ATSA11 CSHG Atrium Shopping Santo Andre Fundo de Investimento Imobiliario-FII Cotas – Cotação Hoje
CSHG Atrium Shopping Santo Andre Fundo de Investimento Imobiliario-FII Cotas
CNPJ: 12809972000100
ATSA11 (CSHG Atrium Shopping Santo Andre Fundo de Investimento Imobiliario-FII Cotas) é um fundo de investimento imobiliário (FII) do setor de Fundos Imobiliários. No pregão de hoje, o ativo é negociado a R$ 60,00, registrando variação de +2.13% no dia. O Dividend Yield (DY) acumulado nos últimos 12 meses é de aproximadamente 6.00%.
Selo de Investimento:
⚠️ AtençãoAtende a 7 de 11 critérios. Alguns múltiplos de valuation, histórico ou liquidez exigem atenção.
Checklist Fundamentalista de 11 Critérios
Critérios de consistência e valuation auditadosRetorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano
Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses
Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial
Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito
Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente
Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência
Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book
Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária
Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos
Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias
Nível de ocupação saudável dos imóveis para garantir a receita de aluguéis (Ignorado para fundos de papel)
Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)
Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.
Relatório Mensal CVM & Composição Patrimonial
Resumo Fundamentalista de ATSA11
O ativo ATSA11 (CSHG Atrium Shopping Santo Andre Fundo de Investimento Imobiliario-FII Cotas) está sendo negociado hoje a R$ 60,00, acumulando uma variação de +2.13% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 50,00 e a máxima de R$ 68,14. O fundo atua no segmento de Tijolo - Shoppings, registrando um Dividend Yield (12M) de 6.03% e indicador P/VP de 0.81x.
Histórico de Cotação: ATSA11
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)
Sobre a ATSA11
O HEDGE ATRIUM SHOPPING SANTO ANDRÉ FUNDO DE INVEST IMOB (ATSA11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Shoppings, com gestão Definida.
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47º CBPP: Em 13 anos, renda fixa passa de 56% para 86% das carteiras das EFPC – Blog Abrapp Em Foco
Nos últimos 13 anos, quase um terço da carteira de investimentos das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC) mudou para maior concentração em renda fixa, que passou de 56% para 86% das alocações do setor. Os dados foram revelados pela Pesquisa Raio X de Investimentos das EFPC 2026, realizada pela Abrapp em parceria com a Itajubá Investimentos AI, e apresentada durante o 47º Congresso Brasileiro de Previdência Privada (CBPP) nesta quarta-feira, 21 de outubro, no Transamerica Expo Center, em São Paulo (SP). Foram coletadas mais de 12 mil informações de entidades que somam R$ 461 bilhões em ativos administrados, o equivalente a 34% do sistema, segundo posição de dezembro de 2025. O horizonte do levantamento cobre 12 e 36 meses. Na avaliação de Carlos Renato Salami, Diretor Financeiro e de Investimentos do ISBRE e moderador do painel, a evolução dos investimentos no período e das práticas de gestão do segmento reflete o cenário macroeconômico e a harmonização da precificação de ativos e passivos, que contribui para que os resultados dos planos reflitam com mais fidelidade sua situação econômica. Carlos Garcia, Sócio-Fundador da Itajubá, lembrou que o Brasil combina juros elevados com cerca de um quarto da dívida pública indexada à inflação, condição rara entre os países e que favorece a proteção das carteiras em renda fixa. Ele ponderou, porém, que essa atratividade envolve um componente de risco. Segundo ele, o momento eleitoral, com propostas econômicas diferentes entre os candidatos à presidência, motivou