CP

CPDI11 Capitania Infra CDI FIC de Fundos Incentivados de Investimento em Infraestrutura RF – Cotação Hoje

🏢 FII FI-Infra

Capitania Infra CDI FIC de Fundos Incentivados de Investimento em Infraestrutura RF

Preço Atual
R$ 109,75
+0.69%
Análise de Fundos Imobiliários Geração de Renda Passiva

Selo de Investimento:

⚠️ Atenção

Atende a 2 de 10 critérios. Alguns múltiplos de valuation, histórico ou liquidez exigem atenção.

Pontuação dos Critérios 2/10 (20.0%)
Mínimo Renda Sólida: 7/10 Status: Atenção

Checklist Fundamentalista de 10 Critérios

Critérios de consistência e valuation auditados
Dividend Yield > 6% a.a.
Dividend Yield não disponível

Retorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano

Distribuição Mensal Consistente
0 meses com distribuição registrada nos últimos 12 meses

Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses

P/VP até 1.10 (Sem ágio excessivo)
P/VP não disponível

Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial

P/VP acima de 0.70
P/VP não disponível

Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito

Estabilidade nos Proventos
Histórico insuficiente para cálculo trimestral

Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente

Patrimônio > R$ 500 Milhões
Patrimônio Líquido não disponível

Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência

Liquidez Diária > R$ 500 mil
Volume médio diário: R$ 6.04 milhões

Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book

Segmento Consolidado
Segmento: FI-Infra

Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária

Mais de 3 anos na Bolsa
Data de IPO/listagem não mapeada

Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos

DY Sustentável (≤ 18% a.a.)
Dividend Yield não disponível

Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias

ℹ️ Análise algorítmica de FIIs calculada em tempo real com base em dados de proventos e patrimônio B3/CVM. Não constitui recomendação de compra ou venda.
🏢
Valuation de Rendimentos

Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)

Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.

ℹ️ Informação indisponível Histórico de rendimentos insuficiente para cálculo do Preço Teto.
Ajustar parâmetros na Calculadora de Preço Teto
Fórmula: Rendimento Anual ÷ 0,06 Alvo: Yield ≥ 6% a.a.
⚠️ Aviso Legal: As estimativas do Método Barsi são modelos matemáticos teóricos baseados em dados públicos da B3/CVM. Não constituem recomendação de investimento, compra ou venda.

O ativo CPDI11 (Capitania Infra CDI FIC de Fundos Incentivados de Investimento em Infraestrutura RF) está sendo negociado hoje a R$ 109,75, acumulando uma variação de +0.69% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 104,00 e a máxima de R$ 109,75. O fundo atua no segmento de FI-Infra, registrando um Dividend Yield (12M) de 0,00% e indicador P/VP de 1,00x.

Abertura
R$ 109,75
Fec. Ant: R$ 109,75
Variação Dia
Min: R$ 109,75
Max: R$ 109,75
52 Semanas
Mín: R$ 104,00
Máx: R$ 109,75
Volume
55.000
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

Carregando gráfico...

Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)

Patrimônio Líquido
-
Último Rendimento
-
Rendimento Médio (12M)
-
por cota / mês
Rendimento 12M
-
acumulado no ano
Quantidade de Cotas
-
Liquidez Diária
55.000

Sobre a CPDI11

Categoria / Segmento
FI-Infra
Tipo de Ativo
Fundo de Investimento Imobiliário (B3)
Market Cap
N/A

Nenhum dividendo
encontrado

Notícias relacionadas

O elevador mudou de direção: o mau humor já está no preço dos fundos imobiliários?
Fundos Imobiliários Brasileiros 30/08/2026

O elevador mudou de direção: o mau humor já está no preço dos fundos imobiliários?

