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DEVA11 Devant Recebiveis Imobiliarios Fundo de Investimento Imobiliario – Cotação Hoje

🏢 FII Papel / CRI

Devant Recebiveis Imobiliarios Fundo de Investimento Imobiliario

CNPJ: 37087810000137

Preço Atual
R$ 16,93
-0.59%
Cotação oficial B3 em tempo real
Análise de Fundos Imobiliários • Geração de Renda Passiva

Selo de Investimento:

⚠️ Atenção

Atende a 7 de 11 critérios. Alguns múltiplos de valuation, histórico ou liquidez exigem atenção.

Pontuação dos Critérios 7/11 (63.6%)
Mínimo Renda Sólida: 7/10 Status: Atenção

Checklist Fundamentalista de 11 Critérios

Critérios de consistência e valuation auditados
Dividend Yield > 6% a.a.
DY 12M atual: 21.62% a.a.

Retorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano

Distribuição Mensal Consistente
69 meses com distribuição registrada nos últimos 12 meses

Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses

P/VP até 1.10 (Sem ágio excessivo)
P/VP atual: 0.18x (Abaixo de 1.10)

Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial

P/VP acima de 0.70
P/VP com desconto excessivo: 0.18x (alerta de risco)

Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito

Estabilidade nos Proventos
Variação trimestral estável: +4.4%

Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente

Patrimônio > R$ 500 Milhões
Patrimônio Líquido: R$ 237.8 milhões

Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência

Liquidez Diária > R$ 500 mil
Volume médio diário: R$ 196 mil

Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book

Segmento Consolidado
Segmento: Papel / CRI

Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária

Mais de 3 anos na Bolsa
Listado desde 2020 (6 anos na B3)

Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos

DY Sustentável (≤ 18% a.a.)
DY de 21.62% a.a. (muito elevado - risco de amortização ou distorção)

Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias

Vacância Física < 10%
Fundo de Papel/Financeiro (Não possui imóveis físicos diretos)

Nível de ocupação saudável dos imóveis para garantir a receita de aluguéis (Ignorado para fundos de papel)

ℹ️ Análise algorítmica de FIIs calculada em tempo real com base em dados de proventos e patrimônio B3/CVM. Não constitui recomendação de compra ou venda.
🏢
Valuation de Rendimentos

Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)

Abaixo do Teto

Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.

Preço Teto Projetado (Yield 6%)
R$ 61,00
Rendimento Anual (12M) R$ 3,66
Margem de Segurança +72.25%
Ajustar parâmetros na Calculadora de Preço Teto
Fórmula: Rendimento Anual ÷ 0,06 Alvo: Yield ≥ 6% a.a.
⚠️ Aviso Legal: As estimativas do Método Barsi são modelos matemáticos teóricos baseados em dados públicos da B3/CVM. Não constituem recomendação de investimento, compra ou venda.
🏗️
CVM Oficial Data-base: 2026-06-30

Composição da Carteira & Ativos do Fundo

📊 Alocação por Classe de Ativo

Outros 0,00%
Outros 0,00%
Outros 0,00%

Principais Títulos & CRIs em Carteira

BASE SECURITIZADORA - 21J0989842 CRI • Taxa: N/D
R$ 10,86 mi
BASE SECURITIZADORA - 24B2057932 CRI • Taxa: N/D
R$ 14,22 mi
BASE SECURITIZADORA - 24B2057933 CRI • Taxa: N/D
R$ 35,15 mi
BASE SECURITIZADORA -21E0823441 CRI • Taxa: N/D
R$ 4,95 mi
BASE SECURITIZADORA- 21J0989453 CRI • Taxa: N/D
R$ 29,11 mi
BSI CAPITAL SECURITIZADORA S.A. - 21G0613844 CRI • Taxa: N/D
R$ 59,52 mi
📑 Relatório Mensal CVM & Informes Estruturados

Consulte o Raio-X completo de ativos, passivos, alavancagem, cotistas e histórico de 12 meses do DEVA11.

Acessar Relatório CVM Completo →
Fonte: Informes Periódicos Trimestrais CVM via Brapi.dev Atualização automática a cada novo informe registrado

O ativo DEVA11 (Devant Recebiveis Imobiliarios Fundo de Investimento Imobiliario) está sendo negociado hoje a R$ 16,93, acumulando uma variação de -0.59% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 15,87 e a máxima de R$ 28,18. O fundo atua no segmento de Papel / CRI, registrando um Dividend Yield (12M) de 21.62% e indicador P/VP de 0.18x.

