BB

BBRC11 BB Renda Corporativa Fundo de Investimento Imobiliario Cotas – Cotação Hoje

🏢 FII Tijolo - Lajes Corporativas

BB Renda Corporativa Fundo de Investimento Imobiliario Cotas

CNPJ: 12681340000104

Preço Atual
R$ 102,16
+0.65%
Cotação oficial B3 em tempo real
Análise de Fundos Imobiliários • Geração de Renda Passiva

Selo de Investimento:

🏢 Renda Sólida

Atende a 8 de 11 critérios fundamentais de consistência e solidez para renda imobiliária.

Pontuação dos Critérios 8/11 (72.7%)
Mínimo Renda Sólida: 7/10 Status: Aprovado

Checklist Fundamentalista de 11 Critérios

Critérios de consistência e valuation auditados
Dividend Yield > 6% a.a.
DY 12M atual: 15.47% a.a.

Retorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano

Distribuição Mensal Consistente
123 meses com distribuição registrada nos últimos 12 meses

Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses

P/VP até 1.10 (Sem ágio excessivo)
P/VP atual: 0.98x (Abaixo de 1.10)

Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial

P/VP acima de 0.70
P/VP atual: 0.98x (Acima de 0.70)

Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito

Estabilidade nos Proventos
Variação trimestral estável: -25.9%

Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente

Patrimônio > R$ 500 Milhões
Patrimônio Líquido: R$ 162.4 milhões

Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência

Liquidez Diária > R$ 500 mil
Volume médio diário: R$ 81 mil

Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book

Segmento Consolidado
Segmento: Tijolo - Lajes Corporativas

Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária

Mais de 3 anos na Bolsa
Data de IPO/listagem não mapeada

Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos

DY Sustentável (≤ 18% a.a.)
DY sustentável: 15.47% a.a. (Abaixo de 18%)

Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias

Vacância Física < 10%
Vacância Física: 0.1% (Abaixo de 10%)

Nível de ocupação saudável dos imóveis para garantir a receita de aluguéis (Ignorado para fundos de papel)

ℹ️ Análise algorítmica de FIIs calculada em tempo real com base em dados de proventos e patrimônio B3/CVM. Não constitui recomendação de compra ou venda.
🏢
Valuation de Rendimentos

Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)

Abaixo do Teto

Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.

Preço Teto Projetado (Yield 6%)
R$ 263,33
Rendimento Anual (12M) R$ 15,80
Margem de Segurança +61.20%
Ajustar parâmetros na Calculadora de Preço Teto
Fórmula: Rendimento Anual ÷ 0,06 Alvo: Yield ≥ 6% a.a.
⚠️ Aviso Legal: As estimativas do Método Barsi são modelos matemáticos teóricos baseados em dados públicos da B3/CVM. Não constituem recomendação de investimento, compra ou venda.
🏗️
CVM Oficial Data-base: 2026-06-30

