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HERT11 Hedge Brasil Equity Reits Fundo de Indice de Responsabilidade Limitada – Cotação Hoje

🏢 FII Fundo Imobiliário (FII)

Hedge Brasil Equity Reits Fundo de Indice de Responsabilidade Limitada

Preço Atual
R$ 20,29
+0.15%
Análise de Fundos Imobiliários Geração de Renda Passiva

Selo de Investimento:

⚠️ Atenção

Atende a 0 de 10 critérios. Alguns múltiplos de valuation, histórico ou liquidez exigem atenção.

Pontuação dos Critérios 0/10 (0.0%)
Mínimo Renda Sólida: 7/10 Status: Atenção

Checklist Fundamentalista de 10 Critérios

Critérios de consistência e valuation auditados
Dividend Yield > 6% a.a.
Dividend Yield não disponível

Retorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano

Distribuição Mensal Consistente
0 meses com distribuição registrada nos últimos 12 meses

Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses

P/VP até 1.10 (Sem ágio excessivo)
P/VP não disponível

Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial

P/VP acima de 0.70
P/VP não disponível

Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito

Estabilidade nos Proventos
Histórico insuficiente para cálculo trimestral

Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente

Patrimônio > R$ 500 Milhões
Patrimônio Líquido não disponível

Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência

Liquidez Diária > R$ 500 mil
Volume médio diário: R$ 4 mil

Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book

Segmento Consolidado
Segmento: Fundo Imobiliário (FII)

Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária

Mais de 3 anos na Bolsa
Data de IPO/listagem não mapeada

Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos

DY Sustentável (≤ 18% a.a.)
Dividend Yield não disponível

Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias

ℹ️ Análise algorítmica de FIIs calculada em tempo real com base em dados de proventos e patrimônio B3/CVM. Não constitui recomendação de compra ou venda.
🏢
Valuation de Rendimentos

Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)

Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.

ℹ️ Informação indisponível Histórico de rendimentos insuficiente para cálculo do Preço Teto.
Ajustar parâmetros na Calculadora de Preço Teto
Fórmula: Rendimento Anual ÷ 0,06 Alvo: Yield ≥ 6% a.a.
⚠️ Aviso Legal: As estimativas do Método Barsi são modelos matemáticos teóricos baseados em dados públicos da B3/CVM. Não constituem recomendação de investimento, compra ou venda.

O ativo HERT11 (Hedge Brasil Equity Reits Fundo de Indice de Responsabilidade Limitada) está sendo negociado hoje a R$ 20,29, acumulando uma variação de +0.15% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 19,50 e a máxima de R$ 23,68. O fundo atua no segmento de Fundo Imobiliário (FII).

Abertura
R$ 20,06
Fec. Ant: R$ 20,29
Variação Dia
Min: R$ 20,06
Max: R$ 20,29
52 Semanas
Mín: R$ 19,50
Máx: R$ 23,68
Volume
177
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

Carregando gráfico...

Indicadores de Valuation

Enterprise Value
R$ 0,00 Mi

Sobre a HERT11

Categoria / Segmento
Fundo Imobiliário (FII)
Tipo de Ativo
Fundo de Investimento Imobiliário (B3)
Market Cap
N/A

Nenhum dividendo
encontrado

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Moody’s elege as gestoras mais consistentes nos últimos três anos: veja quem entregou resultado sem exagerar no risco
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Moody’s elege as gestoras mais consistentes nos últimos três anos: veja quem entregou resultado sem exagerar no risco