Abertura
R$ 16,86
Fec. Ant: R$ 16,93
Variação Dia
Min: R$ 16,86
Max: R$ 17,10
52 Semanas
Mín: R$ 15,87
Máx: R$ 28,18
Volume
11.549
Moeda: BRL

Histórico de Cotação: DEVA11

Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência

Mínima no Período --
Máxima no Período --
Variação no Período --
Tendência Técnica --
Carregando cotações históricas...

Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)

0.18
R$ 96,44
Patrimônio Líquido
R$ 237,78 Mi
Último Rendimento
R$ 0.3000
Pagto: 2026-08-14
Rendimento Médio (12M)
R$ 0.3327
por cota / mês
Rendimento 12M
R$ 3.6600
acumulado no ano
R$ 237,78 Mi
Quantidade de Cotas
14,04 Mi
Liquidez Diária
11.549

Sobre a DEVA11

Categoria / Segmento
Papel / CRI
Tipo de Ativo
Fundo de Investimento Imobiliário (B3)
Market Cap
N/A
Descrição do Negócio

O DEVANT RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS FII (DEVA11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Multicategoria, com gestão Ativa.

Administrador do Fundo
Nome
VÓRTX DTVM LTDA
CNPJ
22610500000188
Telefone
11 3030-7177
Endereço
Rua Gilberto Sabino, 215 - 4º ANDAR, Pinheiros — São Paulo/SP - CEP 5425020
RENDIMENTO R$ 0,3000
Pagamento: 14/08/2026
RENDIMENTO R$ 0,3400
Pagamento: 14/07/2026
RENDIMENTO R$ 0,3000
Pagamento: 15/06/2026
RENDIMENTO R$ 0,3000
Pagamento: 15/05/2026
RENDIMENTO R$ 0,3000
Pagamento: 15/04/2026
RENDIMENTO R$ 0,3000
Pagamento: 13/03/2026
RENDIMENTO R$ 0,3000
Pagamento: 13/02/2026
RENDIMENTO R$ 0,4000
Pagamento: 15/01/2026
RENDIMENTO R$ 0,4400
Pagamento: 12/12/2025
RENDIMENTO R$ 0,3300
Pagamento: 14/11/2025

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Institucional reduz posição em FIIs e vende R$ 266 milhões em uma semana; pessoa física e estrangeiros compram (Imagem: cherdchai chawienghong/ istockphoto) O investidor institucional local retirou R$ 266,2 milhões dos fundos imobiliários entre 14 e 18 de setembro, enquanto o varejo e os não residentes (estrangeiros) registraram entrada líquida de R$ 266,2 milhões, mostra relatório da LAREAL (Latin America REITs Association) divulgado na quarta-feira (23). CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE De acordo com o levantamento, a saída dos institucionais brasileiros ficou concentrada principalmente nos FIIs de tijolo, que são aqueles que possuem imóveis físicos no portfólio. Nesse segmento, a venda líquida chegou a R$ 216,5 milhões. Entre os setores, a maior parte da venda do investidor institucional ocorreu nos fundos imobiliários de logística, com saída líquida de R$ 148 milhões. Na sequência, aparecem os FIIs de shoppings, com saldo negativo de R$ 23 milhões, os diversificados, com saques de R$ 23 milhões, e os de lajes corporativas, com retiradas de R$ 17 milhões. Do outro lado, o varejo absorveu boa parte dessa oferta. Os investidores pessoas físicas tiveram entrada líquida de R$ 198,1 milhões no mercado de FIIs e, considerando apenas os fundos de tijolo, compraram R$ 171,6 milhões líquidos. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Já os não residentes registraram entrada líquida de R$ 68,1 milhões no período. FIIs movimentam R$ 2,4 bilhões Ao todo, foram negociados R$ 2,39 bilhões em 308 FIIs na última semana, com volume médio diário de R$ 478,6 milhões. Os fundos de tijolo concentraram a maior parcela das negociações, com R$ 1,45 bilhão, equivalente a 60,6% do volume total da indústria. Entre os FIIs com maior liquidez entre 14 e 18 de setembro, o TRXF11 liderou, com volume médio diário de R$ 48 milhões. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Na sequência apareceram XPML11, com R$ 31 milhões por dia, e KNCR11, com R$ 29,3 milhões. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Treasuries disparam outra vez: como isso afeta o Brasil e o que fazer agora?
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Treasuries disparam outra vez: como isso afeta o Brasil e o que fazer agora?

