AZUL98 Azul S.A. – Cotação Hoje
Azul S.A.
Selo de Investimento:
⚠️ AtençãoAtende a 0 de 12 critérios. Alguns múltiplos ou métricas de endividamento exigem cautela.
Checklist Fundamentalista de 12 Critérios
Critérios auditados automaticamenteA dívida líquida da empresa é menor que o lucro líquido dos últimos 12 meses
Retorno sobre o Patrimônio Líquido historicamente superior a 5%
Histórico consistente de distribuição de proventos acima de 4% a.a.
Crescimento de receitas ou lucros superior a 5% nos últimos anos
Preço sobre Valor Patrimonial negociado abaixo de 5x
Atuação em setor perene e consolidado há mais de um século
Companhia de grande porte, alta liquidez e liderança setorial
Companhia fundada há mais de 30 anos com histórico comprovado
Preço sobre Lucro negociado abaixo de 30x
Alavancagem financeira controlada com Dívida Líquida/EBITDA menor que 2x
Enterprise Value sobre EBIT operacional negociado abaixo de 7x
Proteção aos acionistas minoritários com Tag Along de 80% a 100%
Método Barsi (Preço Teto)
Estratégia focada em renda passiva com cálculo do preço máximo para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base na média dos últimos 5 anos.
Fórmula de Graham (Preço Justo)
Fórmula de Benjamin Graham determinando o valor intrínseco a partir dos múltiplos conservadores de P/L ≤ 15 e P/VP ≤ 1,5.
Resumo Fundamentalista de AZUL98
O ativo AZUL98 (Azul S.A.) está sendo negociado hoje a R$ 6,00, acumulando uma variação de -15.49% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 5,70 e a máxima de R$ 15,05.
Histórico de Cotação: AZUL98
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores de Valuation
Indicadores de Endividamento
Sobre a AZUL98
Dividendos
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Ministros do STF ainda creem em acomodação com bolsonarismo
São Paulo O dia seguinte à vitória expressiva de bolsonaristas para ocupar cadeiras no Senado levou à abertura de uma cornucópia de ameaças ao Supremo Tribunal Federal: da retirada de atribuições criminais da corte ao impeachment de ministros, os novos parlamentares antecipam uma revolução no Judiciário. Para ministros do Supremo e seus interlocutores ouvidos pela Folha em reserva, há um fogo de palha justificado pelo desempenho nas urnas, onde o PL do líder no primeiro turno presidencial, Flávio Bolsonaro, elegeu 18 senadores e agora terá 28 das 81 cadeiras da Casa. Os ministro André Mendonça e Alexandre de Moraes durante sessão no sSupremo - Gabriela Biló - 30.set.26/Folhapress Por evidente, o risco de abertura de algum processo de impedimento é mais alto e visto até como inevitável por alguns ministros, cientes de que os bolsonaristas querem alguma cabeça. Mas, insistem os magistrados, a tendência será a de alguma acomodação uma vez que todos tomem seus assentos, por uma série de fatores. O principal deles é o DNA da bancada eleita, onde há diversos tons do azul que simboliza o bolsonarismo. Há uma tonalidade profunda quando se olha para o Distrito Federal de Michelle Bolsonaro e Bia Kicis ou para a Santa Catarina de Carlos Bolsonaro e Carol de Toni. Mas a cor fica bem mais aguada olhando a origem de outros. Em São Paulo, André do Prado será um operador do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), reeleito de forma consagradora. Dificilmente o novo senador irá contrariar a índole do padrinho, avesso a conflitos institucionais e de olho na Presidência em 2030. Em Minas Gerais, Domingos Sávio ainda é lembrado como um ex-aliado do Aécio Neves (PSDB) que derrotou no domingo. Ele foi tucano da fundação do partido, em 1988, até 2022. Outro cristão-novo do bolsonarismo é Zé Medeiros, eleito em Mato Grosso. Ele foi do PPS, antigo Partido Comunista Brasileiro, migrando pelo PSD e pelo Podemos antes de desembarcar no PL também em 2022. Seu vizinho de estado Reinaldo Azambuja, também eleito no domingo, passou dez anos no PSDB, partido pelo qual se elegeu governador duas vezes, até entrar no PL no ano passado. Outro ponto levantado por ministros é que muitos senadores, aí de todas as bancadas, são objeto de investigações criminais sigilosas no Supremo. O eventual progresso da proposta de tirar da corte a prerrogativa de julgar políticas seria para muitos um tiro no pé, dada a maior imprevisibilidade em instâncias inferiores. É, claro, uma leitura mais alinhada à ala dos ministros acusados pelos