D2OX34 Amdocs Ltd Shs Unsponsored Brazilian Depositary Receipt Repr 0.125 Sh – Cotação Hoje
Amdocs Ltd Shs Unsponsored Brazilian Depositary Receipt Repr 0.125 Sh
Resumo Fundamentalista de D2OX34
O ativo D2OX34 (Amdocs Ltd Shs Unsponsored Brazilian Depositary Receipt Repr 0.125 Sh) está sendo negociado hoje a R$ 38,24, acumulando uma variação de +1.92% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 32,14 e a máxima de R$ 56,15. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 13.70x.
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Bolsa de Moscou lança futuros perpétuos de Bitcoin, Ethereum, Solana, XRP e Tron em meio à expansão cripto russa
Rússia aprofunda integração de criptomoedas ao sistema financeiro tradicional. Novos contratos perpétuos na MOEX já somam base de 72 mil investidores qualificados. A principal bolsa de valores da Rússia, a MOEX, começou a negociar contratos futuros perpétuos de cinco criptomoedas: Bitcoin, Ethereum, Solana, XRP e Tron. O movimento, anunciado nesta terça-feira, representa mais um passo na estratégia russa de integrar ativos digitais ao seu sistema financeiro regulado, um processo que ganhou velocidade desde o início do conflito com a Ucrânia, em 2022. Os contratos são cotados em dólar americano, mas liquidados em rublo russo. Na prática, isso significa que investidores russos podem se expor à variação das criptomoedas em dólar sem precisar acessar mercados internacionais ou exchanges descentralizadas. Uma engenharia financeira que faz sentido para um país que enfrenta sanções ocidentais e restrições ao sistema Swift desde 2022. O que muda com os futuros perpétuos na MOEX A MOEX já oferecia futuros tradicionais de Bitcoin e Ethereum desde novembro de 2025, e de Solana, XRP e Tron desde maio de 2026. Porém, esses contratos tinham vencimento mensal, o que obrigava investidores a rolar posições periodicamente, gerando custos operacionais e fricção. Mercados O raio-x de cada ativo, aberto a todos. Preços, fundamentos e indicadores de centenas de ativos num lugar só. De graça, sem login. Abrir Mercados → N NVDA — — B BTC — — Q QBTC11 — — +1500 ativos no Mercados Os futuros perpétuos eliminam esse problema. Diferente de um contrato futuro convencional, que expira em uma data específica, o perpétuo não tem vencimento. A posição se mantém aberta indefinidamente, com ajustes periódicos via taxa de financiamento (funding rate). É o mesmo modelo usado por exchanges como Binance e Bybit, só que agora dentro de uma bolsa regulada pelo Banco Central russo. Os tickers dos novos contratos são BTCUSDF, ETHUSDF, SOLUSDF, XRPUSDF e TRXUSDF. Cada um referencia índices proprietários da MOEX que acompanham o preço em dólar das respectivas criptomoedas. 72 mil investidores e R$ 36 bilhões em volume Segundo Maria Patrikeeva, diretora-gerente do mercado de derivativos da MOEX, mais de 72 mil investidores qualificados já negociaram contratos de criptomoedas na bolsa desde o lançamento dos primeiros futuros, no segundo semestre de 2025. O volume total de operações ultrapassou 600 bilhões de rublos, o equivalente a cerca de R$ 36,4 bilhões. O número impressiona quando contextualizado. A B3, bolsa brasileira, ainda não oferece derivativos de cripto com essa amplitude. Nos Estados Unidos, a CME negocia futuros de Bitcoin e Ethereum, mas não tem contratos perpétuos, que continuam restritos a exchanges cripto-nativas. A MOEX, portanto, ocupa um espaço que poucas bolsas tradicionais no mundo se dispuseram a preencher. Patrikeeva destacou que a infraestrutura da MOEX garante “confiabilidade das liquidações, transparência na formação de preços e proteção dos direitos dos participantes”. O discurso é claro: posicionar a bolsa como alternativa regulada às exchanges offshore que muitos russos usam para acessar cripto. Por que a Rússia acelera a adoção cripto O contexto geopolítico é indissociável dessa decisão. Desde que as sanções ocidentais restringiram o acesso da Rússia ao sistema financeiro global, o país passou a enxergar criptomoedas como ferramenta estratégica. Não apenas para pagamentos internacionais, mas como classe de ativo para investidores domésticos que perderam acesso a mercados ocidentais. Em 2024, a Rússia aprovou legislação que regulamenta a mineração de criptomoedas e permite o uso de ativos digitais em transações de comércio exterior. Em 2025, a regulação avançou para incluir derivativos, culminando nos futuros que a MOEX