ATSA11 CSHG Atrium Shopping Santo Andre Fundo de Investimento Imobiliario-FII Cotas – Cotação Hoje
CSHG Atrium Shopping Santo Andre Fundo de Investimento Imobiliario-FII Cotas
CNPJ: 12809972000100
Selo de Investimento:
🏢 Renda SólidaAtende a 7 de 10 critérios fundamentais de consistência e solidez para renda imobiliária.
Checklist Fundamentalista de 10 Critérios
Critérios de consistência e valuation auditadosRetorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano
Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses
Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial
Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito
Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente
Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência
Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book
Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária
Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos
Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias
Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)
Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.
Resumo Fundamentalista de ATSA11
O ativo ATSA11 (CSHG Atrium Shopping Santo Andre Fundo de Investimento Imobiliario-FII Cotas) está sendo negociado hoje a R$ 56,00, acumulando uma variação de -3.43% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 48,00 e a máxima de R$ 68,14. O fundo atua no segmento de Tijolo - Shoppings, registrando um Dividend Yield (12M) de 6.29% e indicador P/VP de 0.79x.
Oscilação dos Últimos 12 Meses
Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)
Sobre a ATSA11
O HEDGE ATRIUM SHOPPING SANTO ANDRÉ FUNDO DE INVEST IMOB (ATSA11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Shoppings, com gestão Definida.
Dividendos
Outros FIIs do Segmento Tijolo - Shoppings
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Itaú BBA reforça BTLG11, BRCO11 e KNRI11 na carteira de FIIs
Três fundos ganharam 0,5 ponto percentual cada e o HGRU11 perdeu 1,5 ponto no rebalanceamento de setembro O Itaú BBA aumentou em 0,5 ponto percentual as posições em BTLG11, BRCO11 e KNRI11 na Carteira Renda com Imóveis de setembro. O espaço veio do HGRU11, que perdeu 1,5 ponto percentual de participação no rebalanceamento entre setores. Depois do ajuste, a seleção apresenta dividend yield corrente de 10,62% ao ano, o retorno em proventos calculado sobre o preço da cota. O número representa um prêmio de 2,82 pontos percentuais sobre o Tesouro IPCA+ 2035 e fica abaixo da média ponderada do Ifix, em 12%. A preferência da casa continua nos fundos de ativos financeiros, aqueles que investem em papéis de crédito imobiliário em vez de imóveis. O argumento passa pelo patamar de juros projetado para o fim do ano. “O ciclo de corte de juros projetado ainda indica taxa terminal elevada: a expectativa atual é de uma Selic de 13,75% ao ano ao final do ano, o que favorece os rendimentos dos fundos indexados ao CDI”, escrevem Larissa Nappo e Fausto Menezes, analistas de fundos imobiliários do Itaú BBA. Para os fundos de tijolo, que investem em imóveis físicos, a leitura é positiva nos fundamentos e cautelosa no curto prazo. Os analistas apontam bases sólidas e ciclos favoráveis, mas lembram que esses ativos respondem mais à reprecificação das curvas de juros. Publicidade Publicidade “Enxergamos espaço para valorização adicional, sustentada pelo desconto remanescente, pela expectativa de redução da taxa de desconto e pelo bom momento operacional”, afirmam Nappo e Menezes. Carteira caiu menos que o Ifix em agosto Agosto foi negativo para o setor. O Ifix, índice que mede o desempenho dos principais fundos imobiliários negociados em bolsa, chegou a acumular queda próxima de 4,5% nas primeiras semanas e fechou o mês com recuo de 1,46%. A Carteira Renda com Imóveis caiu 