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HGLG11 Patria Log - Fundo de Investimento Imobiliario - Responsabilidade Limitada Cotas – Cotação Hoje

Fundos Imobiliários 📈 Ação B3

Patria Log - Fundo de Investimento Imobiliario - Responsabilidade Limitada Cotas

CNPJ: 11728688000147

Preço Atual
R$ 145,87
+0.52%

O ativo HGLG11 (Patria Log - Fundo de Investimento Imobiliario - Responsabilidade Limitada Cotas) está sendo negociado hoje a R$ 145,87, acumulando uma variação de +0.52% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 143,39 e a máxima de R$ 163,30. A companhia está inserida no setor de Fundos Imobiliários, atuando no segmento de Multicategoria. O ativo possui histórico de distribuição de proventos aos investidores, permitindo calcular o dividendo médio e a margem de segurança para estratégias de renda passiva.

Abertura
R$ 145,11
Fec. Ant: R$ 145,88
Variação Dia
Min: R$ 145,03
Max: R$ 146,89
52 Semanas
Mín: R$ 143,39
Máx: R$ 163,30
Volume
99.057
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

Carregando gráfico...

Indicadores de Valuation

0.87
R$ 166,43
Enterprise Value
R$ 0,00 Mi

Sobre a HGLG11

Setor
Fundos Imobiliários
Indústria
Multicategoria
Market Cap
N/A
Descrição do Negócio

O PÁTRIA LOG - FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO (HGLG11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Multicategoria, com gestão Ativa.

Administrador do Fundo
Nome
BANCO GENIAL S.A.
CNPJ
45246410000155
Telefone
(11) 3524-8888
Endereço
Praia de Botafogo, 228 - 9 ANDAR, Botafogo — Rio de Janeiro/RJ - CEP 222050-906
RENDIMENTO R$ 1,1700
Pagamento: 14/08/2026
RENDIMENTO R$ 1,1000
Pagamento: 14/07/2026
RENDIMENTO R$ 1,1000
Pagamento: 15/06/2026
RENDIMENTO R$ 1,1000
Pagamento: 15/05/2026
RENDIMENTO R$ 1,1000
Pagamento: 15/04/2026
RENDIMENTO R$ 1,1000
Pagamento: 13/03/2026
RENDIMENTO R$ 1,1000
Pagamento: 13/02/2026
RENDIMENTO R$ 1,1000
Pagamento: 15/01/2026
RENDIMENTO R$ 1,1000
Pagamento: 12/12/2025
RENDIMENTO R$ 1,1000
Pagamento: 14/11/2025

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A oferta será destinada exclusivamente a investidores profissionais, conforme as regras da CVM Publicidade O fundo imobiliário HGLG11 (Patria Log) anunciou nesta terça-feira (18) sua 12ª emissão de cotas, com objetivo de captar até R$ 1,5 bilhão para a aquisição de novos ativos imobiliários. A oferta prevê a emissão de até 9.012.799 novas cotas, podendo o volume ser reduzido caso a captação não atinja o montante máximo. Ainda assim, a emissão será considerada válida caso alcance o valor mínimo estabelecido pela oferta. A emissão terá um montante mínimo de R$ 1.000.077,87, correspondente a 6.009 novas cotas. Caso esse valor seja atingido, a oferta poderá ser encerrada, e as cotas que não forem subscritas serão canceladas pela administradora. O preço de emissão foi fixado em R$ 166,43 por cota, valor calculado com base no patrimônio líquido das cotas em circulação em 31 de julho de 2026. Sobre esse montante será cobrada uma taxa de distribuição primária de R$ 0,07 por cota, levando o preço de subscrição a R$ 166,50. A oferta será destinada exclusivamente a investidores profissionais, conforme as regras da CVM (Comissão de Valores Mobiliários). Os atuais cotistas do HGLG11 terão direito de preferência na subscrição das novas cotas, seguindo a proporção de 0,19764153762 nova cota para cada cota detida na data de corte definida pelo fundo. Leia Mais: FIIs nas eleições de 2026: o que o histórico indica para o investidor?

