HDOF11 Hedge Paladin Design Offices Fundo de Investimento Imobiliario – Cotação Hoje
Hedge Paladin Design Offices Fundo de Investimento Imobiliario
CNPJ: 35688460000139
Selo de Investimento:
⚠️ AtençãoAtende a 5 de 11 critérios. Alguns múltiplos de valuation, histórico ou liquidez exigem atenção.
Checklist Fundamentalista de 11 Critérios
Critérios de consistência e valuation auditadosRetorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano
Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses
Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial
Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito
Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente
Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência
Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book
Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária
Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos
Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias
Nível de ocupação saudável dos imóveis para garantir a receita de aluguéis (Ignorado para fundos de papel)
Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)
Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.
Relatório Mensal CVM & Composição Patrimonial
Resumo Fundamentalista de HDOF11
O ativo HDOF11 (Hedge Paladin Design Offices Fundo de Investimento Imobiliario) está sendo negociado hoje a R$ 80,00, acumulando uma variação de +0.00% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 75,00 e a máxima de R$ 95,00. O fundo atua no segmento de Tijolo - Lajes Corporativas, registrando um Dividend Yield (12M) de 0,00% e indicador P/VP de 0.86x.
Histórico de Cotação: HDOF11
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)
Sobre a HDOF11
O HEDGE PALADIN DESIGN OFFICES FUNDO DE INVESTIMENTO IMOB (HDOF11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Escritórios, com gestão Ativa.
Dividendos
Nenhum dividendo
encontrado
Outros FIIs do Segmento Tijolo - Lajes Corporativas
Ver Todos os FIIsNotícias relacionadas
Tesouro supera bolsa e FIIs: Título IPCA+ valoriza 9,79% no período; entenda – Money Times
(Imagem: Shutthiphong Chandaeng/Getty Images) A renda fixa também entregou ganhos expressivos aos investidores – e alguns títulos públicos superaram a bolsa e os fundos imobiliários. Na comparação entre as manhãs de 2 e 8 de outubro, o Tesouro IPCA+ 2050 valorizou 9,79%, ante altas de 7,38% do Ibovespa e 4,71% do Ifix, índice de referência dos FIIs, no mesmo intervalo. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE A definição do segundo turno entre Flávio Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva, com Flávio à frente na votação de domingo (4), alimentou as expectativas dos investidores de uma mudança na condução da política econômica e de maior espaço para um ajuste fiscal. O movimento favoreceu a bolsa e os títulos públicos, com a redução das taxas de juros negociadas no mercado. Uma posição de R$ 10 mil no título teria passado a valer aproximadamente R$ 10.979, antes de impostos e custos. Para comparação, aplicações que acompanhassem exatamente os índices alcançariam R$ 10.738 no Ibovespa e R$ 10.471 no Ifix. Ativo ou índice Valorização no período Tesouro IPCA+ 2050 9,79% Ibovespa 7,38% Tesouro IPCA+ 2040 7,33% Tesouro Prefixado com Juros Semestrais 2037 7,15% Tesouro Prefixado 2032 6,45% Ifix 4,71% A valorização dos títulos públicos ocorre pela marcação a mercado. Ou seja, quando as taxas de juros exigidas pelos investidores caem, os papéis já emitidos ficam mais valorizados. Os títulos de prazo longo costumam apresentar maior sensibilidade a esse movimento. Mesmo com a vantagem acumulada, o IPCA+ 2050 devolveu parte do salto inicial. Entre as manhãs de segunda-feira (5) e quinta-feira (8), seu preço recuou 6,94%. A oscilação mostra que a renda fixa também pode registrar perdas para quem vende antes do vencimento. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Fundos imobiliários se unem para ganhar liquidez e escala, diz especialista
CEO da Hedge Investments explica tendência de fusão de FIIs por liquidez e esclarece regras de isenção de IR para cotistas pessoas físicas O mercado de fundos imobiliários (FIIs) vive uma tendência crescente de consolidação, não entre gestoras, mas entre os próprios fundos. A prática consiste em unir diversos fundos de uma mesma gestora, de logística, shopping center ou escritórios, em um único veículo maior, com o objetivo de ganhar escala e liquidez. Por que os fundos estão se unindo? Segundo André Freitas, CEO e CIO da Hedge Investments, durante entrevista ao programa "Café com o Investidor", parceria entre o NeoFeed e a CNN Brasil, há dois motivos principais para esse movimento. O primeiro está relacionado às gestoras que, apesar de terem sido fundadas por profissionais competentes, não conseguiram atingir o volume de ativos sob gestão necessário para remunerar adequadamente suas equipes. "Muitas delas têm produtos que são até interessantes, mas não têm a escala que você precisa para remunerar a equipe", explicou. Nesses casos, a saída costuma ser não a venda da gestora em si, mas a dissolução dela e a colocação do produto à venda. O segundo motivo é estrutural: o mercado privilegia os fundos maiores por conta da liquidez. Fundos com maior patrimônio