0,81%, resultado 0,65 ponto percentual melhor que o índice. Entre os segmentos do Ifix, os fundos híbridos tiveram o melhor desempenho, com alta de 0,5%, seguidos pelos fundos de fundos, com 0,3%. Na outra ponta, os fundos de varejo recuaram 6,3% e os multiestratégia caíram 2,2%. A carteira foi criada em abril de 2018, com o nome de Carteira Recomendada de FIIs. Desde então, acumula retorno de 107%, contra 59,5% do Ifix no mesmo período. TRXF11 concentrou as atenções do mês Dois movimentos de gestoras marcaram agosto. O primeiro foi a 13ª emissão de cotas do TRXF11, anunciada com montante inicial de R$ 5,000 bilhões e possibilidade de chegar a R$ 10,000 bilhões com o lote adicional. Ao final do mês, o fundo detalhou a oferta em material de apoio. O pipeline soma cerca de R$ 4,800 bilhões, já descontadas transações retiradas por mudança nas condições de mercado, e aproximadamente R$ 3,400 bilhões seriam adquiridos via compensação de créditos, ou seja, pagos em cotas. Esse formato é o ponto de atenção da análise. A gestão informou um teto de venda diária por vendedor de cerca de 7% do volume negociado e um período de restrição de 45 dias após a liquidação. “Tais mecanismos podem não eliminar integralmente eventuais pressões vendedoras decorrentes da monetização dessas posições”, avaliam os analistas. O fluxo do mês confirmou a pressão. A cota chegou a cair 22% e encerrou agosto com desvalorização de 12%, após ajustes na oferta. O volume financeiro de posições vendidas saltou de cerca de R$ 55 milhões no fim de julho para R$ 212 milhões no fim de agosto, alta de 285% e o maior registrado em um único fundo listado no Brasil. A recomendação do Itaú BBA para o TRXF11 é neutra. O segundo movimento do mês veio da Pátria, que convocou cotistas de RBRR11, RPRI11 e VCJR11 para deliberar sobre a incorporação ao PCIP11, dando sequência ao plano de consolidação iniciado com os fundos logísticos. Aquisições movimentaram BTLG11 e XPML11 O BTLG11 fechou a compra do BTLG Guarulhos I por R$ 375 milhões, com cap rate de entrada de 9,1% ao ano. O cap rate mede a relação entre a receita anual do imóvel e seu valor de mercado. Do total, R$ 225 milhões foram pagos à vista e o restante será quitado em 18 meses, corrigido pelo IPCA. O imóvel tem 95,3 mil metros quadrados de área bruta locável e está integralmente alugado, com yield médio estimado de 15,2% nos próximos 18 meses. Em julho, a reavaliação patrimonial anual havia elevado o valor dos ativos para R$ 5,440 bilhões, alta de 5,72%. O XPML11 assinou memorando com a Allos para comprar 60% do São Bernardo Plaza Shopping por R$ 331,12 milhões, com R$ 231,78 milhões pagos em cotas e o restante em dinheiro, em até 24 meses. O BRCO11 fechou contrato de cinco anos com o Mercado Livre para toda a área do Bresco Resende, reduzindo a vacância física do fundo para 1,6%. O KNRI11 vendeu o Centro de Distribuição Sumaré, em São Paulo, por R$ 26 milhões, valor 36,3% acima do laudo de avaliação. A operação derrubou a vacância física do portfólio de 3,95% para 1,77%. Recomendações para setembro
Carteira de fundos imobiliários do BB troca TRXF11 por MXRF11
Ajuste vale desde 2 de setembro, é apresentado como tático e não muda a avaliação sobre os imóveis do fundo O BB Investimentos retirou o TRXF11 da Carteira Renda de fundos imobiliários e colocou o MXRF11 no lugar. A troca vale desde 2 de setembro de 2026, e as demais recomendações seguem inalteradas. A decisão veio depois da publicação do relatório mensal, quando informações ligadas à gestora do fundo passaram a repercutir no mercado. Os analistas separam esse ruído dos ativos que compõem o portfólio. “Embora os acontecimentos divulgados não estejam diretamente relacionados ao TRXF11 e não representem, até o momento, alteração nos fundamentos de seu portfólio imobiliário