar uma tendência e a gente ter um efeito um pouquinho mais grave em rentabilidade, enfim, em perda real dos FIDCs”, concluiu. 📌 ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL: 🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais 🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562 🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube 🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Fundo imobiliário MXRF11 divulga novo pagamento de dividendos; saiba valor
Fundo imobiliário MXRF11 divulga novo pagamento de dividendos; saiba valor O fundo imobiliário MXRF11 confirmou o rendimento de setembro em R$ 0,10 por cota, valor mantido desde maio. O pagamento ocorrerá em 15 de setembro de 2026 aos investidores com posição até o fechamento do pregão de 31 de agosto de 2026, data de corte da apuração. Na cotação de R$ 9,30, os dividendos do MXRF11 equivalem a um dividend yield mensal aproximado de 1,08%. Os rendimentos são isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas, conforme as condições previstas na legislação. Resultados que sustentam os dividendos No relatório gerencial de junho, os rendimentos apurados em regime de caixa somaram R$ 50,47 milhões, ou R$ 0,1097 por cota. Desse total, R$ 41,52 milhões vieram do book de CRIs, R$ 5,98 milhões do book de FIIs e R$ 5,1 milhões do segmento de permutas. O patrimônio líquido do fundo encerrou junho em R$ 4,24 bilhões, com valor patrimonial de R$ 9,2293 por cota. A reserva acumulada de correção monetária somou R$ 24,28 milhões, ou R$ 0,052 por cota. Naquela competência, a distribuição de R$ 0,10 paga em 14 de julho correspondeu a 86,87% do CDI líquido, ou 102,20% com gross-up de 15%. A base de cotistas alcançou 1.485.336 investidores, com adição líquida de 16.823 participantes. No período, o fundo iniciou sua 12ª oferta de cotas, com captação base de R$ 1,0 bilhão. Carteira do fundo e alocação em junho A alocação do portfólio ao fim de junho estava dividida entre CRIs (73,9%), fundos imobiliários (15,2%), permutas financeiras (9,1%) e caixa (1,9%). A posição em cotas de FIIs somava R$ 634,50 milhões sob gestão. Por indexador, ativos em IPCA+ e INCC+ representavam 78,16% do book, com taxa média de aquisição de 8,68% ao ano. Títulos atrelados ao CDI+ somavam 6,33%, enquanto FIIs completavam 15,51%. O spread de crédito médio ponderado a mercado estava em 151 pontos-base, com LTV médio de 56%. Na carteira de CRIs, a concentração setorial era de imobiliário residencial (32,06%), outros (25,95%), varejo alimentício (19,78%) e varejo (7,63%). O cronograma indicava que 75% dos títulos vencem a partir de 2031. Entre as movimentações, houve aporte de R$ 65 milhões na compra do CRI BGR Cidade Jardim, a IPCA + 9,85% ao ano, e investimento de R$ 45 milhões no FII BGRJ11. Em contrapartida, ocorreram alienações parciais em sete CRIs, com ganho de capital de R$ 1,1 milhão, além do pré-pagamento das operações de GPA e Kroton. O fundo também vendeu R$ 8 milhões no FII MCLO11, registrando ganho de R$ 730 mil. A gestão segue monitorando os créditos de Urbplan Mezzanino, AIZ/Pesa e Arquiplan/Beside, sem alteração de status.
Perguntas Frequentes sobre HUSI11
Qual é a cotação de HUSI11 hoje na B3?
Quanto a HUSI11 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de HUSI11?
O que significa o P/L e o P/VP de HUSI11?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
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