e número de cotistas permitem que investidores entrem e saiam de suas posições sem impactar significativamente o preço das cotas. "Quando você tem um fundo que negocia 30, 10, 20, 40 milhões por dia, hoje estamos no recorde de quase 500 milhões por dia de fundos imobiliários negociados na B3 — você sai e entra sem mexer tanto no mercado", afirmou Freitas. Na avaliação do especialista, para que um fundo tenha liquidez razoável, ele precisa negociar pelo menos R$ 1 milhão por dia. Para atingir esse patamar, o patrimônio do fundo deveria ser de aproximadamente R$ 500 milhões a R$ 600 milhões. Ele citou exemplos práticos de consolidações já realizadas, incluindo fundos de logística, lajes corporativas e shoppings, como a incorporação do shopping Praça da Moça ao Brasil Shopping, em São Paulo. O debate sobre a isenção fiscal dos FIIs Outro tema abordado durante o Café com Investidor foi a possível tributação dos fundos imobiliários. No ano passado, discutiu-se a taxação dos chamados produtos incentivados, proposta que foi vetada pelo Congresso, mas que pode retornar em 2027. Sobre o assunto, Freitas foi enfático ao corrigir uma percepção comum: "Os fundos não são isentos". Segundo o executivo, a isenção se aplica apenas às pessoas físicas enquadradas nas regras vigentes, e somente sobre a distribuição de dividendos. Ganho de capital, distribuições para pessoas jurídicas e para investidores estrangeiros seguem tributados normalmente. "É isento na distribuição de dividendos desde que enquadrado", concluiu. Café com Investidor O programa Café com Investidor é uma produção do NeoFeed com a CNN Brasil e é apresentado por Ralphe Manzoni. Acompanhe os episódios inéditos, quinzenalmente, às 19h45, no CNN Money.
Renda fixa triplica e ganha espaço na carteira dos investidores mais ricos
O que é renda fixa e por que ela é importante? 00:53 O que é renda fixa e por que ela é importante?. Confira o resumo que a LE.IA, a IA do Estadão, fez pra você Gerando resumo Abrir o resumo A renda fixa ganhou espaço nas carteiras dos investidores de alta renda nos últimos cinco anos. Segundo dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), enviados com exclusividade ao E-Investidor, a participação dessa classe de ativos nos portfólios de clientes private, saltou de 20,8%, em julho de 2021, para 45,9%, em julho de 2026. PUBLICIDADE Na prática, isso significa que, a cada R$ 100 investidos, cerca de R$ 46 estão aplicados em renda fixa. O restante se divide da seguinte forma: R$ 27 em renda variável, R$ 16 em produtos híbridos, como ETFs (fundos de índices), fundos imobiliários (FIIs) e fundos multimercados, e R$ 10 em previdência. Com esse avanço, a renda fixa passou da terceira para a primeira posição entre as classes de ativos mais presentes nas carteiras de investidores com patrimônio superior a R$ 5 milhões. Em valores absolutos, o montante aplicado nessa categoria mais do que triplicou: saiu de R$ 360,6 bilhões para R$ 1,28 trilhão durante o período analisado. Publicidade O movimento coincide com um cenário de juros elevados e maior oferta de produtos financeiros. Nos últimos cinco anos, a taxa Selic saiu de 4% ao ano para 14%, o que aumentou a atratividade da classe de ativos. “As taxas foram o grande chamariz, mas vieram acompanhadas de uma ampliação importante da oferta”, diz Luiz Henrique Carvalho, gerente de Distribuição da Anbima. “O cliente private passou a ter acesso a mais emissores e a novas estruturas de crédito privado, o que tornou a renda fixa não só mais rentável, como também mais diversificada dentro da própria classe”, acrescenta. Participação da renda fixa nas carteiras private saltou de 20,8% para 45,9% em cinco anos, diz Anbima DATA (Foto: Shutterstock/CrizzyStudio/Reprodução) Os produtos mais investidores pela alta renda Entre os produtos de renda fixa, os fundos registraram forte avanço em volume financeiro. Segundo a Anbima DATA, o patrimônio aplicado nesses veículos cresceu 331,8% em cinco anos, de R$ 81,2 bilhões, em julho de 2021, para R$ 350,6 bilhões, em julho de 2026. No mesmo período, a participação desses fundos nas carteiras private passou de 4,7% para 12,5%. Publicidade Ainda assim, os fundos de renda fixa ocupam a quarta posição no ranking dos produtos com maior participação nas carteiras private. Na liderança estão os investimentos isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas, como Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRAs), Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs) e Letras de Crédito Imobiliário (LCIs). As ações, por sua vez, ocupam a segunda posição, apesar da perda de espaço da renda variável nas carteiras dos investidores private. Segundo a Anbima DATA, esses ativos representam 19,8% da alocação desse público. Na sequência, aparecem os fundos multimercados, com participação de 13,9%. Leia mais
Perguntas Frequentes sobre HDOF11
Qual é a cotação de HDOF11 hoje na B3?
Quanto a HDOF11 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de HDOF11?
O que significa o P/L e o P/VP de HDOF11?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.
Aviso Legal: Os dados e ferramentas disponibilizados pelo Cotações Hoje têm propósito exclusivamente informativo e educacional, não constituindo recomendação de investimento.