ou nos rendimentos anunciados pelo fundo, entendemos que o novo contexto recomenda uma postura mais prudente”, escrevem André Oliveira e Victor Penna, analistas do BB Investimentos. A saída é apresentada como temporária. O fundo continua na cobertura da casa e pode voltar à seleção conforme os desdobramentos ficarem mais claros. “A retirada não representa uma avaliação definitiva sobre o TRXF11, sobre a qualidade de seus imóveis ou sobre sua gestora”, afirmam Oliveira e Penna. Publicidade Publicidade Oferta bilionária pressionou a cota do TRXF11 Agosto já havia sido conturbado para o fundo. O TRXF11 tem estratégia híbrida, o que significa comprar, desenvolver e vender imóveis alugados a grandes empresas em segmentos variados, de galpões a shoppings, lajes e hospitais. Com mais de R$ 6,000 bilhões, anunciou uma oferta de até R$ 10,000 bilhões para novas aquisições, movimento que o levaria a superar R$ 15,000 bilhões de patrimônio e a se tornar o maior fundo do IFIX. A leitura do mercado foi outra. Investidores avaliaram que a operação poderia pressionar o resultado recorrente, provocar pressão vendedora no mercado secundário e diluir demais os cotistas minoritários. A cota chegou a recuar mais de 22% antes de se recuperar, à medida que dois negócios foram desfeitos: um com a Cyrela, envolvendo quatro galpões e uma laje alugada ao Nubank, e outro com dois fundos de laje, referente a ativos na Faria Lima, em São Paulo. Carteira Renda perdeu pouco para o IFIX O IFIX, índice que mede o desempenho dos principais fundos imobiliários negociados em bolsa, caiu 1,46% em agosto e fechou aos 3.762 pontos, depois de caminhar para o pior mês desde novembro de 2022 e recuperar parte da perda na última semana. No ano, o índice acumula queda de 0,33%, e em 12 meses avança 9%. A Carteira Renda recuou 1,79% no período, apenas 0,33 ponto percentual abaixo do índice, resultado que os analistas atribuem à diversificação e à presença de fundos maduros. No acumulado de 2026 e em 12 meses, a seleção sobe 1,38% e 8,20%, ambos acima do IFIX. O dividend yield anualizado de agosto, que mede o retorno em proventos, ficou em 12,52%, contra 12,88% do índice. O GARE11 liderou os ganhos pelo segundo mês seguido. A avaliação da casa é de que o fundo estava mais descontado que os pares e reúne contratos longos e atípicos, caixa líquido e potencial de reciclagem de imóveis, além de ter sido beneficiado pela compra de um galpão alugado ao Carrefour a 30 quilômetros de São Paulo. O HGCR11 estreou na seleção e subiu mais de 2%, com exposição ao CDI e dividendos mais estáveis, enquanto o VGIP11, fundo que substituiu, recuou mais de 3%. Carteira Ganho superou o índice em agosto Formada por fundos de tijolo negociados com desconto maior sobre o valor patrimonial, a Carteira Ganho subiu 0,14% no mês, 1,60 ponto percentual acima do IFIX. Em 12 meses, acumula alta de 10,89%, contra 8,23% do índice. O VILG11 avançou quase 4% e ficou com o melhor desempenho. A explicação da casa não passa por um fato novo, mas por um processo em curso: a venda de ativos ao HGLG11 gerou caixa para novas compras em um mercado pouco líquido e produziu lucro a distribuir. Somado ao resultado recorrente, o dividendo chegou a R$ 0,82 por cota. O HGLG11 também apareceu entre os destaques, mesmo sob a pressão vendedora do VILG11. O fundo está em vias de incorporar o LVBI11, outro gigante gerido pela Pátria, e elevou o guidance para o segundo semestre depois de vender um galpão em Itapevi, em São Paulo. Na ponta negativa ficou o PSEC11, fundo multiestratégia da Pátria que deve ser incorporado pelo RBRX11. Segundo os analistas, a gestora vem ajustando o portfólio para aproximá-lo da estratégia do RBRX11 antes da unificação, movimento que já permitiu elevar o dividendo de R$ 0,55 para R$ 0,60 por cota. Recomendações para setembro