bolsonaristas de simpatia por Lula (PT), como o decano Gilmar Mendes, o ex-ministro da Justiça do petista Flávio Dino e, claro, a nêmesis do clã Bolsonaro, Alexandre de Moraes. Mas a visão pela acomodação é adotada também por interlocutores de juízes do campo neutro, como o presidente da corte, Edson Fachin, e Cármen Lúcia. A diferença é que esse grupo crê que o processo não será tão simples, ao menos num primeiro momento. O segmento associado ao bolsonarismo, centrado em André Mendonça, Luiz Fux e Kassio Nunes Marques, pode até querer ver rivais degolados, mas sabe que lâminas têm dois lados. Mas aposta no conflito. Como seria óbvio agora, já há aliado do senador fluminense dizendo que o melhor para Moraes seria renunciar antes da posse do novo Senado. Amigos do ministro dizem que, mesmo com toda a pressão decorrente de sua relação com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, a ideia de desistir para ser poupado não foi levantada por ele em nenhum momento. Por fim, há o óbvio. O cenário de vale-tudo proposto pelos bolsonaristas depende de Flávio confirmar sua vitória sobre Lula no segundo turno, no dia 25. Se é claro que o mandato dos senadores está garantido, a configuração do poder federal é fundamental para saber para onde o vento sopra. No caso de um governo Flávio, vale lembrar do histórico da gestão de seu pai, Jair Bolsonaro. Nela, havia interlocução constante entre a corte e o presidente, mesmo nos momentos de maior apoplexia anti-institucional do hoje condenado pelo mesmo Supremo. Aí é que entra a questão de Bolsonaro, que Flávio já anunciou que irá anistiar como primeiro ato de um eventual governo. Se o senador vencer o segundo turno, a especulação gira em torno de algum acordo para evitar o choque inevitável, dada a jurisprudência da corte para casos de atentado à democracia, que impede o indulto. Por ora, é difícil prever o que irá acontecer, mas peças se mexem em Brasília. No caso de um triunfo de Lula, o tema ficará circunscrito à barulheira no Senado. Naturalmente, todo esse processo ainda será contaminado pela continuidade da crise aguda entre as alas do Supremo, que pode transbordar para a arena política com força ainda neste fim de ano.
Veja as celebridades e influenciadores que se elegeram e os que ficaram de fora no 1º turno
A disputa por vagas nos legislativos estaduais e no Congresso Nacional no primeiro turno das Eleições de 2026 contou com a presença de diversas personalidades conhecidas do público, incluindo humoristas e influenciadores digitais. O desempenho nas urnas dividiu os candidatos famosos entre vitórias expressivas e desempenhos insuficientes para garantir mandato. LEIA MAIS: Confira os candidatos a deputado estadual que receberam voto em Apucarana CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline. Em São Paulo, o vereador Thammy Miranda (PSD) foi eleito deputado estadual após registrar 85.619 votos válidos na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp). No Rio de Janeiro, o ator Thiago Gagliasso (PL) conquistou uma cadeira na Câmara dos Deputados como deputado federal ao somar 67.700 votos. Já em Minas Gerais, a influenciadora Ana Elisa (PT), que reúne cerca de dois milhões de seguidores nas redes sociais, garantiu o cargo de deputada federal ao receber 524.219 votos, ficando atrás apenas de Nikolas Ferreira (PL), o candidato mais votado do estado com 3.119.318 votos. Por outro lado, figuras populares e nomes tradicionais da política não alcançaram a votação necessária para ingressar no legislativo. O humorista Tiririca (PSD), que exercia mandato de deputado federal por São Paulo desde 2010 com votações históricas, não obteve êxito na disputa pelo Ceará, somando 5.523 votos. No Rio de Janeiro, a influenciadora Inês Brasil (PSB) obteve 3.145 votos na corrida para a Assembleia Legislativa local e não se elegeu. Entre os concorrentes paulistas, o cantor Manoel Gomes (Avante), conhecido pelo hit "Caneta Azul", registrou 7.239 votos na disputa para deputado federal, enquanto a influenciadora Menina da Bota (União Brasil) obteve 9.780 votos. Ambas as votações foram insuficientes para conquistar cadeiras na Câmara dos Deputados. A lista de nomes conhecidos que não se elegeram no pleito inclui ainda a influenciadora Sarah Poncio, o cantor Netinho de Paula, o apresentador Datena e a apresentadora Silvia Abravanel.
