BTSI11 BTSP II Fundo de Investimento Imobiliario FII – Cotação Hoje
BTSP II Fundo de Investimento Imobiliario FII
CNPJ: 36930464000144
Selo de Investimento:
🏢 Renda SólidaAtende a 7 de 10 critérios fundamentais de consistência e solidez para renda imobiliária.
Checklist Fundamentalista de 10 Critérios
Critérios de consistência e valuation auditadosRetorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano
Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses
Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial
Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito
Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente
Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência
Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book
Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária
Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos
Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias
Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)
Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.
Resumo Fundamentalista de BTSI11
O ativo BTSI11 (BTSP II Fundo de Investimento Imobiliario FII) está sendo negociado hoje a R$ 109,50, acumulando uma variação de +0.30% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 102,50 e a máxima de R$ 111,00. O fundo atua no segmento de Fundo Imobiliário (FII), registrando um Dividend Yield (12M) de 8.99% e indicador P/VP de 0.88x.
Oscilação dos Últimos 12 Meses
Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)
Sobre a BTSI11
O BTSP II FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRI (BTSI11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Multicategoria, com gestão Ativa.
Dividendos
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Fundo imobiliário anuncia menor dividendo em 30 meses; veja valor
RZTR11: fundo imobiliário anuncia menor dividendo em 30 meses; saiba valor Redação FIIs 01/09/2026 às 14:10 3 minutos de leitura Atualizado em: 01/09/2026 às 14:10 O fundo imobiliário RZTR11 anunciou a distribuição de R$ 0,85 por cota como rendimento referente ao resultado de agosto, o que é o menor valor dos últimos 30 meses. O pagamento será feito em 8 de setembro de 2026 aos investidores posicionados até o encerramento do pregão de 31 de agosto de 2026, data de corte da apuração. Quer saber como receber renda passiva por meio de fundos imobiliários? Clique e entre em contato com nosso time de especialistas. Sobre a cotação de fechamento de agosto, de R$ 86,10, os dividendos do RZTR11 representam um dividend yield mensal aproximado de 0,99%. Os rendimentos são isentos de Imposto de Renda para a pessoa física, quando observadas as condições da legislação aplicável aos FIIs. A carteira de terras do RZTR11 No relatório gerencial de julho, o patrimônio líquido do fundo imobiliário RZTR11 encerrou estável em R$ 1,84 bilhão, o que corresponde a um valor patrimonial de R$ 97,61 por cota. Frente à cotação de mercado de julho, o P/VP ficou em 0,90x. A liquidez média diária foi de R$ 2.747.398,91, e a base de cotistas cresceu para 145.325 investidores, após a entrada de 734 novos participantes. Por se tratar de um fundo com foco em terras agrícolas, não se aplica o conceito de vacância física ou financeira. A carteira imobiliária reúne 25 propriedades que somam 84.141 hectares de área total, com a avaliação de mercado dos imóveis somada ao caixa totalizando R$ 3,829 bilhões. O prazo médio remanescente dos contratos de arrendamento é de dez anos, com taxa média de remuneração contratual de 14,73%. Por tese de investimento, o portfólio do fundo RZTR11 encerrou julho distribuído entre Sale & Leaseback (51%), Buy to Lease (29%), Land Equity (17%) e caixa (3%), ante as alocações-alvo de 50%, 27%, 20% e 3%. O caso da Fazenda Bom Jardim no RZTR11 O processo de revisão das avaliações das fazendas, conduzido por auditoria independente, avançou com o envio dos novos laudos, cabendo ao administrador concluir a remarcação patrimonial dos ativos até 30 de setembro de 2026. Sobre a Fazenda Bom Jardim, em Montividiu, em Goiás, o contrato de arrendamento e a outorga de opção de compra foram rescindidos de pleno direito após o não pagamento da parcela vencida em 30 de abril de 2026. A rescisão acarreta uma perda de receita estimada em R$ 5,6 milhões até o fim de 2026, o equivalente a cerca de R$ 0,30 por cota no exercício, calculada sobre a receita anual contratual de R$ 8,4 milhões. O imóvel está registrado contabilmente por R$ 60 milhões, mas um laudo independente da S&P Global apurou valor de liquidação de R$ 82,127 milhões. A remarcação ao novo valor gerará um impacto patrimonial positivo de R$ 22,127 milhões, cerca de R$ 1,17 por cota, ganho que ainda não foi incorporado ao patrimônio, enquanto a gestão adota medidas jurídicas para retomar a posse e cobrar os valores devidos ao RZTR11.
