HASH11 Hashdex Nasdaq Crypto Index Fundo de Indice – Cotação Hoje
Hashdex Nasdaq Crypto Index Fundo de Indice
Resumo Fundamentalista de HASH11
O ativo HASH11 (Hashdex Nasdaq Crypto Index Fundo de Indice) está sendo negociado hoje a R$ 51,54, acumulando uma variação de +4.97% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 38,80 e a máxima de R$ 94,90.
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Bitcoin sobe 11% e ethereum dispara 20% hoje: o que explica a alta?
As criptomoedas entraram no modo rali. O bitcoin (BTC) sobe 11% no dia, acima dos US$ 72 mil, e o ethereum (ETH) dispara quase 20%, para US$ 2.279,43. Com exceção de duas criptos desconhecidas, todas as outras também avançam nesta manhã de quinta-feira (20). O impulso veio da terra do Tio Sam. Ontem, Scott Bessent, secretário do Tesouro dos Estados Unidos, anunciou que vai dobrar o volume das operações de recompra de títulos com vencimentos mais longos. Após o anúncio, o rendimento do Treasury de 30 anos caiu cerca de 0,1 ponto percentual. O movimento, segundo o Tesouro, tem o objetivo de oferecer maior suporte de liquidez aos títulos de longo prazo. Para o mercado, o cenário ficou mais favorável para a busca por ativos mais arriscados. “Ao flexibilizar as condições para títulos do Tesouro de longo prazo, a medida está proporcionando um cenário mais favorável para a tomada de risco e a especulação de curto prazo em criptomoedas”, fala Paul Howard, diretor sênior da Wincent, em um comunicado. Para Pedro Fontes, analista de research do Mercado Bitcoin, a leitura é que os juros longos subiram demais e o governo precisou agir – e isso favorece a tese das criptomoedas. “A alta do bitcoin hoje não é apenas um movimento de preço. É uma reação direta à percepção de que o sistema financeiro tradicional está exigindo cada vez mais suporte para lidar com dívida, juros e liquidez. E esse é exatamente o tipo de cenário em que a tese do BTC como ativo escasso ganha força”, diz. Newsletter: quer saber mais sobre cripto? Assine o Morning Cripto do InvestNews! ETFs também entram na festa As compras não foram apenas diretas, mas também via ETFs. Os fundos negociados em bolsa nos EUA registraram US$ 517,19 milhões em entradas líquidas na quarta-feira (19), o maior volume desde 4 de maio, segundo dados da plataforma SoSoValue. O destaque foi o IBIT, da BlackRock, que recebeu US$ 284,74 milhões. O ARKB, da Ark e 21Shares, teve US$ 77,71 milhões, enquanto o FBTC, da Fidelity, recebeu US$ 62,41 milhões. Os fundos de ethereum captaram US$ 189,1 milhões, registrando o terceiro dia seguido de entradas. Os ETFs de XRP (XRP) e solana (SOL) também tiveram entradas ontem. Veja as cotações das principais criptomoedas às 8h. Bitcoin (BTC): +11,68%, US$ 71.848,11 Ethereum (ETH): +19,30%, US$ 2.279,43 BNB (BNB): +6,77%, US$ 642,22 XRP (XRP): +15,18%, US$ 1,15 Solana (SOL): +12,79%, US$ 87,15 Outros destaques do mercado cripto Uma nova cripto chega ao HASH11. O HASH11, maior ETF de cripto da bolsa brasileira, faz o rebalanceamento de sua carteira a cada três meses. O objetivo é tirar algum token, incluir outro, mudar o peso de cada um… Faz parte da vida. Pois agora o fundo negociado em bolsa decidiu incluir uma nova criptomoeda: a hyperliquid (HYPE, para os mais chegados). Só neste ano, o ativo digital já deu um salto de 150%. A mudança entra em vigor no dia 1º de setembro. Real e USDC lado a lado. O Brasil é visto como um mercado estratégico para muita empresa gringa. Por isso, vira e mexe elas criam novas alternativas para os investidores locais. Dessa vez, a exchange Coinbase passou a permitir a negociação direta entre o real e a stablecoin USDC (a segunda maior do mercado) em sua plataforma voltada a usuários que buscam ferramentas e recursos mais avançados. Dia triste para quem aposta na queda. No mercado, seja cripto ou tradicional, existem os short sellers (vendedores a descoberto) – aqueles investidores que apostam que o preço vai cair, e não subir. Isso pode ser feito por meio de derivativos e posições alavancadas. Só que, com a disparada do BTC e de outras criptos, hoje eles estão perdendo grana. Ao todo, quem apostava na queda teve US$ 2,7 bilhões em posições liquidadas nas últimas 24 horas, na maior onda de encerramentos forçados de posições vendidas desde 2021.