HGLG11 anuncia 12ª emissão de cotas de até R$ 1,5 bilhão
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HGLG11 anuncia 12ª emissão de cotas de até R$ 1,5 bilhão

O HGLG11 (Patria Log) anunciou nesta terça-feira (18) sua 12ª emissão de cotas, com potencial de captar até R$ 1,5 bilhão. Os recursos serão destinados à aquisição de novos ativos imobiliários. A oferta prevê até 9.012.799 novas cotas. No entanto, o fundo poderá reduzir o volume emitido caso não alcance a captação máxima. Ainda assim, a operação seguirá válida se atingir o valor mínimo estabelecido. HGLG11 define preço de R$ 166,50 por cota O preço de emissão foi fixado em R$ 166,43 por cota, com base no patrimônio líquido das cotas em circulação em 31 de julho de 2026. Além disso, haverá uma taxa de distribuição primária de R$ 0,07 por cota. Com isso, o preço de subscrição ficará em R$ 166,50 por nova cota. Oferta pode encerrar com mínimo de R$ 1 milhão A emissão terá um valor mínimo de R$ 1.000.077,87, correspondente a 6.009 novas cotas.

FII cai quase 5% com temor sobre Casas Bahia; fundo tem 31% da receita exposta
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FII cai quase 5% com temor sobre Casas Bahia; fundo tem 31% da receita exposta