TGAR11 anuncia novos dividendos em setembro; yield supera 1,5%
TGAR11 anuncia novos dividendos em setembro; yield supera 1,5% Vinícius Alves 02/09/2026 às 16:20 3 minutos de leitura Atualizado em: 02/09/2026 às 16:44 O fundo imobiliário TGAR11 anunciou a distribuição de R$ 0,70 por cota em proventos aos investidores. Terão direito ao rendimento os cotistas posicionados no fundo em 31 de agosto de 2026, data-base definida pelo fundo. O pagamento será realizado em 15 de setembro. Considerando o preço de fechamento de agosto, o rendimento corresponde a um dividend yield de 1,51% no período. Os rendimentos distribuídos por fundos imobiliários são isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas, desde que atendidas as condições previstas na legislação, como as regras relacionadas à negociação das cotas e à quantidade de cotistas do fundo. TGAR11: veja carteira, receita e histórico de dividendos O TGAR11 é um fundo de gestão ativa com estratégia concentrada principalmente no desenvolvimento imobiliário. Segundo o relatório gerencial de junho de 2026, o fundo encerrou o mês com patrimônio líquido de R$ 2,55 bilhões e uma carteira formada por 171 ativos, distribuídos por 20 estados e 91 municípios. O portfólio estava associado a 86.506 unidades imobiliárias, com R$ 1,81 bilhão em Valor Geral de Vendas de estoque proporcional à participação do fundo. O VGV potencial alcançava R$ 2,67 bilhões, enquanto o valor presente da carteira vendida a receber somava R$ 2,66 bilhões. Este raio-x reúne a estrutura, a carteira e o histórico de dividendos do TGAR11, sem representar uma recomendação de investimento. Conheça o fundo imobiliário TGAR11 O fundo imobiliário TGAR11 iniciou suas atividades em dezembro de 2016 e investe principalmente por meio de participações societárias em projetos residenciais. A estratégia contempla loteamentos, condomínios fechados, incorporações e empreendimentos de multipropriedade. Como complemento, o fundo pode manter investimentos em CRIs, shoppings, ativos negociados em bolsa e imóveis para renda. A gestão busca oportunidades em polos regionais com dinâmica própria de crescimento, sobretudo em áreas ligadas ao agronegócio e em processo de expansão urbana. A TG Core Asset é responsável pela gestão, enquanto a Vórtx atua como administradora, escrituradora e custodiante. O FII TGAR11 possuía 23.567.968 cotas emitidas e havia realizado 13 emissões até junho. Como está composta a carteira do FII A maior parcela do patrimônio estava na chamada carteira de recebíveis de equity performado, que corresponde a 74,10% do patrimônio líquido. Essa categoria reúne projetos de equity com pelo menos 80% das obras concluídas e que já apresentam fluxo relevante de recebimentos das vendas realizadas. Na sequência apareciam equity em desenvolvimento, com 11,52% do patrimônio, landbank, com 3,88%, crédito, com 3,70%, shopping, com 2,57%, fundos de renda fixa, com 2,47%, e ativos de bolsa, com 1,76%. Considerando apenas a carteira de equity do fundo TGAR11, 61,67% estavam ligados a urbanismo, enquanto incorporações representavam 23,93%, multipropriedade 11,41%, shopping 2,85% e imóveis para renda 0,14%. No segundo trimestre de 2026, os empreendimentos registraram vendas de 2.368 unidades, com cerca de R$ 255 milhões em VGV vendido proporcional à participação do fundo. O urbanismo respondeu por aproximadamente R$ 114 milhões desse montante, seguido pela incorporação, com R$ 100 milhões, e pela multipropriedade
Perguntas Frequentes sobre ATSA11
Qual é a cotação de ATSA11 hoje na B3?
Quanto a ATSA11 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de ATSA11?
O que significa o P/L e o P/VP de ATSA11?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
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