uma nova rodada da pesquisa este ano. Os investimentos em renda variável sofreram a maior queda em 13 anos, passando de 34% para 4,7%. No mesmo período, imóveis e fundos imobiliários saíram de 5% para 1,7%, multimercados estruturados e fundos de investimento em participações (FIPs) passaram de 4% para 3,7%, e o exterior subiu de 1,1% para 1,9%. A queda da renda variável alcança os três tipos de plano. Nos planos BD, a fatia recuou de 11% para 4%; nos CD, de 7% para 5%; e nos de Contribuição Variável (CV), de 11% para 6%. “O que falamos em termos de maturidade em planos BD não deveria atingir os CD, mas é o que acontece”, observou Garcia. Títulos públicos – A concentração em renda fixa se dá, sobretudo, por meio de títulos públicos, que respondem por 90% da classe. O crédito privado representa os outros 10%. A NTN-B, título atrelado à inflação, é o principal papel em todos os tipos de plano. Na sequência vem a LFT, título pós-fixado que, segundo Garcia, dá ao mercado alguma expectativa de agilidade em uma eventual mudança de alocação. O movimento também foi impulsionado pela forma de contabilizar os ativos. Nos planos de Benefício Definido (BD), 77% dos títulos públicos são marcados na curva. Garcia destacou ainda o crescimento expressivo da marcação na curva nos planos de Contribuição Definida (CD) depois que a regulação passou a permitir essa prática em todas as modalidades de plano. Os vencimentos acima de cinco anos voltaram a predominar e chegaram a 51% dos títulos públicos em 2026. Demais classes de ativos – No crédito privado, o crédito bancário, como CDB e Letras Financeiras, ganhou espaço sobre as debêntures nos planos BD e CD. Na renda variável, que encolheu, cresceu a gestão passiva e indexada, incluindo ETFs. Essa fatia passou de 15% para 36% da classe em 13 anos. Nos imóveis, lajes corporativas (38%) e imóveis comerciais (29%) concentram a carteira. Entre os multimercados estruturados, os fundos macro dominam, com 68% da alocação. Garcia observou que essa concentração deixa os investimentos mais expostos do que se estivessem diversificados. No exterior, as alocações globais ganharam terreno sobre os Estados Unidos e já respondem por 67%, contra 25% para os EUA. Diversificação geográfica (72%) e baixa correlação com o mercado brasileiro (67%) são os principais motivos para investir fora do país. Em private equity, 49% das entidades têm FIPs na carteira, e 58% delas se dizem satisfeitas. O cenário macroeconômico e a estratégia de saída lideram as preocupações com a classe, ambos citados por 58% das respondentes. Intenção x realizado – A pesquisa também comparou as intenções de alocação declaradas pelas entidades em 2023 para os 36 meses seguintes, com o que de fato ocorreu. As expectativas se confirmaram em apenas duas de seis classes: investimento no exterior e renda fixa. Renda variável, multimercados estruturados e fundos imobiliários seguiram na direção oposta à pretendida. Com títulos públicos pagando inflação mais 7,5% ou até 8%, a renda fixa se torna tentadora, disse Garcia, ponderando que os juros elevados refletem o risco do próprio país, e que a concentração nesses papéis também expõe as carteiras a esse risco. “Não estamos pagando a maior taxa de juros do mundo à toa”, alertou. Perspectivas – Para os próximos 12 meses, o investimento no exterior lidera a intenção de aumento, com metade das entidades pretendendo ampliar a alocação na classe. Títulos públicos e renda variável também devem crescer, enquanto imóveis e FIPs concentram a intenção de redução. No horizonte de 36 meses, exterior concentra maior intenção de aumento, e renda variável títulos públicos seguem em expansão, invertendo de posição entre as classes que devem crescer em relação à projeção de 12 meses. As intenções de diversificação, no entanto, convivem com um cenário ainda incerto. Para Garcia, o próximo ciclo macroeconômico pode ser diferente, a depender do novo governo, e a