CZ diz que oferta real de Bitcoin é menor que 21 milhões
CZ estima que 10% a 20% do Bitcoin minerado está perdido de forma permanente Já foram minerados 20,07 milhões de BTC dos 21 milhões previstos no protocolo Restam apenas 4,4% do suprimento total para ser extraído pela mineração O fundador da Binance, Changpeng Zhao, voltou ao centro do debate sobre a escassez do Bitcoin ao afirmar que a oferta efetivamente disponível para negociação é bem menor do que sugere o limite de 21 milhões definido no protocolo. A declaração foi feita em publicação no X nesta sexta-feira (15), a poucos meses do próximo halving. Segundo CZ, mineradores já haviam extraído cerca de 20,07 milhões de BTC até agosto de 2026. O número deixa apenas 4,4% do suprimento máximo para mineração nas próximas décadas, conforme o cronograma de emissão do código original de Satoshi Nakamoto. CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE CZ estima 20% do Bitcoin como irrecuperável A tese central do executivo sustenta que uma fatia relevante do Bitcoin minerado nunca mais retornará ao mercado. Ele calcula que perdas de chaves privadas e mortes sem repasse de credenciais travaram definitivamente entre 10% e 20% da oferta em circulação. Se o intervalo superior estimado por CZ estiver correto, a oferta líquida efetivamente negociável hoje giraria em torno de 16 milhões de BTC. É um corte de aproximadamente 4 milhões de unidades sobre o total minerado, volume superior a tudo que BlackRock, Fidelity e demais ETFs à vista somam em custódia desde janeiro de 2024. A leitura reforça um argumento antigo do próprio Satoshi e de figuras como Hal Finney, que já apontavam nos primeiros anos da rede que perdas seriam inevitáveis. Estudos da Chainalysis e da Glassnode convergem para faixas semelhantes, entre 2,3 milhões e 3,7 milhões de BTC não se movem há mais de uma década, incluindo o estoque atribuído ao criador anônimo do protocolo. Halving e fluxo institucional pressionam oferta remanescente O contexto amplifica o peso do argumento. Com o próximo halving reduzindo pela metade a recompensa por bloco, o ritmo de emissão diária cai a menos de 225 BTC por dia após o evento. No mesmo intervalo, fundos soberanos e gestoras seguem acumulando. Reportagem recente mostrou que fundos de Abu Dhabi mantêm US$ 763 milhões apenas no IBIT da BlackRock. Para o investidor brasileiro, o raciocínio de CZ tem implicações práticas. O mercado local ainda vê o Bitcoin como ativo abundante justamente porque o limite de 21 milhões é o número mais divulgado. A oferta líquida menor, porém, altera o cálculo de escassez usado por quem monta posição via Mercado Bitcoin, Foxbit ou ETFs listados na B3, como HASH11 e QBTC11. Baleias antigas contradizem tese de moedas mortas Nem todo BTC parado, contudo, está perdido de fato. Movimentações recentes mostraram baleias de 2014 realocando 114 BTC após uma década de inatividade. Casos assim indicam que parte do suprimento considerado morto pode voltar a circular quando o preço atinge múltiplos suficientes para justificar o resgate técnico das carteiras antigas. Essa dinâmica cria uma variável adicional para modelos de precificação baseados em stock-to-flow. Se a fatia irrecuperável real for menor do que os 20% projetados por CZ, o efeito de escassez sobre o preço perde intensidade. Se for maior, o piso técnico do ativo sobe estruturalmente a cada ciclo. A fala do fundador da Binance chega em momento delicado. Os ETFs de Bitcoin registraram US$ 131 milhões em saques na semana, com ARK e Fidelity liderando a retirada. O contraste entre saída de curto prazo e narrativa de escassez estrutural define o pano de fundo para os próximos meses até o halving.
Perguntas Frequentes sobre HASH11
Qual é a cotação de HASH11 hoje na B3?
Quanto a HASH11 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de HASH11?
O que significa o P/L e o P/VP de HASH11?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
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