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HUSI11 Husi Fundo de Investimento Imobiliario – Cotação Hoje

🏢 FII Tijolo - Hospitalar

Husi Fundo de Investimento Imobiliario

CNPJ: 30017492000199

Preço Atual
R$ 1.199,99
+0.00%
Análise de Fundos Imobiliários Geração de Renda Passiva

Selo de Investimento:

🏢 Renda Sólida

Atende a 7 de 10 critérios fundamentais de consistência e solidez para renda imobiliária.

Pontuação dos Critérios 7/10 (70.0%)
Mínimo Renda Sólida: 7/10 Status: Aprovado

Checklist Fundamentalista de 10 Critérios

Critérios de consistência e valuation auditados
Dividend Yield > 6% a.a.
DY 12M atual: 9.09% a.a.

Retorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano

Distribuição Mensal Consistente
49 meses com distribuição registrada nos últimos 12 meses

Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses

P/VP até 1.10 (Sem ágio excessivo)
P/VP atual: 0.90x (Abaixo de 1.10)

Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial

P/VP acima de 0.70
P/VP atual: 0.90x (Acima de 0.70)

Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito

Estabilidade nos Proventos
Variação trimestral estável: -1.7%

Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente

Patrimônio > R$ 500 Milhões
Patrimônio Líquido: R$ 139.6 milhões

Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência

Liquidez Diária > R$ 500 mil
Volume médio diário: R$ 32 mil

Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book

Segmento Consolidado
Segmento: Tijolo - Hospitalar

Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária

Mais de 3 anos na Bolsa
Data de IPO/listagem não mapeada

Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos

DY Sustentável (≤ 18% a.a.)
DY sustentável: 9.09% a.a. (Abaixo de 18%)

Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias

ℹ️ Análise algorítmica de FIIs calculada em tempo real com base em dados de proventos e patrimônio B3/CVM. Não constitui recomendação de compra ou venda.
🏢
Valuation de Rendimentos

Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)

Abaixo do Teto

Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.

Preço Teto Projetado (Yield 6%)
R$ 1.818,47
Rendimento Anual (12M) R$ 109,11
Margem de Segurança +34.01%
Ajustar parâmetros na Calculadora de Preço Teto
Fórmula: Rendimento Anual ÷ 0,06 Alvo: Yield ≥ 6% a.a.
⚠️ Aviso Legal: As estimativas do Método Barsi são modelos matemáticos teóricos baseados em dados públicos da B3/CVM. Não constituem recomendação de investimento, compra ou venda.

O ativo HUSI11 (Husi Fundo de Investimento Imobiliario) está sendo negociado hoje a R$ 1.199,99, acumulando uma variação de +0.00% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 1.000,00 e a máxima de R$ 1.249,00. O fundo atua no segmento de Tijolo - Hospitalar, registrando um Dividend Yield (12M) de 9.09% e indicador P/VP de 0.90x.

Abertura
R$ 1.199,00
Fec. Ant: R$ 1.199,99
Variação Dia
Min: R$ 1.199,00
Max: R$ 1.199,99
52 Semanas
Mín: R$ 1.000,00
Máx: R$ 1.249,00
Volume
27
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

Carregando gráfico...

Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)

0.90
R$ 1.316,96
Patrimônio Líquido
R$ 139,63 Mi
Último Rendimento
R$ 8.6257
Pagto: 2026-08-14
Rendimento Médio (12M)
R$ 9.0924
por cota / mês
Rendimento 12M
R$ 109.1083
acumulado no ano
R$ 139,63 Mi
Quantidade de Cotas
116.362
Liquidez Diária
27

Sobre a HUSI11

Categoria / Segmento
Tijolo - Hospitalar
Tipo de Ativo
Fundo de Investimento Imobiliário (B3)
Market Cap
N/A
Descrição do Negócio

O HUSI FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO (HUSI11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Hospital, com gestão Definida.

Administrador do Fundo
Nome
TRUSTEE DISTRIBUIDORA DE TITULOS E VALORES MOBILIARIOS LTDA.
CNPJ
67030395000146
Telefone
0800 930 0930
Endereço
Avenida Brigadeiro Faria Lima, 3.732 - 14º andar, Itaim Bibi — São Paulo/SP - CEP 04538-132
RENDIMENTO R$ 8,6257
Pagamento: 14/08/2026
RENDIMENTO R$ 9,3436
Pagamento: 14/07/2026
RENDIMENTO R$ 9,0333
Pagamento: 15/06/2026
RENDIMENTO R$ 9,1489
Pagamento: 15/05/2026
RENDIMENTO R$ 9,2570
Pagamento: 15/04/2026
RENDIMENTO R$ 9,0722
Pagamento: 13/03/2026
RENDIMENTO R$ 8,6845
Pagamento: 13/02/2026
RENDIMENTO R$ 8,4182
Pagamento: 14/02/2025
RENDIMENTO R$ 9,1816
Pagamento: 15/01/2026
RENDIMENTO R$ 9,1875
Pagamento: 12/12/2025

