CEGR3F Companhia Distribuidora de Gas do Rio de Janeiro – Cotação Hoje
Companhia Distribuidora de Gas do Rio de Janeiro
CEGR3F (Companhia Distribuidora de Gas do Rio de Janeiro) é uma ação negociada na B3. No pregão de hoje, o ativo é negociado a R$ 56,50, registrando variação de +17.71% no dia. O ativo opera a um múltiplo Preço/Lucro (P/L) de 19.57x.
Selo de Investimento:
⚠️ AtençãoAtende a 2 de 12 critérios. Alguns múltiplos ou métricas de endividamento exigem cautela.
Checklist Fundamentalista de 12 Critérios
Critérios auditados automaticamenteA dívida líquida da empresa é menor que o lucro líquido dos últimos 12 meses
Retorno sobre o Patrimônio Líquido historicamente superior a 5%
Histórico consistente de distribuição de proventos acima de 4% a.a.
Crescimento de receitas ou lucros superior a 5% nos últimos anos
Preço sobre Valor Patrimonial negociado abaixo de 5x
Atuação em setor perene e consolidado há mais de um século
Companhia de grande porte, alta liquidez e liderança setorial
Companhia fundada há mais de 30 anos com histórico comprovado
Preço sobre Lucro negociado abaixo de 30x
Alavancagem financeira controlada com Dívida Líquida/EBITDA menor que 2x
Enterprise Value sobre EBIT operacional negociado abaixo de 7x
Proteção aos acionistas minoritários com Tag Along de 80% a 100%
Método Barsi (Preço Teto)
Estratégia focada em renda passiva com cálculo do preço máximo para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base na média dos últimos 5 anos.
Fórmula de Graham (Preço Justo)
Fórmula de Benjamin Graham determinando o valor intrínseco a partir dos múltiplos conservadores de P/L ≤ 15 e P/VP ≤ 1,5.
Resumo Fundamentalista de CEGR3F
O ativo CEGR3F (Companhia Distribuidora de Gas do Rio de Janeiro) está sendo negociado hoje a R$ 56,50, acumulando uma variação de +17.71% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 29,01 e a máxima de R$ 95,00. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 19.57x.
Histórico de Cotação: CEGR3F
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores de Valuation
Indicadores de Endividamento
Sobre a CEGR3F
Dividendos
Nenhum dividendo
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Duelos 1 contra 1 de valuation, dividendos, preço teto e múltiplos fundamentalistas.
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Mercado financeiro já precificou a eleição? Veja o que esperar de ações, dólar e Tesouro hoje
Confira o resumo que a LE.IA, a IA do Estadão, fez pra você Luiz Inácio Lula da Silva foi reeleito presidente do Brasil com 51,8% dos votos, derrotando Flávio Bolsonaro. A vitória de Lula, a primeira virada entre turnos na redemocratização, gerou pessimismo no mercado financeiro, que esperava ajuste fiscal com Bolsonaro. Especialistas como Bruno Perri e Ricardo Trevisan preveem queda na Bolsa e alta do dólar e juros. A possibilidade de circuit breaker é discutida, com Monte Bravo estimando mais de 50% de chance de interrupção das negociações na B3 devido à reação negativa do mercado. Abrir o resumo O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi reeleito presidente do Brasil neste domingo, 25, com 51,8% dos votos válidos, derrotando o senador Flávio Bolsonaro (PL), que ficou à frente na disputa no 1º turno realizado em 4 de outubro. É a primeira virada entre turnos na história da redemocratização e a reação no mercado financeiro deve ser bastante negativa nesta segunda-feira, 26, o primeiro pregão após as eleições. Lula foi reeleito presidente do Brasil neste domingo, 25, e fará seu 4º mandato presidencial, contrariando expectativa positiva da Faria Lima na alternância de poder Foto: Wilton Junior/Estadão PUBLICIDADE A avaliação que predomina no mercado, desde antes de o período eleitoral começar, é que Flávio Bolsonaro era o nome com maior chance de promover um ajuste fiscal capaz de reduzir o ritmo de crescimento da dívida pública e assim permitir a queda estrutural dos juros no País. O tema foi pouquíssimo abordado ao longo da campanha por qualquer dos candidatos que disputaram o 2º turno, como mostrou o Estadão, mas a possibilidade de alternância de poder animava investidores e