agora oferece. A escolha das cinco criptomoedas também revela prioridades. Bitcoin e Ethereum são as maiores por capitalização. Solana e XRP ocupam posições entre as dez maiores. Tron, que pode surpreender como escolha, é a blockchain com maior volume de transações em stablecoins como o USDT, amplamente usadas em países com restrições ao dólar. O que isso significa para o mercado global Do ponto de vista do investidor brasileiro ou global, o movimento da MOEX não altera diretamente o preço das criptomoedas listadas. Mas sinaliza uma tendência que vale monitorar: bolsas tradicionais de países fora do eixo ocidental estão se movendo mais rápido na adoção de derivativos cripto do que seus pares nos EUA e na Europa. A CME, referência global em derivativos, ainda opera com futuros tradicionais de vencimento mensal. A Eurex europeia tem produtos limitados. Enquanto isso, a Rússia já oferece perpétuos de cinco criptomoedas em bolsa regulada. Para o ecossistema cripto mais amplo, a narrativa de adoção institucional ganha um capítulo inesperado. A demanda por derivativos regulados de criptomoedas está crescendo globalmente, e os 600 bilhões de rublos negociados na MOEX em menos de um ano comprovam que há apetite real por esses instrumentos, mesmo em mercados que operam sob sanções. O próximo passo a observar é se outras bolsas emergentes seguirão o exemplo russo. Turquia, Emirados Árabes e Índia são candidatos naturais. Se isso acontecer, o centro de gravidade dos derivativos cripto pode começar a migrar das exchanges offshore para bolsas reguladas ao redor do mundo, o que teria implicações profundas para liquidez, transparência e regulação global do setor.
Ibovespa B3 sobe 0,44%, com Ata do Copom e petróleo no radar; dólar fica em R$ 5,10
O Ibovespa B3 subiu mais uma vez na semana, mesmo após começar o dia em no vermelho. Nesta terça-feira (22), a principal referência do mercado acionário brasileiro fechou com alta de 0,44%, aos 187.422,92 pontos. O pregão no IBOV começou com o mercado de olho na Ata do Copom, que detalhou mais sobre a decisão do Banco Central de baixar a Selic para 13,75% ao ano. O principal fator apontado foi a desaceleração da atividade econômica, da inflação e os efeitos dos juros elevados sobre o crédito e a demanda. Contudo, o documento mostrou também a cautela em afirmar próximos passos e até mesmo uma nova baixa na taxa básica de juros. Leia também Mercados hoje: Lula na ONU e ata do Copom dividem atenções em meio à queda do petróleo “O Ibovespa abriu o pregão em queda, reagindo com cautela às sinalizações da ata do Copom, na qual o Banco Central adotou um tom mais duro e prudente, reforçando a necessidade de manter a taxa de juros em patamares contracionistas por tempo prolongado para conter a inflação e mitigar os riscos fiscais”, destacou Rebecca Nossig, estrategista de ações da Nomad. Ao longo do dia, no entanto, o alívio com o cenário externo, mais direcionado a mais uma queda nos preços do petróleo, deu suporte para que o índice voltasse ao azul. Novos rumores de negociações e uma reabertura do Estreito de Ormuz fez com que o petróleo Brent fechasse abaixo dos US$ 100. Mesmo com a queda no valor, as ações da Petrobras, com grande peso no Ibovespa terminaram o pregão com ganhos (+0,74%), assim como os papéis da Vale (VALE3), que subiram 0,39%, após oscilarem entre baixas e altas. + Geopolítica é o novo balanço? Entenda como as relações entre países têm afetado os investimentos Ibovespa hoje Neste cenário, o Ibovespa oscilou entre 187.671,74 pontos na máxima intradiária e 184.976,81 pontos na mínima do dia. O volume negociado na B3 foi de R$ 30,2 bilhões. Maiores altas Ticker Dia (%) Valor (R$) HYPE3 3,61 24,99 BRAV3 2,82 17,89 SUZB3 2,81 48,58 TOTS3 2,78 35,91 BEEF3 2,55 4,02 Maiores baixas Ticker Dia (%) Valor (R$) VIVA3 -4,37 22,78 CURY3 -2,27 28,38 NATU3 -2,14 7,78 PSSA3 -2,08 48,43 CMIN3 -2,04 5,27 Dólar hoje No câmbio, o movimento local e global se equilibrara e manteve a moeda norte-americana no patamar de ontem. No fim do dia, o dólar comercial cedeu 0,11%, a R$ 5,10. Bolsas de Nova York Com os olhares parao discurso de Trump na Assembleia Geral da ONU, as bolsas de Nova York fecharam mistas. Assim, no pregão, o Dow Jones caiu 0,36%, o S&P 500 ganhou 0,01% e o Nasdaq valorizou 0,45%. Quer analisar todos os seus investimentos em um só lugar, em uma plataforma intuitiva? Baixe o APP B3