Portfólio de Imóveis & Vacância Física

Total de Imóveis 21 ativos imobiliários
Área Bruta Locável (ABL) 15.449 m² área total locável
Vacância Ponderada
12,52%
ponderada por ABL
Imóveis com Vacância 21 de 21 imóveis
Imóvel & Tipo Endereço / Cidade Área (ABL) Vacância Part. Receita
AGSTOAMA Imóveis para renda acabados Av. Santo Amaro, 2163, São Paulo-SP 1.185 m² 0,00% 8,44%
AGNVFARI Imóveis para renda acabados Al. Gabriel Monteiro da Silva, 2032, São Paulo-SP 602 m² 0,00% 7,75%
AGBERRIN Imóveis para renda acabados Av. Eng. Luis Carlos Berrini, 559, São Paulo-SP 788 m² 0,00% 7,37%
AGJFLORI Imóveis para renda acabados R. Joaquim Floriano, 666, São Paulo-SP 684 m² 0,00% 7,19%
AGSTILOE Imóveis para renda acabados R. Estados Unidos, 1931, São Paulo-SP 583 m² 0,00% 6,77%
AGSITLOB Imóveis para renda acabados Av. Brasil, 418, São Paulo-SP 624 m² 0,00% 6,59%
AGPAESBA Imóveis para renda acabados Av. Paes de Barros, 2621, São Paulo-SP 820 m² 0,00% 5,32%
AGSAOMIG Imóveis para renda acabados Av. São Miguel, 2328, São Paulo-SP 775 m² 0,00% 5,02%
AGFRAN Imóveis para renda acabados Av. Prof. Francisco Morato, 2004, São Paulo-SP 893 m² 0,00% 4,54%
AGGUAIPA Imóveis para renda acabados R. Guaipá, 1379, São Paulo-SP 1.003 m² 0,00% 4,50%
AGBUTANT Imóveis para renda acabados Av. Prof. Francisco Morato, 1214, São Paulo-SP 742 m² 0,00% 4,36%
AGPIRESM Imóveis para renda acabados R. Pires da Mota, 488, São Paulo-SP 839 m² 0,00% 4,30%
AGOSASCO Imóveis para renda acabados Av. Gal. Pedro Pinho, 635, Osasco-SP 953 m² 0,00% 3,81%
AGSTILOS Imóveis para renda acabados Rua Mal. Deodoro, 440 - Santo Amaro, São Paulo - SP 593 m² 0,00% 3,56%
AGPORTUG Imóveis para renda acabados Av. Portugal, 519, Santo André-SP 658 m² 0,00% 3,47%
AGCELQUI Imóveis para renda acabados R. Coronel Quirino, 644, Campinas-SP 498 m² 0,00% 3,38%
AG SBC Imóveis para renda acabados Av. Maria Servidei Demarchi, 1658, São Bernardo do Campo-SP 692 m² 0,00% 3,36%
GSTILOES Imóveis para renda acabados Av. Amador Bueno da Veiga, 1516, São Paulo-SP 583 m² 0,00% 3,32%
AGRAPOSO Imóveis para renda acabados Av. Eng. Heitor Antônio Eiras Garcia, 3963,/3967 São Paulo-SP 806 m² 100,00% 0,00%
PCOMAGUA Imóveis para renda acabados Rua Inácio Pereira da Rocha, 597 - Pinheiros, São Paulo - SP 685 m² 100,00% 0,00%
AGMOEMA Imóveis para renda acabados Avenida Indianópolis, 476 - Indianópolis, São Paulo - SP 444 m² 100,00% 0,00%

📊 Alocação por Classe de Ativo

Outros 0,00%
📑 Relatório Mensal CVM & Informes Estruturados

Consulte o Raio-X completo de ativos, passivos, alavancagem, cotistas e histórico de 12 meses do BBRC11.

Acessar Relatório CVM Completo →
Fonte: Informes Periódicos Trimestrais CVM via Brapi.dev Atualização automática a cada novo informe registrado

O ativo BBRC11 (BB Renda Corporativa Fundo de Investimento Imobiliario Cotas) está sendo negociado hoje a R$ 102,16, acumulando uma variação de +0.65% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 96,00 e a máxima de R$ 110,89. O fundo atua no segmento de Tijolo - Lajes Corporativas, registrando um Dividend Yield (12M) de 15.47% e indicador P/VP de 0.98x.

Abertura
R$ 102,52
Fec. Ant: R$ 102,16
Variação Dia
Min: R$ 101,21
Max: R$ 103,00
52 Semanas
Mín: R$ 96,00
Máx: R$ 110,89
Volume
797
Moeda: BRL

Histórico de Cotação: BBRC11

Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência

Mínima no Período --
Máxima no Período --
Variação no Período --
Tendência Técnica --
Carregando cotações históricas...

Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)

0.98
R$ 104,04
Patrimônio Líquido
R$ 162,43 Mi
Último Rendimento
R$ 1.0500
Pagto: 2026-10-15
Rendimento Médio (12M)
R$ 1.2154
por cota / mês
Rendimento 12M
R$ 15.8000
acumulado no ano
R$ 162,43 Mi
Quantidade de Cotas
1,59 Mi
Liquidez Diária
797

Sobre a BBRC11

Categoria / Segmento
Tijolo - Lajes Corporativas
Tipo de Ativo
Fundo de Investimento Imobiliário (B3)
Market Cap
N/A
Descrição do Negócio

O BB RENDA CORPORATIVA FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO - FII (BBRC11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Outros, com gestão Definida.