Não basta ter o fundo que mais rendeu para se provar eficiente. A verdadeira prova de uma gestora é conseguir gerar retorno sem expor demais o patrimônio dos investidores a risco. Pelo menos foi esse equilíbrio que a Moody's Local Brasil procurou medir em seu ranking de gestoras. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE A agência de classificação de risco divulgou nesta segunda-feira (24) seu ranking das casas mais eficientes nos últimos três anos até junho de 2026. O período analisado inclui diferentes fases do mercado, desde a queda da Selic para 10,5% em 2024 até o novo ciclo de aperto monetário que levou os juros a 15% ao ano em 2026. Neste contexto, o levantamento mediu o desempenho de fundos de diferentes classes: renda fixa, crédito privado, ações locais, ações estrangeiras e multimercados. A metodologia, entretanto, não avalia apenas o retorno dos fundos de investimento. Ela considera outros aspectos relevantes de uma gestão ativa. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Segundo a Moody's, a pontuação — que varia de zero a cinco — mede a qualidade da gestão dos fundos com base no desempenho e no controle de risco ao longo dos últimos três anos. Leia Também Para chegar a essa nota, a agência observou fatores como rentabilidade, consistência dos resultados, capacidade de superar os concorrentes e controle das perdas em momentos de crise. Quanto maior o score, melhor foi o desempenho ajustado ao risco da gestora em sua categoria. A metodologia da Moody's A Moody's considerou dados da Comdinheiro, analisando cerca de 14 mil fundos selecionados a partir de um universo superior a 37 mil. Entraram no estudo apenas fundos com: CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Pelo menos três anos de histórico (dois anos no caso de fundos imobiliários); Patrimônio líquido mínimo de R$ 25 milhões; Categorias representativas, como ações (local e exterior), multimercado, renda fixa, crédito privado e previdência; Exclusão de fundos master e fundos exclusivos. O resultado por gestora em cada segmento é ponderado pelo volume de ativos sob gestão. A Moody's destaca ainda que o relatório não configura recomendação de investimento, mas funciona como um termômetro da consistência das casas ao longo de diferentes ciclos de mercado. As melhores gestoras por segmento Renda Fixa Ranking Gestora de Recursos Score 1 Banco J Safra S.A. (Divisão Gestão de Recursos) 3,88 2 SPX Gestão de Recursos Ltda. 3,83 3 ARX Investimentos LTDA 3,81 4 Nu Asset Management Ltda 3,67 5 XP Vista Asset Management Ltda. 3,51 6 Principal Asset Management Ltda. 3,46 7 Franklin Templeton Brasil Ltda 3,43 8 AZ Quest Investimentos Ltda. 3,26 9 Mapfre Investimentos Ltda. 3,19 10 CAIXA Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários 2,74 Fonte: Moody's Local. Crédito privado Ranking Gestora de Recursos Score 1 Daycoval Asset Management Administração de Recursos Ltda. 4,16 2 Riza Líquidos Gestora de Recursos Ltda. 3,85 3 XP Advisory Gestão de Recursos Ltda. 3,80 4 Banco Bradesco S.A. 3,72 5 BB Gestão de Recursos DTVM S.A. 3,63 6 Somma Investimentos S.A. 3,57 7 Integral Investimentos LTDA 3,55 8 XP Gestão de Recursos Ltda. 3,50 9 Inter Asset Gestão de Recursos Ltda. 3,31 10 AZ Quest Investimentos Ltda. 3,30 Fonte: Moody's Local. Ações local Ranking Gestora de Recursos Score 1 SPX Gestão de Recursos Ltda. 4,70 2 ARX Investimentos LTDA 4,32 3 Santander Brasil Gestão de Recursos Ltda. 4,19 4 Navi Capital - Administradora e Gestora de Recursos Ltda. 3,87 5 Perfin Equities Administração de Recursos Ltda. 3,83 6 Leblon Equities Gestão de Recursos Ltda. 3,83 7 Norte Asset Management Gestão de Recursos S.A. 3,81 8 Vinland Capital Management Gestora de Recursos Ltda. 3,77 9 Bahia AM Renda Variável Ltda. 3,51 10 Vinci Soluções de Investimentos Ltda. 3,50 Fonte: Moody's Local. Ações estrangeiras Ranking Gestora de Recursos Score 1 Santander Brasil Gestão de Recursos Ltda. 4,72 2 Inter Asset Gestão de Recursos Ltda. 4,65 3 CAIXA Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários 4,60 4 Banco J Safra S.A. (Divisão Gestão de Recursos) 4,08 5 Franklin Templeton Brasil Ltda. 3,97 6 BB Gestão de Recursos DTVM S.A. 3,87 7 Somma Investimentos S.A. 3,40 8 Real Investor Asset Management Ltda. 2,73 9 Principal Asset Management Ltda. 2,69 10 Alaska Investimentos Ltda. 1,55 Fonte: Moody's Local. Multimercados Ranking Gestora de Recursos Score 1 Vinland Capital Management Crédito Privado Gestora de Recursos Ltda. 4,43 2 AZ Quest Investimentos Ltda. 4,27 3 XP Vista Asset Management Ltda. 4,07 4 BRZ Investimentos Ltda. 4,06 5 Polo Capital Gestão de Recursos Ltda. 4,06 6 ARX Investimentos LTDA 3,99 7 Capitânia S.A. 3,75 8 Somma Investimentos S.A. 3,33 9 CAIXA Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários 3,30 10 SPX Gestão de Recursos Ltda. 3,15 Fonte: Moody's Local. As vencedoras do ranking Embora cada segmento tenha um vencedor diferente, algumas gestoras se destacaram pela presença recorrente entre as mais bem avaliadas em diferentes classes. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE A ARX apareceu no top 10 de renda fixa, ações locais e multimercados, enquanto a SPX figurou entre as líderes em renda fixa, ações locais e multimercados. Entre os grandes bancos, somente o Santander figurou entre os mais bem colocados em ações locais e em ações estrangeiras, categoria na qual liderou o ranking. Vale destacar que o Itaú ficou de fora de todos os rankings. Já a Caixa marcou presença em renda fixa, ações estrangeiras e multimercados. Enquanto o Bradesco apareceu de forma tímida, apenas no ranking de crédito privado. Já os bancos digitais, como XP, Nubank e Inter marcaram presença em quase todas as categorias. Entre as gestoras independentes, a AZ Quest se destacou em renda fixa, crédito privado e multimercados. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