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IFIX avança 0,59% no pregão, mas encerra no vermelho pelo quarto mês consecutivo O IFIX encerrou a sessão desta segunda-feira (31) aos 3.762,79 pontos, em alta de 0,59%. O desempenho representou avanço de 22,07 pontos frente ao fechamento anterior, de 3.740,72 pontos. Ao longo do pregão, o índice de fundos imobiliários marcou mínima em 3.740,89 pontos e máxima em 3.763,89 pontos. A abertura ocorreu no mesmo nível da mínima intradiária, em 3.740,89 pontos. No acumulado de 52 semanas, o IFIX oscila entre a mínima de 3.469,47 pontos e a máxima de 3.944,38 pontos. O fechamento desta segunda-feira ficou 181,59 pontos abaixo do pico desse intervalo, mantendo o índice distante do melhor patamar do período recente. Em agosto, o IFIX registrou queda de 1,46%, no quarto mês consecutivo de desempenho negativo. Em julho, o índice recuou 0,32%; em junho, 1,21%; e em maio, 1,33%. A última variação mensal positiva ocorreu em abril, quando o IFIX avançou 1,53%. IFIX fecha em alta de 0,59% O comportamento intradiário refletiu um pregão de variações contidas, com estreito intervalo entre mínima e máxima. Mesmo com a alta do dia, o índice de fundos imobiliários segue pressionado no mês, consolidando a sequência de quedas observada desde maio. A comparação com o intervalo de 52 semanas mostra que o patamar atual permanece abaixo da máxima de 3.944,38 pontos. A distância de 181,59 pontos reforça a diferença em relação ao topo recente, apesar do movimento positivo desta sessão. MXRF11 lidera negócios Entre os FIIs com maior giro, o MXRF11 (Maxi Renda Fundo de Investimento Imobiliário) movimentou 2,93 milhões de cotas e recuou 0,22% no dia. O GGRC11 (Zagros Renda Imobiliária FII) teve volume de 1,96 milhão de cotas e subiu 0,77%, enquanto o XPSF11 (XP Selection Fundo de Fundos) registrou 1,03 milhão de cotas e avançou 6,75%. Na sequência, o GARE11 (Guardian Logística) somou 790,45 mil cotas negociadas e alta de 0,12%. O RZTR11 (FII Riza Aritium Real Estate) movimentou 659,86 mil cotas, com valorização de 0,11% ao fim do pregão. O sobe-e-desce dos FIIs Entre as maiores altas, o XP Selection Fundo de Fundos liderou com ganho de 6,75%. O fundo fechou cotado a R$ 6,50, acréscimo de R$ 0,41 por cota na sessão. Na segunda posição entre as altas, o RZAT11 (FII Riza Arctium Real Estate) avançou 4,38%, equivalente a R$ 3,84 por cota, encerrando o dia negociado a R$ 91,45. No campo das quedas, o GZIT11 (Gazit Malls FII Imobiliário) apresentou o pior desempenho, com recuo de 1,94%. A cota diminuiu R$ 0,70 e terminou a sessão a R$ 35,30.

Atrasos em FIDCs acendem alerta sobre qualidade do crédito - Times Brasil
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Atrasos em FIDCs acendem alerta sobre qualidade do crédito - Times Brasil