No mercado imobiliário, como nos prédios, nem todo elevador tem pressa. Costumo brincar com meus vizinhos, por exemplo, que um dos elevadores do meu prédio é o mais lento do Brasil. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Durante boa parte de 2026, os fundos imobiliários subiram alguns andares. Nada muito exuberante: o avanço era discreto, mas suficiente para manter boa parte da indústria no campo positivo. Nas últimas semanas, porém, alguém parece ter apertado o botão para o subsolo. Agosto acelerou a descida. Diversos FIIs devolveram os ganhos acumulados no ano e voltaram ao terreno negativo. Antes de concluir que há algo estruturalmente errado no prédio, vale entender o que está levando esse elevador para baixo — e, principalmente, em que andar estamos agora. Ambiente macro Parte da explicação vem de fora da indústria. O ambiente para os ativos domésticos ficou mais difícil nas últimas semanas, em um movimento que não se restringiu aos fundos imobiliários. Bolsa, juros e outros ativos locais passaram a incorporar uma percepção maior de risco, em um momento em que o calendário eleitoral começa a ganhar importância. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Índice Retorno no mês Retorno no ano Ibovespa -1,9% 8,3% SMLL -2,7% -7,9% IFIX -3,2% -2,0% IFIX (Papel) -1,5% 3,7% IFIX (Tijolo) -3,1% -2,7% Fonte: Empiricus e BTG Pactual. Dados atualizados até 26/08/2026. Historicamente, as eleições costumam trazer mais volatilidade para o mercado brasileiro. Quando olhamos para o Ibovespa, isso aparece com alguma clareza. Leia Também Considerando os 30 dias ao redor das últimas três eleições, por exemplo, a volatilidade média ficou cerca de 46% acima do padrão histórico, retirando da comparação o choque excepcional da pandemia. Quando repetimos o exercício para os fundos imobiliários, não encontramos evidência de que os períodos eleitorais tenham, por si só, provocado aumento relevante da volatilidade da classe nas últimas três eleições. Isso, porém, não significa que 2026 necessariamente repetirá esse padrão. Mudança de perfil da indústria A indústria de fundos imobiliários mudou bastante nos últimos anos. E uma dessas mudanças está justamente no perfil de quem negocia as cotas. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Segundo dados da B3 referentes a julho de 2026, as pessoas físicas ainda representam a grande maioria do estoque de cotas de FIIs em custódia, com 73,7% das posições. Os investidores institucionais aparecem bem atrás, com 20,6%. Quando olhamos para o volume negociado, porém, a fotografia é completamente diferente. Os institucionais responderam por 34,2% do volume negociado em julho, ligeiramente acima dos 33,0% das pessoas físicas. Investidores estrangeiros representaram outros 28,9%. Volume médio negociado. Fonte: B3 (jul). Ou seja: mesmo sem dominar o estoque de cotas, os investidores profissionais têm hoje um peso bastante relevante no fluxo. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Quanto maior a participação de gestores, fundos, holdings e outros investidores institucionais, maior tende a ser a conexão com decisões de alocação que também passam por bolsa, juros e crédito. Em um ambiente de aumento da aversão a risco, portanto, é razoável imaginar que parte desse movimento seja transmitida mais rapidamente para os fundos imobiliários. Nos últimos anos, a indústria cresceu em número e tamanho de emissões, utilizando cotas como moeda em operações de aquisição de imóveis. Na prática, isso pode colocar na base de cotistas fundos de investimento, holdings familiares, empresas e outros investidores profissionais que, alguns anos atrás, tinham participação mais limitada na indústria. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE É uma hipótese importante para entender a mudança de comportamento dos FIIs, embora ainda seja cedo para afirmar que o efeito eleitoral sobre a classe será necessariamente maior em 2026. E os dividendos? Estão caindo? A virada de semestre geralmente registra um tombo nos rendimentos dos FIIs. O período concentra distribuições extraordinárias, resultados acumulados e outros efeitos que elevam o pagamento de junho. Julho, portanto, tende a começar de uma base particularmente alta. Diante do imediatismo (e irracionalidade) de participantes da indústria, esse movimento costuma provocar efeitos nas cotações de mercado. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Ainda assim, quando comparamos a composição do IFIX (Índice de Fundos Imobiliários) de cada ano, a queda de proventos nesta virada de semestre não parece excepcional. Comparação entre os rendimentos de junho e julho de cada ano. Fonte: Empiricus e Quantum Axis. Em outras palavras, a quantidade de fundos cortando dividendos foi, neste ano, até menor do que nas duas viradas anteriores. Mesmo quando normalizamos os dividendos para retirar distorções provocadas por alguns fundos com pagamentos muito elevados, julho de 2026 ficou aproximadamente em linha com o padrão do primeiro semestre — e muito próximo do comportamento observado em 2024 e 2025. Portanto, até aqui, não há evidência de uma deterioração generalizada dos rendimentos que, sozinha, justifique a intensidade da correção recente das cotas. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Mas isso não quer dizer que o assunto possa ser ignorado. Incertezas de curto prazo O risco está menos nos dividendos que já foram pagos e mais no que pode acontecer daqui para frente. O ambiente de crédito permanece mais delicado. O endividamento das famílias segue elevado, os juros ainda estão em patamares restritivos e a sequência de recuperações judiciais em setores importantes da economia — especialmente no varejo — aumenta a atenção sobre a capacidade de pagamento de empresas e consumidores. Esse movimento atinge os FIIs de maneiras diferentes. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Nos fundos de crédito (ou fundos de papel), pode aparecer diretamente na qualidade dos recebíveis e no risco das operações. ]Nos fundos de tijolo, pode surgir pela saúde financeira de lojistas e locatários, pelo aumento da inadimplência ou pela maior dificuldade de repassar reajustes. Até agora, esses riscos não se traduziram em um corte disseminado dos dividendos. Alguns fundos, porém, começaram a apresentar projeções mais conservadoras de distribuição. O mercado, no entanto, não costuma esperar que o problema apareça no extrato do cotista para começar a precificá-lo. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE E talvez seja justamente aí que esteja uma parte importante da correção recente dos fundos imobiliários: as cotas estão reagindo hoje a riscos que, em boa medida, ainda pertencem ao segundo semestre. E se o mau humor já estiver no preço? Até aqui, falamos principalmente de riscos. Mas existe uma segunda pergunta — talvez mais importante para quem está pensando em investir agora: quanto desse mau humor já está nos preços? E, nesse aspecto, a fotografia começa a ficar mais interessante. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Na leitura mais recente da nossa base, a relação preço sobre valor patrimonial (P/VP) ponderado do IFIX está próximo de 0,86 vez. Por mais que o indicador tenha suas falhas, quando olhamos para a indústria como um todo, o P/VP é uma boa régua para entender onde estamos dentro do ciclo. E hoje estamos em uma região pouco frequente. Fonte: Empiricus e Economatica Notamos que o IFIX não está apenas negociando com desconto sobre o patrimônio. Está abaixo de uma região que, historicamente, já pode ser considerada bastante descontada. A pergunta seguinte foi inevitável: o que aconteceu depois das outras vezes em que o mercado chegou a níveis parecidos? CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Para responder, reconstruímos o histórico do P/VP do IFIX ao longo dos últimos dez anos, considerando a composição do índice em cada período. Depois, dividimos as observações em quatro faixas de valuation. Para cada pregão, observamos qual foi o retorno do IFIX nos 12 meses seguintes e o comparamos com o CDI do mesmo período. O resultado traz uma mensagem interessante. Faixa inicial de P/VP Faixa de P/VP Retorno médio IFIX CDI médio Excesso Consistência Abaixo de -1 desvio < 0,89x 23,8% 13,8% +10,1 p.p. 76,6% Entre -1 desvio e média 0,89x a 0,98x 6,9% 12,0% -5,2 p.p. 23,1% Entre média e +1 desvio 0,98x a 1,07x 10,4% 6,3% +4,1 p.p. 55,7% Acima de +1 desvio > 1,07x 2,9% 5,3% -2,4 p.p. 32,5% Fonte: Economatica, Quantum Axis e Empiricus Research. Elaboração: Empiricus Research. Considera o histórico diário do P/VP ponderado dos fundos integrantes do IFIX nos últimos dez anos, respeitando a composição do índice em cada período. Para cada observação, foram calculados os retornos acumulados do IFIX e do CDI nos 12 meses subsequentes. A coluna “Excesso” representa a proporção de observações em que o índice superou o CDI no período seguinte. Considerando apenas os pregões para os quais já é possível observar os 12 meses seguintes, encontramos 372 observações em que o IFIX estava abaixo de um desvio-padrão da média, o que representa 24% da janela. Em 76,6% delas, o índice superou o CDI nos 12 meses posteriores. O retorno médio do IFIX nessas janelas foi de 23,8%, ante 13,8% do CDI — uma diferença de aproximadamente 10 pontos percentuais. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE É, de longe, o resultado mais favorável entre as quatro faixas analisadas. E aqui vale uma observação importante: isso não significa que comprar FIIs abaixo de 0,89 vez o patrimônio seja uma fórmula mágica. Primeiro, porque estamos olhando para dados históricos. Segundo, porque várias dessas observações pertencem a um mesmo ciclo de desconto. Ou seja, nada do que discutimos na primeira parte desta coluna desaparece porque o P/VP chegou a 0,86. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE QUER INVESTIR MELHOR? Entre para o clube de investidores do Seu Dinheiro e atinja um novo patamar no mercado financeiro Telefone VEJA AQUI Em que andar estamos? Voltando ao nosso elevador, há bons motivos para continuar de olho no painel. O segundo semestre reúne uma combinação de incerteza política, juros ainda elevados, maior sensibilidade do crédito e dúvidas sobre a trajetória dos rendimentos. Nada impede, portanto, que a descida tenha novas paradas. Mas também é difícil ignorar que já descemos alguns andares. O IFIX hoje negocia em uma região de valuation que apareceu em relativamente poucos momentos da última década. E, quando o elevador chegou a níveis parecidos no passado, o ponto de partida foi, na maioria das vezes, favorável para os retornos dos 12 meses seguintes. Isso não transforma agosto em um convite para comprar qualquer fundo em queda. Pelo contrário. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Se o índice inteiro ficou mais barato, a seleção passa a importar ainda mais. Fundos com ativos ruins, crédito deteriorado ou distribuições pouco sustentáveis também negociam com desconto — e, em muitos casos, por motivos justos. Mas o mesmo mercado que aumenta os riscos também começa a abrir oportunidades em ativos de qualidade. Algumas preferências e uma dica Entre as oportunidades do momento, enxergamos potencial interessante nos fundos BTG Logística (BTLG11) e Vinci Shopping Centers (VISC11). Os fundos representam, respectivamente, referências de renda e ganho de capital nos segmentos de galpões logísticos e shopping centers, ambos com gestão ativa e histórico consistente de geração de valor no portfólio. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE O BTLG11 concentra mais de 30 imóveis logísticos, com cerca de 92% da área em São Paulo, vacância de apenas 2,1% e base locatícia diversificada. O FII negocia com desconto patrimonial de 8,3%, o maior dos últimos 18 meses. O VISC11, por sua vez, é o FII de shoppings com maior diversificação geográfica do setor: são mais de 30 ativos em 15 estados e cerca de 310 mil m² de ABL própria, com vacância consolidada de 6,0% e liquidez diária relevante. Após aquisições no BH Shopping e no Midway Mall, a gestão avança na reciclagem de portfólio, reequilibrando a estrutura de capital. As cotas negociam com desconto patrimonial de 11,9% e dividend yield projetado de 10,0% nos próximos 12 meses. Leia também: - VISC11 quer mais caixa e menos alavancagem: entenda por que o FII de shoppings buscou uma ‘gordurinha extra’ - BTLG11 desembolsa R$ 375 milhões por galpão logístico em São Paulo e vê espaço para elevar aluguel; confira os detalhes da operação CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Conforme exposto nos relatórios completos da Empiricus+, ambos combinam qualidade de carteira, execução da gestão e remuneração competitiva, com recomendação de compra. Dica final: nesta próxima terça-feira (1), teremos a atualização das carteiras mensais, com destaque para a Empiricus TOP FIIs, que acumula retorno interessante em comparação com o IFIX no ano. Convido você a acessar o conteúdo, que será publicado no Content do BTG Pactual. Um abraço, Caio CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Semana dos FIIs: Patria lança novas emissões e TRX sobe
Fundos Imobiliários Brasileiros 30/08/2026

