RBRI11 Fundo de Investimento Imobiliario FII RBR Desenvolvimento III – Cotação Hoje
Fundo de Investimento Imobiliario FII RBR Desenvolvimento III
CNPJ: 32441656000136
Selo de Investimento:
⚠️ AtençãoAtende a 4 de 10 critérios. Alguns múltiplos de valuation, histórico ou liquidez exigem atenção.
Checklist Fundamentalista de 10 Critérios
Critérios de consistência e valuation auditadosRetorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano
Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses
Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial
Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito
Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente
Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência
Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book
Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária
Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos
Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias
Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)
Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.
Composição da Carteira & Ativos do Fundo
📊 Alocação por Classe de Ativo
Principais Títulos & CRIs em Carteira
Resumo Fundamentalista de RBRI11
O ativo RBRI11 (Fundo de Investimento Imobiliario FII RBR Desenvolvimento III) está sendo negociado hoje a R$ 225,02, acumulando uma variação de +0.00% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 225,02 e a máxima de R$ 944,99. O fundo atua no segmento de Desenvolvimento, registrando um Dividend Yield (12M) de 172.21% e indicador P/VP de 0.58x.
Oscilação dos Últimos 12 Meses
Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)
Sobre a RBRI11
O RBR DESEN III FII RL (RBRI11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Multicategoria, com gestão Ativa.
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FII vende agência com ágio de 25% e estima lucro; veja valor
CXAG11: fundo imobiliário vende agência com ágio de 25% e estima lucro; veja valor Redação FIIs 17/09/2026 às 11:50 2 minutos de leitura Atualizado em: 17/09/2026 às 11:50 O fundo imoobiliário CXAG11 atualizou as informações sobre a negociação de um de seus imóveis e estima obter lucro equivalente a aproximadamente R$ 0,60 por cota com a operação. A transação envolve a Agência São Lourenço, negociada por R$ 4,752 milhões. Os novos dados foram apresentados em uma rerratificação do fato relevante divulgado originalmente em 8 de setembro. O objetivo do novo comunicado foi detalhar os efeitos financeiros esperados com a alienação, que ainda depende de sua conclusão. O preço acertado para o imóvel ficou acima do valor indicado na avaliação realizada com data-base de junho de 2026. Na ocasião, o ativo havia sido avaliado em R$ 3,8 milhões, ou aproximadamente R$ 1,82 por cota. Com isso, o valor da venda representa ágio de 25,1% sobre o laudo de avaliação. Segundo o fundo imobiliário CXAG11, a alienação, quando efetivada, corresponderá a aproximadamente R$ 2,27 por cota, considerando principal e rendimentos. CXAG11 pretende distribuir lucro da operação Outro parâmetro utilizado para calcular o resultado da transação é o custo histórico do imóvel, registrado em aproximadamente R$ 3,503 milhões. A diferença em relação ao preço negociado levará a um lucro estimado de cerca de R$ 0,60 por cota. O FII CXAG11 informou que esse lucro será destinado aos cotistas após a conclusão da operação, em momento oportuno. Portanto, o comunicado não estabelece uma data específica para o pagamento desses recursos. A distribuição deverá seguir a regulamentação aplicável aos fundos imobiliários, que prevê a distribuição mínima de 95% dos lucros apurados pelo regime de caixa. A negociação foi formalizada por meio de um compromisso de compra e venda da Agência São Lourenço. O fundo CXAG11 ressaltou ainda que as demais informações apresentadas no fato relevante de 8 de setembro permanecem válidas. A atualização divulgada em 16 de setembro, portanto, não altera os termos anteriormente informados da negociação, mas esclarece o impacto financeiro esperado. Para o CXAG11, a conclusão da venda deverá gerar ganho em relação tanto ao custo histórico do ativo quanto ao seu valor de avaliação mais recente.
Corte da Selic impacta os fundos de papel? Vale a pena investir?