O atraso na divulgação de informações por Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs) ainda não representa, isoladamente, um problema relevante diante do tamanho do mercado, mas pode sinalizar uma piora na qualidade dos ativos escolhidos pelos gestores, segundo Humberto Aillon, professor de mercado financeiro na Fipecafi. Em entrevista nesta segunda-feira (31) ao Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC, Aillon afirmou que a expansão acelerada dos FIDCs aumentou também a complexidade de acompanhamento do setor. Segundo o professor, o patrimônio líquido desses fundos já superou R$ 850 bilhões, enquanto o mercado tem avançado a taxas superiores a 22% a 25%. “O mercado de FIDCs cresceu muito, especialmente no último ano, ano e meio. Tem crescido a taxas acima de 22% a 25%”, afirmou Aillon. Para ele, o avanço ocorreu em meio também às mudanças regulatórias trazidas pela Resolução CVM 175. Leia também: Pátria propõe unificar quatro fundos imobiliários e criar carteira de R$ 4,5 bilhões Crescimento aumenta desafio de fiscalização Em julho, 46 fundos administrados por 12 instituições estavam atrasados na entrega de informações. Aillon ponderou que, diante da dimensão alcançada pela indústria, esse número não é suficiente para indicar sozinho uma deterioração generalizada do segmento. “Quando a gente olha o total de FIDCs e olha esse número de 46 fundos que estão em atraso, esse número por si só não é alarmante. Ele realmente é um número imaterial, dado o tamanho do patrimônio líquido dos FIDCs”, explicou. O crescimento acelerado, porém, trouxe desafios adicionais para o acompanhamento do mercado. “Os agentes reguladores realmente não conseguiram acompanhar todo o processo de governança, acompanhamento da qualidade desses fundos, receber essas informações e fiscalizar”, apontou. Leia também: Casas Bahia: executivos da empresa estão sob escolta após ameaças de gestora de fundos Para Aillon, o principal sinal de atenção está na composição das carteiras de alguns dos fundos atrasados. Segundo ele, há FIDCs expostos a companhias que entraram em recuperação judicial, o que pode indicar uma redução na qualidade da seleção dos créditos. “Dado o volume dos FIDCs, a qualidade da alocação caiu. Acho que esses são os dois pontos realmente relevantes para esse cenário”, afirmou. Recuperações judiciais pressionam rentabilidade O avanço da inadimplência e das recuperações judiciais no país acrescenta outra fonte de preocupação. Segundo Aillon, alguns FIDCs já apresentam quedas expressivas de rentabilidade, e a expectativa é de que o movimento alcance outras carteiras. Leia também: Expert XP: queda gradual dos juros deve abrir espaço para fundos menos conservadores, diz head da Mapfre Ricardo Ventrilho “Tem diversos FIDCs que já estão apresentando uma queda na rentabilidade muito expressiva e a expectativa é que tenhamos vários FIDCs que também tenham essa performance de queda na rentabilidade, exatamente por conta dessa pressão das recuperações judiciais”, ressaltou. O professor citou a Casas Bahia como exemplo de companhia relacionada a estruturas de FIDC e destacou que o aumento das dificuldades financeiras enfrentadas pelas empresas pode atingir os créditos que servem de lastro para esses fundos. Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo. Siga o Times | CNBC “A gente provavelmente pode esperar que vai ter um impacto bem relevante em várias cotas de FIDCs, a curto e médio prazo, pelo menos é a nossa expectativa olhando esse panorama de mercado”, disse Aillon. Leia também: 92% dos fundos do IFIX valem menos na bolsa do que no papel. A recompra resolve? FIDC não elimina risco do investidor Embora um FIDC tenha uma estrutura diferente de uma debênture, Aillon afirmou que investir em direitos creditórios não significa necessariamente estar mais protegido contra problemas financeiros envolvendo empresas relacionadas aos ativos do fundo. Nos FIDCs, o dinheiro captado é direcionado para a aquisição de determinados direitos de crédito. No exemplo da Casas Bahia mencionado durante a entrevista, esses recursos estavam relacionados a recebíveis e à concessão de crédito para consumidores. “Qual é o lastro de um FIDC? Exatamente a qualidade do produto final em que ele está alocando. Qual é a destinação daquele FIDC?”, explicou o professor. Por isso, o risco depende das características de cada fundo e dos créditos adquiridos. Aillon destacou ainda que o investidor precisa observar o tipo de cota em que está aplicando, já que a posição na estrutura do fundo influencia a exposição às eventuais perdas. Leia também: Queda dos juros impulsiona procura por crédito nos Fundos Constitucionais, diz CNI “Você tem que entender muito bem qual é a cota, qual é o tipo de cota em que você está investido, se é uma cota sênior, se é uma cota subordinada e realmente qual é a qualidade dos ativos que aquele FIDC tem investido”, pontuou. Fundos que investem em FIDCs ampliam complexidade Outro ponto de atenção é a existência de FIDCs que investem em outros FIDCs, estrutura que, segundo Aillon, dificulta identificar até onde podem se espalhar os efeitos de uma deterioração dos créditos. “Você tem FIDCs que investem em outros FIDCs. Então, aí realmente você começa a entrar numa situação do que a gente chama de risco sistêmico”, alertou. Leia também: Megafundos dominam capital de risco e mudam estratégia dos investidores Nesse cenário, uma piora na qualidade dos créditos de determinada empresa pode atingir mais de uma estrutura financeira. “A gente às vezes acaba perdendo um pouquinho a visibilidade até onde pode ir essa quebradeira do mercado, quais são os impactos efetivos”, explicou. Para Aillon, é justamente essa complexidade que torna os atrasos na prestação de informações um sinal que merece acompanhamento, mesmo que os 46 fundos identificados em julho ainda representem uma parcela pequena do mercado. “Esse atraso nas informações é a nossa preocupação, porque isso pode virar uma tendência e a gente ter um efeito um pouquinho mais grave em rentabilidade, enfim, em perda real dos FIDCs”, concluiu. 📌 ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL: 🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais 🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562 🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube 🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings

Fundo imobiliário MXRF11 divulga novo pagamento de dividendos; saiba valor
Fundos Imobiliários Brasileiros 31/08/2026

Fundo imobiliário MXRF11 divulga novo pagamento de dividendos; saiba valor

Fundo imobiliário MXRF11 divulga novo pagamento de dividendos; saiba valor O fundo imobiliário MXRF11 confirmou o rendimento de setembro em R$ 0,10 por cota, valor mantido desde maio. O pagamento ocorrerá em 15 de setembro de 2026 aos investidores com posição até o fechamento do pregão de 31 de agosto de 2026, data de corte da apuração. Na cotação de R$ 9,30, os dividendos do MXRF11 equivalem a um dividend yield mensal aproximado de 1,08%. Os rendimentos são isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas, conforme as condições previstas na legislação. Resultados que sustentam os dividendos No relatório gerencial de junho, os rendimentos apurados em regime de caixa somaram R$ 50,47 milhões, ou R$ 0,1097 por cota. Desse total, R$ 41,52 milhões vieram do book de CRIs, R$ 5,98 milhões do book de FIIs e R$ 5,1 milhões do segmento de permutas. O patrimônio líquido do fundo encerrou junho em R$ 4,24 bilhões, com valor patrimonial de R$ 9,2293 por cota. A reserva acumulada de correção monetária somou R$ 24,28 milhões, ou R$ 0,052 por cota. Naquela competência, a distribuição de R$ 0,10 paga em 14 de julho correspondeu a 86,87% do CDI líquido, ou 102,20% com gross-up de 15%. A base de cotistas alcançou 1.485.336 investidores, com adição líquida de 16.823 participantes. No período, o fundo iniciou sua 12ª oferta de cotas, com captação base de R$ 1,0 bilhão. Carteira do fundo e alocação em junho A alocação do portfólio ao fim de junho estava dividida entre CRIs (73,9%), fundos imobiliários (15,2%), permutas financeiras (9,1%) e caixa (1,9%). A posição em cotas de FIIs somava R$ 634,50 milhões sob gestão. Por indexador, ativos em IPCA+ e INCC+ representavam 78,16% do book, com taxa média de aquisição de 8,68% ao ano. Títulos atrelados ao CDI+ somavam 6,33%, enquanto FIIs completavam 15,51%. O spread de crédito médio ponderado a mercado estava em 151 pontos-base, com LTV médio de 56%. Na carteira de CRIs, a concentração setorial era de imobiliário residencial (32,06%), outros (25,95%), varejo alimentício (19,78%) e varejo (7,63%). O cronograma indicava que 75% dos títulos vencem a partir de 2031. Entre as movimentações, houve aporte de R$ 65 milhões na compra do CRI BGR Cidade Jardim, a IPCA + 9,85% ao ano, e investimento de R$ 45 milhões no FII BGRJ11. Em contrapartida, ocorreram alienações parciais em sete CRIs, com ganho de capital de R$ 1,1 milhão, além do pré-pagamento das operações de GPA e Kroton. O fundo também vendeu R$ 8 milhões no FII MCLO11, registrando ganho de R$ 730 mil. A gestão segue monitorando os créditos de Urbplan Mezzanino, AIZ/Pesa e Arquiplan/Beside, sem alteração de status.

Perguntas Frequentes sobre HUSI11

Qual é a cotação de HUSI11 hoje na B3?
A cotação de HUSI11 hoje está em R$ 1.199,99. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 1.199,00 e máxima de R$ 1.199,99.
Quanto a HUSI11 paga de dividendos?
A empresa distribui proventos periodicamente na forma de dividendos e JCP (Juros sobre Capital Próprio). Você pode conferir a tabela completa com as últimas datas de corte (Data Com) e pagamento na seção de Dividendos acima.
Como calcular o Preço Teto de HUSI11?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de HUSI11 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de HUSI11?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

Aviso Legal: Os dados e ferramentas disponibilizados pelo Cotações Hoje têm propósito exclusivamente informativo e educacional, não constituindo recomendação de investimento.