Administrador do Fundo
Nome
BEM DTVM LTDA
CNPJ
00066670000100
Telefone
(11) 3684-4522
Endereço
Núcleo Cidade de Deus, S/N - Prédio Prata - 4º Andar, Vila Yara — Osasco/SP - CEP 06029-900
RENDIMENTO R$ 1,0500
Pagamento: 15/10/2026
RENDIMENTO R$ 1,0500
Pagamento: 15/09/2026
RENDIMENTO R$ 1,0500
Pagamento: 14/08/2026
RENDIMENTO R$ 2,1500
Pagamento: 14/07/2026
RENDIMENTO R$ 1,0500
Pagamento: 15/06/2026
RENDIMENTO R$ 1,0500
Pagamento: 15/05/2026
RENDIMENTO R$ 1,0500
Pagamento: 15/04/2026
RENDIMENTO R$ 1,0500
Pagamento: 13/03/2026
RENDIMENTO R$ 1,0500
Pagamento: 13/02/2026
RENDIMENTO R$ 2,1000
Pagamento: 15/01/2026

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Veja os FIIs com melhor performance em Setembro de 2026
B3 •

Veja os FIIs com melhor performance em Setembro de 2026

O Clube FII divulgou na quinta (01º) a lista dos Fundos Imobiliários com os melhores desempenhos do IFIX - o Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários da B3 - em Setembro de 2026. Os dados de performance do ranking consideram a valorização da cota somada às distribuições realizadas pelos fundos. O ranking traz os Fundos Imobiliários: Código Nome Cotação atual Variação cota em setembro Variação cota em setembro + proventos P/VP RBRP11 RBR Properties FII R$ 51,00 +11,60% +12,36% 0,65 BBIG11 BB Premium Malls R$ 5,24 +7,38% +7,99% 0,54 FATN11 BRCR Renda Corporativa R$ 84,00 +6,90% +7,92% 0,86 RBRL11 RBR Log R$ 76,29 +5,23% +6,06% 0,82 BPML11 BTG Pactual Shoppings R$ 88,99 +4,69% +5,78% 0,75 BRCR11 BTG Pactual Corporate Office Fund R$ 41,80 +4,03% +5,05% 0,52 VGRI11 Valora Renda Imobiliária R$ 5,59 +3,52% +4,91% 0,65 MFI11 Mérito Desenvolvimento Imobiliário I R$ 37,40 +3,86% +4,69% 0,39 HSLG11 HSI Logística R$ 81,41 +3,04% +3,99% 0,74 KORE11 Kinea Oportunidades Real Estate R$ 67,27 +2,86% +3,78% 0,63 Você pode conferir o ranking completo de Setembro em uma ferramenta interativa na plataforma do Clube FII. Ao acessá-la, é possível conhecer os detalhes dos fundos em páginas exclusivas. A ferramenta de ranking do Clube FII não define os melhores ou piores Fundos Imobiliários. Ela oferece um simples ordenamento de números, conforme a categoria desejada. A recomendação é o uso da ferramenta somente para início de estudos sobre um determinado Fundo Imobiliário.

AIEC11: BB Investimentos recomenda aprovar venda de imóveis
Fundos Imobiliários Brasileiros •