KNSC11 divulga dividendos de quase 1% ao mês; confira o valor
KNSC11 divulga dividendos de quase 1% ao mês; confira o valor Redação FIIs 01/09/2026 às 12:00 2 minutos de leitura Atualizado em: 01/09/2026 às 13:24 Houve mudança nos rendimentos do fundo imobiliário KNSC11. A distribuição para setembro será de R$ 0,09 por cota, abaixo dos R$ 0,11 por cota pagos na competência anterior. Recebe o provento quem tiver cotas até o encerramento do pregão de 31 de agosto de 2026, data de corte da apuração, com o pagamento em 14 de setembro. Quer saber como receber renda passiva por meio de fundos imobiliários? Clique e entre em contato com nosso time de especialistas. Ao preço de R$ 9,14 em que a cota fechou agosto, o valor equivale a um dividend yield mensal de 0,98%. Os dividendos do KNSC11 são isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas dentro das condições da legislação. Resultado e dividendos do KNSC11 No relatório gerencial de julho, o fundo imobiliário KNSC11 gerou resultado de R$ 0,10 por cota, encerrando com reserva acumulada de R$ 0,07 por cota. A distribuição de R$ 0,11 da competência anterior representou uma rentabilidade de 1,2% sobre a cota média de ingresso, de R$ 9,19, o equivalente a 99% da taxa DI líquida, ou 116% do CDI com gross-up de 15% naquele período. O patrimônio líquido encerrou em R$ 1,77 bilhão, com cota patrimonial de R$ 8,73 e cota de mercado a R$ 9,09 em 31 de julho. A base de cotistas totalizou 268.171 investidores, após a entrada de 1.213 participantes, com liquidez média diária de R$ 3,64 milhões. A alavancagem em operações compromissadas reversas correspondeu a 10,3% do patrimônio. Por ser um fundo de títulos e valores mobiliários, não se aplica o conceito de vacância física ou financeira. A carteira do KNSC11 A carteira do FII KNSC11 totalizou 110,3% do patrimônio líquido alocado, com prazo médio consolidado de 6,7 anos e duration de 2,8 anos, sendo que a soma em ativos-alvo, entre CRIs e FIIs, atingiu 104,2% do patrimônio. Os CRIs em IPCA+ representam 67,3% do patrimônio, incluindo participação no FII Ícone, com remuneração-alvo de INCC-DI + 13,0%, a uma taxa média de aquisição de 8,39% ao ano e prazo médio de 8,0 anos. Já os CRIs em CDI+ respondem por 37,0%, com prazo médio de 3,5 anos, enquanto as LCIs somam 1,9%, a 95% do CDI, e o caixa representa 4,7%, a 100% do CDI. Por indexador, o IPCA concentra 60,5% da carteira, seguido pelo CDI (35,2%) e pela Selic (4,2%). Por setor, o portfólio do fundo KNSC11 se divide entre residencial pulverizado (26,9%), escritórios (21,9%), logístico (20,4%), residencial (15,5%), shoppings (10,5%) e outros (4,9%). Em julho, o fundo aportou R$ 33,4 milhões em novos CRIs, das carteiras Creditas e Crediblue, a uma taxa média de IPCA + 10,96% ao ano no KNSC11.