Taxa dos títulos de 10 anos dos EUA fecha a 5,11% e eleva o retorno mínimo exigido de todos os investimentos; especialistas divergem sobre prazo, e há quem veja oportunidade para quem tem dinheiro parado Publicidade A taxa dos títulos de 10 anos do Tesouro americano, conhecidos como Treasuries, fechou a quarta-feira (23) em 5,11%, o maior nível desde julho de 2007, em pressão que continuou nesta quinta-feira (24), quando a taxa do título de 30 anos chegou a 5,44%, a maior desde 2004. Tratando-se da maior economia do mundo, o movimento mexe com o mercado inteiro, e chega até o investidor brasileiro. A alta veio depois de dados mais fortes que o esperado sobre a economia americana. O PMI, índice que mede a atividade das empresas, mostrou em setembro o maior ritmo de crescimento em mais de cinco anos, com os custos subindo por causa de combustíveis e transporte. Na quarta, o diretor do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) Michael Barr disse que novas altas de juros devem ser necessárias, e o mercado passou a ver cerca de 70% de chance de outro aumento em outubro. O petróleo acima de US$ 100 por barril, sem avanço nas negociações entre EUA e Irã, ajuda a piorar o panorama. Os motivos da alta estavam à vista havia tempo, e o mercado não deveria se surpreender mais, avalia Mohamed El-Erian, conselheiro econômico-chefe da Allianz. “O que está tendo um papel muito maior do que deveria é a ancoragem psicológica”, escreveu em publicação no LinkedIn, em referência ao hábito formado por mais de uma década de juros artificialmente baixos. Em leitura parecida, o Bank of America afirma avalia que o juro mostra que os investidores ainda não se sentem confortáveis com Treasuries num cenário de Fed voltando a subir juros, conflito no Oriente Médio e consumo americano resiliente. Mais do que o patamar de 5% em si, é a rapidez da alta que começa a incomodar a bolsa. Em nota a clientes nesta quinta, o Goldman Sachs lembra que as ações costumam reagir mal quando os juros sobem forte em poucas semanas, e avalia que o mercado está perto desse ponto. O banco observa ainda que os juros mais altos já vinham pesando sobre o preço das ações americanas antes mesmo do salto desta semana. Para o investidor brasileiro, o efeito aparece porque o Treasury segue como a principal referência de investimento de baixo risco no mundo, mesmo depois do rebaixamento da nota de crédito dos EUA. Quando essa referência sobe, sobe junto o retorno mínimo exigido de qualquer outro investimento, explica João Arthur, CIO da Suno Consultoria. “Se o governo americano paga 5 [por cento ao ano], o governo brasileiro tem que pagar mais”, diz. Segundo ele, a pressão não fica restrita aos títulos públicos e chega também aos títulos de empresas, às ações e aos fundos imobiliários. O especialista lembra que o juro real, ou seja, o ganho acima da inflação, está elevado tanto nos títulos brasileiros atrelados ao IPCA quanto nos equivalentes americanos, as TIPS, o que, segundo ele, eleva a régua de todos os ativos no mundo. Continua depois da publicidade No Tesouro Direto, a pressão aparece principalmente nos prefixados. O Tesouro Prefixado 2032 subiu de 14,11% no fechamento de quarta para 14,14% na manhã desta quinta, segundo o InfoMoney. Já o IPCA+ 2032 ficou praticamente estável, em 7,68%. A alta lá fora também pode limitar o espaço para novos cortes da Selic. Não é de hoje que