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São Paulo O dia seguinte à vitória expressiva de bolsonaristas para ocupar cadeiras no Senado levou à abertura de uma cornucópia de ameaças ao Supremo Tribunal Federal: da retirada de atribuições criminais da corte ao impeachment de ministros, os novos parlamentares antecipam uma revolução no Judiciário. Para ministros do Supremo e seus interlocutores ouvidos pela Folha em reserva, há um fogo de palha justificado pelo desempenho nas urnas, onde o PL do líder no primeiro turno presidencial, Flávio Bolsonaro, elegeu 18 senadores e agora terá 28 das 81 cadeiras da Casa. Os ministro André Mendonça e Alexandre de Moraes durante sessão no sSupremo - Gabriela Biló - 30.set.26/Folhapress Por evidente, o risco de abertura de algum processo de impedimento é mais alto e visto até como inevitável por alguns ministros, cientes de que os bolsonaristas querem alguma cabeça. Mas, insistem os magistrados, a tendência será a de alguma acomodação uma vez que todos tomem seus assentos, por uma série de fatores. O principal deles é o DNA da bancada eleita, onde há diversos tons do azul que simboliza o bolsonarismo. Há uma tonalidade profunda quando se olha para o Distrito Federal de Michelle Bolsonaro e Bia Kicis ou para a Santa Catarina de Carlos Bolsonaro e Carol de Toni. Mas a cor fica bem mais aguada olhando a origem de outros. Em São Paulo, André do Prado será um operador do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), reeleito de forma consagradora. Dificilmente o novo senador irá contrariar a índole do padrinho, avesso a conflitos institucionais e de olho na Presidência em 2030. Em Minas Gerais, Domingos Sávio ainda é lembrado como um ex-aliado do Aécio Neves (PSDB) que derrotou no domingo. Ele foi tucano da fundação do partido, em 1988, até 2022. Outro cristão-novo do bolsonarismo é Zé Medeiros, eleito em Mato Grosso. Ele foi do PPS, antigo Partido Comunista Brasileiro, migrando pelo PSD e pelo Podemos antes de desembarcar no PL também em 2022. Seu vizinho de estado Reinaldo Azambuja, também eleito no domingo, passou dez anos no PSDB, partido pelo qual se elegeu governador duas vezes, até entrar no PL no ano passado. Outro ponto levantado por ministros é que muitos senadores, aí de todas as bancadas, são objeto de investigações criminais sigilosas no Supremo. O eventual progresso da proposta de tirar da corte a prerrogativa de julgar políticas seria para muitos um tiro no pé, dada a maior imprevisibilidade em instâncias inferiores. É, claro, uma leitura mais alinhada à ala dos ministros acusados pelos bolsonaristas de simpatia por Lula (PT), como o decano Gilmar Mendes, o ex-ministro da Justiça do petista Flávio Dino e, claro, a nêmesis do clã Bolsonaro, Alexandre de Moraes. Mas a visão pela acomodação é adotada também por interlocutores de juízes do campo neutro, como o presidente da corte, Edson Fachin, e Cármen Lúcia. A diferença é que esse grupo crê que o processo não será tão simples, ao menos num primeiro momento. O segmento associado ao bolsonarismo, centrado em André Mendonça, Luiz Fux e Kassio Nunes Marques, pode até querer ver rivais degolados, mas sabe que lâminas têm dois lados. Mas aposta no conflito. Como seria óbvio agora, já há aliado do senador fluminense dizendo que o melhor para Moraes seria renunciar antes da posse do novo Senado. Amigos do ministro dizem que, mesmo com toda a pressão decorrente de sua relação com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, a ideia de desistir para ser poupado não foi levantada por ele em nenhum momento. Por fim, há o óbvio. O cenário de vale-tudo proposto pelos bolsonaristas depende de Flávio confirmar sua vitória sobre Lula no segundo turno, no dia 25. Se é claro que o mandato dos senadores está garantido, a configuração do poder federal é fundamental para saber para onde o vento sopra. No caso de um governo Flávio, vale lembrar do histórico da gestão de seu pai, Jair Bolsonaro. Nela, havia interlocução constante entre a corte e o presidente, mesmo nos momentos de maior apoplexia anti-institucional do hoje condenado pelo mesmo Supremo. Aí é que entra a questão de Bolsonaro, que Flávio já anunciou que irá anistiar como primeiro ato de um eventual governo. Se o senador vencer o segundo turno, a especulação gira em torno de algum acordo para evitar o choque inevitável, dada a jurisprudência da corte para casos de atentado à democracia, que impede o indulto. Por ora, é difícil prever o que irá acontecer, mas peças se mexem em Brasília. No caso de um triunfo de Lula, o tema ficará circunscrito à barulheira no Senado. Naturalmente, todo esse processo ainda será contaminado pela continuidade da crise aguda entre as alas do Supremo, que pode transbordar para a arena política com força ainda neste fim de ano.
Perguntas Frequentes sobre AZUL98
Qual é a cotação de AZUL98 hoje na B3?
Quanto a AZUL98 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de AZUL98?
O que significa o P/L e o P/VP de AZUL98?
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