levou a um rali, quando o senador, filho e herdeiro político do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), hoje preso e inelegível por tentativa de golpe de Estado, saiu à frente no 1º turno por dois pontos porcentuais. Publicidade A surpresa da vantagem de Flávio no 1º turno fez com que os ativos tivessem uma rápida reprecificação. Em 5 de outubro, o primeiro pregão após a votação, o Ibovespa saltou mais de 7%, o dólar caiu quase 5% contra o real e os juros longos caíram cerca de 90 pontos-base. Desde então, os ativos vinham lateralizados, reagindo com alta e baixa a depender do que mostravam as pesquisas de intenção de voto. Na última semana, a medida que a distância entre os dois candidatos foi diminuindo, o Ibovespa teve pregões negativos, caindo 0,17% no acumulado do período. Ainda assim, se mantinha acima dos 205 mil pontos. Agora, com a virada que levou Lula à reeleição, a tendência é de que o mercado devolva todo o movimento positivo visto após o 1º turno. Publicidade Para Bruno Perri, economista-chefe e sócio-fundador da Forum Investimentos, esta segunda-feira deve marcar perdas relevantes nos ativos de risco. “O mercado deve não só voltar aos patamares pré primeiro turno, mas provavelmente ficar muito mais pessimista”, diz. Até o início de outubro, o Ibovespa era negociado na casa dos 180 mil pontos, o dólar cotado a R$ 5,20. Os títulos do Tesouro Direto pagavam mais de 13% nos prefixados e todos os IPCA+ ofereciam mais de 7% de juro real ao ano. Para Perri, os ativos devem voltar a este patamar de preço. Ricardo Trevisan, CEO da Gravus Capital, também acha que a vitória de Lula desmonta uma aposta já posicionada e vai obrigar o mercado a devolver de uma vez tudo o que ganhou desde o primeiro turno, “possivelmente até mais”, afirma. Publicidade “O mercado não está premiando uma pessoa, está punindo uma política fiscal que levou a dívida bruta a 82,9% do PIB, o maior nível desde 2021, e manteve o país com um dos juros reais mais altos do mundo. Um quarto mandato sinaliza continuidade disso, e quem vende ativos brasileiros não vai dar o benefício da dúvida a um governo que teve quatro anos para ajustar as contas e não ajustou”, explica. O risco fiscal de volta Lula e Flávio agravam risco fiscal e fazem promessas na economia descoladas da realidade 3:20 Há limites para tentar enganar o eleitor, na economia, a conta do populismo sempre chega. O argumento que predominou no mercado financeiro ao longo das eleições de 2026 é que, por já estar no poder há quatro anos e não ter promovido medidas de cortes de gastos públicos, a continuidade do governo Lula é um risco para o fiscal. O arcabouço proposto em 2023 perdeu credibilidade e agentes econômicos cobram por medidas críveis que sejam capaz de reduzir o ritmo do crescimento da dívida, sobretudo via corte de despesas. Leia mais Sem essa sinalização, o mercado passa a embutir maior prêmio de risco nos ativos de investimento. Por isso, agora com a reeleição, o pregão desta segunda-feira deve ser marcado por queda na Bolsa, alta do dólar e dos juros futuros. Publicidade CONTiNUA APÓS PUBLICIDADE “Enquanto uma eventual vitória de Flávio Bolsonaro, acompanhada de maior credibilidade fiscal, poderia favorecer a queda dos juros de longo prazo e impulsionar setores que permaneceram pressionados pelo elevado custo de financiamento, a reeleição de Lula tende a manter o foco dos investidores na trajetória das contas públicas, na continuidade das políticas atuais e na capacidade do governo de conciliar estímulos econômicos com a sustentabilidade da dívida”, diz Gabriel Mollo, analista da Daycoval Corretora. Na avaliação de Bruno Perri, da Forum, os ativos mais sensíveis serão aqueles expostos aos juros, na renda fixa e até na Bolsa, justamente porque o juro longo se tornou uma espécie de termômetro do risco fiscal brasileiro. “Ações de maior beta, como small caps, assim como empresas mais sensíveis ao que chamamos de componentes cíclicos. E sobretudo as NTNBs que têm durations muito grandes, a NTNB 2060, por exemplo, seriam os itens mais afetados na vitória do Lula”, diz o especialista. Publicidade Circuit