TRX nega acusações do Ministério Público sobre gestão fraudulenta; entenda o caso
Acusação envolve operações realizadas há mais de dez anos com prejuízos de até R$ 18,9 milhões; fatos não têm relação com o TRXF11 Publicidade A TRX e seus sócios fundadores, Luiz Augusto Faria do Amaral e José Alves Neto, negaram as acusações apresentadas pelo Ministério Público Federal (MPF), que denunciou os executivos por suposta gestão fraudulenta de um fundo de participações ligado à gestora. Em nota, a empresa afirmou que as operações questionadas ocorreram há mais de dez anos, antes da criação do TRXF11, e foram conduzidas de forma transparente e de acordo com a legislação vigente à época. A TRX também destacou que os fatos ainda são objeto de apuração pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e que a denúncia apresentada pelo MPF ainda não teve seu mérito analisado pela Justiça. A acusação envolve o FIP TRX Desenvolvimento Imobiliário I, fundo que investia em sociedades de propósito específico (SPEs) responsáveis pelo desenvolvimento de galpões construídos sob medida. O veículo possuía cerca de 230 cotistas, entre investidores diretos e indiretos. Segundo o MPF, entre 2014 e 2019, os executivos teriam direcionado recursos do fundo para empresas relacionadas à estrutura da TRX, entre elas a Pacificus 47 e a Logbrás. A procuradoria sustenta que determinadas operações teriam beneficiado empresas ligadas à gestora em detrimento dos interesses dos cotistas. Leia Mais: Cyrela perde FII TRXF11 como comprador, mas analistas mostram otimismo com ativos Venda de ativo da Renault é um dos principais pontos da denúncia Uma das operações citadas ocorreu em 2015, quando o fundo vendeu por R$ 23 milhões uma participação na Saint Michel, empresa que detinha um galpão alugado à Renault por 30 anos. De acordo com o MPF, o ativo teria valor econômico estimado em aproximadamente R$ 36,6 milhões, com base em documentos contábeis e em um laudo contratado pela própria TRX. Continua depois da publicidade Após a venda, os R$ 23 milhões teriam sido utilizados para comprar e capitalizar a Pacificus 47, então uma empresa pré-operacional. Para o MPF, a operação teria retirado do fundo uma participação considerada madura e transferido os recursos para uma companhia ligada ao grupo da gestora. A denúncia aponta ainda que a operação teria sido realizada sem laudo prévio e sem autorização específica dos cotistas. Na avaliação da procuradoria, esse conjunto de fatores teria contribuído para um prejuízo aos investidores do FIP. Outro episódio citado ocorreu em 2017, quando o centro de distribuição da Renault teria sido vendido por R$ 198 milhões. Segundo o MPF, a TRX passou a prestar serviços remunerados à empresa compradora na véspera da operação. Continua depois da publicidade CVM também investiga operações envolvendo o FIP A CVM (Comissão de Valores Mobiliários) investiga, entre outros pontos, a venda de ativos do FIP para sociedades ligadas à gestora e uma possível violação do dever de lealdade aos cotistas. TRXF11 não é alvo da denúncia O MPF pede a condenação dos dois executivos com base no artigo 4º da Lei 7.492/1986, que trata de gestão fraudulenta. A acusação não envolve o TRXF11, fundo imobiliário da TRX. As operações citadas ocorreram em um FIP e são anteriores à criação do fundo imobiliário. Continua depois da publicidade No mercado, porém, as cotas do TRXF11 operam em queda nesta terça-feira. Às 15h53, o fundo recuava 3,14%, cotado a R$ 75,83 por cota. Leia Mais: Setembro recheado de dividendos: veja os FIIs que estão pagando mais
Perguntas Frequentes sobre BTSI11
Qual é a cotação de BTSI11 hoje na B3?
Quanto a BTSI11 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de BTSI11?
O que significa o P/L e o P/VP de BTSI11?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.
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