perspectiva de juros mais baixos exigirá uma nova postura dos investidores institucionais, que precisam estar preparados para esse desafio. Salami, por sua vez, deixou como reflexão o quanto os portfólios estão preparados para uma possível mudança abrupta de cenário. O 47º CBPP é uma realização da Abrapp, UniAbrapp, Sindapp, ICSS e Conecta. Patrocinador Diamante: ASA, Evertec, Itajubá Investimentos AI e XP Banco de Atacado. Patrocinador Ouro: Aditus, Aon, Azimut, BB Asset, BNP Paribas Asset Management, Bradesco Asset, Galapagos Capital, Itaú Asset Management, MAG Seguros, Principal Asset Management, Safra, Santander Asset Management e SulAmérica Investimentos. Patrocínio Prata: Anbima, CAIXA Asset, Cavezzale Advogados Associados, Consepro, IIA Brasil, Investira, Leto Capital, Maraey, Mirador, Oceana Investimentos, Porto Asset, PRP Soluções, RJI Investimentos, Sabesprev, Vila Velha Corretora de Seguros, Vinci Compass e Wedan. Patrocínio Bronze: FRAM Capital, Icatu Vanguarda, Investo, IP Capital Partners, MAF Consultoria, Mapfre, Polo Capital, REV Corretora de Seguros e Sparta. Parceiros de Mídia: Broadcast, CNN Brasil e Gazeta Mercantil. Apoio Promocional: ABDE, Abipem, ABRH, ABRH-ES, Abvcap, Ancep, Apimec, ASCPrev, CFC, CRA-SP, Febraban, Fiap, Fipecafi, FPE, IBA, IBGC, IBPE, Ibracon, Servir Brasil, Previpar, Tchê Previdência e Unidas.
AL1
Asarock Asset Management completa um ano com R$ 15,6 bilhões sob gestão 21/10/2026 A Asarock Asset Management – gestora independente especializada em fundos estruturados, administração de patrimônios e crédito privado – completa seu primeiro ano de atuação com aproximadamente R$ 15,6 bilhões sob gestão e 50 fundos. Fundada em setembro de 2025, a asset está entre as 100 maiores gestoras do país, segundo o ranking de gestão da Anbima. A Asarock tem como diferencial a atuação em transações que demandam soluções financeiras sob medida. A gestora trabalha com crédito estruturado, ativos ilíquidos, reestruturações e situações especiais, utilizando diferentes veículos de investimento, como fundos de crédito (FIDCs), fundos imobiliários (FIIs), fundos de participações (FIPs) e multimercados (FIFs). Embora esteja completando seu primeiro aniversário, sua equipe atua em conjunto há quase oito anos na gestão de carteiras de fundos. Entre os negócios de destaque dos últimos meses está a venda da Vert, provedora de serviços fiduciários, para a fintech Celcoin, em transação realizada por meio do FIP Sete Lagoas. Outro movimento envolveu o Grupo Opalus, que adquiriu da francesa Emeis ativos ligados a hospitais de transição e residenciais para idosos por meio de investida do FIP Premier Soul, sob gestão da Asarock. A maior parcela do patrimônio da gestora está atualmente concentrada em FIPs e FIDCs, além de FIIs e fundos multimercado voltados a ativos ilíquidos, com investimentos em setores como agronegócio, shopping centers, legal claims, imobiliário, energia renovável e serviços. A gestão de patrimônios familiares também faz parte da origem da atuação da equipe. O trabalho começou com a organização de patrimônios que reuniam empresas, imóveis e outros ativos e evoluiu para estruturas voltadas à governança, preservação patrimonial e planejamento sucessório. A experiência nessa frente contribuiu para ampliar a atuação em estruturas de investimento e situações de maior complexidade. “A relação de longo prazo e a proximidade com nossos clientes nos proporcionam um conhecimento profundo de seus patrimônios, ativos, negócios e objetivos. Esse entendimento, combinado à nossa experiência no mercado de capitais e ao relacionamento próximo com empresas e fundadores, nos permite identificar oportunidades que muitas vezes não são evidentes em uma análise convencional. A partir desse conhecimento, conseguimos transformar ativos e necessidades específicas em soluções estruturadas de mercado de capitais, criando alternativas de financiamento, liquidez e