Semana dos FIIs: Patria lança novas emissões e TRX sobe

Semana dos FIIs: Patria lança novas emissões; TRX sobe e CPFO11 vende ativo Vinícius Alves 30/08/2026 às 9:47 4 minutos de leitura Atualizado em: 30/08/2026 às 9:47 O mercado de fundos imobiliários (FIIs) ganhou uma série de novas ofertas na semana, com destaque para operações de grande porte do Pátria e uma estrutura secundária do EXES11. As operações envolvem diferentes estratégias de captação e distribuição de cotas, desde emissões primárias para ampliar o patrimônio dos fundos até a venda de participações já existentes. Entre os destaques dos FIIs está o HGRE11, que anunciou sua 10ª emissão de cotas, com potencial de movimentar até R$ 700 milhões. A oferta prevê a emissão de até 4.773.595 novas cotas e será destinada exclusivamente a investidores profissionais. O preço de emissão foi fixado em R$ 146,64 por cota. Considerando a taxa de distribuição primária de R$ 0,07, o preço final de subscrição será de R$ 146,71. Para investidores que participarem da oferta fora do direito de preferência, a aplicação mínima será de dez cotas, ou R$ 1.467,10. Outro destaque entre as ofertas dos FIIs é o PCIP11, que aprovou sua 9ª emissão de cotas, com potencial de captação de aproximadamente R$ 4 bilhões. A operação prevê a distribuição de até 43.266.631 novas cotas, ao preço de R$ 92,45 cada. O valor corresponde ao patrimônio líquido por cota apurado em 31 de julho de 2026. Sobre o preço incide ainda uma taxa de distribuição de R$ 0,04 por cota. O EXES11 também anunciou uma operação nesta sexta-feira, mas com uma estrutura diferente das emissões tradicionais. O fundo realizará uma oferta secundária de R$ 56 milhões, sem a criação de novas cotas. Nesse modelo, um fundo que já possui participação no EXES11 colocará suas cotas à venda para novos investidores. Com isso, os recursos não serão destinados ao caixa do EXES11, e os atuais cotistas não sofrerão diluição. A oferta terá preço de R$ 9,50 por cota, representando desconto de 1,82% sobre o valor patrimonial. A operação busca ampliar a base de cotistas e contribuir para o aumento da liquidez das cotas no mercado secundário. FIIs: veja mais destaques TRXF11 desiste de negociações por portfólio de R$ 1 bi em lajes corporativas O fundo imobiliário TRXF11 (TRX Real Estate) opera em forte alta nesta quinta-feira (27), após comunicar o encerramento negociações para aquisição de imóveis corporativos em São Paulo. As tratativas envolviam ativos dos fundos BLCA11 (Catuaí VBI Triple A) e CVFL11 (Catuaí Vista FL). Segundo o comunicado, as operações foram consideradas inviáveis após mudanças nas condições de mercado impedirem o cumprimento de uma das condições previstas nas propostas. No caso do BLCA11, a negociação previa a aquisição de conjuntos corporativos no Pátio Victor Malzoni, na região da Faria Lima. O valor da proposta era de aproximadamente R$ 475 milhões, envolvendo cerca de 7,4 mil metros quadrados de área bruta locável. Já com o CVFL11, a proposta alcançava R$ 557,85 milhões para a aquisição de 12 conjuntos no edifício Vista Faria Lima, o equivalente a aproximadamente R$ 48 mil por metro quadrado. Leia mais TRXF11 desiste de negociações por portfólio de R$ 1 bi em lajes corporativas RZZR11 aprova nova oferta de até R$ 50 mi para projeto logístico O fundo imobiliário RZZR11 aprovou sua 16ª emissão de cotas, com uma oferta que poderá movimentar até R$ 50 milhões. Os recursos serão direcionados principalmente ao desenvolvimento de um empreendimento logístico em Jales, no interior de São Paulo. A operação prevê a emissão inicial de até 265.252 novas cotas, ao preço unitário de R$ 188,50. A oferta do fundo imobiliário será destinada exclusivamente a investidores profissionais. A emissão foi aprovada pelos cotistas após consulta formal iniciada em 14 de julho de 2026 e consolidada em Assembleia Geral Extraordinária realizada em 29 de julho. Leia mais Fundo imobiliário aprova nova oferta de até R$ 50 milhões para projeto logístico CPFO11 vende parte do Faria Lima Plaza por R$ 201,8 milhões O fundo imobiliário CPOF11 concluiu a venda de 35,125% das ações da CP FLP, participação que equivale indiretamente a 14,05% do Faria Lima Plaza, em São Paulo. A operação resultou no recebimento de R$ 201,814 milhões pelo fundo e deve gerar resultado positivo estimado em R$ 14,65 por cota nos rendimentos distribuíveis. A participação vendida tinha custo proporcional de cerca de R$ 121,369 milhões, o que leva a um ganho de capital estimado em R$ 80,445 milhões. Segundo a gestão do fundo imobiliário, a transação apresenta Taxa Interna de Retorno estimada de 15,8% ao ano.