Como o corte da taxa Selic impacta os fundos de papel? Ainda vale a pena investir? Redação FIIs 17/09/2026 às 8:46 3 minutos de leitura Atualizado em: 17/09/2026 às 8:47 /O corte de 0,25 ponto percentual da taxa Selic, para 13,75% ao ano, traz uma questão para quem investe em fundos de papel. Afinal, com os juros começando a cair, o que pode mudar para essa classe de FIIs e ainda vale a pena manter esses ativos no radar? A resposta depende principalmente da composição de cada fundo. Os fundos de papel investem em títulos ligados ao mercado imobiliário, sobretudo Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), que podem ter remuneração vinculada a indexadores como CDI e IPCA, geralmente acrescidos de uma taxa adicional. Quer saber como receber renda passiva por meio de fundos imobiliários? Clique e entre em contato com nosso time de especialistas. Em uma live especial da Suno sobre a decisão do Copom, Guilherme Almeida, Head de Renda Fixa da Suno Research, destacou que o corte anunciado já estava precificado pelo mercado e, isoladamente, representa uma mudança pequena para os ativos pós-fixados. “Para o mercado de renda fixa, pouca coisa muda, pouca coisa muda com 0,25% de corte”, afirmou Almeida. Como a queda da Selic afeta os fundos de papel? Nos FIIs com maior exposição a CRIs indexados ao CDI, uma sequência de cortes da Selic tende a reduzir gradualmente a remuneração proporcionada pelo indexador. Isso acontece porque o CDI acompanha de perto a taxa básica de juros. Almeida explicou que esse movimento diminui o chamado “carrego” dos pós-fixados, embora tenha ponderado que os juros continuam em nível elevado. “Se a gente olha para pós-fixado, o carrego vai ser menor. Mas, ainda assim, a gente está falando de um carrego interessante”, disse. O cenário muda nos fundos com maior exposição ao IPCA. Nesses casos, a inflação também influencia diretamente a remuneração dos CRIs. Gustavo Sung, economista-chefe da Suno Research, apontou na transmissão que ainda existem riscos inflacionários capazes de limitar a velocidade dos próximos cortes da Selic. “Tem tanto risco no radar e tantas possíveis pressões para a inflação em que eu vejo que não há muita flexibilidade para o Banco Central cortar juros”, afirmou Sung. Assim, mais importante do que uma única decisão do Copom é acompanhar a trajetória futura dos juros e da inflação, além de entender quais indexadores predominam na carteira de cada fundo. Ainda vale a pena investir em FIIs de papel? Não existe uma resposta única baseada somente na mudança da Selic. Em análise anterior sobre o tema, Professor Marcos Baroni, Head de Fundos Imobiliários da Suno Research, já havia destacado que fundos indexados ao CDI possuem uma característica pós-fixada. “Se ela [Selic] voltar a subir, ou voltar a cair, você terá um fundo que é pós-fixado, então não tem muito sentido eu responder se é melhor comprar agora, ou se é melhor esperar a taxa Selic cair”, explicou Baroni. Além do indexador, outro ponto relevante é o risco de crédito. Almeida alertou que o período prolongado de juros elevados vem deteriorando métricas financeiras das empresas, o que reforça a importância da análise dos devedores. Por isso, avaliar FIIs de papel exige olhar além do dividend yield. Diversificação da carteira, qualidade dos devedores, garantias, taxas contratadas e exposição a CDI ou IPCA ajudam a determinar o risco e o potencial de geração de renda de cada fundo. O corte da Selic, portanto, não determina sozinho se é hora de comprar ou deixar os fundos de papel. A decisão depende das características de cada FII e do perfil e dos objetivos do investidor. Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo sobre os fundos de papel e não constitui recomendação de investimento.
KNSC11, ALZR11 e BRCO11 são destaques do Bom Dia FIIs (17
KNSC11, ALZR11, BRCO11 e ALZC11 são destaques do Bom Dia FIIs (17/9) Marcelo Monteiro 17/09/2026 às 7:24 5 minutos de leitura Atualizado em: 16/09/2026 às 19:59 Os fundos imobiliários KNSC11, ALZR11, BRCO11 e ALZC11 são os destaques do Bom Dia FIIs desta quinta-feira (17). Na quarta-feira (16), o Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários (IFIX) encerrou o pregão aos 3.742,57 pontos, com queda de 0,06%, equivalente a um recuo de 2,32 pontos em relação ao fechamento anterior, de 3.744,89 pontos. Entre os fundos imobiliários mais negociados, o MXRF11 movimentou 2,24 milhões de cotas e caiu 0,33%, enquanto o GGRC11 teve volume de 1,18 milhão de cotas negociadas e subiu 0,22%. O BTHF11 registrou 713,04 mil cotas negociadas e alta de 0,47%; o BTCI11 movimentou 638,99 mil cotas negociadas e avançou 0,72%; e o SNEL11 teve volume de 587,95 mil cotas negociadas e alta de 0,25%. Leia mais IFIX fecha pregão em queda de 0,06%, aos 3.742 pontos KNSC11: FII paga dividendos de 1,20% e lucra R$ 16 milhões; veja detalhes “Priorizar a renda”: gestor do ALZR11 revela