investimento e, ao mesmo tempo, originando novas oportunidades de negócios a partir da própria relação com nossos clientes”, afirma Gabriel Pupo, sócio-fundador da Asarock. A trajetória da equipe da gestora também reúne operações emblemáticas de reestruturação e situações especiais, entre elas Unigel e Usina São João, além da gestão do fundo da Arena Corinthians e da operação da BR-163, a Rodovia da Soja, no Mato Grosso. Na Arena, a equipe atua há cerca de cinco anos na reorganização financeira e no aprimoramento da estrutura de gestão do fundo. No caso da BR-163, a equipe participou da estruturação de uma solução, por meio da MTPar, que permitiu reorganizar a concessão e viabilizar a continuidade do projeto. A operação envolveu a aquisição de créditos dos bancos, reorganização da dívida e aprovações regulatórias, além da participação do BNDES. Para os próximos meses, a Asarock pretende ampliar sua atuação em crédito privado, via FIDCs, levando ao mercado estruturas originadas e testadas internamente, combinando conhecimento de ativos alternativos, experiência na estruturação e qualidade na originação. “A expansão mantém o foco da casa em crédito, estruturação financeira e operações de maior complexidade. A expectativa é encerrar 2026 com R$ 17 bilhões sob gestão”, conclui Pupo. Sobre a Asarock Asset Management A Asarock Asset Management é uma gestora independente especializada em investimentos estruturados, gestão patrimonial e crédito privado. Com cerca de R$ 15,6 bilhões sob gestão e 50 fundos, a casa está entre as 100 maiores do país e desenvolve soluções financeiras para famílias, investidores institucionais e empresas, combinando gestão de recursos, operações estruturadas e visão de longo prazo. Com uma equipe de mais de 20 profissionais, a Asarock tem como diferencial a atuação em transações que demandam soluções complexas e estruturas de investimento sob medida. Seu portfólio inclui fundos de crédito (FIDCs), fundos imobiliários (FIIs), fundos de participações (FIPs), multimercados (FIFs) e operações de crédito estruturado, além de estratégias voltadas à organização e sucessão patrimonial, reestruturações e situações especiais. Fonte: Assessoria
Data centers ganham espaço entre os FIIs
O avanço da inteligência artificial aumenta a necessidade de capacidade computacional, mas essa expansão depende de uma base imobiliária intensiva em energia, conectividade e sistemas de resfriamento. Nesse cenário, os data centers ganham espaço como uma nova frente para fundos imobiliários. A renda vem do aluguel do imóvel, não dos serviços de tecnologia. Fundos podem entrar por diferentes estruturas A exposição pode ocorrer pela compra de um data center estabilizado, por operações de sale and leaseback, por contratos built to suit, pelo financiamento de obras com certificados de recebíveis imobiliários (CRIs) ou pelo desenvolvimento de novos projetos. Os fundos também podem adquirir infraestrutura associada, como subestações elétricas. Cada estrutura combina de forma diferente risco de construção, energização, ocupação, crédito e necessidade de capital. Contratos longos aumentam a previsibilidade Como os ativos são altamente especializados e muitas vezes desenhados para um único ocupante, contratos atípicos e de longo prazo ajudam a alinhar o investimento ao período necessário para recuperar o capital. Reajustes por inflação e multas de saída podem proteger a receita. Ainda assim, um contrato extenso não elimina o risco do inquilino nem garante que o prédio continuará competitivo diante da evolução tecnológica.
Perguntas Frequentes sobre ATSA11
Qual é a cotação de ATSA11 hoje na B3?
Quanto a ATSA11 paga de dividendos (Dividend Yield)?
Como calcular o Preço Teto de ATSA11 pelo Método Barsi e Décio Bazin?
O que significam os indicadores fundamentalistas P/L e P/VP de ATSA11?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.
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