MAGM11: diante da Selic em 14%, gestor vê oportunidade na volatilidade
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MAGM11: diante da Selic em 14%, gestor vê oportunidade na volatilidade

MAGM11: diante da Selic em 14%, gestor vê oportunidade na volatilidade O mercado de fundos imobiliários atravessa um ciclo de forte oscilação, em meio a juros ainda altos, incertezas fiscais e o calendário eleitoral. Para Tomas Gouvêa, gestor do MAGM11, a taxa de juros segue como o vetor central da reprecificação das cotas, embora o ambiente também gere janelas para quem investe com horizonte de longo prazo. A Selic está em 14%, e os juros reais dos títulos públicos indexados à inflação permanecem elevados. Na visão do gestor, esse patamar torna a renda fixa mais competitiva e exige um prêmio adicional dos ativos imobiliários listados. “Quando a gente olha essa NTNB com alguns picos que a gente teve, acima de 8,5%, isso influencia muito diretamente essa reprecificação dos fundos imobiliários. Naturalmente, quando a gente teve outros momentos, há cinco ou seis anos, de grande fechamento dessas NTNBs, da redução da taxa Selic e, naturalmente, da redução do juro real, a gente viu um movimento oposto, uma reprecificação para cima dos fundos imobiliários”, afirmou Gouvêa. Segundo ele, parte do desconto atual das cotas já reflete o quadro de juros altos. A volatilidade recente, contudo, também deriva de outros fatores, como inflação, conflitos internacionais e a frustração com cortes de juros esperados no início do ano. No começo de 2026, a equipe econômica da MAG Investimentos acompanhava projeções de Selic perto de 12% no fim do ano. A mudança do cenário ao longo dos meses levou a uma nova precificação dos ativos. “Quando a gente olha o macro, a gente tem esses dois grandes fatores que acabam influenciando, nesse momento, dado a volatilidade e dado o alto patamar de taxa de juros, negativamente as cotas dos fundos imobiliários. Isso é um fator macro que influencia diretamente toda a indústria”, disse. FIIs: crédito e novas estruturas em foco Para o gestor, não é possível atribuir todo o movimento das cotas apenas ao macro. Há tendências específicas na indústria que exigem análise caso a caso, sobretudo quanto à qualidade dos ativos e ao desenho das operações. Um exemplo é o uso de cotas recém-emitidas como “moeda” em aquisições de imóveis e participações. Em vez de captar em dinheiro e depois comprar, alguns fundos têm entregue cotas diretamente aos vendedores. Essa estrutura pode assumir formatos distintos e gerar impactos diferentes, a depender das condições. O ponto crítico, diz Gouvêa, é entender por que o vendedor aceita receber cotas e quais as implicações para os demais cotistas. Nos fundos de papel, a alta de juros pressiona a saúde financeira das empresas tomadoras de crédito. Uma companhia que contrata dívida a CDI mais 5% com CDI em 8%, por exemplo, sai de um custo próximo de 13% para algo perto de 19% com a elevação da taxa. “Hoje, muitas vezes, esse é o custo do equity, a expectativa que ele teria de remuneração no equity dele, e já está tendo que pagar na dívida. Então, você vê que esses juros altos e a condição econômica atual têm afetado o balanço das empresas e a capacidade delas honrarem suas dívidas”, explicou. O aumento do risco de crédito pode levar à reprecificação de CRIs nas carteiras. Eventos de inadimplência, ou a simples piora na percepção de risco de um devedor, tendem a provocar ajustes negativos nos preços dos papéis, com reflexos no patrimônio do fundo e no sentimento do investidor. FIIs: visão de longo prazo e marcação a mercado Mesmo com a pressão recente, Gouvêa mantém avaliação construtiva para a indústria. Para ele, a queda das cotas não invalida a tese — desde que o investidor entenda a volatilidade e adote horizonte