BI

BICE11 Brio Credito Estruturado - Fundo de Investimento Imobiliario – Cotação Hoje

🏢 FII Fundo Imobiliário (FII)

Brio Credito Estruturado - Fundo de Investimento Imobiliario

CNPJ: 39332032000120

Preço Atual
R$ 400,00
+0.00%
Cotação oficial B3 em tempo real
Análise de Fundos Imobiliários • Geração de Renda Passiva

Selo de Investimento:

⚠️ Atenção

Atende a 4 de 11 critérios. Alguns múltiplos de valuation, histórico ou liquidez exigem atenção.

Pontuação dos Critérios 4/11 (36.4%)
Mínimo Renda Sólida: 7/10 Status: Atenção

Checklist Fundamentalista de 11 Critérios

Critérios de consistência e valuation auditados
Dividend Yield > 6% a.a.
DY 12M atual: 18.06% a.a.

Retorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano

Distribuição Mensal Consistente
52 meses com distribuição registrada nos últimos 12 meses

Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses

P/VP até 1.10 (Sem ágio excessivo)
P/VP atual: 0.50x (Abaixo de 1.10)

Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial

P/VP acima de 0.70
P/VP com desconto excessivo: 0.50x (alerta de risco)

Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito

Estabilidade nos Proventos
Queda trimestral acentuada: -91.8%

Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente

Patrimônio > R$ 500 Milhões
Patrimônio Líquido: R$ 53.4 milhões

Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência

Liquidez Diária > R$ 500 mil
Volume médio diário: R$ 64 mil

Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book

Segmento Consolidado
Segmento: Fundo Imobiliário (FII)

Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária

Mais de 3 anos na Bolsa
Data de IPO/listagem não mapeada

Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos

DY Sustentável (≤ 18% a.a.)
DY de 18.06% a.a. (muito elevado - risco de amortização ou distorção)

Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias

Vacância Física < 10%
Vacância Física: 0.0% (Abaixo de 10%)

Nível de ocupação saudável dos imóveis para garantir a receita de aluguéis (Ignorado para fundos de papel)

ℹ️ Análise algorítmica de FIIs calculada em tempo real com base em dados de proventos e patrimônio B3/CVM. Não constitui recomendação de compra ou venda.
🏢
Valuation de Rendimentos

Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)

Abaixo do Teto

Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.

Preço Teto Projetado (Yield 6%)
R$ 1.204,33
Rendimento Anual (12M) R$ 72,26
Margem de Segurança +66.79%
Ajustar parâmetros na Calculadora de Preço Teto
Fórmula: Rendimento Anual ÷ 0,06 Alvo: Yield ≥ 6% a.a.
⚠️ Aviso Legal: As estimativas do Método Barsi são modelos matemáticos teóricos baseados em dados públicos da B3/CVM. Não constituem recomendação de investimento, compra ou venda.
🏗️
CVM Oficial Data-base: 2026-06-30

Composição da Carteira & Ativos do Fundo

📊 Alocação por Classe de Ativo

Outros 0,00%
Outros 0,00%
Outros 0,00%

Principais Títulos & CRIs em Carteira

CRI_21G0708865 - VIRGOSEC CRI • Taxa: N/D
R$ 1,38 mi
CRI_21G0708865 - VIRGOSEC CRI • Taxa: N/D
R$ 732.475,70
CRI_21G0708865 - VIRGOSEC CRI • Taxa: N/D
R$ 3,03 mi
CRI_21G0708865 - VIRGOSEC CRI • Taxa: N/D
R$ 2,07 mi
CRI_21G0708865 - VIRGOSEC CRI • Taxa: N/D
R$ 1,12 mi
CRI_21G0708865 - VIRGOSEC CRI • Taxa: N/D
R$ 3,44 mi
📑 Relatório Mensal CVM & Informes Estruturados

Consulte o Raio-X completo de ativos, passivos, alavancagem, cotistas e histórico de 12 meses do BICE11.

Acessar Relatório CVM Completo →
Fonte: Informes Periódicos Trimestrais CVM via Brapi.dev Atualização automática a cada novo informe registrado

O ativo BICE11 (Brio Credito Estruturado - Fundo de Investimento Imobiliario) está sendo negociado hoje a R$ 400,00, acumulando uma variação de +0.00% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 390,00 e a máxima de R$ 900,00. O fundo atua no segmento de Fundo Imobiliário (FII), registrando um Dividend Yield (12M) de 18.06% e indicador P/VP de 0.50x.

Abertura
R$ 390,00
Fec. Ant: R$ 400,00
Variação Dia
Min: R$ 390,00
Max: R$ 400,00
52 Semanas
Mín: R$ 390,00
Máx: R$ 900,00
Volume
160
Moeda: BRL

Histórico de Cotação: BICE11

Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência

Mínima no Período --
Máxima no Período --
Variação no Período --
Tendência Técnica --
Carregando cotações históricas...

Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)

0.50
R$ 795,76
Patrimônio Líquido
R$ 53,37 Mi
Último Rendimento
R$ 3.8800
Pagto: 2026-10-07
Rendimento Médio (12M)
R$ 5.5585
por cota / mês
Rendimento 12M
R$ 72.2600
acumulado no ano
R$ 53,37 Mi
Quantidade de Cotas
133.414
Liquidez Diária
160

Sobre a BICE11

Categoria / Segmento
Fundo Imobiliário (FII)
Tipo de Ativo
Fundo de Investimento Imobiliário (B3)
Market Cap
N/A
Descrição do Negócio

O BRIO CRÉDITO ESTRUTURADO - FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO (BICE11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Outros, com gestão Ativa.

Administrador do Fundo
Nome
BRL TRUST DTVM S.A.
CNPJ
13486793000142
Telefone
(11) 3509-0600
Endereço
Rua Alves Guimarães, 1216, Pinheiros — São Paulo/SP - CEP 05410-002
RENDIMENTO R$ 3,8800
Pagamento: 07/10/2026
RENDIMENTO R$ 3,9400
Pagamento: 08/09/2026
RENDIMENTO R$ 9,6500
Pagamento: 07/08/2026
RENDIMENTO R$ 5,9800
Pagamento: 07/07/2026
AMORTIZAÇÃO R$ 202,3800
Pagamento: 15/07/2026
RENDIMENTO R$ 5,2300
Pagamento: 08/06/2026
RENDIMENTO R$ 7,2200
Pagamento: 08/05/2026
AMORTIZAÇÃO R$ 112,4300
Pagamento: 30/04/2026
RENDIMENTO R$ 9,1800
Pagamento: 08/04/2026
RENDIMENTO R$ 2,2300
Pagamento: 06/03/2026

Notícias relacionadas

Em meio a volatilidade, mercado diversifica carteira por melhor desempenho
Fundos Imobiliários Brasileiros •

Em meio a volatilidade, mercado diversifica carteira por melhor desempenho

Em meio à volatilidade, investidores ampliam leque de ativos; Priscila Grecco, da Itaúsa, fala sobre diversificação e desafios do mercado O ano foi marcado por intensa volatilidade no mercado financeiro brasileiro. Diante desse cenário, investidores têm diversificado suas carteiras de investimentos para reduzir a dependência de um único ativo e buscar maior resiliência em seus portfólios. O debate sobre diversificação ganhou destaque no Panorama Itaúsa 2026. A Bolsa vive um momento de recordes, tendo encerrado uma sexta-feira (2) aos 192 mil pontos e registrado nova marca histórica na segunda-feira (5) seguinte. A alta acumulada em 2026 já se aproxima dos 20%. Brasileiro amplia leque de investimentos O movimento de diversificação não se restringe às ações tradicionais. Segundo os dados apresentados no evento, mais de 5,7 milhões de CPFs estão investindo em renda variável. Os ETFs (fundos negociados em Bolsa) também chamam atenção, com 862 mil investidores. Nos fundos imobiliários, a base já ultrapassa 3 milhões de pessoas, enquanto o Tesouro Direto conta com 3,5 milhões de investidores. O cenário levanta a questão sobre o que tem levado o investidor a distribuir melhor seus recursos entre diferentes classes de ativos. Itaúsa diversificou portfólio em uma década Em entrevista exclusiva ao CNN Money, Priscila Grecco, CFO da Itaúsa, comentou sobre a estratégia de diversificação adotada pela companhia nos últimos anos. "A gente está falando de uma década onde a gente fez grandes movimentações no nosso portfólio", ressaltou. Segundo ela, a empresa saiu de dois setores que não estavam contribuindo para a criação de valor e entrou em cinco outros ativos diferentes, passando a atuar com bens de consumo, energia, infraestrutura, saneamento e financeiro. "Foram 12 bilhões de investimentos na última década", destacou Priscila Grecco. A executiva ressaltou que essa diversificação tem contribuído para resultados mais consistentes e resilientes. "A Itaúsa vem reportando resultados crescentes, resultados bastante sólidos, retorno ali na casa de 19%, que é um retorno bastante atrativo, com dividendos também crescentes", disse. Ela mencionou ainda um dividend yield de cerca de 10% encerrado no último semestre, posicionando a companhia como uma das maiores pagadoras de dividendos do mercado. Um dos destaques do portfólio é a Aegea, empresa do setor de saneamento que vem conquistando novas concessões ano após ano. Custo de capital elevado é o principal desafio Ao ser questionada sobre os principais desafios do momento para o mercado, Priscila Grecco apontou o custo de capital elevado como o maior obstáculo. "A gente está com um custo de capital bastante elevado e, de certa forma, proibitivo para novos grandes investimentos", afirmou. Diante disso, o foco atual da Itaúsa é rentabilizar o portfólio já construído, sendo cada vez mais seletiva e disciplinada na alocação de capital. "Não é fácil encontrar investimentos que tragam retornos superiores ao custo de capital e o risco país que a gente tem hoje", concluiu.