AIEC11: BB Investimentos recomenda aprovar venda de imóveis

Gestora ofereceu R$ 367 milhões pelos dois edifícios do fundo, valor quase 1% acima da avaliação prevista pela Arch para o fim de 2026 O BB Investimentos recomenda que os cotistas do Arch Edifícios Corporativos (AIEC11) aprovem a venda dos dois imóveis da carteira para fundos do Pátria Investimentos, mesmo com a operação fechando abaixo do custo de aquisição. A assembleia geral extraordinária (AGE) foi convocada em 21 de setembro e recebe votos até 5 de outubro, pela plataforma Cuore. A proposta chega num momento de valorização do fundo imobiliário (FII). A cota subiu cerca de 35% em 2026, puxada por novas locações que ampliaram a capacidade de distribuição. Hoje, o fundo negocia perto de 0,90 vez o valor patrimonial (P/VP), o patamar mais alto desde setembro de 2021, segundo gráfico do relatório. Duas ofertas, dois formatos de pagamento O Pátria fez uma oferta para cada imóvel. Pelo Standard Building, no centro do Rio de Janeiro e alugado à Rede D’Or até 2031, o Pátria Renda Urbana (HGRU11) ofereceu R$ 79,4 milhões, cerca de 2% acima da avaliação de R$ 78 milhões feita pela Arch. Publicidade Publicidade O cap rate, taxa que mede a renda anual do aluguel sobre o preço do imóvel, ficou em 9,6%. Todo o pagamento sairia em cotas do HGRU11, que hoje negociam com desconto. O ativo mais valioso está em São Paulo. O Pátria Escritórios (HGRE11) ofereceu R$ 288 milhões pelo Ed. Rochaverá Torre D (Diamond), prédio de alto padrão técnico na região da Chucri Zaidan, avaliado em cerca de R$ 286 milhões para o fim de 2026. Desse total, R$ 80,6 milhões viriam em cotas e R$ 207,4 milhões em dinheiro, parcelados em até seis meses. O cap rate de 8,4% está alinhado ao dos escritórios mais caros da capital paulista. “Considerado somente o valor patrimonial dos imóveis, a oferta fica quase 1% acima do que a Arch projeta para o encerramento de 2026, um saldo levemente positivo, a nosso ver”, avalia André Oliveira, analista de fundos imobiliários do BB Investimentos. Venda abaixo do custo ameaça os rendimentos O problema aparece quando se compara a oferta com o preço pago. O Standard Building custou R$ 115 milhões em 2020, e o Rochaverá, mais de R$ 336 milhões. São cerca de R$ 451 milhões investidos contra R$ 367 milhões oferecidos agora, uma perda de aproximadamente R$ 17 por cota. Só a parcela em dinheiro, no entanto, tem efeito imediato no caixa. E é justamente ela que pesa, porque os FIIs precisam distribuir 95% do lucro caixa aos cotistas. A própria gestora admite o impacto no material da assembleia. “As parcelas recebidas em dinheiro gerarão prejuízo base caixa, com consequente restrição de distribuição de dividendos futuras, por prazo ainda indeterminado”, informa a Arch no documento da AGE. Saídas dependem de nova assembleia Há formas de contornar a falta de rendimentos. Todas, contudo, dependem de aprovação em uma nova assembleia, que poderia decidir pela amortização ou pela liquidação do fundo. Na liquidação, existem dois caminhos. No primeiro, o investidor recebe diretamente as cotas de HGRU11 e HGRE11 e escolhe se fica com elas ou se vende na hora. No segundo, o próprio AIEC11 vende os papéis na bolsa e repassa o dinheiro aos cotistas, rota que o banco considera a menos provável. “Nessa segunda via, avaliamos que o prazo se alongaria, por conta das travas de lock-up e do teto diário de negociação usuais em operações assim”, explica Oliveira. O lock-up é o período em que as cotas recebidas na transação ficam bloqueadas para venda. Quem ganha e quem perde com a liquidação Como parte do pagamento viria em cotas, o banco estimou quanto o investidor receberia de fato. Pelas cotações atuais do HGRU11 e do HGRE11, somadas ao caixa do AIEC11, o ganho bruto seria de cerca de 12% sobre o preço de hoje. Os proventos dos novos fundos ficariam perto de 7% acima do que a Arch projeta para o segundo semestre de 2027, considerando a proporção paga em cotas. “Aprovada em nova AGE, a liquidação tende a ser vantajosa para quem tem preço médio perto ou abaixo do nível atual”, observa Oliveira. Quem entrou na oferta pública inicial (IPO), em 2020, pagou R$ 100 por cota. Os R$ 42,81 em dividendos recebidos desde então suavizam a conta, e o retorno bruto total chega a 48%, equivalente a uma taxa interna de retorno (TIR) de cerca de 3,5% ao ano. No mesmo período, o CDI acumulado se aproxima de 90%. Mesmo assim, o banco fica ao lado da operação. “Uma vez que o cotista do AIEC11 se tornaria sócio de dois fundos mais diversificados e com proventos mais atrativos, vemos com bons olhos a aprovação das vendas e da liquidação”, conclui Oliveira.