Publicidade O fundo imobiliário HSLG11 (HSI Logística) recua 4,69% nesta segunda-feira (17), a R$ 79,52, em meio às preocupações do mercado com os possíveis efeitos da recuperação judicial da Casas Bahia sobre os fundos imobiliários que possuem imóveis alugados à companhia. O movimento colocou o fundo entre os principais pontos de atenção do segmento logístico diante da exposição relevante ao varejista. De acordo com dados apresentados pelo fundo, a Casas Bahia responde diretamente por 27,6% da receita contratada, enquanto as sublocações relacionadas à companhia representam outros 3,3%. Com isso, a exposição chega a aproximadamente 30,9% da receita contratada do HSLG11. Para Otmar Schneider, analista de valores mobiliários da Nord Investimentos, essa concentração faz do HSLG11 o caso mais sensível entre os fundos imobiliários logísticos diante da situação da varejista. Ao mesmo tempo, ele ressalta que o risco enfrentado pelo FII é diferente daquele assumido pelos acionistas da companhia. “O FII mais exposto é o HSLG11, em torno de 30% da carteira de imóveis alugados para Casas Bahia. O contrato típico e o atípico são dois imóveis, de um total de seis. Então ele é o mais impactado. Lógico que Casas Bahia é uma empresa muito grande, então outros fundos imobiliários também têm pequenas participações, como, por exemplo, o XPLG11 (XP Malls), em torno de 3% a 4%”, comenta Schneider. A própria estrutura da carteira do HSLG11, contudo, pode reduzir parte dessa exposição no futuro. O material do fundo indica um potencial de redução de aproximadamente 12 pontos percentuais após novas comercializações, levando a participação da Casas Bahia para algo próximo de 19% da receita contratada. Procurada pelo InfoMoney, a HSI, gestora do HSLG11, não respondeu aos pedidos de comentário até o fechamento desta matéria. O espaço permanece aberto. Leia Mais: Liga de FIIs completa 5 anos: o que o investidor aprendeu – e ainda precisa aprender Risco para os FIIs é diferente do risco para acionistas das Casas Bahia Schneider explica que, em uma recuperação judicial, é importante separar os aluguéis já vencidos daqueles que ainda serão pagos no futuro. Eventuais valores em atraso podem entrar no processo de recuperação, enquanto os contratos de locação que permanecem vigentes seguem outra dinâmica. “Os fundos imobiliários são muito menos impactados do que a própria empresa. Então o acionista da empresa acaba muito exposto a um pedido de recuperação judicial. No caso do fundo imobiliário, esse pedido de recuperação judicial ocorre de duas formas. Os créditos, ou seja, se aquela empresa atrasou aluguéis, então isso vai entrar como um crédito concursal, o fundo imobiliário vai ter que pleitear isso na Justiça dentro da recuperação judicial, então é mais complexo de receber”, explica o analista. Continua depois da publicidade Segundo o analista, os aluguéis a vencer não entram automaticamente na recuperação judicial. Caso a companhia deixe de pagar os valores futuros, o proprietário do imóvel pode buscar medidas previstas no contrato, inclusive a retomada do ativo. Isso significa que, embora exista risco de inadimplência, o fundo mantém mecanismos para reagir à deterioração do crédito do locatário. “Estando em dia esse aluguel, que é o caso aí na maioria dos fundos imobiliários, os aluguéis a vencer, ou seja, os aluguéis que vão vir nos próximos meses, eles não entram na recuperação judicial. Então, se a empresa não paga esses aluguéis, ela pode ser retirada do imóvel”, acrescenta. O histórico recente do mercado também mostra que uma recuperação ou renegociação financeira não necessariamente significa interrupção imediata dos pagamentos de aluguel. Schneider cita o caso do GPA, que passou por um processo de recuperação extrajudicial e também tinha exposição relevante em fundos imobiliários. Continua depois da publicidade Leia Mais: O que Cyrela e empresas de shopping revelam sobre a “nova carteira” do FII TRXF11? Varejo é um ponto de alerta para os FIIs Gabriel Pereira, head de fundos imobiliários da AVIN, coloca o HSLG11 como o principal caso de atenção no segmento logístico, mas alerta que a análise não deve se limitar à participação direta da Casas Bahia. Para Pereira, é necessário observar também a exposição dos fundos ao varejo como um todo. Um fundo pode ter pouca receita proveniente da Casas Bahia, mas ainda assim concentrar parte importante de sua carteira em outros grandes varejistas, criando um risco mais amplo caso haja deterioração do setor. Continua depois da publicidade “Nos outros grandes fundos logísticos, como XPLG11 (XP Log), BRCO11 (Bresco Logística), BTLG11 (BTG Pactual Logística), VILG11 (Vinci Logística) e HGLG11 (Patria Log), eu não olharia apenas para a participação da Casas Bahia, mas também para a exposição agregada ao varejo, pensando em um eventual problema estrutural no segmento.” Pereira comenta ainda que dois fundos com a mesma exposição percentual a determinado locatário podem apresentar riscos completamente diferentes. O tipo de contrato, prazo remanescente, multas de rescisão, garantias e, principalmente, a facilidade de encontrar um novo inquilino para o imóvel são fatores determinantes. “A mesma exposição de 10% da receita pode representar riscos completamente diferentes dependendo de ser um contrato típico ou atípico, do prazo remanescente, das multas de rescisão e, principalmente, da especificidade do imóvel. Um galpão construído sob medida para a Casas Bahia, por exemplo, pode ser muito mais difícil de recolocar do que um imóvel logístico padrão. Portanto, para medir o impacto efetivo, eu cruzaria concentração de receita, prazo contratual, tipo de contrato, garantias e facilidade de reposição do imóvel”, conclui. Continua depois da publicidade Leia Mais: Crescimento do mercado de FIIs está menos dependente do ciclo de juros, diz B3

Perguntas Frequentes sobre HGLG11

Qual é a cotação de HGLG11 hoje na B3?
A cotação de HGLG11 hoje está em R$ 145,87. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 145,03 e máxima de R$ 146,89.
Quanto a HGLG11 paga de dividendos?
A empresa distribui proventos periodicamente na forma de dividendos e JCP (Juros sobre Capital Próprio). Você pode conferir a tabela completa com as últimas datas de corte (Data Com) e pagamento na seção de Dividendos acima.
Como calcular o Preço Teto de HGLG11?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de HGLG11 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de HGLG11?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

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