FIVN11 Fundo de Investimento Imobiliario Vida Nova - FII Cotas – Cotação Hoje
Fundo de Investimento Imobiliario Vida Nova - FII Cotas
CNPJ: 17854016000164
Selo de Investimento:
⚠️ AtençãoAtende a 3 de 11 critérios. Alguns múltiplos de valuation, histórico ou liquidez exigem atenção.
Checklist Fundamentalista de 11 Critérios
Critérios de consistência e valuation auditadosRetorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano
Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses
Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial
Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito
Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente
Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência
Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book
Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária
Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos
Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias
Nível de ocupação saudável dos imóveis para garantir a receita de aluguéis (Ignorado para fundos de papel)
Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)
Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.
Portfólio de Imóveis & Vacância Física
| Imóvel & Tipo | Endereço / Cidade | Área (ABL) | Vacância | Part. Receita |
|---|---|---|---|---|
| Shopping Taboão Plaza Outlet Imóveis para renda acabados | Avenida Vida Nova, 28, Chácara Agrindus, Taboão da Serra, São Paulo/SP | 66.498 m² | 85,32% | 100,00% |
📊 Alocação por Classe de Ativo
Consulte o Raio-X completo de ativos, passivos, alavancagem, cotistas e histórico de 12 meses do FIVN11.
Resumo Fundamentalista de FIVN11
O ativo FIVN11 (Fundo de Investimento Imobiliario Vida Nova - FII Cotas) está sendo negociado hoje a R$ 2,57, acumulando uma variação de +0.00% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 2,01 e a máxima de R$ 5,27. O fundo atua no segmento de Tijolo - Shoppings, registrando um Dividend Yield (12M) de 0,00% e indicador P/VP de 0.43x.
Histórico de Cotação: FIVN11
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)
Sobre a FIVN11
O FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO VIDA NOVA - FII (FIVN11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Shoppings, com gestão Definida.
Dividendos
Nenhum dividendo
encontrado
Outros FIIs do Segmento Tijolo - Shoppings
Ver Todos os FIIsNotícias relacionadas
Diversificação: como equilibrar riscos e investimentos na carteira
Segundo especialistas, perfil de risco, prazo e objetivos financeiros devem ser considerados para construir uma estratégia mais adequada Estratégia reduz concentração em um único ativo, mas excesso de posições pode dificultar gestão e diluir retornos Diversificar os investimentos é uma das estratégias mais conhecidas para reduzir a concentração de riscos em uma carteira. A ideia é distribuir o patrimônio entre diferentes classes e ativos, de forma que uma queda em determinado investimento tenha um impacto menor sobre o conjunto da carteira. Porém, a diversificação também envolve um equilíbrio entre a redução de riscos e a quantidade de ativos escolhidos. Marilia Fontes, apresentadora do Resenha do Dinheiro, explica que o objetivo não é ter o maior número possível de investimentos, mas entender qual é a função de cada um dentro da carteira. Uma carteira pode, por exemplo, combinar ações, renda fixa e fundos imobiliários. O tema foi destaque no quadro "Papo de Investidor", apresentado por Marilia Fontes no Resenha do Dinheiro desta semana. Para ilustrar o risco da concentração, Marilia cita caso o investidor tenha 80% do patrimônio em ações de alguma empresa. E uma queda expressiva dos papéis teria impactado o patrimônio desse investidor justamente pela elevada concentração. Por isso, a diversificação evita que um único investimento tenha peso excessivo na carteira. Ao distribuir os recursos entre diferentes ativos, o investidor reduz o impacto de eventos específicos sobre o patrimônio. Ter muitos ativos na carteira também pode dificultar a estratégia. Segundo a apresentadora, é importante diferenciar uma carteira diversificada de uma carteira pulverizada. A pulverização ocorre quando o investidor distribui recursos por uma quantidade excessiva de ativos sem que exista uma função clara para cada posição. "Portanto, o investidor deve escolher muito bem qual ativo vai estar na sua carteira e qual o objetivo daquele ativo dentro da carteira", ressalta. Resenha do Dinheiro Realizado com o apoio da B3 e da gestora de investimentos BlackRock, o programa é apresentado por Marilia Fontes, sócia-fundadora da Nord Investimentos, Bernardo Pascowitch, fundador e CEO do Yubb e Thiago Godoy, o “Papai Financeiro”; e propõe uma abordagem leve, direta e descomplicada sobre temas ligados a educação financeira e investimentos. A atração aborda semanalmente os principais temas da economia com a informalidade de uma conversa entre amigos — sem abrir mão da análise. O Resenha do Dinheiro vai ao ar todas as sextas-feiras, às 19h, no canal do CNN Money no YouTube e aos domingos, às 15h, na CNN Brasil.