adequado. “Eu tenho uma grande convicção que, por mais que hoje a gente já tenha mais de 3 milhões de investidores e um patrimônio grande listado em fundos imobiliários na Bolsa, essa indústria está apenas começando. Temos muito ainda a ganhar na indústria e o investimento traz uma eficiência que vai além da eficiência fiscal”, afirmou. Os fundos oferecem acesso a carteiras diversificadas de imóveis ou créditos com gestão profissional, em contraste com a concentração em um único ativo. Para quem mira o longo prazo, a volatilidade pode abrir pontos de entrada, desde que a alocação seja estrutural e não uma aposta de curto prazo na cotação. “Para o investidor que está olhando essa questão como um investimento estrutural, como um investimento que ele quer ter uma parcela do portfólio dele em ativos imobiliários, em crédito imobiliário, a gente tem sim uma oportunidade nessa volatilidade de pontos de entrada. Mas tem que ser com uma visão, naturalmente, de longo prazo para que a gente passe essa volatilidade”, disse. Na leitura do gestor, a perspectiva de longo prazo segue atrelada à possibilidade de fechamento dos juros após o ciclo eleitoral. Ele não projeta uma queda acelerada, dado o quadro fiscal, mas considera difícil sustentar indefinidamente o nível atual. “Não tem economia que aguente esse patamar de taxa de juros que a gente está há tanto tempo. Essa volatilidade de cotas, exacerbada, é ruim, mas o que o investidor deve entender é essa marcação a mercado”, afirmou. Fundo aposta em gestão multiestratégia e análise de crédito Com cerca de R$ 125 milhões, o fundo vê vantagem no tamanho ainda reduzido para a estratégia de crédito, ao permitir pulverização entre operações e ativos. A proposta, porém, não é permanecer concentrado em crédito indefinidamente. “Conforme essa carteira crescer, num cenário que a gente veja também um fechamento maior de juros, a gente pode ter uma posição maior em ativos prefixados, em ativos IPCA+, que também vão ter um benefício no fechamento de juros e, claro, começar a nossa exposição em imóveis, seja diretamente, seja através de outros fundos imobiliários, num cenário que a gente veja um risco-retorno mais favorável a essa classe de ativos”, explicou. A gestão destaca a análise baseada em fundamentos, especialmente em crédito. Antes de investir em um CRI, a equipe avalia o devedor, a empresa, as garantias, a estrutura e a capacidade de pagamento. “Quando a gente olha uma operação de crédito, a gente nunca está comprando um CRI. A gente está comprando o que está por trás dessa operação. Quem é o devedor? Quem é essa empresa? Qual é o management que está tocando essa empresa? Qual é a estratégia dela?”, afirmou Gouvêa. Outro pilar é a originação própria, com acesso direto a operações junto a empresas e proprietários, além de atuação nos mercados primário e secundário, o que permite acompanhar de perto garantias e fluxos financeiros. Dividendos: fundo vê espaço para manter R$ 0,12 por cota Apesar do foco em crédito, a distribuição de rendimentos tem chamado atenção. O fundo vem pagando R$ 0,12 por cota, equivalente a cerca de 1,2% ao mês, segundo o gestor. Ele afirma que a maior parte desse resultado é recorrente; os picos em alguns meses decorreram sobretudo do vencimento ou da negociação de aplicações de caixa, e não de trading recorrente. “O grosso desse rendimento é recorrente. A gente carregou ao longo desse um ano, até pela nossa leitura dessa conjuntura desafiadora do Brasil, uma posição de caixa grande no fundo. O principal que garantiu essa renda foi a aplicação desses recursos entre ativos geradores de caixa, que majoritariamente foram os CRIs”, diz. Para os próximos meses, não há guidance formal, mas a avaliação é que a carteira atual tem capacidade de continuar entregando R$ 0,12 por cota no curto prazo.

