D1

D1XC34 DXC Technology Co. Unsponsored Brazilian Depositary Receipt Repr 1 Sh – Cotação Hoje

🌐 BDR

DXC Technology Co. Unsponsored Brazilian Depositary Receipt Repr 1 Sh

Preço Atual
R$ 55,14
-3.57%
Cotação oficial B3 em tempo real

O ativo D1XC34 (DXC Technology Co. Unsponsored Brazilian Depositary Receipt Repr 1 Sh) está sendo negociado hoje a R$ 55,14, acumulando uma variação de -3.57% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 39,20 e a máxima de R$ 85,12. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 14.43x.

Abertura
R$ 55,14
Fec. Ant: R$ 55,14
Variação Dia
Min: R$ 55,14
Max: R$ 55,14
52 Semanas
Mín: R$ 39,20
Máx: R$ 85,12
Volume
9
Moeda: BRL

Histórico de Cotação: D1XC34

Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência

Mínima no Período --
Máxima no Período --
Variação no Período --
Tendência Técnica --
Carregando cotações históricas...

Indicadores de Valuation

14.43
R$ 3,82
R$ 0,00
Enterprise Value
R$ 8,99 Bi

Indicadores de Endividamento

Dívida Líquida
R$ 0,00 Mi

Sobre a D1XC34

Setor
Outros
Indústria / Segmento
Outros
Market Cap
R$ 8,99 Bi

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Nova bolsa de R$ 2,7 bilhões desafia a B3 (B3SA3) e já tem data para estrear; conheça a A5X A A5X prepara uma nova bolsa brasileira para iniciar as negociações no segundo trimestre de 2027. Com foco inicial em derivativos, a empresa pretende disputar um mercado atualmente concentrado na B3 (B3SA3), utilizando tecnologia fornecida pelo grupo controlador da Bolsa de Londres. O projeto ganhou fôlego após uma rodada de investimentos de R$ 360 milhões, liderada por Morgan Stanley, Goldman Sachs e Kaszek. A operação avaliou a A5X em R$ 2,7 bilhões e elevou para mais de R$ 730 milhões o total captado pela empresa desde sua criação. Apesar de ser chamada de nova bolsa, a A5X não pretende começar negociando ações diretamente, como ocorre no mercado à vista da B3. O plano inicial está concentrado em contratos futuros e opções vinculados a índices, ações, moedas, juros e criptomoedas. O que é a A5X? A A5X foi criada por Carlos Ferreira Filho e Karel Luketic, ex-sócios da XP, por Nilson Monteiro, fundador da corretora Ideal, e pelo advogado Julian Chediak. A empresa está construindo uma bolsa de derivativos acompanhada de uma câmara de compensação própria. Essa estrutura ficará responsável não apenas por receber as ordens de compra e venda, mas também por calcular garantias, administrar riscos e liquidar as operações. A companhia já conta com mais de 200 funcionários e reúne investidores ligados diretamente ao mercado financeiro, como Morgan Stanley, Goldman Sachs, XP, Ideal, ABN Amro Clearing, Jump Trading, Optiver, XTX Markets, IMC e Kaszek. Segundo a A5X, parte desses investidores também participa da construção da plataforma e do desenvolvimento dos produtos. Formadores de mercado como Jump Trading, Optiver e XTX poderão ajudar a oferecer liquidez quando as operações começarem. Liquidez é a facilidade de comprar ou vender um ativo sem provocar grandes alterações em seu preço. Para uma nova bolsa, atrair instituições dispostas a negociar continuamente será tão importante quanto colocar a tecnologia em funcionamento. Quando a nova bolsa começa a operar? A previsão é que as negociações sejam iniciadas no segundo trimestre de 2027. O dinheiro levantado na rodada mais recente deverá financiar o lançamento, o capital regulatório e os primeiros anos de funcionamento da empresa. O cronograma ainda depende da conclusão dos testes, das integrações com participantes do mercado e do processo de autorização regulatória. Por isso, a data representa uma expectativa da companhia, e não uma garantia de que a operação começará exatamente no período anunciado. A estreia já foi adiada anteriormente. A previsão inicial era colocar a bolsa em funcionamento em 2026, mas o projeto foi transferido para 2027 diante da complexidade técnica e regulatória envolvida na criação de uma infraestrutura desse porte. Quais produtos serão negociados na A5X? A A5X pretende iniciar suas atividades com derivativos listados e liquidados financeiramente. Derivativos são contratos cujo valor acompanha outro ativo ou indicador, como uma ação, o dólar, uma taxa de juros ou uma criptomoeda. Diferentemente da compra direta de uma ação, o investidor negocia um contrato relacionado à variação daquele ativo. Esses instrumentos podem ser utilizados tanto para buscar ganhos quanto para proteger uma carteira contra oscilações de preços. A futura bolsa informa que pretende oferecer: futuros e opções de índices de ações brasileiros e internacionais; futuros e opções vinculados a ações; contratos de moedas; futuros e opções de taxas de