breaker no radar A reação do mercado à virada de Lula tende a ser tão negativa que algumas casas passaram a falar de circuit breaker. Trata-se de um mecanismo de segurança acionado pela B3 que interrompe temporariamente as negociações na Bolsa de Valores em momentos de queda acentuada. Em alta E-investidor Lula reeleito: o que o mercado vai cobrar do novo governo? Tesouro Direto se ajusta no último pregão antes das eleições com queda nos prefixados e IPCA+ Pela regra, ele só entra em cena se o Ibovespa cair 10% em relação ao fechamento do pregão anterior e, nesse primeiro estágio, as operações ficam 30 minutos fora do ar. Se a desvalorização continuar após esse prazo e a baixa chegar a 15%, a negociação é novamente interrompida, dessa vez por uma hora. Se a queda continuar a 20%, a suspensão se dá por tempo indefinido. O circuit breaker é um sinal de pânico nos mercado e foi acionado apenas 23 vezes na história da Bolsa brasileira, desde 1997 – seis deles em março de 2020, quando a pandemia da covid-19 eclodiu. Pelos cálculos da Monte Bravo, a vitória de Lula tem mais de 50% de chance de parar a Bolsa nesta segunda-feira pela primeira vez em mais de seis anos. O argumento é que o rali que levou o Ibovespa aos 208 mil pontos após o 1º turno embutia cerca de 22,5% de chances do presidente ser reeleito. Agora, com a virada, a distância entre o preço atual da Bolsa e o valor justo na visão do mercado é de 11% a 21%. Se a correção acontecer toda no day after, o circuit breaker tende a ser acionado. Há um outro ponto na análise da Monte Bravo: o exemplo de 2014. A Bolsa subiu 4,7% um dia após Aécio Neves (PSDB) avançar ao 2º turno contra a então presidente Dilma Rousseff (PT) e passou as semanas seguintes reagindo a pesquisas. Com a vitória petista, o Ibovespa chegou a cair 6,2% após a abertura do pregão, fechando o dia com baixa de 2,8%. Publicidade “A queda intradia foi cerca de 1,3 vez a alta do 1º turno. Aplicada aos 7,7% de 2026, a mesma razão dá ~10%”, disse a Monte Bravo em relatório divulgado dois pregões antes da votação. Como as pesquisas divulgadas nos últimos dias antes do 2º turno indicaram um cenário mais acirrado, com empate técnico entre os candidatos, a Bolsa teve alguns pregões de queda na última semana. Esse ajuste, somado ao Congresso de direita, pode fazer com que a queda diária ficasse abaixo de 10%, diz a Monte Bravo, evitando o circuit breaker.
Abertura de mercados será de forte pressão de baixa para ativos do Brasil após reeleição de Lula, dizem analistas
Lula venceu a disputa pelo Planalto com 51,78% dos votos válidos, contra 48,22% do senador Flávio Bolsonaro (PL), considerando quase 100% das urnas apuradas. Como o mercado estava em grande parte posicionado para uma vitória de Flávio, o ajuste tende a ser intenso. “Nenhuma pesquisa estava dando vitória de Lula, e quando olhamos a metade da tarde do pregão de sexta-feira, parece que o mercado realmente se posicionou para a vitória de Flávio”, comentou Lais Costa, analista da Empiricus Research. “Vimos na sexta-feira um estirão do dólar para baixo e a bolsa para cima. Nesta segunda-feira, dado que houve essa alavancagem, é possível que haja circuit breaker na bolsa e parada de negócios no dólar”, acrescentou. Pelas regras da B3, o circuit breaker é acionado quando o Ibovespa cai mais de 10% em relação ao valor de fechamento anterior, com interrupção da negociação por 30 minutos. Após reabertura, se a queda atingir 15%, o mecanismo é novamente acionado, com interrupção por uma hora. Uma terceira paralisação ocorre no caso de queda de 20%. No caso do dólar futuro, pode ocorrer uma interrupção de negociações caso a alta do dólar seja de 6%. Com isso, o ativo entrará em leilão por alguns minutos para que haja formação de preço de equilíbrio. Nesta noite de domingo, alguns criptoativos ligados ao dólar subiam perto de 9%, o que sugere um avanço forte do dólar para novembro na manhã de segunda-feira. No Brasil, como as cotações do dólar no mercado à vista são definidas com base nas cotações do dólar futuro -- mais líquido -- a tendência também é de forte alta no início das negociações, às 9h.