Pátria propõe encerrar três FIIs e migrar cotistas para o PCIP11
Fundos Imobiliários Brasileiros 24/08/2026

Pátria propõe encerrar três FIIs e migrar cotistas para o PCIP11

Confira o resumo que a LE.IA, a IA do Estadão, fez pra você Gerando resumo Abrir o resumo Patria Investimentos na Torre da Nasdaq, em Nova York. Divulgação/Patria Foto: Divulgação/Divulgação/Patria O Pátria propôs encerrar três fundos imobiliários e transferir seus ativos e cotistas para o PCIP11 (Pátria Crédito Imobiliário Índice de Preços), caso a operação seja aprovada pelos investidores. A reorganização envolve RPRI11, RBRR11 e VCJR11, que seriam liquidados ao fim do processo, enquanto seus cotistas receberiam cotas do PCIP11. PUBLICIDADE Na prática, o PCIP11 passaria a concentrar as carteiras hoje mantidas pelos três fundos, todos com estratégias ligadas ao crédito imobiliário. A quantidade de novas cotas que cada investidor receberá ainda será definida. A proposta foi comunicada ao mercado em fato relevante divulgado no dia 21 de agosto pela BRL Trust, administradora do PCIP11, e pela Pátria VBI Securities, gestora do fundo. Publicidade Segundo a gestora, a reorganização tem como objetivos aumentar a geração de valor para os cotistas, ampliar a liquidez das cotas no mercado secundário e diversificar o portfólio por meio da consolidação das carteiras. Os cotistas dos quatro fundos terão de aprovar a proposta em assembleias gerais extraordinárias. Como os três fundos serão incorporados ao PCIP11 O primeiro passo será a realização de uma oferta pública de cotas do PCIP11 pelo valor patrimonial. A captação terá como objetivo levantar os recursos necessários para que o fundo adquira a totalidade dos ativos atualmente presentes nas carteiras de RPRI11, RBRR11 e VCJR11. Publicidade Os próprios fundos poderão subscrever e integralizar as novas cotas do PCIP11 por meio da compensação dos créditos que terão contra o fundo pela venda de seus ativos. A integralização também poderá ocorrer em dinheiro. Na sequência, os cotistas dos quatro fundos serão chamados a votar a reorganização. Nos fundos que serão incorporados, as assembleias deverão deliberar sobre a dissolução e liquidação dos veículos, condicionadas à transferência de todos os ativos para o PCIP11. Publicidade O próprio PCIP11 também precisará realizar uma assembleia para aprovar a aquisição dos ativos dos demais fundos. Segundo o fato relevante, a operação envolve uma situação de potencial conflito de interesses que não está abrangida por uma aprovação prévia existente no fundo. Cotistas receberão cotas do PCIP11 Se a reorganização for aprovada e a oferta for concluída, RPRI11, RBRR11 e VCJR11 passarão a deter apenas recursos em caixa e cotas do PCIP11 antes da liquidação. Na etapa final, as cotas do PCIP11 e eventuais recursos em dinheiro serão transferidos aos cotistas dos fundos liquidados, de forma proporcional à participação de cada investidor. Publicidade Leia mais O fator de conversão, ou seja, a quantidade de cotas do PCIP11 que cada cotista receberá, ainda não foi definido. O número será divulgado após a conclusão das negociações dos ativos e a definição do valor de liquidação de cada fundo. A Pátria afirma que novos detalhes sobre a operação, incluindo eventuais decisões, negociações ou transações relacionadas à reorganização, serão comunicados ao mercado.

Perguntas Frequentes sobre HERT11

Qual é a cotação de HERT11 hoje na B3?
A cotação de HERT11 hoje está em R$ 20,29. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 20,06 e máxima de R$ 20,29.
Quanto a HERT11 paga de dividendos?
Atualmente não há registros de proventos recentes para o ticker HERT11. Consulte os relatórios trimestrais e fatos relevantes para atualizações.
Como calcular o Preço Teto de HERT11?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de HERT11 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de HERT11?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

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