juros; futuros de criptomoedas. As opções serão do tipo europeu, nas quais o exercício acontece somente na data de vencimento. Os contratos deverão ter liquidação financeira, o que significa que a diferença é paga em dinheiro, sem a entrega física do ativo de referência. Portanto, ao menos inicialmente, a A5X não será uma concorrente direta da B3 no mercado à vista de ações. A disputa estará concentrada nos derivativos, segmento importante para instituições financeiras, fundos, empresas, investidores estrangeiros e participantes que utilizam esses contratos para proteção. Qual tecnologia será usada? A plataforma combinará sistemas desenvolvidos pela própria A5X com a tecnologia do London Stock Exchange Group, o LSEG, grupo responsável pela Bolsa de Londres. O pacote tecnológico inclui ferramentas para controlar riscos antes da negociação, um motor de processamento de ordens de ultrabaixa latência, distribuição de informações de mercado e monitoramento das operações em tempo real. A tecnologia também cobrirá a etapa posterior à negociação, incluindo compensação, liquidação e gerenciamento de riscos. Na prática, a estrutura acompanhará a operação desde o envio da ordem até o pagamento final. O chamado matching engine será responsável por encontrar e combinar ordens compatíveis de compra e venda. A baixa latência significa que esse processamento deverá ocorrer em intervalos extremamente curtos, algo essencial em mercados nos quais instituições realizam milhares de operações em poucos segundos. Como funcionará a câmara de compensação? Além da plataforma de negociação, a A5X pretende atuar como contraparte central, ou CCP. Essa estrutura se coloca no meio das operações e passa a ser compradora de todos os vendedores e vendedora de todos os compradores. Parece complicado, mas a lógica é simples: se uma instituição não cumprir uma obrigação, a contraparte central utiliza garantias e mecanismos de proteção para evitar que o problema se espalhe pelo mercado. A existência de uma CCP própria permitirá que a A5X controle o ciclo completo de seus contratos, desde a negociação até a liquidação. Esse modelo também explica por que o projeto exige capital regulatório elevado e supervisão das autoridades. Como será a concorrência com a B3? A A5X não poderá simplesmente copiar contratos negociados na B3. Para atrair participantes, precisará desenvolver produtos, preços, regras e vencimentos próprios, além de construir liquidez em cada contrato. A nova bolsa também dependerá de informações do mercado à vista para criar derivativos ligados a ações brasileiras. Em 2025, B3 e A5X assinaram um acordo para o fornecimento e o licenciamento de dados de mercado. Esses dados poderão ser utilizados como referência em contratos relacionados a papéis como Petrobras (PETR4), Vale (VALE3) e outras companhias negociadas na B3. De acordo com relatório da XP, a proposta apresentada pela A5X não está baseada apenas em retirar negócios da B3, mas em criar um ecossistema diferente, especialmente no segmento de derivativos. A casa considera que a perspectiva de concorrência na infraestrutura do mercado brasileiro está se tornando mais concreta. A Genial Investimentos também acompanha a A5X como um dos futuros concorrentes da B3, ao lado da Base Exchange no mercado de ações e da CSD BR em serviços de balcão. A casa, porém, destaca as vantagens da atual bolsa em infraestrutura, liquidez e integração de serviços já estabelecida. O que pode mudar para o investidor? Uma segunda bolsa pode estimular a redução de tarifas, o lançamento de novos produtos e investimentos em tecnologia. Corretoras e instituições também poderiam ter mais opções para executar suas operações. Isso não significa que o investidor necessariamente terá de abrir outra conta. A tendência é que as corretoras conectadas à nova infraestrutura disponibilizem os produtos em suas próprias plataformas, assim como já fazem com os contratos da B3. O principal desafio será formar liquidez. Uma bolsa pode oferecer preços menores e tecnologia moderna, mas precisa reunir compradores e vendedores em quantidade suficiente para que as operações sejam realizadas com facilidade. Por esse motivo, a presença de grandes bancos, corretoras e formadores de mercado entre os acionistas é considerada estratégica. Esses participantes podem contribuir para que os novos contratos comecem a ser negociados com volume. A chegada da A5X pode pressionar a B3 a acelerar o lançamento de produtos, rever preços e ampliar investimentos tecnológicos. O tamanho dessa transformação, porém, dependerá da aprovação regulatória, da capacidade de atrair participantes e, principalmente, da liquidez conquistada a partir de 2027.