XP, Nubank, Itaú, Bradesco, Santander e BTG: dois bancos vão se dar melhor se a Selic cair, segundo o UBS BB
Selic •

XP, Nubank, Itaú, Bradesco, Santander e BTG: dois bancos vão se dar melhor se a Selic cair, segundo o UBS BB

Se o Brasil fizer, depois da eleição, um ajuste fiscal relevante — daqueles que convencem o mercado a aceitar uma Selic mais baixa —, quem sai ganhando entre os grandes bancos e plataformas de investimento do país? Essa é a pergunta que o UBS BB tentou responder. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE O suíço banco simulou um cenário alternativo — chamado de bull case — para as principais instituições financeiras listadas na bolsa brasileira: Itaú Unibanco (ITUB4), Bradesco (BBDC4), Santander Brasil (SANB11), Nubank (ROXO34), BTG Pactual (BPAC11) e XP (XPBR31). Os analistas Thiago Batista, Beatriz Shinye e Kaio Prato trabalham com duas hipóteses depois da eleição. Na primeira, um ajuste fiscal pequeno mantém os juros altos por mais tempo — cenário que não é muito diferente do que já está precificado hoje. Na segunda hipótese — o bull case —, um ajuste fiscal relevante permite ao Banco Central cortar a Selic, atualmente em 13,75% ao ano, de forma mais consistente, com contração também na curva de juros longos. É esse segundo cenário que o UBS BB detalha. E o resultado, de forma geral, é positivo para o setor — mas não é igual para todos. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Os grandes bancos Para os grandes bancos — Itaú, Bradesco e Santander Brasil —, o UBS BB projeta um lucro cerca de 3% maior em 2027 e 7% maior em 2028, em reais, caso o cenário de juros mais baixos se confirme. Leia Também O impacto é maior em 2028 porque muitos dos efeitos de uma queda de juros, entre eles o crescimento de crédito corporativo, levam tempo para aparecer no balanço. Entre os principais motores dessa melhora, o UBS BB cita o crédito mais forte, especialmente para empresas. O trio de analistas explica que juros mais baixos favorecem o crédito corporativo mais do que o das famílias, já que o financiamento a empresas tem correlação mais forte com a Selic. Já o crédito para pessoa física deve crescer pouco, porque o brasileiro segue endividado independentemente do cenário macroeconômico. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE As margens um pouco melhores no curto prazo também aparecem na lista. Como a maior parte do funding dos bancos é pós-fixada e parte do crédito, como consignado, financiamento imobiliário e de veículos, é prefixada, uma queda da Selic reduz o custo de captação mais rápido do que reduz a receita dos empréstimos já concedidos — um efeito positivo, mas temporário. A melhora na qualidade do crédito também entre nessa conta, sobretudo no segmento corporativo, já que a inadimplência tende a cair junto com os juros. Mas o imposto de renda (IR) deve subir — e aqui está o principal porém da análise: taxas mais baixas reduzem o chamado escudo fiscal dos juros sobre capital próprio (JCP), mecanismo que os bancos usam para pagar menos imposto. Segundo as contas do UBS BB, cada queda de 100 pontos-base na de longo prazo (a TJLP) aumenta a alíquota efetiva dos bancos em 150 a 200 pontos-base — o impacto é maior para bancos com rentabilidade mais baixa. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Os analistas foram ainda mais específicos ao concluir que o real mais forte ajuda o Nubank. Como o banco reporta resultados em dólar, uma moeda brasileira mais valorizada — o UBS BB projeta câmbio de R$ 5,15 em 2027 e R$ 5,20 em 2028 no cenário positivo — tem impacto direto e positivo no resultado em dólar do Nubank. XP x BTG: por que o duelo não é equilibrado É na comparação entre as duas maiores plataformas de investimento do país que a análise fica mais interessante. A tese central do UBS BB: a XP é muito mais sensível a juros baixos do que o BTG Pactual, porque as receitas de ambas vêm de fontes bem diferentes. A XP depende principalmente de atividades ligadas a investimentos — corretagem, gestão de patrimônio, mercado de capitais. Já o BTG tem uma base de receita mais diversificada, com cerca de 55% vindo de crédito corporativo/consumo e da linha juros e outros — áreas pouco ou até negativamente impactadas por juros mais baixos. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Para a XP, o UBS BB projeta lucro 8% maior em 2027 e 16% maior em 2028 no cenário de juros baixos. Os Entre os principais motivos, o trio de analistas cita mais dinheiro novo entrando na plataforma. Juros altos hoje fazem o investidor de varejo preferir ficar no banco tradicional, recebendo perto de 14% ao ano isento de risco em renda fixa. QUER INVESTIR MELHOR? Comece o dia descobrindo o que move o mercado financeiro e os seus investimentos, de forma 100% gratuita! Telefone VEJA AQUI Com juros mais baixos — especialmente se a taxa de referência cair para um patamar de um dígito —, o UBS BB espera uma migração relevante de recursos para as plataformas de investimento. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Além disso, o investidor tende a migrar para ativos de maior risco, como ações — e a XP cobra uma taxa maior sobre esse tipo de produto (cerca de 1,4%) do que sobre renda fixa (0,8%) ou fundos e previdência (0,5%-0,6%). Ou seja: não é só mais dinheiro entrando, é dinheiro que rende mais para a empresa. O UBS BB também vê ganho de eficiência operacional, com o índice de custo sobre receita da XP, que deve fechar 2026 em 67%, podendo cair para cerca de 65% no cenário positivo — a expansão da receita dilui os custos fixos. O banco suíço não descarta que a XP recupere as perdas de R$ 400 milhões a R$ 450 milhões registradas no primeiro semestre de 2026 com títulos corporativos, caso os juros caiam. Já o BTG Pactual tem um upside mais limitado: 5,5% em 2027 e 9,6% em 2028. O motivo, segundo o UBS BB, é que o banco tem três amortecedores que reduzem o efeito da queda de juros: CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE A carteira de crédito, que respondeu por 37% da receita do BTG no primeiro semestre de 2026, é pouco sensível a juros mais baixos; A linha juros e outros (17% da receita) é diretamente prejudicada por juros menores — cada queda de 100 pontos-base na curva reduz essa linha em 9%, o equivalente a cerca de R$ 660 milhões; O índice de remuneração de funcionários deve subir um pouco, porque as áreas mais beneficiadas pelo cenário positivo — banco de investimento e gestão de ativos e patrimônio — pagam bônus proporcionalmente maiores do que as áreas de crédito. Por outro lado, o UBS BB projeta uma expansão forte da receita de banco de investimento do BTG — cerca de 40% ao ano em 2027 e 2028 — e também um crescimento relevante em asset e wealth management, puxado pela entrada de novos recursos e pela migração para ativos de maior risco. De Lula a Renan Santos: O que o mercado espera do próximo governo? A resposta está no ajuste fiscal O que fica para o investidor O UBS BB também simula quanto uma mudança de 100 pontos-base no custo de capital — a taxa que o mercado usa para trazer os lucros futuros a valor presente — mexeria no valor justo das ações. Segundo os analistas, o impacto seria de 12% a 15% para os bancos incumbentes brasileiros, 15% para a XP, 16% para o Inter e 20% para o Nubank — ou seja, quanto mais a empresa depende de crescimento futuro, como as fintechs, maior a sensibilidade a mudanças na taxa de desconto. O UBS BB não está dizendo que o cenário de juros mais baixos vai acontecer — apenas simulando o que aconteceria se acontecesse. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE E a principal conclusão prática é: entre os grandes nomes do setor financeiro na bolsa, XP e Nubank são os que mais ganhariam com um Brasil de juros mais baixos, enquanto Itaú, Bradesco, Santander e, em menor medida, BTG Pactual, sentiriam um efeito positivo, porém mais discreto. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Perguntas Frequentes sobre BBRC11

Qual é a cotação de BBRC11 hoje na B3?
A cotação de BBRC11 hoje está em R$ 102,16. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 101,21 e máxima de R$ 103,00.
Quanto a BBRC11 paga de dividendos?
A empresa distribui proventos periodicamente na forma de dividendos e JCP (Juros sobre Capital Próprio). Você pode conferir a tabela completa com as últimas datas de corte (Data Com) e pagamento na seção de Dividendos acima.
Como calcular o Preço Teto de BBRC11?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de BBRC11 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de BBRC11?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

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