Dólar a R$ 4,86? O que as eleições, o Chile, a Colômbia e o Peru têm a ver com isso?
Você se lembra da última vez que o dólar foi cotado a R$ 4,87? Foi há mais de dois anos, em janeiro de 2024. Na ocasião, a moeda norte-americana recuou pelo segundo pregão consecutivo, após a divulgação de dados de inflação no Brasil e nos Estados Unidos. Você se lembra da última vez que o dólar foi cotado a R$ 4,87? Foi há mais de dois anos, em janeiro de 2024. Na ocasião, a moeda norte-americana recuou pelo segundo pregão consecutivo, após a divulgação de dados de inflação no Brasil e nos Estados Unidos. Agora, com o primeiro turno das eleições presidenciais marcado para domingo (4), podemos estar prestes a ver o câmbio neste patamar novamente. E três países vizinhos ajudam a entender de onde vem essa possibilidade. Agora, com o primeiro turno das eleições presidenciais marcado para domingo (4), podemos estar prestes a ver o câmbio neste patamar novamente. E três países vizinhos ajudam a entender de onde vem essa possibilidade. Chile, Colômbia e Peru. Nos três, o comportamento das moedas foi de apreciação frente ao dólar, depois de eleições presidenciais que resultaram em alternância de governo. Diante desse cenário, os analistas da Empiricus Research fizeram a seguinte pergunta: “Quanto o real poderia se valorizar caso uma eventual mudança de governo no Brasil viesse acompanhada de redução relevante do prêmio de risco doméstico?” Na visão dos analistas, a cotação convergiria para uma região próxima de R$ 4,94 a R$ 4,87 por dólar. E parte desse movimento poderia começar a ser precificado antes mesmo de o resultado definitivo das eleições ser conhecido. VEJA MAIS: confira as principais recomendações da Empiricus, DE GRAÇA, até o fim do segundo turno das eleições O real pode estar no mesmo caminho das moedas do Chile, da Colômbia e do Peru? A Empiricus Research analisou três eleições presidenciais recentes na América Latina: a vitória de José Antonio Kast no Chile, em dezembro de 2025; de Abelardo de la Espriella na Colômbia, em junho de 2026; e de Keiko Fujimori no Peru, proclamada presidente eleita em julho. Nos 42 pregões posteriores ao segundo turno, período equivalente a aproximadamente dois meses, todas as moedas apresentaram valorização frente ao dólar: O peso chileno se valorizou 6,5%; O peso colombiano avançou 9%; e O sol peruano, 0,6%. O ponto destacado pelos analistas não está apenas na dimensão da valorização. No Chile e na Colômbia, por exemplo, “a reprecificação não terminou quando o vencedor passou a ser conhecido”, apontam. Segundo o relatório, isso acontece porque o resultado da eleição não encerra necessariamente a formação de preços. Depois das urnas, o mercado passa a observar fatores como: composição do governo, relação com o Legislativo, credibilidade das primeiras sinalizações econômicas e possibilidade de implementação das políticas anunciadas. Mas de que maneira esse movimento observado nos países vizinhos se relaciona com o Brasil neste momento? O objetivo foi avaliar quanto o real poderia se apreciar diante de uma eventual alternância de governo no Brasil. Nesse sentido, estamos a um dia do primeiro turno das eleições e as pesquisas mostram empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro nos dois turnos. De acordo com o portal Polling Data, o agregado das últimas pesquisas indicavam Lula com 40% e Flávio com 38% no primeiro turno. Em uma eventual disputa entre os dois no segundo turno, Flávio aparecia numericamente à frente, com 45% contra 44%. Assim, o estudo da Empiricus aponta que, caso haja uma alternância política, acompanhada de melhores perspectivas fiscais e econômicas, o real pode se valorizar frente ao dólar. De R$ 5,21 para até R$ 4,87: Até onde o câmbio pode chegar com as eleições? No estudo, a Empiricus trabalhou com a possibilidade de uma apreciação do real frente ao dólar em três cenários: no caso-base, a pesquisa ajusta os movimentos das moedas pela volatilidade. O resultado encontrado sugere uma valorização média de 6,7%. Já nos dois