Bolsa brasileira ganha papéis que permitem investir em ações da Índia e Taiwan
B3 •

Bolsa brasileira ganha papéis que permitem investir em ações da Índia e Taiwan

A B3, a dona da bolsa de valores brasileira, acaba de receber cinco novos papéis que dão acesso a investimentos internacionais e podem ser comprados diretamente por qualquer investidor no Brasil. Entre eles, estão um fundo, no formato de BDR, que replica a bolsa de Taiwan – uma das maiores potências em chips e insumos para inteligência artificial do mundo – e outro que faz o mesmo com a bolsa de valores da Índia, o país que mais cresce atualmente dentre as maiores economias do mundo. Os papéis fazem parte de uma série de lançamentos listados na B3 pela Franklin Templeton, gestora de fundos americana também com presença no Brasil. Além das opções atreladas às ações de Taiwan e da Índia, o pacote de novas BDRs ainda inclui fundos de ações dos Estados Unidos e de duas moedas digitais, o Bitcoin e a Ethereum. Todas já estão disponíveis na B3 e podem ser compradas por qualquer investidor. Na prática, os papéis são BDRs de ETFs. Os ETFs são fundos de ações ou de ativos diversos e que são listados e comprados diretamente nas bolsas de valores, como ações. A B3 já tem atualmente mais de 100 deles, indo desde fundos que replicam os índices de referência da bolsa, como o Ibovespa e o Small Caps, até ações estrangeiras, dólar, critpoativos e commodities. Já as BDRs são papéis também listados na bolsa brasileira, mas que replicam as ações e ativos que são originalmente listados nas bolsas de outros países. Por meio deles os investidores podem comprar diretamente na B3 ações de um sem número de multinacionais listadas em Wall Street e outros países. Continua após a publicidade O que a Franklin Templeton fez, portanto, foi replicar, na B3, por meio das BDRs, os ETFs que a gestora já tem estruturados e listados fora do Brasil. É importante lembrar que, apesar de terem as suas cotações e negociações feitas em reais aqui no Brasil, as flutuações dos BDRs estão sujeitas também às variações cambiais, já que acompanham a evolução dos ativos originais, listados em outras moedas em seu mercado de origem. Além disso, todos os ETFs têm também uma taxa de administração, que é descontada do valor investido e equivale à remuneração da gestora que administra o fundo. Continua após a publicidade Veja a seguir quais são as novas BDRs de ETF e como comprar: Ações da Índia Continua após a publicidade Nome: Franklin FTSE India ETF Como comprar na B3 (Ticker): FTIN39 O que tem: Replicam o FTSE India RIC Capped Index, uma espécie de Ibovespa da bolsa indiana que reúne as empresas de grande e média capitalização listadas por lá. Taxa de administração: 0,19% Ações de Taiwan Nome: Franklin FTSE Taiwan ETF Como comprar na B3 (Ticker): FLTW39 O que tem: Replica o FTSE Taiwan RIC Capped Index, índice que também reúne as ações das maiores empresas listadas na bolsa do país. Taxa de administração: 0,19% Continua após a publicidade Ações dos Estados Unidos Nome: Franklin U.S. Equity Index ETF Como comprar na B3 (Ticker): USPX39 O que tem: Replica o Morningstar US Target Market Exposure, um índice que reúne as ações de empresas de grande e média capitalização dos Estados Unidos. Juntas, elas representam as 85% maiores empresas do mercado acionário americano, reunindo listagens tanto da Bolsa de Nova York, a Nyse, quanto da Nasdaq, a bolsa de tecnologia. Taxa de adiminsitração: 0,03%. Bitcoin Continua após a publicidade Nome: Franklin Bitcoin ETF Como comprar na B3 (Ticker): EZBC39 O que tem: Reflete a variação do preço do bitcoin Taxa de administração: 0,19% Ethereum Nome: Franklin Ethereum ETF Como comprar na B3 (Ticker): EZET39 O que tem: Reflete a variação do preço do ether (ETH), a criptomoeda da rede Ethereum Taxa de administração: 0,19%