Resultado Quina 7105: confira os números sorteados neste domingo
Fundos Imobiliários Brasileiros 30/08/2026

Resultado Quina 7105: confira os números sorteados neste domingo

A Caixa sorteou, neste domingo (30), no Espaço da Sorte, em São Paulo, as cinco dezenas do concurso 7105 da Quina. Confira abaixo os números sorteados. O prêmio acumulado está estimado em R$ 9,2 milhões. Números da Quina concurso 7105 Os números sorteados foram: 41 – 33 – 02 – 78 – 48. Quanto rende o prêmio da Quina? Aplicado em renda fixa, o prêmio de R$ 9,2 milhões da Quina renderia, todo mês, entre R$ 47 e R$ 90 mil, dependendo da modalidade de investimento escolhida. Na poupança, a renda mensal vai de R$ 47 mil a R$ 50 mil (isento de Imposto de Renda). No CDB a 100% do CDI/Fundo DI o valor rende de R$ 75 mil a R$ 81 mil por mês (já descontando o Imposto de Renda). Já LCI / LCA (90% do CDI) o rendimento mensal fica entre R$ 83 mil e R$ 90 mil por mês (isento de Imposto de Renda). Fundos Imobiliários (FIIs) com carteiras diversificadas de aluguéis podem gerar de R$ 63 mil a R$ 90 mil por mês, livres de imposto. Probabilidade de acertos na Quina Na Quina, os prêmios são calculados sobre a Loteria com 80 números, dos quais 5 são sorteados, resultando em 24.040.016 combinações possíveis (jogando com uma aposta simples de 5 dezenas). A chance de acertar as cinco dezenas é de 1 em 24.040.016, o que equivale a cerca de 0,0000042%. Acertar quatro dezenas é bem mais provável: 1 em aproximadamente 64.107 apostas, ou cerca de 0,0016%. Já a probabilidade de acertar três dezenas é a mais alta das três, ficando em torno de 1 em 866 apostas, o que representa aproximadamente 0,115%.

Perguntas Frequentes sobre CPDI11

Qual é a cotação de CPDI11 hoje na B3?
A cotação de CPDI11 hoje está em R$ 109,75. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 109,75 e máxima de R$ 109,75.
Quanto a CPDI11 paga de dividendos?
Atualmente não há registros de proventos recentes para o ticker CPDI11. Consulte os relatórios trimestrais e fatos relevantes para atualizações.
Como calcular o Preço Teto de CPDI11?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de CPDI11 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de CPDI11?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

Aviso Legal: Os dados e ferramentas disponibilizados pelo Cotações Hoje têm propósito exclusivamente informativo e educacional, não constituindo recomendação de investimento.