cenários mais conservadores, a análise considera primeiramente a volatilidade existente na época de cada uma das eleições estudadas. Nesse exercício, a valorização estimada para o real cai para aproximadamente 5,2%. No segundo cenário, o estudo desconsidera dos movimentos das moedas a parcela associada ao comportamento global do dólar, medido pelo DXY (US Dollar Index) — índice que mede o desempenho do dólar norte-americano em relação a uma cesta de moedas —, antes de aplicar o ajuste pela volatilidade. O resultado foi uma valorização estimada de cerca de 5,4% para o real. Assim, considerado o fechamento de 1º de outubro (R$ 5,21), nos cenários conservadores o câmbio poderia ficar entre R$ 4,93 e R$ 4,94. Contudo, o cenário-base aponta para a possibilidade de um dólar a R$ 4,87 nos próximos pregões. A resposta não é uma previsão de que o dólar chegará neste preço. Mas, de acordo com a Empiricus, o movimento observado em outros países é um bom indicativo do que podemos ver no Brasil. E um detalhe importante: o câmbio não necessariamente espera a definição das urnas para começar a se movimentar. SAIBA MAIS: E se o dólar realmente cair? Quais são os melhores investimentos para ter na carteira? Valorização do real poderia começar já nos próximos dias: veja como se posicionar para uma eventual mudança no câmbio “O fato de uma eventual alternância já possuir alguma probabilidade incorporada aos preços dos ativos nas últimas semanas não implica que toda a reprecificação potencial tenha necessariamente ocorrido”, explicam os analistas da Empiricus. No estudo, os analistas mostram que parte da movimentação das moedas aconteceu antes mesmo da votação decisiva. NaColômbia, o peso já havia se valorizado aproximadamente 7% nos 30 dias anteriores ao segundo turno. Usando o primeiro turno como referência, a apreciação acumulada chegou a cerca de 12,2% em dois meses. O Chile apresentou comportamento semelhante. Tomando o primeiro turno como ponto inicial, a valorização da moeda em dois meses foi de aproximadamente 5,2%. Isso mostra que parte do movimento já estava em curso antes da vitória de Kast no segundo turno. No caso brasileiro, o primeiro turno acontece neste domingo (4). Por isso, os pregões após a votação já podem mostrar o mercado precificando as novas informações sobre a disputa eleitoral, entre elas uma possível valorização do real frente ao dólar. Ou seja, depois do primeiro turno, muita coisa pode acontecer antes de você decidir como se posicionar e, portanto, hoje pode ser o melhor dia para conhecer os ativos que podem ganhar com uma possível virada do real. Por isso, você, que está lendo esta matéria, tem até 31/10/2026 para acessar os conteúdos da Empiricus de graça. A casa está liberando o acesso à Empiricus+, “streaming” de investimentos da casa. Assim, você já confere quais são os melhores ativos para comprar antes dos resultados das eleições. Na Empiricus+ você terá acesso às 11 principais carteiras da casa, de graça e, além disso: Análises e relatórios que vão te ajudar a entender como os principais acontecimentos políticos afetam os mercados; que vão te ajudar a entender como os principais acontecimentos políticos afetam os mercados; As estratégias que os analistas consideram mais adequadas para proteger e aproveitar oportunidadesem um ambiente de maior incerteza; que os analistas consideram mais adequadas para proteger e aproveitar oportunidadesem um ambiente de maior incerteza; Recomendações para investir em ações, renda fixa, fundos imobiliários, estratégias alternativas, entre outros. Para liberar o seu acesso gratuito à Empiricus+ é simples. Basta clicar no botão abaixo:
Fundos imobiliários (FIIs): Veja 12 para ter na carteira em outubro, segundo o Itaú BBA – Money Times