Dividendos de 12,2%: Santander recomenda 11 FIIs para outubro; veja quais – Money Times
Fundos Imobiliários Brasileiros •

Dividendos de 12,2%: Santander recomenda 11 FIIs para outubro; veja quais – Money Times

Dividendos de 12,2%: Santander recomenda 11 FIIs para outubro; veja quais (Imagem: watchara ritjan/istock) O Banco Santander manteve inalterada sua carteira recomendada de fundos imobiliários (FIIs) para o mês de outubro, que segue composta por 11 veículos. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Em relatório, o analista sênior da casa, Flávio Pires, afirmou que, em linhas gerais, o ambiente macroeconômico continua incerto, exigindo maior acompanhamento e diligência por parte dos investidores. Nesse contexto, o especialista destacou que os ativos de risco devem continuar apresentando volatilidade acima da média até o fim do ano. Apesar disso, segundo Pires, os fundos imobiliários com fundamentos operacionais sólidos e portfólios robustos devem continuar pagando rendimentos mensais sem variações relevantes. Carteira recomendada A carteira recomendada do Santander é revisada mensalmente e pode passar ou não por alterações a cada atualização. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Sem mudanças para outubro, a composição por segmento permanece distribuída da seguinte forma: Recebíveis: 35% 35% Multiestratégia: 20% 20% Logística/Industrial: 16% 16% Híbrido: 13% 13% Shoppings: 10% 10% Lajes corporativas: 7% Em setembro, o portfólio escolhido pelo banco registrou queda de 0,92%, desempenho inferior ao do IFIX, que recuou 0,20%. Já no acumulado de 2026, a carteira sobe 2%, contra desvalorização de 0,53% do indicador referencial (benchmark). A seleção também apresenta dividend yield (retorno em dividendos) estimado em 12 meses de 12,2%. Confira os FIIs recomendados pelo Santander para outubro: Fundo imobiliário Código Segmento Peso Mauá Capital Rec. Imobiliários MCCI11 Recebíveis 11,5% Pátria Recebíveis Imobiliários HGCR11 Recebíveis 11,5% Kinea Rend. Imobiliários KNCR11 Recebíveis 11,5% BTG Pactual Hedge Fund BTHF11 Hedge fund 10% Kinea Hedge Fund KNHF11 Hedge fund 10% XP Malls XPML11 Shoppings 9,5% Vinci Logística VILG11 Logístico 9% BTG Pactual Logística BTLG11 Logístico 7% Guardian Real Estate GARE11 Híbrido 8% TRX Real Estate TRXF11 Híbrido 5% Tellus Properties TEPP11 Escritórios 7% CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

2026-2031: o quinquênio que pode mudar a magnitude dos fundos de investimento na América Latina
Fundos Imobiliários Brasileiros •

2026-2031: o quinquênio que pode mudar a magnitude dos fundos de investimento na América Latina