Dez ações concentram mais da metade do Ibovespa; veja o que isso significa para o investidor
São Paulo A concentração das ações no Ibovespa voltou a crescer nos últimos anos, após cair de 62,67% em outubro de 2018 para 45,95% em outubro de 2021. Em 22 de outubro deste ano, as dez ações de maior peso já respondiam por 54,18% do principal índice da Bolsa brasileira, que tem 76 ações. O percentual chegou a 54,91% no dia 5, o maior desde dezembro de 2019, segundo levantamento da Elos Ayta. O efeito aparece no desempenho de 2026. Até 22 de outubro, o Ibovespa acumulava alta de 27,14%, puxado em parte pela Petrobras, cujas ações ordinárias (PETR3) subiam 100,4% e as preferenciais (PETR4), 88,3%. No mesmo período, o Itaú (ITUB4) avançou 24% e a Axia Energia (AXIA3, antiga Eletrobras), 18,16%. A Vale (VALE3), por outro lado, outra das principais posições do índice, acumulava queda de 15%. Motociclista passa diante de painel eletrônico que exibe as oscilações dos índices da Bolsa, na sede da B3, em São Paulo - Alexandre Meneghini - 5.out.2026/Reuters COMO O PESO É CALCULADO Atualmente, o Ibovespa reúne 76 ativos de 74 empresas, mas a participação de cada ação varia conforme sua ponderação. Com isso, a alta de alguns papéis de maior peso pode sustentar o indicador mesmo quando outros recuam. O movimento inverso também ocorre, ou seja, a queda de ações relevantes pode pressionar o índice apesar da valorização de boa parte do mercado. O peso não depende apenas do tamanho da empresa. João Vitor Araujo Saccardo, head de renda variável da Convexa Investimentos, diz que a metodologia considera o valor de mercado das ações em circulação, chamado de free float, e estabelece limites de participação. Assim, uma companhia pode ter maior valor de mercado e mesmo assim ter peso menor no índice. O QUE MUDA PARA O INVESTIDOR Para o planejador financeiro Bruno Nahon, certificado pela Planejar, a concentração não torna o Ibovespa um indicador ruim, mas exige cuidado ao interpretar seu desempenho como retrato de todo o mercado acionário brasileiro. A questão atinge, por exemplo, quem aplica em fundos de índice (ETFs) que replicam o Ibovespa. Embora reúnam dezenas de ações, esses produtos deixam uma parcela expressiva dos recursos exposta a poucas empresas e setores, o que limita a diversificação efetiva. Isso não significa, porém, que investir pelo índice seja ruim nem que escolher ações individualmente resolva o problema, diz Saccardo. Uma carteira montada pelo próprio investidor pode ser ainda mais concentrada. Para avaliar a exposição à renda variável, ele diz que é preciso considerar não apenas a quantidade de ativos, mas também os setores, os riscos em comum e o restante do patrimônio. Além disso, há outros indicadores para medir a concentração, segundo Nahon. O Bovespa Equal Weight dá participação igual a todas as empresas a cada rebalanceamento, e compará-lo ao índice tradicional ajuda a ver se a alta está concentrada em poucos nomes. Outro é a amplitude de mercado, que mostra quantas ações sobem e quantas caem em cada pregão. O QUE EXPLICA A CONCENTRAÇÃO? A concentração reflete tanto a composição da Bolsa quanto o desempenho das empresas ao longo do tempo, diz Saccardo. No Brasil, o Ibovespa tem peso elevado de companhias de commodities, como Petrobras e Vale, além de bancos e empresas de energia elétrica e saneamento. Nos Estados Unidos, grandes empresas de tecnologia também concentram parte relevante dos índices, como o S&P 500 e, sobretudo, o Nasdaq-100. Segundo Nahon, Itaú e Petrobras ganharam participação nos últimos anos, assim como as companhias de energia elétrica e saneamento. Já a Vale perdeu espaço, assim como Magazine Luiza e Ambev. Para Saccardo, as mudanças têm mais relação com os preços do que com transformações na economia. "Não basta que Vale, Petrobras ou os bancos subam: para ganharem participação, precisam ter desempenho superior ao dos demais componentes". Nahon acrescenta que há um fator estrutural envolvido. Segundo ele, os juros elevados no Brasil pressionam empresas dependentes de crédito e consumo, enquanto podem favorecer bancos consolidados. A composição da carteira também influencia o movimento. O índice tinha 65 ativos em setembro de 2018, 91 em setembro de 2021 e 76 em setembro de 2026, e a entrada e a saída de papéis podem alterar a distribuição dos pesos. Folha Mercado Receba no seu email o que de mais importante acontece na economia; aberta para não assinantes. Carregando... A CONCENTRAÇÃO DEVE PERSISTIR? Tende a persistir enquanto os juros permanecerem elevados, o petróleo estiver caro e o mercado de capitais seguir fechado a novas ofertas de ações, segundo Nahon, que não vê, no curto prazo, catalisadores claros para uma desconcentração significativa. Segundo o especialista, um ciclo consistente de queda dos juros poderia favorecer a reprecificação de empresas ligadas à economia doméstica. Já a reabertura do mercado de ofertas de ações permitiria a entrada de novas companhias e setores na Bolsa. Outro fator é a possível inclusão de BDRs de empresas brasileiras negociadas no exterior no índice, a partir de 2027. De acordo com o especialista, a mudança poderia ampliar a diversidade de companhias representadas, mas não garantiria uma redução da concentração.
Perguntas Frequentes sobre CEGR3F
Qual é a cotação de CEGR3F hoje na B3?
Quanto a CEGR3F paga de dividendos (Dividend Yield)?
Como calcular o Preço Teto de CEGR3F pelo Método Barsi e Décio Bazin?
O que significam os indicadores fundamentalistas P/L e P/VP de CEGR3F?
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