o cenário externo vem explicando boa parte da alta dos juros longos no Brasil. Mas nem todos veem os juros americanos mais altos como ameaça ao Brasil e a outros países emergentes. Alejo Czerwonko, CIO para mercados emergentes do UBS Global Wealth Management, argumenta que o volume de dinheiro circulando no mundo pesa mais sobre esses mercados do que as decisões do Fed. “O ciclo atual de aperto representa um vento contrário administrável, e não uma ameaça fundamental, para as economias e os ativos emergentes”, escreve em relatório. Continua depois da publicidade O executivo destaca que as ações de países emergentes estão baratas, tanto em relação à própria história quanto em relação às bolsas de países desenvolvidos. Ele lembra também que esses países, entre eles o Brasil, dependem hoje muito menos de dívida em moeda estrangeira do que em ciclos anteriores de alta de juros nos EUA. O risco, segundo ele, seria um Fed obrigado a subir os juros bem mais do que o mercado espera, com o dólar se fortalecendo ao mesmo tempo. O que fazer com a carteira? Na renda fixa americana, as recomendações divergem quanto ao prazo dos títulos. A BlackRock prefere títulos públicos de prazo curto e médio e está underweight (equivalente a venda) em Treasuries longos. A gestora avalia que os investidores devem exigir mais retorno para carregar esses papéis diante da inflação persistente e do alto endividamento americano. Entre os emergentes, a BlackRock está overweight (equivalente a compra) em títulos de dívida local, na visão de um investidor em dólar. João Arthur, por outro lado, vê na taxa atual uma porta de entrada para quem está com dinheiro parado em aplicações de curtíssimo prazo, como os fundos de money market, de resgate imediato. “Para quem tem caixa é um bom patamar para você alocar, porque essas taxas de 5% no Tesouro americano são raras”, afirma. “Eu vejo mais chance de permanecer nesse patamar, ou até reduzir, do que de ir para 6%, 7% e ter mais marcação a mercado negativa.” Continua depois da publicidade A marcação a mercado é a variação diária no preço dos títulos, que cai quando os juros sobem. É por isso que quem já tem títulos muito longos vê perdas no papel neste momento. Ainda assim, a recomendação do especialista é não mexer por impulso, porque a carteira distribuída entre vários tipos de investimento tende a se proteger melhor. Segundo ele, até a bolsa, que costuma sofrer nesse cenário, vem segurando o valor graças aos bons resultados das empresas. “A proteção da carteira passa pela boa e velha diversificação”, resume. Para o investidor brasileiro, porém, a taxa mais alta lá fora não basta para superar o CDI. Um Treasury de 10 anos pagando 4,95% ao ano rende cerca de 2,2% líquidos em 12 meses para o investidor brasileiro, se o dólar ficar parado, segundo cálculo de Ricardo Trevisan, CEO da Gravus Capital, considerando taxa ainda em 4,95%. Pela conta, o dólar precisaria subir perto de 10% para empatar com a renda fixa brasileira. Por isso, a dolarização faz mais sentido como proteção contra um cenário ruim no Brasil do que como busca por rentabilidade. “O investidor não se protege do cenário médio, se protege do cenário ruim”, diz Trevisan, que sugere manter entre 15% e 20% do patrimônio em dólar para o investidor de perfil moderado. Ele recomenda evitar produtos com proteção cambial, que anulam justamente o efeito da alta do dólar.