Fundos imobiliários (FIIs): Veja 12 para ter na carteira em outubro, segundo o Itaú BBA (Imagem: MicroStockHub/iStock) O Itaú BBA optou por manter inalterada sua carteira recomendada de fundos imobiliários (FIIs) para o mês de outubro, que segue composta por 12 veículos. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Em relatório, os analistas Fausto Menezes e Larissa Gatti Nappo afirmaram que mantêm a preferência por FIIs de papel (crédito), devido ao cenário que “permanece favorável no curto prazo”. “Nossa visão é baseada na projeção de pausa do atual ciclo de cortes de juros, no qual a expectativa é de uma Selic de 13,75% ao ano ao fim de 2026, o que favorece os rendimentos dos fundos [de papel] indexados ao CDI”, escreveram. “Já para os FIIs [de papel] atrelados ao IPCA, seguimos com a projeção de inflação de 5,1% para 2026, sendo que os dados correntes apontam uma janela benigna no curto prazo, mas com alimentos e serviços reacelerando no quarto trimestre, o que tende a beneficiar esses fundos, reforçando a tese de que podem representar alternativas relevantes dentro de diferentes cenários de investimento”, acrescentaram. Quanto aos fundos de tijolo, a dupla afirmou que, ao analisar os fundamentos da classe, observa bases sólidas e ciclos positivos. Apesar disso, pontuou que a continuidade desse desempenho depende, em parte, da evolução da atividade econômica. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE “Caso as condições financeiras permaneçam restritivas por um período prolongado, a tendência positiva atualmente observada poderá perder força. Vale notar que já observamos sinais de desaceleração econômica, mas ainda sem reflexos relevantes para o mercado de fundos imobiliários”, disseram Menezes e Nappo. “Além disso, esses fundos [de tijolo] são mais sensíveis à reprecificação das curvas de juros, o que pode aumentar a volatilidade diante do cenário atual. Ainda assim, enxergamos espaço para valorização adicional, sustentada pelo desconto remanescente e pelo bom momento operaciona”, prosseguiram. Carteira recomendada do Itaú BBA Com isso, a distribuição por segmento da carteira recomendada de FIIs do BBA segue da seguinte forma: Recebíveis (ativos financeiros): 32% 32% Logística: 21% 21% Multiestratégia: 17% 17% Shoppings: 15% 15% Lajes corporativas: 11% 11% Varejo: 5% Em setembro, o portfólio escolhido pelo banco registrou queda de 0,3%, ante recuo de 0,23% do IFIX, principal índice de fundos imobiliários da bolsa de valores (B3). CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE No acumulado de 2026, porém, o desempenho da carteira é positivo em 2,1%, contra desvalorização de 0,53% do indicador referencial (benchmark). Segundo o BBA, o mês passado foi marcado pela continuidade do ambiente de cautela no mercado de fundos imobiliários. Entre os fatores que contribuíram para esse cenário, o banco citou tensões geopolíticas globais, o período eleitoral e os juros elevados. “Esse contexto manteve a pressão sobre o IFIX, fazendo com que o índice encerrasse mais um mês no negativo. Além disso, o aumento dos pedidos de recuperação judicial tem chamado a atenção no noticiário e, em nossa avaliação, pode ter contribuído para uma postura mais cautelosa dos investidores”, afirmou a casa. “O aumento dos pedidos de recuperação judicial ganha relevância para a indústria imobiliária, especialmente pelos potenciais impactos sobre o pagamento de aluguéis, a ocupação dos ativos e as garantias […] Até o momento, contudo, não identificamos evidências suficientes de uma deterioração generalizada dos fundamentos do setor”, acrescentou. Confira os FIIs recomendados pelo Itaú BBA para outubro: Fundo (ticker) Setor Peso HGRU11 Varejo 5,00% HSML11 Shopping center 7,50% XPML11 Shopping center 7,50% BRCO11 Logístico 8,50% BTLG11 Logístico 8,50% KNRI11 Híbrido 8,50% PVBI11 Lajes corporativas 6,50% ITRI11 Multiestratégia 5,00% KNHF11 Multiestratégia 11,50% KNIP11 Ativos financeiros (Papel) 11,50% KNUQ11 Ativos financeiros (Papel) 10,00% KNCR11 Ativos financeiros (Papel) 10,00% CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Perguntas Frequentes sobre FIVN11
Qual é a cotação de FIVN11 hoje na B3?
Quanto a FIVN11 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de FIVN11?
O que significa o P/L e o P/VP de FIVN11?
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