estratégia e momento do fundo Banco indica aumento de posição em BRCO11; veja o racional da operação ALZC11 divulga dividendos com yield maior que 1%; saiba detalhes Confira os destaques do mercado de fundos imobiliários: KNSC11: FII paga dividendos de 1,20% e lucra R$ 16 milhões; veja detalhes O fundo imobiliário KNSC11 apurou resultado líquido de R$ 16 milhões em agosto de 2026, o equivalente a R$ 0,07 por cota. O número ficou abaixo dos R$ 21 milhões de julho, quando a geração havia alcançado R$ 0,10 por cota. A gestão atribui o recuo ao comportamento dos CRIs ligados à inflação, que refletiram aproximadamente os índices de IPCA de junho e julho, de 0,16% e 0,07%. Na outra ponta, a parcela pós-fixada da carteira seguiu beneficiada pelo patamar elevado dos juros. Mesmo com o resultado menor, o fundo manteve a distribuição em R$ 0,09 por cota, o que totalizou R$ 18,3 milhões, com pagamento em 14 de setembro. Considerando a cota média de ingresso de R$ 9,19 utilizada como referência, o pagamento representou rentabilidade mensal de 1,2%. Em agosto, o FII fez R$ 34,6 milhões em investimentos em duas operações de CRI. A principal envolveu R$ 30 milhões no CRI XP Log Prime Yield, lastreado na aquisição de dois galpões logísticos AAA, em Brasília e Contagem. Leia mais KNSC11: FII paga dividendos de 1,20% e lucra R$ 16 milhões; veja detalhes “Priorizar a renda”: gestor do ALZR11 revela estratégia e momento do fundo O ALZR11 atravessa, segundo Fábio Carvalho, gestor do fundo, um dos momentos mais positivos de sua trajetória. Em entrevista, Carvalho destacou a diversificação do portfólio, o alongamento dos contratos de locação e o crescimento dos rendimentos como alguns dos principais fatores que sustentam a estratégia do fundo. O ALZR11 completou nove anos de existência e se aproxima de uma década de operação. Segundo o gestor, o fundo realizou sua oitava emissão de cotas no início deste ano, captando novos recursos e aumentando a capacidade de buscar oportunidades no mercado. “Conseguimos fazer uma boa oitava emissão de cotas no começo desse ano. Então o fundo está com muito caixa, fazendo proposta por ativos novos”, afirmou Carvalho. Atualmente, o portfólio reúne 26 ativos, com exposição a diferentes segmentos da economia. A diversificação inclui imóveis ligados a data centers, educação, logística, escritórios, saúde e outros setores. Leia mais “Priorizar a renda”: gestor do ALZR11 revela estratégia e momento do fundo Banco indica aumento de posição em BRCO11; veja o racional da operação O Safra ampliou a exposição ao Bresco Logística (BRCO11) em sua Carteira Top FIIs de setembro, em meio à visão mais positiva para os fundos de tijolo diante da expectativa de queda dos juros ao longo da curva. A movimentação ocorre em um momento de forte desempenho operacional do segmento logístico. Segundo o Safra, o mercado brasileiro registrou absorção líquida de 591,3 mil metros quadrados no segundo trimestre, com concentração no Sudeste e destaque para São Paulo. A taxa de vacância do setor encerrou o período em 4,32%, refletindo a demanda pelos ativos e a rápida absorção de novos estoques. Nesse cenário, o BRCO11 passou a representar 3,75% da Carteira Top FIIs do Safra. O fundo possui 14 galpões logísticos de alto padrão, concentrados principalmente no estado de São Paulo. O prazo médio dos contratos de locação é de cerca de cinco anos. Além do BRCO11, o Safra ampliou as posições em HGLG11 e MCCI11, enquanto incluiu HSML11 e VISC11 na carteira. Leia mais Banco indica aumento de posição em BRCO11; veja o racional da operação ALZC11 divulga dividendos com yield maior do que 1%; saiba detalhes O ALZC11 anunciou a distribuição de R$ 0,09 por cota em rendimentos aos investidores, com pagamento previsto para 23 de setembro de 2026. Terão direito aos proventos os cotistas posicionados no fundo na data-base de 16 de setembro de 2026. Considerando o preço de fechamento de R$ 7,44 em 31 de agosto, o rendimento anunciado representa um dividend yield de 1,21%. O pagamento dos rendimentos será em 23 de setembro. O ALZC11 encerrou julho com R$ 0,0016 por cota em reservas e manteve, para o segundo semestre, a projeção de rendimentos recorrentes entre R$ 0,09 e R$ 0,10 por cota ao mês. Segundo a gestão, o nível de reservas acumulado e a expectativa de recuperação do efeito da inflação sobre os CRIs devem ajudar a sustentar a faixa. A carteira encerrou o mês com 75% de exposição a CRIs, enquanto o carrego médio desses ativos avançou levemente para IPCA + 12,3% ao ano. Leia mais ALZC11 divulga dividendos com yield maior que 1%; saiba detalhes
Perguntas Frequentes sobre RBRI11
Qual é a cotação de RBRI11 hoje na B3?
Quanto a RBRI11 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de RBRI11?
O que significa o P/L e o P/VP de RBRI11?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
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