JBS (JBSS32) fecha capital e J&F quer ser aberta no Brasil: o que muda para o investidor em ações e debêntures na B3
A J&F e sua subsidiária, a JBS, anunciaram duas mudanças ontem (22) envolvendo seus registros na CVM, a Comissão de Valores Mobiliários. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Enquanto a holding J&F pediu um registro de companhia aberta, a JBS vai se tornar uma empresa de capital fechado no Brasil. Entenda o que esses anúncios significam para quem investe em ações e em debêntures das companhias. O que muda para o investidor de JBS O pedido da JBS foi para cancelar o seu registro como emissora de valores mobiliários categoria A. Ela irá fechar seu capital por aqui e deixará de poder emitir ações. A JBS já não tem ações negociadas na B3, a bolsa de valores brasileira, desde junho do ano passado. Ela é acessível aos investidores por meio de BDRs (Brazilian Depositary Receipts), recibos de ações estrangeiras negociados por aqui, sob o código JBSS32. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Suas ações deixaram a bolsa brasileira depois que a companhia passou a ser listada em Nova York, na Nyse, pelo código JBS. Leia Também Então, para o investidor das ações estrangeiras ou das BDRs, nada muda. QUER INVESTIR MELHOR? Comece o dia descobrindo o que move o mercado financeiro e os seus investimentos, de forma 100% gratuita! Telefone VEJA AQUI Aliás, a sua transformação também passa pela mudança de estrutura acionária: a JBS S.A. passou a ser controlada pela JBS N.V., com sede nos EUA e nos Países Baixos. A principal mudança é para os debenturistas da JBS. Como a empresa passará a ser fechada, esses papéis terão regras mais rigorosas: a negociação será permitida apenas entre investidores profissionais, com patrimônio superior a R$ 10 milhões ou certificações específicas. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Essas novas regras serão formalmente incluídas na Escritura de Emissão por meio de um aditivo. O plano na JBS para conquistar os gringos Desde sua listagem em Nova York, a gigante de proteínas busca se tornar cada vez mais relevante para o investidor estrangeiro. Com aquisições e mudanças de governança, ela pode ampliar sua vocação para índices mais abrangentes do mercado acionário dos EUA, justamente um dos pontos centrais da estratégia da companhia. A JBS passou recentemente a integrar os índices Russell 1000 e Russell 3000, de small caps. O próximo degrau para a empresa é ser incluída no índice S&P MidCap 400 (S&P 400), um intermediário antes de buscar um lugar no cobiçado S&P 500, que inclui as empresas mais capitalizadas do mercado norte-americano. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE O que muda para a J&F Já a J&F, dos irmãos Wesley e Joesley Batista, busca um registro de companhia aberta para ampliar seu acesso ao mercado de dívida. A companhia entrou com um pedido de registro para companhia aberta na categoria B na Comissão de Valores Imobiliários (CVM). O pedido, aberto no último dia 14, está em análise, segundo o site da CVM. Isso não significa que a holding terá ações negociadas na bolsa de valores. A categoria B é voltada para empresas interessadas em captar recursos via dívida corporativa, como debêntures. Ainda não é possível investir na J&F para o investidor comum pessoa física. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE A emissão de debêntures que a holding fez em 2024, de R$ 1 bilhão, foi voltada apenas para investidores profissionais, e ela não tem emissões em aberto ou em desenvolvimento. Essa mudança faz parte de seu plano para deixar de ser apenas uma holding de investimentos e se tornar um dos maiores conglomerados do mundo. A holding controla empresas como a gigante multinacional de proteínas JBS, a Âmbar Energia, a Eldorado Brasil Celulose e a Flora, de higiene e cosméticos. A primeira mudança foi em seu nome: ela deixou de se chamar J&F Investimentos para ser a nova J&F S.A.. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE E ela já nasce gigante, om operações em mais de 20 países e cerca de 297 mil colaboradores, dos quais 180 mil estão no Brasil. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Perguntas Frequentes sobre D2OX34
Qual é a cotação de D2OX34 hoje na B3?
Quanto a D2OX34 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de D2OX34?
O que significa o P/L e o P/VP de D2OX34?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
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