Ibovespa cai a patamar de 182 mil pontos com eleições e IPCA-15; dólar sobe
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Ibovespa cai a patamar de 182 mil pontos com eleições e IPCA-15; dólar sobe

• Painel eletrônico exibe informações sobre índices de mercado na Bolsa de Valores B3 em São Paulo, Brasil, 10 de julho de 2025. REUTERS/Alexandre Meneghini Índices de mercado na Bolsa da B3 em São Paulo Movimento derruba índice ao menor nível das últimas três semanas, quando indicador referência do mercado brasileiro de ações cedeu a patamar de 179 mil pontos Ibovespa cai a patamar de 182 mil pontos com eleições e IPCA-15; dólar sobe O Ibovespa cai nesta sexta-feira (25), à medida que investidores digerem os novos dados do IPCA-15 de setembro, índice conhecido como a prévia da inflação no Brasil. A nova pesquisa Datafolha, divulgada na noite de ontem, também influencia os humores do mercado ao indicar que o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) manteve vantagem numérica de dois pontos sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL) em um eventual segundo turno da eleição presidencial. O principal indicador do mercado brasileiro de ações titubeou durante a abertura, mas logo firmou movimento de queda. Às 11h50 (de Brasília), o índice cedia 0,65%, aos 182.771 pontos. Este é o menor patamar do índice das últimas três semanas, quando o Ibov cedeu a patamar de 179 mil pontos. O dólar, por sua vez, segue na direção contrária do recuo firme da moeda americana no exterior. No mesmo horário, a divisa subia 0,26% ante o real, cotado a R$ 5,2051, enquanto o Índice DXY cedia 0,30%, aos 100,97 pontos. O dólar à vista encerrou a sessão de quinta-feira (24) com alta de 0,47%, aos R$ 5,1931. Prévia da inflação e preocupação com juros A inflação no Brasil faz preço nas ações, já que os novos dados do IPCA-15 (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15) divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) evidenciaram uma aceleração de 0,70%, sobre baixa de 0,40% no mês anterior. A pesquisa da Reuters com economistas estimava alta de 0,53% para o período. O aumento dos preços preocupa o mercado sobre a trajetória de juros, podendo influenciar as próximas decisões do Banco Central. "O resultado reforça a cautela necessária em relação à convergência da inflação e valida a postura vigilante da política monetária", afirmou Felipe Rodrigo de Oliveira, economista-chefe da MAG Investimentos. Os juros futuros com vencimento em 2028, no entanto, têm leve queda nesta sessão depois de avançarem nos dois pregões anteriores. Por volta do 12h, as taxas de DIs para esta data tinham rendimento de 13,660%, baixa de 0,11%. Nessa linha, as ações dos bancos brasileiros sobem majoritariamente. Os papéis do Itaú Unibanco, empresa de peso para o Ibov, tinham alta de 0,50%. Commodities afetam papéis importantes Na outra ponta, a queda do petróleo depois de sessões em firme alta puxam as ações da Petrobras e demais petroleiras. As ações preferenciais e ordinárias da empresa cedem 1,5% e 1,3%, respectivamente. Na véspera, o petróleo fechou em alta de 3%, estendendo os ganhos da sessão anterior, em meio à falta de clareza sobre as negociações entre Estados Unidos e Irã para encerrar o conflito e a consequente liberação da navegação no Estreito de Ormuz. Já durante este pregão, os barris do Brent - petróleo de referência mundial - cediam a US$ 104,94, queda de 1,66%. Enquanto isso, a mineradora Vale cede 0,21%, após o minério de ferro encerrar a semana praticamente estável em Dalian, na China. O contrato de minério de ferro para janeiro mais negociado na Bolsa de Mercadorias de Dalian (DCE) na China DCIOcv1 subiu 0,07%, a 712 iuanes (US$106,18) por tonelada. Na semana passada, ele despencou quase 1%. *Com informações da Reuters

Perguntas Frequentes sobre D1XC34

Qual é a cotação de D1XC34 hoje na B3?
A cotação de D1XC34 hoje está em R$ 55,14. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 55,14 e máxima de R$ 55,14.
Quanto a D1XC34 paga de dividendos?
Atualmente não há registros de proventos recentes para o ticker D1XC34. Consulte os relatórios trimestrais e fatos relevantes para atualizações.
Como calcular o Preço Teto de D1XC34?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de D1XC34 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de D1XC34?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

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