Fundos da Suno pagam dividendos amanhã; veja valores e yields
Fundos Imobiliários Brasileiros •

Fundos da Suno pagam dividendos amanhã; veja valores e yields

Fundos da Suno pagam dividendos amanhã; veja valores e yields Vinícius Alves 24/09/2026 às 13:44 3 minutos de leitura Atualizado em: 24/09/2026 às 13:44 Sete fundos geridos pela Suno Asset têm pagamento de rendimentos previsto para esta sexta-feira (25). Entre os veículos estão fundos imobiliários, um Fiagro e um fundo de infraestrutura, com proventos que chegam a R$ 1,06 por cota. Os pagamentos são destinados aos investidores que estavam posicionados nos respectivos fundos nas datas-base de setembro. A lista inclui SNEL11, SNFF11, SNAG11, SNFZ11, SNME11, SNCI11 e SNID11. A agenda de proventos confirma a data de pagamento de todos os sete veículos para 25 de setembro. Fundo Rendimento por cota Dividend yield Data de pagamento SNCI11 R$ 1,00 1,23% 25/09/2026 SNAG11 R$ 0,12 1,21% 25/09/2026 SNEL11 R$ 0,10 1,25% 25/09/2026 SNFZ11 R$ 0,10 1,09% 25/09/2026 SNME11 R$ 0,10 1,06% 25/09/2026 SNID11 R$ 0,11 1,07% 25/09/2026 SNFF11 R$ 1,06 1,49% 25/09/2026 Os dados de setembro mostram que o SNFF11, fundo de fundos imobiliários da Suno Asset, é o responsável pelo maior pagamento nominal da lista, com R$ 1,06 por cota. Considerando a cotação de aproximadamente R$ 71 no fechamento de agosto, o rendimento corresponde a um dividend yield de cerca de 1,49%. Na sequência aparece o SNCI11, fundo de recebíveis imobiliários, que distribuirá R$ 1,00 por cota, equivalente a um yield de aproximadamente 1,23%. O valor mantém o mesmo patamar de distribuição observado nos meses anteriores. Entre os fundos ligados ao agronegócio, o SNAG11 pagará R$ 0,12 por cota, com dividend yield de aproximadamente 1,21%. Já o SNFZ11, fundo com exposição direta a propriedades rurais, distribuirá R$ 0,10 por cota, com yield de cerca de 1,09%. O SNEL11, voltado a investimentos em energias limpas, também pagará R$ 0,10 por cota. Considerando a referência de setembro, o rendimento equivale a aproximadamente 1,25%. O SNME11, fundo multiestratégia, distribuirá outros R$ 0,10 por cota, com dividend yield de aproximadamente 1,06%. O valor é igual ao pago no mês anterior, embora abaixo das distribuições de R$ 0,22 e R$ 0,15 registradas em julho e junho, respectivamente. Por fim, o SNID11, fundo de infraestrutura da Suno, pagará R$ 0,11 por cota. A distribuição tem como data-base 15 de setembro e corresponde a um yield de aproximadamente 1,07%, segundo o histórico de proventos do fundo. Assim, os investidores que tinham posição nos respectivos fundos nas datas-base definidas pelas gestoras receberão os valores diretamente em suas contas de investimento nesta sexta-feira. Fundos da Suno: SNEL11 chega a 135 mil cotistas e consolida expansão O SNEL11 atingiu a marca de 135 mil cotistas, apenas uma semana depois de alcançar os 130 mil investidores. O avanço reforça o ritmo de crescimento da base do fundo ao longo de 2026, que praticamente dobrou desde o início do ano. Em janeiro, o fundo tinha cerca de 65 mil investidores. Desde então, foram adicionados aproximadamente 70 mil novos cotistas, levando a uma expansão de quase 108% na base em pouco mais de oito meses. O crescimento ocorre em paralelo à expansão do SNEL11 no segmento de geração distribuída de energia solar. O fundo investe na aquisição e operação de usinas fotovoltaicas, com contratos de locação de longo prazo vinculados aos projetos. Além da evolução no número de investidores, o fundo registrou R$ 13,36 milhões em resultado distribuível em julho de 2026. No mesmo período, os ativos adquiridos nas segunda e terceira emissões apresentaram valorização de 11,2% desde dezembro do ano passado, passando de R$ 279,26 milhões para R$ 310,50 milhões em valor justo. Entre os principais destaques da reavaliação estiveram as usinas São Bento, com valorização de 21%, Liberdade, com alta de 18,5%, e Catena, que teve aumento de 13,6% no valor atribuído. Na outra ponta, Pains e Pirassununga registraram revisões negativas de 0,9% e 9,7%, respectivamente.

Perguntas Frequentes sobre DEVA11

Qual é a cotação de DEVA11 hoje na B3?
A cotação de DEVA11 hoje está em R$ 16,93. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 16,86 e máxima de R$ 17,10.
Quanto a DEVA11 paga de dividendos?
A empresa distribui proventos periodicamente na forma de dividendos e JCP (Juros sobre Capital Próprio). Você pode conferir a tabela completa com as últimas datas de corte (Data Com) e pagamento na seção de Dividendos acima.
Como calcular o Preço Teto de DEVA11?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de DEVA11 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de DEVA11?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

Aviso Legal: Os dados e ferramentas disponibilizados pelo Cotações Hoje têm propósito exclusivamente informativo e educacional, não constituindo recomendação de investimento.