A América Latina tem capital, empresários, projetos, ativos reais e enormes necessidades de investimento. No entanto, ainda existe uma distância importante entre quem precisa de financiamento e quem está disposto a investir. O desafio dos próximos anos não será apenas criar mais fundos; será construir melhores estruturas capazes de transformar oportunidades dispersas em ativos financiáveis, escaláveis e confiáveis para o investidor. A indústria já está evoluindo. A LAVCA registrou 78 fundos dedicados à América Latina com fechamentos durante 2025 e outros 40 durante o primeiro semestre de 2026. Ao mesmo tempo, o crédito privado ganhou espaço como alternativa para empresas, infraestrutura e projetos que nem sempre encontram uma resposta adequada no financiamento bancário tradicional. O fenômeno é particularmente significativo: 63% dos gestores de private credit identificados pela LAVCA haviam captado seu fundo mais recente entre 2021 e o primeiro semestre de 2025. Mas mais capital disponível não significa automaticamente mais investimento. Esse é, provavelmente, um dos grandes aprendizados para o quinquênio 2026–2031. Entre o investidor e o projeto existe uma arquitetura financeira que muitas vezes ainda precisa ser construída: due diligence, avaliação, estrutura jurídica, governança corporativa, contratos, garantias, fluxos verificáveis, mitigadores de risco, mecanismos de saída, relatórios e uma distribuição correta dos riscos entre os participantes. O verdadeiro gargalo pode deixar de ser o dinheiro e passar a ser a estruturação. Um terreno pode ter valor, mas ainda não constituir um projeto imobiliário financiável. Uma empresa pode gerar vendas, mas não necessariamente estar preparada para receber capital privado. Um projeto de infraestrutura pode responder a uma necessidade evidente e, ainda assim, não ter uma estrutura contratual que permita atrair investidores. Até mesmo uma carteira de créditos pode ter bons ativos individuais e ainda precisar de padronização, dados e governança antes de se transformar em um veículo institucional. É aí que surge uma segunda transformação: os veículos precisarão se especializar. Nem todos os ativos deveriam ser financiados com a mesma estrutura. Equity, dívida privada, mezzanine, fundos imobiliários, fundos de infraestrutura, estruturas fiduciárias, securitizações, joint ventures e SPVs respondem a diferentes perfis de risco, prazo, fluxo e retorno. A sofisticação não consiste em criar estruturas complexas; consiste em selecionar a estrutura correta para cada ativo. Um SPV, por exemplo, pode isolar riscos e organizar direitos econômicos. Um fundo pode permitir diversificação e administração profissional. A dívida privada pode oferecer soluções onde o crédito bancário tradicional tem restrições de prazo, garantias ou apetite por risco. O equity pode acompanhar empresas que precisam de capital para crescer, e não de uma obrigação adicional de pagamento. A estrutura deve seguir a lógica econômica do projeto, e não o contrário. A originação também mudará radicalmente. Durante anos, muita atenção foi dedicada à captação de capital. Entre 2026 e 2031, será igualmente importante desenvolver capacidade profissional para encontrar, selecionar, preparar e acompanhar ativos. Um bom originador não é quem apresenta mais projetos ao investidor. É quem evita que cheguem aqueles que ainda não estão preparados. Isso exige filtros financeiros, jurídicos, comerciais e operacionais antes de buscar capital. Implica perguntar, desde o início, quanto vale o ativo, como gerará caixa, quem assumirá cada risco, qual será a estrutura de garantias, qual retorno corresponde ao risco assumido e como o provedor de capital recuperará seu investimento. O quarto componente será inevitável: governança e transparência. À medida que entrarem family offices, investidores institucionais, fundos internacionais, multilaterais e novos veículos privados, também crescerão as exigências em relação a comitês de investimento, conflitos de interesse, avaliações independentes, gestão de riscos, custódia, conformidade e relatórios. A confiança institucional será um ativo financeiro. O Peru pode encontrar uma oportunidade nesse cenário. Seu mercado ainda tem espaço para desenvolver veículos especializados no setor imobiliário, infraestrutura, empresas médias, dívida privada, energia, turismo, agroindústria e outros ativos reais. Mas tornar-se uma plataforma atraente para o capital regional e internacional dependerá menos de declarar que existem oportunidades e mais de apresentá-las com padrões que o capital possa entender, avaliar e financiar. Brasil, México, Colômbia, Chile e Peru partem de escalas e ecossistemas distintos, mas compartilham uma transição: bancos, gestores de fundos, family offices, fintechs, incorporadores, investidores institucionais e provedores de dívida privada começarão a conviver cada vez mais dentro de arquiteturas de financiamento complementares. Por isso, o período de 2026 a 2031 pode representar muito mais do que um ciclo de crescimento para os fundos de investimento latino-americanos. Pode ser o momento em que passemos de buscar dinheiro para projetos a construir ativos para o capital. Porque o próximo salto de escala dos fundos na América Latina não dependerá apenas de quanto capital existe. Dependerá de quem tiver a capacidade de originar, estruturar, governar e transformar oportunidades dispersas em investimentos confiáveis, rentáveis e escaláveis. O capital existe. As oportunidades também. A próxima vantagem competitiva estará em construir a ponte entre ambos.

Perguntas Frequentes sobre BICE11

Qual é a cotação de BICE11 hoje na B3?
A cotação de BICE11 hoje está em R$ 400,00. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 390,00 e máxima de R$ 400,00.
Quanto a BICE11 paga de dividendos?
A empresa distribui proventos periodicamente na forma de dividendos e JCP (Juros sobre Capital Próprio). Você pode conferir a tabela completa com as últimas datas de corte (Data Com) e pagamento na seção de Dividendos acima.
Como calcular o Preço Teto de BICE11?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de BICE11 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de BICE11?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

Aviso Legal: Os dados e ferramentas disponibilizados pelo Cotações Hoje têm propósito exclusivamente informativo e educacional, não constituindo recomendação de investimento.